A Cuca Recomenda: Contos de Meigan – A Fúria dos Cártagos


Fala aí, pessoal! Faz um tempinho que eu não apareço por aqui com a minha fantasia de Cuca, não é? Bem, acontece que a Cuca foi pega (na verdade, completamente abduzida) por essa obra fantástica brasuca da Roberta Spindler e da Oriana Comesanha. Já falei um pouquinho de Contos de Meigan aqui nesse post de expectativas. Conheci a querida da Roberta através dos meus contatos literários como autora e ela resolveu me mandar o livro quando descobriu que eu postava aqui no Por Essas Páginas. Que sorte a minha, porque esse livro é um achado. Em uma única palavra: épico! ‘Bora lá saber se A Cuca Recomenda?

“Meigan é um mundo diferente do nosso, morada de seres especiais e poderosos que se denominam magis. Na aparência são exatamente como nós, mas as diferenças não podem ser ignoradas por muito tempo. Os magis tem uma relação especial com a natureza e seus elementos, moldando-os a sua vontade e apoderando-se de sua força. Esses elementos, chamados mantares, não se limitam apenas aos conhecidos fogo, terra, ar e água. Existem muitos outros, como as sombras, o tempo e até mesmo o controle sobre o próprio corpo. Ter a capacidade de decifrar, entender e interagir com a natureza é um dos principais requisitos para a evolução de um magi. Para tanto, deve-se, primeiramente, entender que tudo faz parte da mesma manifestação natural e que toda matéria e energia estão inseridas em um processo dinâmico e universal. Contos de Meigan – A Fúria dos Cártagos começa com Maya Muskaf preparando-se para voltar para casa. Depois de três anos vivendo na Terra, o momento de retornar a Meigan finalmente havia chegado. Estava preocupada, pois algo afetava seu controle sobre os mantares, talvez algum resquício da misteriosa doença que a debilitou durante a infância. Com medo de estar novamente doente e para conseguir respostas, decidiu deixar de lado as diferenças com sua mãe, a principal governante do mundo magi. Voltaria a Katur, capital de Meigan, e pediria perdão por todas as brigas passadas. Assim, abandonou sua vida terrena e entrou na primeira caravana que encontrou. Entretanto, seus planos acabaram tomando um rumo muito diferente daquele que imaginara. No caminho de volta, os soldados que a escoltavam acabaram encontrando destroços e um corpo no chão. Logo que avistou o homem morto, com os cabelos tão brancos quanto sua pele e os olhos inteiramente negros, Maya soube que se tratava de um dos cártagos – antigos magis que traíram seu povo e por isso foram banidos para uma dimensão paralela. As implicações para tal presença em território magi eram gravíssimas e não demorou muito para que a garota e seus companheiros descobrissem que os magis traidores estavam tomando o Solo Sagrado e derrubado seus portões de defesa. Agora, em meio ao caos de uma violenta batalha, Maya vai precisar lutar para sobreviver e conseguir responder as perguntas que tanto lhe afligem. Como os cártagos conseguiram acesso ao Solo Sagrado? Onde estavam os guardiões dos portões, os mais poderosos guerreiros de Meigan? E, a mais importante de todas, conseguiria chegar a Katur a tempo de encontrar sua mãe?” Fonte

Sinopse enorme, não? Pois é, ela faz jus ao livro que também é GIGANTE! Sim, eu preciso colocar em letras maiúsculas para tentar exprimir bem o sentimento. Então se prepare porque essa é leitura longa (do livro e da resenha).

Meigan é um mundo completamente novo e original criado pelas autoras. E quando você lê esse livro realmente tem a sensação de que Meigan existe. Aplaudo de pé escritores que conseguem criar todo um mundo, um universo em suas histórias, de maneira tão verossímil e detalhista. A leitura traz a impressão de que cada cantinho desse enorme mundo foi cuidadosamente planejado; Meigan tem sua história, suas regras, seus costumes, seus habitantes e seus lugares muito bem descritos. Você percebe todo o cuidado das autoras com o mundo delas e, para quem lê, Meigan é muito real. Temos claramente a sensação de que vamos transpor uma barreira e chegar lá de alguma maneira. E isso é incrível! Não deve em nada a grandes mundos criados pela fantasia como o mundo da magia de Rowling, a Terra Média de Tolkien, o Mundo Médio de King ou Westeros do Martin. Todo esse cuidado e esse universo criado pelas autoras é um ponto incrivelmente forte do livro. Meigan também tem sua própria e complexa política e é disso que se trata em grande parte Contos de Meigan, em minha opinião: política.

contos_de_meiganPor esse motivo, por ser um livro extremamente político e cheio de intrigas e conspirações, Contos de Meigan é também um livro muito denso. Ele é gostoso de ler, mas é daqueles livros que você algumas vezes tem que parar e arejar a cabeça para não saturar a mente. Ainda não li Guerra dos Tronos, mas quando comentei com meu marido que já leu que tive essa sensação ele disse que é a mesma que ele tem ao ler a série de Martin. Então o fato de ele ser denso e de eu ter demorado um pouco para lê-lo não foi um problema, pelo contrário, é outro ponto forte. Apenas foi uma leitura diferente do que estou acostumada (eu costumo devorar os livros loucamente que nem chocolate, confesso!).

A história começa com Maya, uma jovem impulsiva e corajosa, muitas vezes imprudente, que teve uma infância e uma convivência perturbada com a mãe e, por esse motivo, refugiou-se por anos na Terra dos humanos. Sua mãe é a Shyrat de Meigan (uma espécie de líder maior daquele mundo) e, por isso, Maya sempre se viu à sombra das responsabilidades da mãe. Sentindo-se sozinha e relegada a segundo plano, ela decide se exilar na Terra. Porém, um dia resolve voltar e tentar se acertar finalmente com a mãe, só que o seu timing foi meio ruim: quando Maya retorna Meigan está sendo atacada pelos cártagos, que são os magis (leiam a sinopse que lá explica um pouco sobre os magis) que foram exilados da sociedade de Meigan (em uma explicação bastante resumida) e se tornaram seus inimigos.

Então vocês já perceberam que o livro começa frenético, não? O começo realmente é bastante agitado, para depois desacelerar e, como eu disse, se tornar bem mais denso e político. O início do livro conta com essa batalha entre os magis, os guardiões (já vou falar um pouco deles) e os cártagos. Somos apresentados ao mundo de Meigan e a alguns personagens no meio dessa guerra, o que é um método bastante interessante e até mesmo ousado de começar um livro.

Durante essa batalha, Maya conhece um guardião que salva sua vida e ele ainda vai ser muito importante na história. Guardiões são criaturas, de aspecto humano à primeira vista, mas que utilizam sempre uma máscara que cobre seu rosto (agora entenderam a capa do livro?). Ninguém sabe se por trás daquela máscara há um rosto ou algo horrível. Os guardiões protegem os sete portões que guardam a capital de Meigan. Eles têm poderes incríveis e são praticamente uma lenda nesse mundo.

Após esse conflito inicial, Maya se vê em uma encruzilhada, uma situação terrível na qual precisa tomar uma decisão: assumir suas responsabilidades como Shyrat ou continuar fugindo? Inicialmente, ela escolhe fugir e é devido a esse ato pouco responsável, impulsivo e até negligente que Maya começa a crescer como personagem, conhece melhor o sétimo guardião, Seth, e também um dos personagens mais carismáticos e importantes da trama, o Sábio Keyth. Aliás, uma das coisas mais incríveis é como Maya evolui; confesso que não tinha muita paciência com ela no começo, porém, aos poucos, ela vai se tornando uma pessoa melhor e mais madura, e o leitor acompanha essa mudança e vai se envolvendo com a personagem mais e mais.

Seth também é um personagem interessantíssimo; aos poucos vamos conhecendo-o melhor também e ele passa por sua própria meigan3mudança durante o livro. Porém não vou falar muito sobre ele, caso contrário posso soltar spoilers. Só digo que ele é o tipo de personagem que as pessoas costumam se apaixonar. Misterioso, interessante, corajoso, teimoso, duro e ao mesmo tempo com um bom coração: esses são alguns adjetivos que consigo usar para descrevê-lo.

Mas, ah, o Keyth! Vou abrir meu coração aqui e confessar: ele é o meu queridinho! Se ele não fosse tão velhote, eu casava com ele. Aliás, se tivesse um sidestory ou algo assim sobre ele, principalmente se fosse com ele jovem, juro que eu pegava! As autoras conseguiram construir um carisma incrível para com esse personagem. Keyth é leve, engraçado e delicioso de ler, porém, mesmo com essa aparência suave, ele também é uma figura importantíssima para a trama, com seus segredos obscuros, sua carga emocional altíssima e seus momentos de seriedade. Grande parte do livro se passa com a dinâmica entre ele, Maya e Seth e, posso afirmar que essa dinâmica é muito bacana, mas ela é ainda mais fantástica devido ao personagem de Keyth.

Só falando sobre esses três personagens principais já temos uma ideia de que as autoras são extremamente habilidosas ao criar personagens, não? E realmente elas são. Todos os personagens são bem construídos, reais e com um background que nos faz acreditar e torcer/vibrar/odiar/nos surpreender com eles. É de admirar quando um autor consegue, mesmo em um livro e um mundo tão grandes como Meigan, criar personagens memoráveis, daqueles que você não consegue esquecer. Apesar de seres vários os personagens do livro, quando eles aparecem é uma experiência única e você sabe muito bem de quem se trata. Eu detesto quando há confusão de personagens em um livro, sabem? Quando você lê o nome de uma pessoa e fica pensando meia hora para descobrir quem raios é aquele cidadão. Isso acontece bastante em livros com muitos personagens, porém em Contos de Meigan isso definitivamente não ocorre. É uma habilidade genial de um autor gerir tantos personagens e ainda assim dar uma identidade única a todos eles; uma qualidade que encontrei em poucos, como J.K. Rowling, para citar um exemplo.

Ah, se eu fosse falar de todos os personagens interessantes desse livro… Allan, Isabel, Joen, os mestres de Anahat, Sebastian… (se abana aqui porque esse é quente). Mesmo os personagens que foram adicionados no final do livro são intensos e atraentes, e logo você se completamente envolvidos por eles. É de tirar o chapéu mesmo.

Em certo momento também conhecemos e vivemos um pouco junto a Maya do aprendizado em Meigan. Maya frequenta uma academia onde aprende a melhorar suas habilidades de combate e habilidades com os mantares. Essa foi uma parte muito interessante do livro, é quando a gente tem vontade de se mudar para Meigan e aprender tudo aquilo, participar dos treinamentos… É também aqui que conhecemos outros personagens que vão se integrar à trama e onde muitas das conspirações do livro são reveladas. Como eu disse, Contos de Meigan é um livro extremamente político.

E é essa política e todas as conspirações que nos conduzem por toda uma história complexa, na escrita cuidadosa dessas autoras brilhantes. Por causa disso sim, o livro é denso e algumas vezes lento, porém as partes das aventuras compensam e o leitor passa de momentos pesados para situações alucinantes de tirar o fôlego. Só acho que em alguns momentos havia muitas descrições e algumas cenas que não eram assim tão necessárias, o que contribuiu para o livro ser enorme como é. Mas isso tá mais para uma cisma minha com fantasia do que para outra coisa, porque eu também teimo em reclamar disso em vários outros livros de fantasia, principalmente em Senhor dos Anéis, como já falei em alguns posts por aqui no blog.

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Agora, vocês reparam como eu citei sagas fantásticas super conhecidas e aclamadas nessa resenha? Bem, eu fiz isso porque Contos de Meigan não deve em nada a nenhuma delas. Dá um enorme orgulho ler uma saga tão complexa, bem escrita e épica como essa e, de brinde, saber que ela é produto nosso, nacional. Um livro como esse só demonstra como os nossos autores estão crescendo e se destacando, e como existem várias obras de qualidade despontando aí no mercado. Portanto, se você aí tem algo contra livros nacionais, pode ir se despindo desse preconceito sem fundamento: leia esse livro e descubra como existe gente muito boa escrevendo aqui na nossa terra. Contos de Meigan é uma das leituras nacionais mais ricas e é altamente indicado para todos, mas principalmente para aqueles que curtem fantasia e histórias épicas.

O livro também conta com algumas referências nerds deliciosas – e referências feitas do jeito certo, sem aquele negócio de jogar uma citação entre aspas a todo momento, mas sim inseridas no contexto da história, do jeito que tem que ser. Abri um sorrisão quando vi que a moeda de Meigan se chamava rupi, uma clara referência ao game The Legend of Zelda, no qual as moedas se chamam rupees. Comentei com a Roberta e ela confirmou e disse que eu fui a primeira a encontrar essa referência! Ela também disse que há referência ao game Final Fantasy, mas essa eu deixo para o meu marido achar, que ele gosta mais desse jogo. Será que vocês conseguem encontrar todas as referências?

Minha única e exclusiva ressalva para o com o livro é essa: é uma série e eu não tinha a mínima ideia disso quando comecei a ler o livro. Quando vi esse livro enorme pensei: “para ter esse tamanho só pode ser um livro único”. E nas vezes que esbarrei com comentários sobre o livro não encontrei nada falando sobre ser uma série. Só que eu fui lendo e percebendo que alguns conflitos não se resolviam, apesar de estar muito próxima do final. Eis então que vi a Roberta falando no twitter dela que estava revisando Contos de Meigan 2. Fiquei em choque, falei com ela e ela me confirmou. Aí eu abri os dados catalográficos do livro, virei e revirei capa, contracapa e orelhas e não encontrei nada que indicasse que esse é o livro 1 de uma série. Não fiquei decepcionada com o livro: quando o terminei tive uma vontade absurda de botar as minhas mãos na continuação. E também acho extremamente corajoso e louvável construir uma saga – uma trilogia, como a autora me disse – aqui no Brasil. Quer dizer, mesmo que você tenha um texto incrível nas mãos, sabemos muito bem que publicar no Brasil ainda é um fato heroico, quanto mais publicar uma série?! É de se admirar. De fato, eu fiquei foi bastante decepcionada com a Editora Dracaena, que deveria ter deixado um pouco mais claro no livro e nos dados dele que se tratava de uma série. Um livro fantástico desses a editora tem a obrigação de assumir o compromisso de apoiar a publicação dos demais livros da série, não ficar com receio de publicar o restante, mas a gente também sabe que o mercado funciona desse jeito: só importa se o negócio vende. Posso até estar errada, mas foi isso que senti. Apesar de que essa atitude não é novidade: também me senti assim lendo A Pousada Rose Harbor, só para citar outro livro que descobri só no final que se tratava de uma série. Sério, gente, isso deveria ser avisado logo de cara. Então fica aqui uma sugestão para as editoras: avisem seus leitores, sejam honestos com eles. Se o livro for bom, nós vamos ler o livro 1, 2, 3, 10, 15, 20… Se não, não adianta que não rola, gente. Mas fiquem tranquilos, o livro em questão aqui vale muito a pena ser lido, bem como suas sequências que espero de coração que as autoras já tenham se acertado para publicar, porque quero muito ler!

meigan2E então, A Cuca Recomenda? A resposta é com certeza! Contos de Meigan é um livro recomendadíssimo. Roberta Spindler e Oriana Comesanha: fiquem de olho nessas duas autoras, pessoal. Elas são talentosíssimas. E Contos de Meigan – A Fúria dos Cártagos é um livro grandioso e brilhante que deve ser lido e apreciado. Uma grande obra caprichosa e muitíssimo bem escrita que vale a pena ser lida.

Você pode conhecer mais sobre o livro curtindo a página de Contos de Meigan no Facebook. Fiquem de olho por lá porque vira e mexe tem muitas promoções bacanas. Quem quiser comprar o livro é só enviar um e-mail para contosdemeigan@gmail.com. O livro é vendido autografado e com frete grátis, e é enviado com muito cuidado e dedicação pelas autoras.

Quem quiser conhecer um pouco mais sobre a Roberta Spindler, ela tem um blog, o Ruído Criativo, onde fala de si mesma, dos seus textos e suas publicações e, claro, de Contos de Meigan. Vocês também podem segui-la no twitter e conhecer o Tumblr super bacana dela.

E não terminamos por aqui o post não, gente! Para conhecermos ainda melhor essa autora incrível decidimos fazer uma entrevista com Roberta Spindler aqui no blog e ela vai funcionar assim: nós vamos fazer algumas perguntas aqui do nosso lado, mas também queremos a participação de vocês, enviando perguntas para a autora aqui nos comentários. Serão selecionadas 5 perguntas para a entrevista, porém sortearemos aqui brindes de Contos de Meigan (um pôster do sétimo guardião e marcadores) cedidos pela autora entre todos que enviarem uma pergunta nos comentários. Portanto, comentem e enviem suas perguntas para a Roberta!

O sorteio será realizado no dia 20/06, portanto vocês tem aí bastante tempo para enviar suas perguntas. O primeiro vencedor levará o pôster + um marcador, enquanto outros 2 vencedores vão ganhar marcadores. Lembrando que o sorteio será realizado entre todos os leitores que enviarem perguntas, certo? Porém, apenas 5 perguntas serão selecionadas para a entrevista, que vai ao ar alguns dias depois, de acordo com a disponibilidade da Roberta para respondê-las. E é isso aí, participem e enviem perguntas para a gente!

meigan

Ficha técnica:

Nome: Contos de Meigan – A Fúria dos Cártagos (Livro 1)
Autor: Roberta Spindler e Oriana Comesanha
Páginas: 618
Editora: Dracaena
Onde comprar: Diretamente com a autora através do e-mail: contosdemeigan@gmail.com
Minha avaliação: 

Assistam ao book-trailer do livro:

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  • Helen Gomes disse:

    Gostaria de saber da Roberta porque a Oriana não participa do segundo livro e se tens previsão de lançamento desse segundo livro? Beijos e parabéns pela divulgação!

  • Larissa Passinho disse:

    Roberta, quais são suas maiores influências literárias as quais ajudaram no desenvolvimento do livro?
    Beijos

  • Juliana Dias disse:

    Roberta, afinal, vai sair o livro de piadas do Keyth?? rsrsrsrs
    abraços!

  • Leticia Fernandes disse:

    Roberta gostaria de saber de onde surgiu a idéia de Meigan,cártagos,magis e de toda essa fantástica história?

  • Bianca Costa disse:

    Ler obras brasucas tão maravilhosas só me faz ter mais orgulho de ser brasileira. Rs…
    Pergunta: Você tem preferência por algum personagem? Algum que você se apegou mais que o normal? Se sim, por que?

  • Kauana Pletz disse:

    Pergunta: Como foi o processo para a escolha dos nomes dos personagens, teve alguma homenagem para alguém querido, há algo no nome que lembre a personalidade do personagem? Ou foi totalmente aleatório?

  • Jeslly disse:

    Como começou o seu envolvimento com a escrita?

  • Melissa de Sá disse:

    Por que eu leio resenhas de livros que eu não posso ler???????? Por que???????????? Ai essa dissertação ainda vai me matar!!!!

    Enfim, momento histérico acabou.

    São duas perguntas. Vale?

    Pergunta 1: Roberta, como foi a experiência de escrever em dupla? Como vocês dividiram a tarefa da escrita? Queria que você contasse um pouco sobre esse processo.

    Pergunta 2: Como você vê esse novo movimento na fantasia que tem um apelo mais realista com presença de muito sexo e violência nas histórias (exemplo máximo, George Martin). Você acha que essa é uma tendência da maioria das histórias a partir de agora? Como você aborda esses temas no seu livro e nos seus contos?

    :)

  • Karen disse:

    Faz assim, Mel, deixa a dissertação passar, aí você lê. Mas leia. LEIA MESMO, porque vale a pena e tu vai AMAR. =)

  • Nivia Fernandes disse:

    Caramba, eu fiquei com vontade de ler! Embora tenha medo quando comparam com “Senhor dos Anéis”, que ainda não consegui ler porque as descrições me cansam. Mas sendo uma obra brasileira, a gente precisa dar uma chance, porque realmente não é mole criar um mundo inteiro e dar profundidade aos personagens, vida ao lugar e a novas criaturas!
    Não tendo lido é mais difícil perguntar, mas vamos lá:

    Pergunta: Quando escrevemos, é natural incorporarmos à história ou aos personagens um pouco do que vivemos, e não somente nossas impressões ou opiniões. Gostaria de saber se você incluiu na história do livro alguma situação marcante que aconteceu na sua vida, mesmo com adaptações.

  • Karen disse:

    Nikota, é muito legal! Então, eu comparei com Senhor dos Anéis, mas assim, ele é descritivo, mas não tanto quanto Senhor dos Anéis, é mais agitado em vários pontos. Mas, ainda sim, tem algumas descrições grandes. Mas eu acho que fantasia é assim mesmo viu? O negócio é que eu e você somos meio chatas com isso (a gente é muito parecida né! rs).

  • ELIZABETH MACHADO disse:

    O que te levou a escrever Contos de Meigan?
    Teve alguma fonte de inspiração ao escrevê-la?

    elizabethmsalles@hotmail.com

  • Resultado: Amor Literário « Por Essas Páginas disse:

    […] Até 20/06 – Sorteio de brindes de Contos de Meigan […]

  • Vania disse:

    Nossa Parceira! Eu vou enviar um e-mail ainda hoje e ver quais as formas de pagamento elas aceitam, porque eu DEFINITIVAMENTE quero que minha Mãe me traga esse livro quando vier mês que vem!

  • Karen disse:

    Parceira, esse livro é a TUA cara. Leia, leia, leia, tu vai amar. Fala com a Roberta, ela é uma querida, certeza que dá um jeito pra você. =)

  • A Cuca Entrevista: Roberta Spindler « Por Essas Páginas disse:

    […] pessoal! Dessa vez a Cuca não apenas recomenda que leiam imediatamente Contos de Meigan – A Fúria dos Cártagos, como também entrevista a talentosa autora Roberta Spindler! (ok, agora vocês me imaginam […]

  • Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro – Primeiro final de semana « Por Essas Páginas disse:

    […] muito e tentar almoçar, fui conhecer a Roberta Spindler, autora de Os contos de Meigan. A Karen leu o livro e falou tanto sobre ele  que eu aproveitei para comprar o livro e conhecer a autora! Logo quando […]

  • Top Ten Tuesday: Dez livros para quem não lê nacionais « Por Essas Páginas disse:

    […] Esse livro é épico e prova por A + B que existe sim alta fantasia de muita qualidade aqui no Brasil. É só saber onde procurar. Então se você quer ler sobre um mundo cuidadosamente construído, cheio de magia, ação, personagens memoráveis e com a escrita excelente dessas duas autoras, recomendo correr e comprá-lo. Resenha aqui. […]

  • ELIZABETH MACHADO SALLES disse:

    Achei a história incrível e estava doida pra conhecer mais um pouco dessa obra. Obrigada pela resenha, tirou todas as dúvidas que tinha sobre este romance. Vou ver se consigo um pra mim. Beijos.

  • Gizeli Regina Meister disse:

    Já faz algum tempo que estava querendo ler esse livro, e confesso que nem sabia que ele era nacional. A história parece ser bem interessante, mas tenho tanto livro pra ler que fica difícil…. mas já está na listinha….

  • Nardonio disse:

    Desde que vi o lançamento desse livro, me interessei. Gosto de livros com essa pegada e, pelo jeito, ele é muito bom. Confesso que quando vi o tamanho, me assustei um pouco, mas se a narrativa for legal, isso passa despercebido. Só acho que a editora deveria ter tido o cuidado de avisar que era uma trilogia e/ou série.

    @_Dom_Dom

  • Ana Paula Candido da Silva disse:

    Muito incrível, adorei gostaria de poder ler mais, a resenha me deixou com gosto de quero maiis

  • Top Dez: As dez autoras que você precisa conhecer | Eu, Papel e Palavras disse:

    […] Spindler é a co-autora do incrível Contos de Meigan – A Fúria dos Cártagos (resenha aqui), um livro de alta fantasia com um universo incrivelmente bem construído que não deve em nada às […]

  • A Cuca Recomenda: A Torre Árabe e A Torre Acima do Véu « Por Essas Páginas disse:

    […] a conhecem, ela é a autora de Contos de Meigan – A Fúria dos Cártagos, livro resenhado aqui. Eu gosto muito da escrita dela e quando comecei a lê-lo… e não consegui mais parar! […]

  • A Cuca Recomenda: A Torre Acima do Véu « Por Essas Páginas disse:

    […] e tietar a queridíssima Roberta Spindler. A Cuca aqui já conhecia o trabalho dela desde Contos de Meigan e já tinha lido também o conto que originou o livro: A Torre Árabe. Portanto, sabendo do […]

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