Resenha: Território Lovecraft

Ficha técnica:

Nome: Território Lovecraft

Autor: Matt Ruff

Tradução: Thais Paiva

Páginas: 400

Editora: Intrínseca

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Sinopse:

“Nos Estados Unidos segregados da década de 1950, Atticus é um rapaz negro, veterano da Guerra da Coreia, fã de H. P. Lovecraft e outros escritores de pulp fiction. Ao descobrir que o pai desapareceu, ele volta à cidade natal para, com o tio e a amiga, partir em uma missão de resgate. Na viagem até a mansão do herdeiro da propriedade que mantinha um dos ancestrais de Atticus escravizado, o grupo enfrentará sociedades secretas, rituais sanguinolentos e o preconceito de todos os dias.

Ao chegar, Atticus encontra seu pai acorrentado, mantido prisioneiro por uma confraria secreta, que orquestra um ritual cujo personagem principal é o próprio Atticus. A única esperança de salvação do jovem, no entanto, pode ser a semente de sua destruição — e de toda a sua família. E esta é apenas a primeira parada de uma jornada impressionante. Estruturado ao mesmo tempo como uma coletânea de contos e um romance, Território Lovecraft apresenta, além de personagens memoráveis, elementos sobrenaturais, como casas assombradas e portais para outras realidades, objetos enfeitiçados e livros mágicos.

Um retrato caleidoscópico do racismo — o fantasma que até hoje assombra o mundo —, a obra de Matt Ruff une ficção histórica e pulp noir ao horror e à fantasia de Lovecraft para explorar os terrores da época de segregação racial nos Estados Unidos.”

Peguei Território Lovecraft para ler sem saber muito do que se tratava ou que viraria uma série; apenas li a sinopse, gostei e pedi. Quando o livro chegou aqui em casa, ainda lá no outro mundo antes da pandemia, fiquei impressionada com a qualidade gráfica da obra e o aspecto retrô. Comecei a ler o primeiro conto/capítulo (porque o livro é um romance fix-up, ou seja, vários contos interligados entre si, formando uma grande história) e fiquei assustada, não tanto com o horror cósmico que recria Lovecraft, mas sim com as situações cruéis às quais os personagens, negros, do livro são submetidos. O racismo assusta. Como uma pessoa branca, eu penso nisso, mas, privilegiada que sou, não sei o que é sentir esse terror como as pessoas negras sentem todos os dias; e ali, no livro, como em toda história, você se coloca no lugar dos personagens e se apavora frente à brutalidade dos brancos. É uma mistura de medo, estranhamento e vergonha.

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Resenha: Como salvar um Herói

Ficha técnica:

Nome: Como salvar um Herói

Autor: Suzanne Enoch

Tradutor: Thalita Uba

Páginas: 320

Editora: Harlequin

“Ele estava todo de cinza, com exceção da gravata branca de nó simples. A cor e a pouca luz escureciam seus olhos, fazendo-os brilhar. Novamente, Lucinda teve a sensação inquietante de que ele podia ler seus pensamentos.
— Eu plantei as mudas — disse ele subitamente.
— Ah, sim? Ótimo.
— E nós fizemos um acordo.
Minha nossa.
— Sr. Carroway, você não precisa…
— Robert — interrompeu ele.
— Robert, então. Fico grata pela oferta, mas, realmente, não é…
Devagar, ele estendeu a mão e tocou seu rosto, os dedos roçando em sua pele como se esperasse que ela fosse evaporar.
— Eu disse que ajudaria — murmurou ele — e é o que farei.
Um arrepio desceu pela coluna de Lucinda. Tivesse Robert aceitado as rosas ou não, ela não esperava que voltasse a mencionar o acordo. E não esperava se sentir tão… eufórica com aquele toque.”

Gente, talvez essa resenha contenha spoilers, mas eu deixo todos eles “apagados”. Só lê quem quiser selecionar o texto.

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Resenha: Uma Herdeira Apaixonada

Ficha técnica:

Nome: Uma Herdeira Apaixonada

Autor: Lisa Kleypas

Tradutor: Ana Rodrigues

Páginas: 272

Editora: Arqueiro

Embora a bela jovem viúva Phoebe, Lady Clare, nunca tenha conhecido West Ravenel, ela sabe uma coisa com certeza: ele é mau e um valentão podre. Quando estava no colégio interno, ele fez da vida de seu falecido marido uma desgraça, e ela nunca o perdoará por isso. Mas quando Phoebe participa de um casamento de família, encontra um estranho arrojado e impossivelmente charmoso, que a abala com um choque de atração de fogo e gelo. E então ele se apresenta … como ninguém menos que West Ravenel.

West é um homem com um passado manchado. Sem perdão, sem desculpas. No entanto, a partir do momento em que conhece Phoebe, West é consumido por um desejo irresistível… sem mencionar a amarga consciência de que uma mulher como ela está fora de seu alcance. O que West não negocia é que Phoebe não é uma dama aristocrática. Ela é filha de uma Wallflower obstinada que há muito tempo fugiu com Sebastian, lorde St. Vincent – o libertino mais diabolicamente perverso da Inglaterra.

Em pouco tempo, Phoebe começa a seduzir o homem que despertou sua natureza ardente e demonstrou um prazer inimaginável. Sua paixão avassaladora será suficiente para superar os obstáculos do passado?

Só a filha do diabo sabe …

Olá! Dia 12/06 comemoramos o Dia dos Namorados, então que tal uma resenha bem romântica? Eu sei que o blog está bem parado, mas essa semana tentarei trazer resenhas e dicas de filmes/séries para quem curte um bom romance, quem sabe dá certo! rs

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Resenha: Não se humilha, não

Ficha técnica:

Nome: Não se humilha, não

Autor: Isabela Freitas

Páginas: 320

Editora: Intrínseca

Muito antes de decidir desapegar, Isabela passou por poucas e boas. De férias da faculdade de Direito e longe dos amigos Pedro e Amanda, às vezes ela se envolve com alguém para se distrair, mas nenhum ficante faz seu coração bater mais forte. Dessa vez, é só um garoto do curso de inglês.

A única coisa que Isabela e Fábio compartilham são os beijos, e ela sabe que a história deles não tem muito futuro. A agitação da volta às aulas traz Gustavo Ferreira, que entra em sua vida de forma arrebatadora. Lindo e de uma tradicional família de Juiz de Fora (MG), ele a convida a embarcar em sentimentos totalmente novos.

Isabela parecia ter encontrado o garoto dos sonhos… até despertar para uma realidade bem diferente. O que começa como conto de fadas logo muda de figura, e ninguém imagina que por trás das declarações de amor de Gustavo nas redes sociais há uma garota que a cada dia perde mais o brilho, que se vê obrigada a medir cada gesto e já nem se reconhece mais.

Quarto livro da série que já vendeu 1,5 milhão de exemplares no Brasil, Não se humilha, não se passa antes dos acontecimentos narrados em Não se apega, não e vai agradar tanto os fãs da autora quanto os novos leitores. Com seu humor único e seu olhar otimista, Isabela Freitas traça os desafios de se amar diante de tudo que tenta nos aprisionar e explora temas importantes, como relacionamentos abusivos, protagonismo feminino, amor-próprio e amizade.

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Resenha: Uma Loucura e nada mais

Ficha técnica:

Nome: Uma Loucura e nada mais

Autor: Mary Balogh

Tradutor: Lúcia Brito

Páginas: 272

Editora: Arqueiro

Depois de sobreviver às guerras napoleônicas, Sir Benedict Harper está lutando para seguir em frente e retomar as rédeas de sua vida. O que ele nunca imaginou era que essa esperança viesse na forma de uma bela mulher, que também já teve sua parcela de sofrimento.

Após a morte do marido, Samantha McKay está à mercê dos sogros opressores, até que planeja uma fuga para o distante País de Gales para reivindicar uma casa que herdou. Como o cavalheiro que é, Ben insiste em acompanhá-la em sua jornada.

Ben deseja Samantha tanto quanto ela o deseja, mas tenta ser prudente. Afinal, o que uma alma ferida pode oferecer a uma mulher? Já Samantha está disposta a ir aonde o destino a levar, a deixar para trás o convívio com a alta sociedade e até mesmo a propriedade que é sua por direito, por esse belo e honrado soldado.

Mas será que, além de seu corpo, ela terá coragem de oferecer também seu coração ferido a ele? As respostas a todas as perguntas talvez estejam em um lugar improvável: nos braços um do outro.

Essa resenha NÃO contem spoilers dos livros anteriores, leia sem medo!

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