Resenha: Relatos de um gato viajante

Ficha técnica:

Título: Relatos de um gato viajante

Autor: Hiro Arikawa

Páginas: 225

Editora: Alfaguara

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Sinopse: “O gato Nana está viajando pelo Japão. Ele não sabe muito bem para onde está indo ou por que, mas ele está sentado no banco da van prata de Satoru, seu dono. Lado a lado, eles cruzam o país para visitar velhos amigos. O fazendeiro durão que acreditaque gatos só servem para caçar ratos, o simpático casal dono de uma pousada que aceita animais, e o marido abandonado pela esposa que ama animais. Mas qual é o motivo dessa viagem? E por que todos estão tão interessados em Nana e Satoru? Ninguém sabe muito bem o que está acontecendo e Satoru não diz nada, mas quando Nana descobrir o motivo da viagem, seu pequeno coração passará por uma das mais difíceis provas de suas sete vidas. Narrado em vozes alternadas, esse romance emocionante e divertido nos mostra um jovem de grande coração e um narrador-gato muito esperto, numa amizade que desafia as fronteiras de um país e da própria vida.”

Em junho de 2019, realizei um desejo antigo: visitar o Japão. Parecia uma ideia distante, quase um sonho impossível de realizar, mas com muito planejamento, consegui passar vinte dias em Tóquio e até dei uma passadinha pelos arredores. Durante a longa, longa viagem de avião até lá, assisti a um filme lindo que ainda não conhecia (e derramei muitas lágrimas – ainda bem que as luzes estavam apagadas!). A obra se chamava Tabineko ripôto, em japonês, e As aventuras do gato viajante (em tradução livre).

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Resenha: Como Encantar um Canalha

Como Encantar Um CanalhaFicha técnica:

Nome: Como encantar um Canalha

Autor: Suzanne Enoch

Tradutor: Thalita Uba

Páginas: 320

Editora: Harlequin

Evelyn, uma jovem obstinada, promete se vingar de um dos canalhas mais infames de Londres. Mas, quando o cafajeste vira o jogo, quem vai realmente aprender uma lição sobre do que o amor é capaz?

Nas ruas, ele é chamado ironicamente de “Santo”, mas o marquês de St. Aubyn merece sua reputação como o maior canalha de Londres. Evie sabe que deve evitá-lo, mas ela quer ajudar as crianças do orfanato, e ele preside o conselho dos administradores. Quando Santo nega seu pedido para ser voluntária no Coração da Esperança, ela decide que o homem precisa aprender uma lição. Ela só precisa descobrir como resistir aos encantos daquele mulherengo.

Para Santo, a ideia de ceder a uma mulher como Evie é impensável. Ele não quer se tornar outro projeto de caridade em suas mãos, mas a moça se recusa a desistir. Que outra opção ele tem a não ser seduzir a dama? Porém, ele não esperava ser seduzido pelo doce coração da mulher. A tentação de passar longas noites nos braços dela poderia provocar o impossível? Será que o mais conhecido cafajeste de Londres poderia mudar? Fonte

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Resenha: Máquinas como eu

Máquinas como EuFicha técnica:

Nome: Máquinas como eu

Autor: Ian McEwan

Tradutor: Jorio Dauster

Páginas: 328

Editora: Companhia das Letras

Londres, 1982. A Grã-Bretanha perdeu a Guerra das Malvinas. A primeira-ministra Margareth Thatcher tem seu poder desestabilizado ao ser desafiada pelo esquerdista Tony Benn. O matemático Alan Turing vive sua homossexualidade plenamente e suas contribuições para o avanço da tecnologia permitiram não só a disseminação da internet e dos smartphones como a criação dos primeiros humanos sintéticos, com aparência e inteligência altamente fidedignas. É nesse mundo que Charlie, Miranda e Adão — o robô que divide a vida com o casal — devem encontrar saída para seus sonhos e ambições, seus dramas morais e amorosos. O novo romance de Ian McEwan desafia nosso entendimento sobre humanos e não humanos e trata do perigo de criar coisas que estão além de nosso controle. Fonte

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Resenha: Um caminho para a liberdade

Nós fomos presenteados pelo livro do Intrínsecos, mas só agora conseguimos colocar a resenha no ar. Segue a capa que virá na livraria!

Um Caminho Para a LiberdadeFicha técnica:

Nome: Um caminho para a liberdade

Autor: Jojo Moyes

Tradutoras: Ana Rodrigues, Catharina Pinheiro, Julia Sobral Campos e Maria Carmelita Dias

Páginas: 368

Editora: Intrínseca

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Sinopse:

Os sonhos de Alice Wright se transformam numa estranha realidade quando ela descobre que se casar e partir rumo aos Estados Unidos não significa exatamente o que imaginava. Não demora para a inglesa perceber que a liberdade que teria ao se afastar da família e ir morar com o marido se torna, na realidade, uma prisão – grande parte por conta de um sogro incapaz de perceber as mulheres como seres pensantes e autônomos. Um caminho para a liberdade tem como cenário o Kentucky rural pós-Depressão, mas o drama vivido por Alice e outras quatro mulheres, inconformadas com o lugar de submissão que lhes é imposto, é um problema dos dias de hoje.

Na história, a reação de Alice vem sob a forma de um projeto de biblioteca itinerante a cavalo, liderado por Margery, mulher abominável e rebelde do ponto de vista daqueles que defendem “a moral e os bons costumes”, mas que logo se mostra uma amiga fiel e inspiradora.

Ao levar entretenimento e informação aos lares mais remotos, Alice e suas companheiras logo entendem que quem mais se beneficia com esse esforço são elas mesmas. O preconceito, o racismo e o obscurantismo persistente se mostram frágeis quando confrontados com o poder do conhecimento. Mas como resistir à pressão daqueles que lutam pela manutenção dos velhos costumes e preferem permanecer nas sombras? É o que esse grupo de mulheres vai descobrir, em uma história por vezes romântica, por vezes engraçada, mas que também é a obra mais política de Jojo Moyes, como ela própria afirma em entrevista à revista intrínsecos. A mais recente obra de Moyes é, a um só tempo, tanto uma ode à literatura quanto uma viagem de autoconhecimento que emancipa aqueles que a escolhem. (Fonte)

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Resenha: Serpentário

Ficha técnica:

Nome: Serpentário

Autor: Felipe Castilho

Páginas: 368

Editora: Intrínseca

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Sinopse:

“Todo ano, Caroline, Mariana e Hélio costumavam deixar a capital paulista para encontrar Paulo, um jovem habituado à simples vida caiçara. No entanto, a amizade construída nas areias do litoral sofreu abalos sísmicos no Réveillon de 1999, quando algo tão inquietante quanto o bug do milênio abriu caminho para uma misteriosa ilha que despontava no horizonte, e explorá-la talvez não tenha sido a melhor decisão.

Sobreviver à Ilha das Cobras tem um preço. O arquipélago é um ambiente hostil, tomado por víboras, e esconde segredos tão perturbadores quanto seus habitantes. Mais do que um equívoco darwiniano ou uma lenda popular, a ilha praticamente destruiu a vida deles. Entre memórias e fatos fragmentados, o que aconteceu naquela fatídica noite se tornou um mistério. Mas de algumas coisas eles se lembram perfeitamente: uma enorme e ameaçadora serpente, além de uma pessoa sendo entregue ao ninho da víbora, um sacrifício sem chance de recusa.

Anos depois, Caroline é confrontada com um de seus piores pesadelos: a pessoa que eles abandonaram está viva. Um fantasma do passado que surge para fazer suas certezas caírem por terra. Então, ela decide reunir os amigos para entender o que aconteceu. E talvez o encontro seja parte de algo maior… e maligno. Em Serpentário, Felipe Castilho mostra todo o seu talento ao mesclar referências do folclore e da mitologia a elementos da cultura pop, da ficção científica e do horror.”

Há quem diga por aí que brasileiro não gosta de fantasia (e terror, e ficção científica). Bobagem! Se fosse assim, não teria tanto livro de Stephen King traduzido por aqui (e isso não é de agora, já faz MUITOS anos), tanta gente comentando fervorosamente o último episódio de Game of Thrones e tanto fã de Harry Potter fazendo fila em livraria e cinema. E, claro, se a gente se encanta com universos fantásticos, obviamente escritores cheios de criatividade e uma deliciosa malignidade em seus coraçõezinhos sombrios estão prontos para nos presentear com obras de alta qualidade. E é aí que entra um dos lançamentos deste ano (e já se pode dizer, um sucesso) da nossa parceira, a Intrínseca: a obra de terror Serpentáriode Felipe Castilho, autor de Ordem Vermelha.

Imaginem algo sinistro em uma ilha no litoral de São Paulo; uma ilha que, curiosamente, se chama Ilha das Cobras (ps.: ela é real). Agora, misturem quatro personagens com histórias complicadas que se interligam desde a adolescência, cada um complementando o outro com sua personalidade marcante e tão real que a gente quase acha que já conhece o cidadão. E agora joga aí nesse caldeirão influências que vão desde Stephen King até Lovecraft e Chambers? Voilá! Temos essa maravilhosidade que você PRECISA ler.

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