Resenha: Como eu era antes de você

como eu era antes de vocêAos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.

Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento.

O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro. Como eu era antes de você é uma história de amor e uma história de família, mas acima de tudo é uma história sobre a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.

Como eu era antes de você, escrito por Jojo Moyes, não é um livro comum. Após terminar a leitura, eu não consegui pegar outro para ler, porque a história continuava comigo. São poucos livros que eu li até hoje que conseguiram tratar um assunto tão sério de uma forma tão singela e bonita.

E é por isso que eu não consegui fazer uma resenha convencional. Inspirada pelo nosso desafio na Maratona Literária, resolvi escrever uma carta para Will, um dos protagonistas dessa linda história.

Querido Will…




Especial Rick Riordan: Dez motivos para ler seus livros

 

Dando continuidade na Semana Especial Rick Riordan, eu decidi fazer uma lista dos motivos para ler seus livros YA. Espero conseguir convencer os mais relutantes e também motivar aqueles que têm curiosidade, mas ainda não têm certeza se seria uma boa leitura ou não (mas é!).

Eu me inspirei na coluna Top Ten Tuesday, inclusive, teve uma vez que eu fiz justamente uma lista sobre os Dez motivos para ler Percy Jackson!

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Resenha: Sob o Véu do Tempo

Sob o Véu do TempoFicha técnica:

Nome: Sob o véu do tempo

Autor: Anna Belfrage

Tradutor: A. J. Ventura

Páginas: 438

Editora: Cherish Books BR

Em um dia abafado de agosto de 2002, Alex Lind desaparece sem deixar vestígios. Em um dia igualmente sufocante de agosto de 1658, Matthew Graham a encontra em um pântano deserto escocês. A vida nunca mais será a mesma para Alex ou para Matthew.
Devido a uma série de ocorrências extraordinárias, Alexandra Lind é lançada três séculos de volta no tempo. Ela surge aos pés de Matthew Graham, um condenado fugitivo.
Arrancada de uma vida de conforto e modernidade, Alex lida com essa nova existência, que se torna ainda mais complicada no momento em que percebe que alguém de seu tempo a acompanhou até ali e que suas intenções não são boas.
A compensação para essa mudança brutal em seu destino vem na forma de Matthew, um homem que ela nunca deveria ter conhecido, tendo nascido três séculos depois dele. Mas, apesar de tudo, Matthew rapidamente a coloca sob sua proteção. Ele tem seus próprios fardos, e há algo em seu passado que poderá levá-lo morte. Às vezes Alex acha tudo excessivamente excitante, mas, em outras, deseja retornar à vida estruturada que costumava ter.
Como ela vai voltar? E mais importante, ela quer voltar?

Esse foi um dos primeiros livros disponibilizados pela Cherish para leitura, infelizmente eu demorei para ler e acabou que demorei mais ainda para resenhar, por conta de problemas que tive que enfrentar em plena pandemia (meu computador pifou… gente, que sufoco).

Agora eu vou explicar para vocês porque, apesar de ser um estilo que gosto muito, essa leitura não me agradou tanto. Continue lendo…




Resenha: Enterre seus mortos

Ficha técnica:

Título: Enterre seus mortos

Autor: Ana Paula Maia

Páginas: 136

Editora: Companhia das Letras

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Sinopse: “Edgar Wilson é “um homem simples que executa tarefas”. Trabalha no órgão responsável por recolher animais mortos em estradas e levá-los para um depósito onde são triturados num grande moedor. Seu colega de profissão, Tomás, é um ex-padre excomungado pela Igreja Católica que distribui extrema unção aos moribundos vítimas de acidentes fatais que cruzam seu caminho. A rotina de Edgar Wilson, absurda em sua pacatez, é alterada quando ele se depara com o corpo de uma mulher enforcada dentro da mata. Quando descobre que a polícia não possui recursos para recolhê-lo – o rabecão está quebrado –, o funcionário é incapaz de deixá-lo à mercê dos abutres e decide rebocar o cadáver clandestinamente até o depósito, onde o guarda num velho freezer, à espera de um policial que, quando chega, não pode resolver a situação. Nos próximos dias, o improvisado esquife receberá ainda outro achado de Wilson, o lacônico herói deste desolador romance kafkiano: desta vez o corpo de um homem. Habituados a conviver com a brutalidade, Edgar e Tomás não se abalam diante da morte, mas conhecem a fronteira, pela qual transitam diariamente, entre o bem e o mal, o homem e o animal. Enquanto Tomás se empenha em salvar a alma, Edgar se preocupa com a carcaça daqueles que cruzam seu caminho. Por isso, os dois decidem dar um fim digno àqueles infelizes cadáveres. Em sua tentativa de devolvê-los ao curso da normalidade, palavra fugidia no universo que Ana Paula Maia constrói magistralmente, os dois removedores de animais mortos conhecerão o insalubre destino de seus semelhantes. Com uma linguagem seca, que mimetiza as estradas pelas quais o romance se desenrola, a autora faz brotar questões existenciais de difícil resolução. O resultado é uma inusitada mescla de romance filosófico e faroeste que revela o poderoso projeto literário de Maia.”

Antes de pegar esse livro, já tinha ouvido bastante sobre sua autora, a Ana Paula Maia, lá pelas bandas do Twitter. Ouvido coisas muito boas, vale frisar, e pude confirmar que era tudo verdade lendo Enterre seus mortosseu lançamento mais recente pela nossa parceira, a Companhia das Letras.

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Resenha: Máquinas como eu

Máquinas como EuFicha técnica:

Nome: Máquinas como eu

Autor: Ian McEwan

Tradutor: Jorio Dauster

Páginas: 328

Editora: Companhia das Letras

Londres, 1982. A Grã-Bretanha perdeu a Guerra das Malvinas. A primeira-ministra Margareth Thatcher tem seu poder desestabilizado ao ser desafiada pelo esquerdista Tony Benn. O matemático Alan Turing vive sua homossexualidade plenamente e suas contribuições para o avanço da tecnologia permitiram não só a disseminação da internet e dos smartphones como a criação dos primeiros humanos sintéticos, com aparência e inteligência altamente fidedignas. É nesse mundo que Charlie, Miranda e Adão — o robô que divide a vida com o casal — devem encontrar saída para seus sonhos e ambições, seus dramas morais e amorosos. O novo romance de Ian McEwan desafia nosso entendimento sobre humanos e não humanos e trata do perigo de criar coisas que estão além de nosso controle. Fonte

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