Resenha – Sete pinturas: a lenda do fim do mundo

Ficha técnica:

Título: Sete pinturas: a lenda do fim do mundo

Autor: Landulfo Almeida

Páginas: 408

Editora: Amazon (auto-publicação)

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Sinopse: Em um passado distante, estranhas pinturas rupestres são encontradas em uma caverna oculta no coração da Amazônia. Considerado sagrado pelos índios, o local está associado a uma lenda ancestral e a uma descoberta fantástica.
Ao longo dos anos o segredo é mantido por uma única família e confere a ela grande poder e fortuna. Nos dias atuais, apenas dois homens, Raphael Roman Dummas e Marcos Cleanfield, têm completo conhecimento sobre a verdadeira natureza da descoberta e ambos têm interpretações diferentes sobre a lenda e suas ramificações.
A morte, sem explicação científica, de milhares de pássaros e uma tentativa de assassinato alteram o equilíbrio pacífico de forças sustentado até então por Raphael e Marcos.
Dois amigos, Daniel e Érica, criados em um orfanato como irmãos, sem perceber são catapultados ao epicentro do conflito e se verão cada vez mais embrenhados em uma rede de intrigas e espionagem.
Uma mulher misteriosa, dotada de habilidades incomuns, um inimigo desconhecido, atentados, estranhos eventos naturais, paixões e morte farão com que alianças sejam criadas e destruídas. Dilemas éticos e morais, e a dificuldade de definir onde está a verdade permeiam a história e cada decisão de seus personagens.
Na floresta amazônica, durante um confronto repleto de ação, uma revelação aterradora transformará a luta entre Raphael e Marcos em uma batalha pela salvação da humanidade.

Sete pinturas: a lenda do fim do mundo, livro do autor brasileiro Landulfo Almeida, não tem uma estrutura de enredo muito comum, então essa resenha vai ser um pouco diferente do que eu normalmente faço. Ele é quase como se fosse um grande quebra-cabeças: fatos e personagens soltos vão sendo apresentados desde o início, sem muitas explicações e por isso o leitor pode se perguntar “Mas como isso tudo vai se encaixar?”. Demora um pouco, mas todos os fios vão sendo unidos um por um. Então é um pouco difícil fazer uma sinopse que resuma o livro, e por isso eu vou apresentar os primeiros acontecimentos do livro e as minhas opiniões sobre o enredo como um todo.

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Resenha: Vermelho, Branco e Sangue Azul

Ficha técnica:

Nome: Vermelho, Branco e Sangue Azul

Autor: Casey McQuiston

Tradutor: Guilherme Miranda

Editora: Seguinte

Páginas: 392

O que pode acontecer quando o filho da presidenta dos Estados Unidos se apaixona pelo príncipe da Inglaterra?

Quando sua mãe foi eleita presidenta dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz se tornou o novo queridinho da mídia norte-americana. Bonito, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos de seus pais e conquistar uma carreira na política, como tanto deseja.

Mas quando sua família é convidada para o casamento real do príncipe britânico Philip, Alex tem que encarar o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem ele é constantemente comparado ― e que ele não suporta.

O encontro entre os dois sai pior do que o esperado, e no dia seguinte todos os jornais do mundo estampam fotos de Alex e Henry caídos em cima do bolo real, insinuando uma briga séria entre os dois.

Para evitar um desastre diplomático, eles passam um fim de semana fingindo ser melhores amigos e não demora para que essa relação evolua para algo que nenhum dos dois poderia imaginar ― e que não tem nenhuma chance de dar certo. Ou tem?

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Resenha: Stalker

Ficha técnica:

Título: Stalker (Joona Linna #5)

Autor: Lars Kepler

Tradutor: Renato Marques

Páginas: 560

Editora: Alfaguara

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Sinopse: O Departamento Nacional de Investigação Criminal de Estocolmo recebe um intrigante vídeo de uma mulher sozinha em seu quarto vestindo uma meia-calça. Ela não sabe que está sendo vigiada, e a polícia não leva as imagens a sério até ela aparecer assassinada. Quando o próximo filme chega, a detetive Margot Silverman tenta identificar a vítima, mas é tarde demais. Fica então claro que um assassino em série aterroriza Estocolmo. Como um voyeur, ele observa e filma suas vítimas dentro de casa, coloca os vídeos no YouTube, e as mata de modo brutal. A polícia chama o psicólogo e hipnotista Erik Maria Bark para ajudar no caso, mas uma sequência de reviravoltas torna a investigação muito mais complexa e perigosa. Será que o enigma pode ser resolvido sem o obstinado detetive Joona Linna, que todos acreditam estar morto?

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Resenha: Carcereiros

Ficha técnica:

Título: Carcereiros

Autor: Drauzio Varella

Páginas: 232

Editora: Companhia das Letras

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Sinopse: “Em Estação Carandiru Drauzio Varella focou seu corajoso relato na população carcerária de um dos presídios mais violentos do Brasil. Mas os vinte e três anos atuando em presídios brasileiros como médico voluntário também o aproximaram do outro lado da moeda: as centenas de agentes penitenciários que, trabalhando sob condições rigorosas e muitas vezes colocando a vida em risco, administram essa população. Foi com um grupo desses agentes que Drauzio passou a se reunir depois das longas jornadas de trabalho, em um botequim de frente para o Carandiru. E essa convivência pôs o autor em contato com os relatos narrados em Carcereiros, segundo volume da trilogia iniciada por Estação Carandiru – o terceiro livro, Prisioneiras, terá como ponto de partida o trabalho do médico na Penitenciária Feminina da Capital. Acompanhamos, assim, uma rebelião pelos olhos de quem tenta contê-la. Entramos em contato com o cotidiano dos carcereiros e as situações desconcertantes impostas pelo ofício, que eles resolvem com jogo de cintura e, não raramente, com humor. O que emerge é um retrato franco de um mundo totalmente desconhecido para quem está de fora.”

Drauzio Varella merece o título de “melhor pessoa” e isso não é um meme. Em um mar de insanidade, ele é o homem mais sensato desse Brasil, tão insano ultimamente. Vê-lo falar em seu canal do Youtube me traz paz (além de informação, é claro). Já ler seus livros me traz reflexão – sobre a sociedade brasileira tão doente, sobre a nossa triste desigualdade social, sobre a vida nas periferias e sobre a vida dentro das cadeiras, principalmente. É curioso, mas estou lendo sua série sobre as prisões brasileiras de trás pra frente – comecei com o indispensável Prisioneiras (resenha) e agora li Carcereiros, tão bom quanto, mas essa ordem maluca não compromete a leitura, fiquem tranquilos (para quem é rebelde como eu ~risos~). Esse último, uma obra com histórias de agentes penitenciários, é mais uma obra rica em histórias de homens anônimos que arriscam suas vidas diariamente e conhecem o que há de mais terrível na humanidade.

~ Dica: acompanhe nosso Instagram e fique por dentro das resenhas e indicações em primeira mão! ~

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Resenha: Trono Destruído

Ficha técnica:

Nome: Trono Destruído

Autor: Victoria Aveyard

Tradutor:

Páginas: 504

Editora: Seguinte

Nesta coletânea, que encerra a série A Rainha Vermelha, você vai descobrir mais sobre o universo avassalador da saga que já vendeu mais de meio milhão de exemplares no Brasil.

Trono Destruído é uma coletânea especial para todos os leitores da série best-seller de Victoria Aveyard que ficaram com vontade de passar mais tempo com os personagens depois do fim de Tempestade Guerra.

Com design especial, o livro traz os dois contos já publicados (“Canção da Rainha” e “Cicatrizes de Aço”), além de quatro histórias inéditas que darão aos leitores mais um vislumbre de seus personagens favoritos e a chance de conhecer caras novas. O volume conta ainda com mapas exclusivos, bandeiras, registros sobre a história de Norta e muito mais! Fonte

Esta resenha pode conter spoilers dos livros anteriores, necessários para entendimento de alguns contos, mas não prejudicará a leitura.

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