Bloodlines Read-Along: Capítulos 25-27

Olá pessoal! Aqui vamos nós, rumo aos três últimos capítulos de Bloodlines. Antes de embarcamos nas páginas finais do primeiro livro da história de Sydney e Adrian, quero agradecer a quem nos acompanhou até agora mesmo sem ter lido o livro. Espero que nossa empolgação tenha convencido vocês a se deliciarem também nessa história viciante, e que continuem acompanhando o Read-Along dos dois próximos livros. Não custa lembrar que tanto neste quanto nos outros posts nós somos generosas com spoilers, por isso se você é a Lucy não liga pra isso, siga em frente; caso contrário é melhor ler o livro primeiro. Como sempre gostamos de lembrar, ao final do Read-Along nós teremos um sorteio do primeiro volume (Laços de Sangue) em português, e do quarto volume (The Fiery Heart) em inglês; vale lembrar também que os meus comentários estarão em roxo, e os da Lany em vermelho, e que vocês podem conferir nosso calendário de leitura, e as resenhas dos livros já lançados.

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Capítulo 25

“Mas eles ainda não estavam a salvos. Quando eles correm para a porta, dois Strigois entram na casa.”

Depois dessa bomba, não importa que são 2 da manhã e você tem que levantar às 7: você precisa continuar lendo. Pelo menos comigo foi assim, e não me arrependi. O capítulo já começa com Sydney explicando porque ela não acha os Morois tão assustadores mais; perto dos Strigois, eles ficam normais aos olhos dela porque finalmente eles estão do mesmo lado, do lado dos vivos, com um inimigo em comum. Embora Sydney e Adrian já tenham concordado um com o outro, eu acredito que seja a primeira vez que ela realmente sente essa conexão, essa afinidade, essa sensação de que talvez eles não façam parte de duas raças separadas por milênios de preconceito. E isso também mostra para a Sydney que realmente ela não tem colocar Strigois e Morois no mesmo grupo de “criaturas das trevas”. Ali estava ela, com um Moroi, lutando contra dois Strigois!

No meio de todo esse terror e embora saiba que está prestes a viver um pesadelo, Sydney consegue sentir pena de Lee apesar dele ser o motivo dela e Adrian estarem nessa confusão. Mas antes que vocês saiam erguendo o punho e gritando MARY SUE, deixem-me explicar: os Alquimistas são religiosos, então eu acho natural que no meio de todo a raiva e o terror ela sinta um pouco de pena por Lee estar abrindo mão de sua alma em troca de imortalidade como um monstro. 

Quando eles são colocados lado a lado por uma das Strigois (são duas vampiras), Adrian não oferece nenhum tipo de conforto à Sydney, o que ela acha revigorante; qualquer coisa que ele falasse pra tentar tornar a situação melhor soaria como promessas vazias, e uma pessoa altamente lógica como a Sydney não aceitaria isso. 

Enquanto isso, a outra Strigoi morde o Lee e começa a beber todo o sangue dele. Sydney não consegue desviar os olhos da cena mas ela aguenta firme até o momento em que a vampira corta o próprio braço e começa a alimentar Lee – já morto – com seu sangue, para que ele se torne um Strigoi novamente. Sydney se sente suja por presenciar essa cena, por ser testemunha do maior pecado da humanidade, por ter que ver alguém que um dia ela havia respeitado se tornar uma “perversão da natureza.” E é aí que o Adrian segura a mão dela. É lindo como os dois se entendem tão bem e o Adrian consegue oferecer exatamente o que a Sydney estava precisando no momento. Ou melhor dizendo, o que os dois estavam precisando.

It wasn’t the kind of touch that said, Hey I’ve got a plan, so hang in there because we’re going to get out of this. It was more like the kind of touch that simply said, You aren’t alone. It was really the only thing he could offer. And in that moment, it was enough.

Para surpresa geral da nação, Lee continuou mortinho da silva, não mexeu nem o dedão do pé. Enquanto as duas Strigoi discutiam entre si sobre o método utilizado, Sydney – no melhor estilo Hermione Granger – afirma sua suspeita: Lee não pode voltar a ser Strigoi porque ele foi restaurado ao seu estado normal por um usuário de espírito. A Strigoi que tentou o processo afirma que o sangue dele não estava bom, que tinha o gosto errado e então avança na Sydney.

E o Adrian tenta impedi-la. Certamente é um ato galante mas não resolve nada; a Strigoi o joga pro lado como um espantalho e morde a Sydney. O Adrian nunca se considerou um “guerreiro”, e ele simplesmente se joga na frente da Sydney mesmo sabendo que não ia adiantar nada. Isso não é lindo??? Quando ela começa a sentir o efeito das endorfinas no seu sistema, ela é derrubada no chão: a Strigoi não consegue beber o seu sangue, afirmando que o gosto é podre.

“It didn’t just taste weird or bad… it was like it’s tainted.”

E aí fica a pergunta: o sangue do Lee não tinha um gosto muito bom. O sangue da Sydney era pior ainda! Teria alguma relação entre esses dois fatos? O espírito poderia ser o ponto em comum? Huuum…

Com isso, elas partem para o Adrian. Apesar de saber que seria impossível impedir a morte de Adrian, Sydney também sabe que não poderia deixar de tentar. Por isso ela começa a revirar sua bolsa, tentando encontrar algo que possa usar de arma contra as duas vampiras. O mais interessante aqui pra mim é que Sydney tem consciência de que não pode derrotar Strigois; ela não tem as habilidades físicas para isso (dhampirs treinam a vida inteira e ainda não conseguem derrotá-los todas as vezes). Mesmo assim, mesmo sabendo que qualquer tentativa dela seria frustrada e provavelmente só faria com que as Strigois viessem atrás dela, ela decide que vale a pena. 

I had to try to save him, just as he’d tried for me. It didn’t matter if the effort failed or if I died. Somehow, I had to try.

Entre as dezenas de coisas na sua bolsa, ela encontra o amuleto que ela fez pra aula da Ms. Terwilliger. Então, em um momento what the hell total, Sydney fala o feitiço e joga o amuleto na Strigoi que está mordendo o Adrian, e para sua surpresa a vampira começa a pegar fogo.  Infelizmente isso não dura muito, e ela ataca a Sydney novamente: não importa que elas não pudessem beber seu sangue; havia várias outras maneiras de se matar uma pessoa. Ela bate a cabeça da Sydney na parede e…

Eddie chega dando uma voadora geral na galera! UHUU EDDIE! VOCÊ É NOSSO HERÓI! Enquanto ele luta com as Strigoi, a Sydney fica toda preocupada com o Adrian, mas ele garante que está bem, apenas meio drogado por causa das endorfinas. E então ele vê o estado em que a Sydney se encontra e a impressão que temos é que ele fica sóbrio rapidinho. 

I almost laughed at how ridiculous the situation was, both of us trying to help the other when neither of us was in any condition to do it.

A Sydney percebe que a Jill está no apartamento e a situação é tão drástica que – além de ter ela mesma usado mágica inadvertidamente – Sydney abre a torneira para que Jill possa usar sua magia (Jill controla a água, lembram?) para ajudar Eddie na luta contra as duas Strigoi. Ela então confessa que estava ligada ao Adrian mas as emoções estavam tão fortes que não conseguia ver claramente o que estava acontecendo. Adrian tenta usar sua magia para curar a Sydney, mas esse é um passo muito longo para ela, especialmente após tudo que havia acontecido, e Sydney absolutamente se recusa a ser curada. Adrian leva isso super na esportiva, dizendo que o medo dela não passava de uma superstição de merda. A Richelle teve um cuidado muito grande na hora de escrever o desenvolvimento da Sydney. Tudo é muito gradual. Sydney abre a torneira pra Jill usar a sua magia (lembrando que antes ela ficava completamente desesperada só em pensar nisso) mas ela ainda não deixa que o Adrian a cure. Ela está um pouco mais confortável com os vampiros? Sim, mas não totalmente.

Adrian diz que Sydney tem que ir a um médico mas ela logo comenta que tem que ser um Alquimista. Então o Adrian fica todo protetor dizendo que Sydney vai ter que esquecer a dieta porque ela vai ter que consumir calorias e açúcar para poder repor os fluidos que perdeu e awww!

O capítulo termina com Jill descobrindo que Lee estava morto, sem saber do papel que ele havia desempenhado nos eventos daquela noite. 

Capítulo 26

O capítulo 26 é basicamente o fechamento da história, onde Sydney se encontra com vários Alquimistas na semana posterior ao ataque, e por fim tem uma reunião com a Stanton. A Alquimista chefe confirma que não havia nada errado na autópsia de Lee, mas que qualquer vestígio de magia não estaria aparente. Elas discutem a grandiosidade da descoberta de que quem foi restaurado de Strigoi à raça que pertencia anteriormente provavelmente fica imune à tornar-se Strigoi novamente, que caso descubram o que previne isso, os Alquimistas poderiam impedir que humanos trocassem suas almas por imortalidade. A Sydney logo se toca que isso teria grandes consequências para os humanos, mas ainda maiores para os Morois – que são as maiores vítimas dos Strigoi. Stanton nem liga para isso, e comenta casualmente sobre o sangue de Sydney ser um tipo de proteção também, mas não debate muito sobre o assunto. É estranho ela não debater muito sobre o assunto. Muito estranho!

“There’s also the mystery of your blood. You said the Strigoi didn’t like it. That could be a type of protection too.”

O que Stanton realmente quer é saber se Adrian estaria disposto a ajudar os Alquimistas. Como usuários de espírito são uma parte integral dessa nova descoberta, Sonya Karp (usuária de espírtio, ex-Strigoi) e um time de “pesquisadores” estavam à caminho de Palm Springs para explorar essa nova possibilidade. Sydney logo imagina uma cena um tanto quanto bizarra, à qual eu gosto de me referir como sua primeira fantasia (eu não tinha pensado dessa forma e agora eu nunca vou conseguir pensar de outra maneira! Obrigada Vania!)

At the words “Adrian” and “research,” my mind had put together images of him in a lab, wearing a white coat, bent over test tubes and beakers.

Apesar de achar difícil que Adrian se concentrasse seriamente em algo, ela diz a Stanton que acredita que ele toparia caso ela pudesse tira-lo da casa de Clarence. Stanton diz que iria oferecer o apartamento de Keith à Sydney – que ganhou o posto de Alquimista local em Palm Springs (ou seja, ela está responsável por toda a cidade, não apenas Jill). Sydney pensa que isso significaria ficar longe de Trey, Kristin e Julia – amigos que ela fez há pouco tempo, mas que ela adora – e não ver Jill e Eddie com a mesma frequência; mas principalmente que não teria mais que frequentar aulas já que seria pouco provável que seu pai ou os Alquimistas concordassem em pagar para que ela frequentasse uma universidade. Por isso ela pergunta se não pode ficar em Amberwood mais um tempo, e Stanton se surpreende que ela não pulou na oportunidade de não ter mais que dividir o quarto com uma vampira. Oops! Sydney se safa dizendo que pensou que fosse ter o seu próprio quarto, já que Stanton providenciou uma dhampir para dividir o quarto com Jill, e que se o apartamento é o que vai fazer com que Adrian ajude os Alquimistas, ela pode esperar.  Sydney deixando rastros mais uma vez, mesmo que por pouco. E cada vez mais eu vou me preocupando!

Depois de se livrar das suspeitas de Stanton, Sydney finalmente confronta Ms. Terwilliger sobre o amuleto. Para surpresa de todo mundo, Ms. Terwilliger diz saber sobre vampiros, Alquimistas, e “as diversas forças no nosso mundo,” explicando à Sydney que humanos também são capazes de fazer mágica. A diferença é que a magia dos Morois vem de dentro pra fora, enquanto a dos humanos é ao contrário, e eles precisam de muita “concentração, esforço e cálculos exatos,” e que Sydney possui um talento natural para magia. Sydney é claro, reage super bem e quase fala aonde a Ms. T pode colocar o poder dela. Ms. Terwilliger promete que não vai tocar mais no assunto a não ser que Sydney fale primeiro, e Sydney garante que isso não vai acontecer, perguntando se era ela que estava ligando na Nevermore perguntando sobre vampiros, e ela nega (QUEM LIGOU?)

Enquanto isso, Jill tenta lidar com a morte de Lee e a descoberta de tudo que ele fez da melhor forma possível, e Micah tenta distrai-la o máximo possível. Sydney confronta Eddie sobre os sentimentos do dhampir pela princesa, e eles têm uma conversa muito fofa, na qual ela tenta convencê-lo que um dhampir namorando uma Moroi não é tão ruim quanto relacionamentos entre vampiros e humanos, e Eddie diz simplesmente que não liga de sacrificar sua própria felicidade desde que Jill esteja feliz. Sydney não consegue compreender esse conceito, e Eddie termina o assunto dizendo que ela realmente não entende nada de romance. E nem você Eddie!

Capítulo 27

Enquanto o capítulo anterior amarra as pontas soltas (ou as deixa ainda mais à vista), esse último é dedicado à construir uma base para o segundo livro da série, The Golden Lily (O Lírio Dourado). Esse capítulo também é conhecido como “Aquele-momento-em-que-a-Richelle-te-deixa-desesperado-pelo-próximo-livro”. Adrian já está em seu apartamento e Sydney vai visitá-lo para juntos eles recepcionarem o time de pesquisa que está prestes a chegar em Palm Springs. Ela fica surpresa com a diferença no apartamento: as paredes estavam amarelas, e Adrian vendeu todos os móveis caros trocando-os por móveis de segunda mão que se chocavam com o brilho da parede, dando um efeito interessante e que diminuía as memórias do ataque. 

Adrian pergunta à Sydney como ela está depois do trauma, e apesar de responder que ela está lidando bem com a situação (sem mencionar seus pesadelos constantes), Sydney se vê confessando à Adrian o que mais a incomodou na história toda: Lee dizendo que ela não vivia, que era indiferente às pessoas ao seu redor; que essa declaração coincidia com Keith dizendo que ela era uma menininha ingênua. Adrian diz que o maior erro dela era ouvir qualquer coisa que Keith tivesse dito, e segue a elogiando, tentando fazer com que ela visse que nada do que aconteceu foi culpa dela por ela não ter percebido o que Lee era. Vocês devem se lembrar como a Sydney lida com elogios, então quando ela tenta não aceitar o que Adrian está dizendo, ele continua:

“You’re a solid person, Sage. You’re easy on the eyes, if a little skinny, and your ability to memorize useless information is going to totally hook in some guy.”

Sydney fica sem entender porque ele a chamaria de magra – lembram que ela tem sérios problemas alimentares? – tentando não focar na frase anterior, na qual Adrian não diz exatamente que ela é bonita, mas que não é ruim olhar pra ela, e tenta mudar de assunto. Ele então começa a falar, todo orgulhoso, que havia limpado a casa (e usou o produto de limpeza para madeira na casa toda. Adrian, essas mãos realmente não estão acostumadas a fazerem trabalhos manuais!), e agradece por ter conseguido o apartamento pra ele, que sabe que não deve ter sido fácil, dentre outras coisas:

“And for everything else. For not giving up on me, even when I was being a major asshole. And, you know, for that saving my life thing.”

Ela fica sem graça novamente (e quem não ficaria?), e se recusa a dizer a verdade quando Adrian pergunta como ela fez a Strigoi pegar fogo. Admitir que ela havia usado magia seria admitir que humanos como ela têm esse poder, e apesar de toda a lógica da Sydney, isso é algo que ela ainda não consegue fazer mesmo tendo todas as evidências à sua frente. Adrian parece saber que ela está mentindo, mas deixa passar, voltando ao assunto dela ter salvado a vida dele.

“Yeah, well, you can rest easy that it was a selfish act. You have no idea what a pain it is to file paperwork for a dead Moroi.”
He laughed, and it was one of the few times I’d heard him laugh with genuine humor and warmth – and not because of something twisted or sarcastic.”Okay, Sage. If you say so. You know, you’re a lot spunkier than when I first met you.”

Aqui nós temos Adrian novamente vendo a Sydney com outros olhos; acho que agora ao invés de vê-la como uma louca religiosa que só faz o que os outros mandam e não tem fibra, ele consegue enxerga-la como uma profissional dedicada, uma boa pessoa que se preocupa com os outros e cheia de atitude. O coração de Sydney dá uma disparada básica e ela confessa que acha que ele também está mais estável; ela pensa que sair da Corte dos Morois foi extremamente benéfico para ele, e está o ajudando  a superar a traição de Rose, e que se ele continuar nesse curso pode ser que ele realmente se transforme. E então ela percebe que está encarando ele, e que ele a está encarando (eu imagino tudo acontecendo muito em câmera lenta) com um olhar meio que maravilhado. E é nesse momento, senhoras e senhores, que a transformação de Adrian realmente começa:

“My God, Sage. Your eyes. How have I never noticed them?”
That uncomfortable feeling was spreading over me again. “What about them?”
“The color,” he breathed. “When you stand in the light. They’re amazing… like molten gold. I could paint those…” He reached toward me but then pulled back. “They’re beautiful. You’re beautiful.”

E se vocês acham que a Sydney fica imune à essa intensidade (ela até ainda tenta se convencer de que isso foi culpa do espírito atormentando o Adrian), achem outra coisa porque – compreensivamente – ela fica balançada e cheia de borboletas na barriga. Uh-oh!

I only knew that he looked as though he was seeing me for the very first time… and it scared me.

Antes do lançamento de The Indigo Spell, a Richelle Mead fez um book club no blog dela, onde ela contou algumas curiosidades sobre cada capítulo. Aconselho que vocês leiam porque ela comenta o motivo desse momento ser muito especial para o Adrian. 

Como nas melhores cenas sempre tem que ter algum engraçadinho pra interromper, o culpado dessa vez é Abe Mazur chegando com Angeline Dawes, a dhampir que ajudaria Eddie na proteção de Jill. Quem leu Vampire Academy vai se lembrar da Angeline aparecendo no último livro, como parte dos Keepers – vampiros que vivem longe da civilização e não tem tabus de relacionamento entre raças. Adrian liga os pontinhos e descobre que Abe queria alguém vigiando o Clarence porque ele não queria concorrência no quesito “contrabando de sangue de vampiros”. Sydney começa a ameaça-lo mas ele a corta, basicamente dizendo que ela tem o rabo preso e não pode denunciá-lo pros Alquimistas sem se colocar em uma posição comprometedora. É então que nós descobrimos que quando Keith abusou sexualmente da irmã de Sydney, ela fez um pacto com Abe para que Keith recebesse uma lição: Abe organizou um “ataque Strigoi” no qual Keith perdeu um olho. Foi isso que fez com que Sydney ajudasse Rose em The Last Sacrifice, mas ela não consegue admitir isso para Adrian, apenas pedindo para que ele confiasse nela. 

“Okay. I do trust you, Sage. I trust that you have good reasons for the things you do.”

Sonya Karp chega com o restante do time de pesquisas, tornando o clima no apartamento incrivelmente insuportável. E aqui todo mundo prende a respiração, porque o “restante do time” é ninguém mais, ninguém menos que o passado de Adrian o encontrando em Palm Springs.

Dimitri Belikov had arrived.

E todo mundo fica: RICHELLE EU QUERO O PRÓXIMO LIVRO AGORA! Sorte de quem começar a ler agora que não vai ter que esperar!

Extra

Não, infelizmente não é um epílogo ou alguma cena extra do ponto de vista do Adrian. Aqui nós queremos simplesmente destacar alguns pontos que acreditamos ser importantes para o restante da série. Alguns deles já foram trabalhados nos dois livros já lançados, mas outros ainda não. Talvez muitos desses pontos não sejam importantes, mas eles com certeza fazem parte das especulações que Lany e eu sempre fazemos durante a espera entre um livro e outro.

  • O que há de errado com o sangue de Sydney?
  • Quem foi o usuário de espírito que restaurou o Lee?
  • Quem estava ligando para Nevermore perguntando sobre pessoas altas e pálidas?
  • Ninguém realmente reconheceu a Jill no desfile da Lia?
  • O que aconteceu com Keith?
  • O que realmente acontece nos centros de re-educação?
  • Sydney consegue fazer magia.
  • Stanton: por que ainda dar chances para a Sydney mesmo com o histórico dela?
  • Os olhos do Adrian são realmente tão verdes?
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  • Jullyane Prado disse:

    Nossa cada dia eu fico mais curiosa, sei não, mas acho que a Sidney não é assim tão humana não!! rsrs, e seria muito fofo se ela se transformasse, hehehe. Outra coisa é esse romance que está começando surgir entre ela e o Adrian, isso vai trazer sérios problemas mais na frente!!! rsrs!! Nossa simplesmente perfeito esse livro!

  • Vania disse:

    Oi Jullyane,

    Realmente deve haver algo na Sydney que faz com que o sangue dela seja diferente e com que ela possa fazer magia. O que é, a gente ainda não sabe, mas vai ser interessante ver como ela lida com isso no segundo livro. E o romance… bem, por enquanto nós temos o Adrian admitindo que ela é bonita e tudo mais que a gente já sabia, mas será que até ele vai ser louco o suficiente pra tentar alguma coisa? Relacionamentos entre vampiros e humanos são um tabu pras duas raças, e embora o Adrian não seja muito de respeitar convenções, talvez essa seja uma linha que nem mesmo ele estará disposto a cruzar assim tão facilmente… vamos ver!! Espero que você fique com a gente pra leitura do segundo livro, que começa hoje!

    Abraços!!

  • Michelle Agda disse:

    Poxa, foi uma pena ter acabado os capítulos de Read Along. Sério, eu estava gostando MUITO! Aliás, que final mais misterioso é esse? Estou louca para ler a próxima edição:)

  • ana paula ramos disse:

    Muito legal!!! Adoro qdo tem essas cenas de ação, e o mocinho lindo entra na frente da mocinha e a mocinha tenta ajudar, e quando tudo esta perdido….. chega alguem e da uma voadora… aehhhhhhhhhhhhhh *-* dai respiramos!!!!

    e mais no final, onde eles ficam se encarando??? tbem fiquei imaginando essa cena!!

    nossa me empolguei bastante com os post e assim ficando com vontade de ler a serie!!

    e tbem fiquei pensando nas perguntas do itens “extras” que vcs fizeram… e tipo assim: Os olhos deles são tao verdes mesmo??? kkkk gostei desse tal de Adrian *-*
    bjooo

  • Vania disse:

    Oi Ana Paula,

    O Adrian é nosso queridinho mais querido da história dos queridinhos hahaha. Leia a série quando puder sim, vale muito a pena!

    Beijos!

  • Lucas Grima disse:

    Nossa gente, eu nunca achei que poderia amar e gostar tanto de um livro sem ao menos ter lido ele. Gostei demais dessa história, do enredo, dos personagens e das reviravoltas que a Richelle coloca em sua narrativa. Vou acompanhar a leitura do segundo livro também.

  • Vania disse:

    Aeee Lucas!!

    Que bom que gostou, mas não deixe de ler quando tiver a oportunidade, ok?

  • Bloodlines Read-Along « Por Essas Páginas disse:

    […] 07/09 – Capítulos 1-4 08/09 – Capítulos 5-8 14/09 – Capítulos 9-12 15/09 – Capítulos 13-16 21/09 – Capítulos 17-20 22/09 – Capítulos 21-24 28/09 – Capítulos 25-27 […]

  • ELIZABETH MACHADO SALLES disse:

    Nossa, quanta emoção nesses últimos capítulos. Aja coração. Ansiosa pra ler mais dessa incrível história. Estou adorando. Beijos.

  • REBECCA DE SALLES NEWBOLD disse:

    Sidney como sempre nos surpreendendo com suas atitydes. amando cada vez mais essa garota.

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