Bloodlines Read-Along – The Golden Lily: Capítulos 13-16

Oi pessoal! Primeiramente, peço desculpas pelo post de ontem só estar indo ao ar agora; compromissos e motivos pessoais me impediram de terminá-lo antes, e por isso hoje nós teremos dois posts do Read-Along (o próximo vai sair do forno mais tarde). Como sempre, quero lembrá-los que meus comentários estão em roxo e os da Lany em vermelho, e que vocês podem acompanhar o calendário de leituras aqui.

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Capítulo 13

No dia da festa de Halloween, Sydney considera seriamente se deve ou não usar o vestido de Lia: há várias discrepâncias históricas, incluindo o tecido, o decote, e a cor: vermelho intenso (com detalhes em dourado), algo que fugia totalmente da paleta de cores que Sydney estava acostumada a usar. Apesar de sua determinação em voltar à loja de fantasias e tentar encontrar algo mais adequado, Jill a convence que não há tempo, e a necessidade de ser pontual acaba vencendo a relutância em usar o vestido vermelho. Elas então encontram Eddie (Angeline não pode ir à festa por causa de seu último incidente), e ele se porta como um perfeito cavalheiro, ajudando Jill a entrar no carro e tudo mais – o que pega a Moroi desprevenida. Eu sinto que nessa cena talvez Jill tenha reparado em Eddie pela primeira vez.

Eles chegam ao local da festa, e Sydney se esquece do vestido por um momento, focando num problema um pouco maior: ela nunca havia ido à uma festa e não sabia como se comportar. Ao comentar que esperava estar preparada, Eddie diz que os namorados das duas ficarão sem chão ao vê-las, e Sydney questiona porque todo mundo se refere à Brayden como “namorado” e não pelo nome. Jill e Eddie ficam sem graça, mas admitem que nunca conseguem lembrar o nome do rapaz, simplesmente porque ele não é memorável.

Brayden vê Sydney e não comente sobre sua roupa – algo que ambos Eddie e Jill fizeram – o que deixa Sydney ainda mais insegura sobre sua fantasia. Apesar de logo eles caírem na rotina do diálogo acadêmico, a alquimista ainda não está satisfeita em não saber o que ele acha do vestido, e então diz que a fantasia dele está ótima. A resposta do Brayden? Que não correspondia exatamente à época, sem falar absolutamente nada sobre a fantasia da Sydney! Gente, isso simplesmente não se faz! E a Sydney, coitada, vai e fala que o dela não é exato também. Aí a gente pensa que o Brayden vai se tocar né, mas não… ele parte para o típico bate-assopra, concordando com a Sydney, jogando mais alguns insultos e dizendo por fim que apesar disso tudo, o vestido caiu bem nela. I mean, really!!! Eu nunca tive nada contra o Brayden até essa parte. Não tem como não ficar revoltada. Nenhum elogio verdadeiro? SÉRIO?

Trey salva o momento ao aparecer naquela hora e dizendo à Sydney que ela está ótima, e Sydney retribui, completando que está feliz por finalmente poder ver a tatuagem do sol nas costas de Trey. Até o Trey faz um elogio muito melhor do que o Brayden. A noite passa em meio à conversas sobre a origem do dia das bruxas, até que uma música lenta começa a tocar, e Brayden e Sydney seguem para a pista de dança. Sydney novamente se dá conta de que não sente borboletas dando cambalhotas no seu estômago com a proximidade de Brayden, e ao sentir o cheiro de café emanando dele por causa de seu trabalho, ela pensa em Adrian e seu perfume caro. Você está fazendo certinho Sydney: dançando com um e pensando no outro! Realmente Brayden é a sua alma gêma…

Brayden sai para pedir uma música ao DJ, e logo quando volta, Jill os interrompe, apontando para uma garota de máscara: Angeline. Sydney imediatamente decide confrontá-la e mandá-la de volta para o dormitório, mas tarde demais: um dos adultos parece reconhece-la, e quando  começa a se aproximar dela, a vasilha de punch explode: Jill, mais uma vez fazendo sua presença ser notada por aqueles que sabem o que estão procurando.

Durante toda a confusão, Brayden fica chateado que Sydney perdeu a música que ele havia pedido para o DJ tocar pra eles. Pra amenizar as coisas, Sydney pede uma música para Brayden e eles continuam dançando enquanto esperam pela música especial, até que Sydney recebe uma mensagem de texto: Adrian dizendo que eles precisam conversar e que ele está no estacionamento.

Capítulo 14

E a Sydney larga o namorado pra ir ver o que o Adrian quer! Não, deixe-me colocar isso em termos mais específicos: a Sydney, sabendo que o Adrian não é responsabilidade dela, que Jill não está em perigo, e que basicamente nada do que Adrian tem para falar pode logicamente se referir ao trabalho dela, deixa o namorado sozinho na pista de dança durante a música que ela pediu para ele, para ir conversar com Adrian Ivashkov. Sydney, eu realmente gosto das suas prioridades!

Ela o vê deitado no capô de seu carro, fumando, e obviamente fica brava. Adrian começa a falar para ela relaxar, e quando olha pra ela, não consegue terminar a frase e derruba o cigarro no chão.

“Sage,” he said. “What are you wearing?”
I sighed and stared down at the dress. “I know. It’s red. Don’t start. I’m tired of hearing about it.”
“Funny,” he said. “I don’t think I could ever get tired of looking at it.”

É interessante que aqui a Sydney tem que se esforçar para lembrar de pensar no rapaz que ela deixou dentro da festa, e não no que está à frente dela, e então pede pra que ele vá direto ao assunto. Quando ele continua enrolando, a Sydney se dá conta de que ele poderia ter ligado a qualquer hora do dia, e que sabia que a festa era naquela noite, então sua presença ali naquele momento tinha que ser deliberada. É aí que ela sente o cheio do álcool: Adrian havia bebido antes de ir pra lá. E detalhe: ele foi para lá de ÔNIBUS!

Como está ameaçando chover, Sydney manda ele entrar no carro pra levá-lo de volta pra casa. Brayden aparece nesse momento e se oferece pra ir com ela, mas Sydney não acha que Adrian bêbado + Brayden seria uma combinação agradável. Eu já acho que é uma ótima combinação (sim, ainda estou revoltada com o Brayden). Antes que Sydney pudesse separá-los no entanto, Adrian consegue perguntar o que Brayden acha da fantasia da Sydney, se ela não estava parecendo uma Cinderela grega. Tendo visto a falta de reação do Brayden com o vestido, é fácil imaginar sua resposta.

“There’s really not much about it that’s truly Greek,” said Brayden. I winced. I knew he didn’t mean to be insensitive, but his words stung a little. “The dress is historically inaccurate. I mean it’s a very nice dress, but the jewelry’s anachronistic, and the fabric’s nothing that Ancient Greek women would have had. Certainly not that color either.
“What about those other Greek women?” asked Adrian. “The flashy smart ones.” (…) “The hetaerae.”
“The hetaerae?” (…) “Yes… yes. I suppose– if such materials were hypothetically possible in that era– that this is something you’d expect to find on a hetaera instead of the average Greek matron.”
“And they were prostitutes, right?” asked Adrian. “These hetaerae?”
“Some were,” agreed Brayden. “Not all. I think the usual term is courtesan.”
Adrian was completely deadpan. “So. You’re saying my sister’s dressed like a prostitute.”

Uma das coisas lindas desse trecho é que o Adrian se lembrou do que a Sydney falou com ele sobre as hetaeraes (mesmo estando bêbado). Mesmo quando a Sydney fala sobre temas que ele não conhece, com ela ele realmente acha que aprender pode ser algo divertido. E não preciso dizer que fiquei mais revoltada ainda com os comentários do Brayden sobre o vestido da Sydney.

Sydney precisa ajudar Adrian a entrar no carro porque ele está bêbado a ponto de não conseguir abrir a porta. É é muito fofo o fato da Sydney ficar desesperada com o fato do Adrian poder acabar passando mal no carro dela! Ela o ajuda a entrar no apartamento e descobre que o prédio está sem energia. Como Adrian bêbado + velas provavelmente causaria um incêndio, Sydney entra e toma conta de tudo. Quando ela pergunta se ele vai ficar bem se ela for embora, ele começa a falar que não bebe apenas pra ficar bêbado, que às vezes essa é a única coisa que o mantém lúcido.

“Do you know what it’s like to feel like something’s eating away at your mind?”
I’d been about to tell him I needed to leave, but his words left me cold. (…) “No,” I said honestly. “I don’t know what it’s like… but to me, well, it’s pretty much one of the most terrifying things I can imagine. My mind, it… it’s who I am. I think I’d rather suffer any other injury in the world than have my mind tampered with.”

Sydney manda uma mensagem pro Brayden dizendo que vai demorar um pouco, e se irrita quando ele responde perguntando quanto tempo. Ela se senta no chão e pergunta se Adrian havia bebido pra apaziguar o espírito e de certa forma ficar lúcido (eu adoro esse paradoxo), e ele diz que não, que bebeu porque precisava conversar com ela. E então ele pergunta se foi ela que pediu pra Lissa conversar com o pai dele. Sydney admite a contra-gosto que pediu pra Sonya e pro Dimitri falarem com a Lissa, e o Adrian – meio aliviado, meio chateado – afirma que de alguma forma sabia que tinha sido ela.

“I knew someone had to have prompted her, and somehow I knew it was you. No one else would have done it for me.”

A questão é que Adrian queria saber o motivo, e o Brayden fica mandando mensagem pra Sydney. Ela se irrita mais ainda (onde já se viu né, o namorado insistindo pra ela voltar pra festa) e chega a ser grossa com Brayden, dizendo pra ele ir embora. Então ela responde que fez o que fez porque o pai do Adrian é um babaca e precisa ver o filho por quem ele é e não por todas as coisas que ele pensa que o Adrian é. Ela continua falando porque o Adrian está olhando pra ela de forma tão intensa que ela tem medo de encontrar o olhar dele, e também de deixar escapar que está falando tanto da relação dele com o Sr. Ivashkov quanto dela com o Sr. Sage. Quando ela se oferece pra tentar descobrir onde a mãe dele está, ele não aceita nem rejeita a oferta, mas insiste em saber porque ela continua o ajudando, e Sydney finalmente responde a pergunta que ela mesma tem se feito durante o livro.

“Because I want to.”

Ela diz que ele precisa de algo pra lembrá-lo de quem ele é e num ato que surpreendeu todo mundo – inclusive o Adrian – ela tira o colar do pescoço (a cruz que ela sempre usa) e entrega pra ele. O olhar do Adrian parecia querer dizer que ele havia acabado de descobrir algo importante, e ele pega na mão dela, a puxa um pouco mais pra perto dele, e…

As luzes se acendem, os dois se separam e Adrian pede desculpas por ter arruinado a noite dela. POR QUE LUZ, POR QUEEE? Ela diz que isso não havia estragado nada, e que da próxima vez que ela quisesse falar com ela, ele não precisava beber. Quando ela está prestes a sair, Adrian responde uma pergunta que ela havia feito no começo da noite, quando ele estava fazendo o Brayden dizer que ela estava vestida como uma prostituta.

“Do you know why I don’t like him? Brayden?” (…) “Because of what he said.”
“What part?” (…)
“‘Historically inaccurate.'” Adrian gestured at me with his other hand, the one not on my shoulder. “Who the hell looks at you and says ‘historically innaccurate?'”
“Well,” I said. “Technically it is.”
“He shouldn’t have said that.”
I shifted, knowing I should move away… but I didn’t. “Look, it’s just his way.”
“He shouldn’t have said that,” repeated Adrian, eerily serious. He leaned his face toward mine. “I don’t care if he’s not the emotional type or the complimentary type or what. No one can look at you in this dress, in all that fire and gold, and start talking about anachronisms. If I were him, I would have said, ‘You are the most beautiful creature I have ever seen walking this earth.'”

Sydney não entende o motivo de ter começado a tremer, mas se dá conta de que precisa sair dali rápido, sair de perto do Adrian. Antes de fugir ela percebe que ele não pegou o colar, e tenta entregá-lo pra ele novamente, mas ele recusa, dizendo que tem outra coisa para ajudá-lo a centrar sua vida.

Aqui eu preciso abrir um parênteses para falar que quando foram filmar o book-trailer do terceiro livro de Bloodlines, o pessoal da editora filmou também as duas cenas favoritas dos fãs. Essa cena acima foi a segunda mais votada, e embora os atores que fazem o trailer não sejam bem como eu imagino os personagens, a cena ficou muito legal e vale MUITO a pena conferir.

Eu já perdi as contas de quantas vezes eu já reli The Golden Lily. E é impressionante como todas as vezes eu fico emocionada lendo essa cena. Vocês podem que ela não tem beijo, praticamente nenhum contato físico… Mas ela tem uma força tão grande que mostra a base do relacionamento entre Adrian e Sydney. Os dois se entendem. Os dois se completam. Eles se preocupam um com o outro. Sydney está completamente perdida, ela não entende os seus sentimentos… Mas ela confia no Adrian. Ela quer o ajudar de todas as formas possíveis, inclusive dando o seu cordão, que ela usa todos os dias, até como uma forma de conforto. Sydney não ajuda querendo algo em troca. Ela o ajuda porque ela acha que ele merece.

E a última frase do Adrian mostra que agora ele tem certeza que começou a percorrer um caminho que não tem volta. A própria Richelle disse que apesar de ele ter percebido no final de Bloodlines que Sydney era especial, uma relação entre Moroi e uma humana era uma ideia muito maluca até para ele. Mas a Sydney, mesmo sem perceber, estava começando a dar mais do que esperanças para ele.

Capítulo 15

Se sentindo mal por ter deixado Brayden sozinho na festa, Sydney liga pra ele no dia seguinte e marca de sair com ele pra fazerem as pazes. Ela passa o resto do fim de semana fazendo trabalhos acadêmicos, e quando encontra Eddie na segunda-feira, não conta tudo o que aconteceu pra ele, especialmente “o jeito que me senti quando Adrian me tocou.” Sério, a gente tem que amar a Sydney por ser tão completamente sem noção com relação aos próprios sentimentos. Ao encontrar com Jill e Angeline, eles descobrem que Micah e Jill tiveram uma briga séria porque Jill deu um monte de desculpas pra não passar o Dia de Ação de Graças com a família dele. É legal ver como a Jill está amadurecendo, como ela pensa que ficar com ele na escola é uma coisa mas que não pode deixar as coisas ficarem sérias por causa de quem ela é, de toda a sua situação familiar. Também é interessante ver como o Adrian pode estar tendo uma certa influência na sexualidade da Jill porque ela repara na maneira que a Sydney está vestida e fica a elogiando sem nenhum motivo aparente. Eu sempre fico sorrindo nessa parte! Eu sempre rio nessas partes principalmente porque deve ser muito estranho para a Jill. Coitadinha dela!

Nas aulas, Sydney se surpreende ao ver que Trey está ausente mas logo se lembra que o “primo perfeito” dele provavelmente ainda está na cidade, e que deve ser por isso que ele não está nas aulas. Ela então se encontra com Mrs. Terwilliger, que começa a explicar alguns feitiços de defesa, inclusive um que daria à Sydney a habilidade de sair de algum lugar sem que ninguém a veja. Sydney abre a mente para um feitiço que possa esconder uma pessoa, mas continua restrita em suas convicções de que usar mágica para algo que afete fisicamente outras pessoas, como deixá-las tontas ou temporariamente cegas, é uma linha que humanos não deveriam nem pensar em cruzar. Apesar disso, ela começa a ver como feitiços como esses poderiam ser úteis, e até mesmo como deixar que Sonya coletasse seu sangue poderia ajudar a longo prazo. Ela não tem muito tempo pra considerar nada disso, porque a Mrs. T. exige que ela faça um dos feitiços, e a Sydney deve escolher qual – o que a tornaria uma participante ativa do processo. 

Se recusando a pensar nisso naquele momento, Sydney vai pra loja da Lia devolver os vestidos – e Lia se recusa a aceitá-los, ainda insistindo pra que Sydney deixe Jill tirar algumas fotos. Ao sair da loja, Sydney vê um café e decide parar pra ler um pouco ali. Quando dois rapazes entram no café, ela reconhece um deles como o cara que se aproximou de Sonya alegando conhecê-la. Eles se aproximam dela dizendo que precisam conversar e a chamam de Alquimista. Ela tenta negar, mas eles não se intimidam, e quando ela se recusa a “dar uma volta” com eles, eles se sentam e dizem que sabe que ela ajuda os vampiros, incluindo a Strigoi Sonya Karp. Sydney decide dar uma de desentendida, mas eles insistem, dizendo que os Alquimistas odeiam vampiros:

“So why are you helping them? How could your group have gotten so muddled and lost sight of our original vision? Centuries ago, we were one united group, determined to see all vampires wiped from the face of the earth in the name of the light. Your bethren betrayed that goal.”

Eles querem saber onde a Sonya mora, e afirmam saber que não é no apartamento no centro da cidade porque eles estavam monitorando o lugar. Sydney se arrepia ao perceber que eles se referem à casa do Adrian, e mais ainda quando percebe a importância de tudo que eles acabaram de dizer: os caçadores de vampiros aparentemente era reais. Ao ver uma policial andando ali perto, Sydney disse que iria chamá-la, e os dois se levantam para ir embora, afirmando antes que se ambos os grupos estivessem trabalhando juntos, os problemas que eles têm hoje não existiriam. Eles jogam um panfleto na mesa e vão embora, dizendo que Sydney tem o espírito de uma caçadora. 

Capítulo 16

Sydney decide reunir todo o grupo na casa do Clarence para discutir o grupo que se auto-denomina “Os Guerreiros da Luz.” Além dessa informação, o panfleto não parecia ser muito esclarecedor, e não havia nada que falasse da possível ligação desse grupo com os Alquimistas. Ao chegar na casa do Clarence, todo mundo já está lá – inclusive Adrian – e Sydney explica a situação. Ao mostrar o panfleto, Clarence reconhece o símbolo dos Guerreiros (que ele ainda acredita serem os responsáveis pela morte de sua sobrinha) e se desespera, mas Sonya garante que ela parece ser a única ali em perigo. Dimitri sugere que ela volte para a Corte imediatamente, e Sydney diz que eles não parecem tratar os Morois como uma ameaça tão grande quanto os Strigois, e Adrian diz que o pensamento é o mesmo dos Alquimistas. 

Angeline pergunta ao Clarence como ele conhece esse grupo, e Clarence diz que quando morava em Santa Cruz, alguns dos membros mais novos desse grupo o perseguiram para tentar matá-lo, apesar deles não irem atrás de Morois geralmente. Segundo ele, um rapaz chamado Marcus Finch o salvou e entrou em contato com os Guerreiros para que eles tomassem conta de seus membros mais ávidos. Sydney pergunta se ele era um guardião, mas Clarence garante que ele era humano. Sydney e Dimitri se comprometem a tentar descobrir mais através de seus superiores, e pelas informações de Clarence eles percebem que os Guerreiros são um grupo organizado cujo foco atual é Strigois, e cujos novos membros devem passar por testes rigorosos com ênfase em disciplina e excelência. 

Numa atitude que surpreende todo mundo, Sydney oferece seu sangue à Sonya. Ela decide que em vista dos acontecimentos recentes, vampiros não eram os únicos monstros soltos no mundo. Eu acho que essa compreensão é um grande passo no desenvolvimento da Sydney como personagem, por ser algo que ela já vinha sentindo desde que ajudou Rose lá em The Last Sacrifice, mas acho que aqui é o momento em que ela realmente pensa nisso com todas as palavras: 

How could I judge the enemy on race? I was being reminded more and more that humans were just as capable as vampires of evil – and that vampires were capable of good.

Esse é um momento LINDO! Sydney finalmente percebe que ela não pode julgar ninguém pela raça. E ela já estava fazendo isso mesmo sem perceber…

Sonya mal consegue expressar sua gratidão, e é interessante notar como ela acredita que Sydney – que o sangue de Sydney – pode ser a chave de todo o mistério envolvendo a impossibilidade de transformar qualquer pessoa em Strigois. O tom sério do capítulo muda um pouco quando Sydney para na rua em que o Adrian mora e vê um Mustang conversível parado na frente do prédio. Adrian diz que é o carro novo dele – desde que Lissa havia convencido o Sr. Ivashkov do que quer que ela o tenha convencido, Adrian voltou a ter acesso ao dinheiro da família. Sydney fica desesperadamente apaixonada pelo carro “amarelo-primavera,” e impressionada ao se dar conta de que era realmente o carro do Adrian. Só havia um problema, segundo ele: era um carro manual e ele só sabia dirigir com câmbios automáticos. Sydney pergunta porque ele havia comprado um carro manual se não sabia dirigir, e ele diz que não devia ser tão difícil assim e que aprenderia sozinho. Sydney se desespera e acaba se oferecendo pra ensiná-lo a dirigir, somente para salvar o carro dele mesmo, e ele diz que acha que ela só está fazendo isso porque quer dirigir o Mustang. 

Ao voltar pra Amberwood, Sydney manda um e-mail pra Stanton com as informações obtidas sobre os Guerreiros da Luz. Decidindo fazer os deveres de casa, Sydney abre o livro de feitiços e nos surpreende mais uma vez com o rumo de seus pensamentos: os eventos recentes fizeram com que ela percebesse que eles eram errados mas úteis. Ela debate internamente sobre o desejo por poder ser o motivo que pessoas como Liam (o humano que quer ser Strigoi, lá no capítulo 1) precisam ficar presas, e reflete que o que está fazendo não é a mesma coisa, porque ela não deseja ser imortal nem machucar ninguém, ela deseja apenas proteger a si mesma e as pessoas com as quais ela se importa. Ao se dar conta disso, a única pergunta que ela precisa responder é qual desses feitiços ela teria tempo pra fazer… e a resposta?

I had time to make all of them.

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  • Jullyane Prado disse:

    Ooooh maldita luz porque você foi acender???????????? Nossa antes até que eu n tinha nada contra o Brayden, agora nossa que cara chato e olha Sidney eu simplesmente amei você ter deixado esse chato na pista de dança sozinho para ir conversar com o Adrian, faça isso mais vezes!

  • Vania disse:

    hahahahaha pois é, o Brayden sempre foi meio “meh” mas sei lá, passou dos limites aqui, não gostei. Cara sem graça!!

  • Rossana Batista disse:

    Pow, dançar com um e ficar pensando no cheirinho do outro é demais né Sydney ?! A Sydney se oferecendo pra dirigir o Mustang, olha pra isso que interesse! kkkkk

  • Vania disse:

    hahaha Sydney sempre gostou de carros, ela não poderia deixar a oportunidade de dirigir o Mustang passar.

  • Roberta Moraes disse:

    Poxa, a roupa da Sydney não deve ser tão feia não…
    Tão lindo a Sydney ajudando a Sonya *–*

  • Vania disse:

    Acho que a roupa dela é linda, o Brayden que é um babaca mesmo.

  • Bloodlines Read-Along « Por Essas Páginas disse:

    […] – Capítulos 1-4 05/10 – Capítulos 5-8 06/10 – Capítulos 9-12 12/10 – Capítulos 13-16 13/10 – Capítulos 17-20 19/10 – […]

  • ELIZABETH MACHADO SALLES disse:

    Ai ai esses dois. Torcendo muito por Sidney e Adrian. Mas que coisa esse Brayden. Será que não está percebendo que rodou? beijos.

  • REBECCA DE SALLES NEWBOLD disse:

    Que cara chato esse Brayden. Não sei o que Sidney viu nele.

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