Bloodlines Read-Along – The Golden Lily: capítulos 5-8

Boa noite, pessoal! Mais um sábado, mais um read-along, e hoje nós vamos nos aprofundar um pouco mais na trama do segundo livro da série. Semana passada, eu estava conversando com a Lany sobre como The Golden Lily é um livro sutil, e sobre como – depois do lançamento de The Indigo Spell (que não é tão sutil assim, se é que vocês me entendem) – nós meio que o deixamos de lado. Então essa releitura está sendo ótima pra nos lembrar que se Bloodlines foi a base da série, do relacionamento entre Sydney e Adrian, é em The Golden Lily que temos um desenvolvimento maior e no qual nós realmente passamos a compreender melhor os personagens.

Mas chega de filosofar, e vamos ao que interessa! Antes só vou lembrar vocês que no final do Read-Along nós teremos um sorteio do primeiro livro da série em português (Laços de Sangue) + do quarto livro em inglês que será lançado em Novembro (The Fiery Heart), por isso fiquem ligados nos posts, não deixem de comentar e acompanhar nosso calendário de leitura aqui. Como sempre, meus comentários estarão em roxo e os da Lany em vermelho.

golden_lily_read_along

Capítulo 5

Sydney Sage tem um encontro, la la la la la! Por mais que não seja com Adrian (a gente pode sonhar né?), confesso que fiquei bem empolgada pra ver como seria a situação, não somente pela Sydney ser completamente inexperiente no assunto, mas porque o Brayden parece ser uma figura! Entretanto, antes de podermos nos deliciar com Sydney em uma situação social constrangedora, nós nos deliciamos com Adrian ligando pra ela e perguntando se aquilo era verdade.

“A real date. Not, like, doing homework together,” he added. “I mean like where you go out to a movie or something. And a movie that’s not part of a school assignment. Or about something boring.”

Quando Sydney fala o nome do Brayden é que Adrian fica estranho, como se ao colocar um nome no culpado tornasse a coisa mais real. Ele pergunta se Brayden é bonito, e Sydney indaga porque ele se importa tanto. Adrian diz que nunca imaginou que veria isso acontecendo, que está acostumado com Sydney solteira, e ela fica brava daquele jeito que só a Sydney consegue. Mas não é só Adrian que está interessado na vida amorosa de Sydney: Trey não consegue parar de se gabar que é santo casamenteiro, e em um ponto Jill e Micah aparecem na biblioteca enchendo a paciência dela também. Quando ela comenta que eles vão ver uma peça de Shakespeare no parque, todo mundo fica em silêncio, sem entender porque alguém faria isso num primeiro encontro, especialmente pela peça em questão ser A Tragédia de Antônio e Cleópatra.

Quando Jill sai da biblioteca com Micah, Trey a encara e diz à Sydney que nunca tinha prestado atenção nela, que elas são completamente diferentes, e que a Sydney está certa em não permitir que ela continue desfilando para Lia DiStefano. Hmmm….

O dia do encontro chega, e enquanto Kristin, Julia, Jill e Angeline decidem que cabe a elas ajudar Sydney a se arrumar, a alquimista percebe que todo mundo parece estar mais empolgada do que ela pra esse encontro. Eu sempre sinto como se Sydney estivesse meio que em piloto automático aqui, como se ela só estivesse indo se encontrar com Brayden porque sair com outras pessoas faz parte da sua recém-adquirida vida social. 

“This is the kind of shirt that says, ‘You’re never getting in here.'”
“Well, why would he?” I demanded.

Nesse capítulo nós também descobrimos um pouco sobre os Alquimistas, quando Sydney comenta que eles não pertencem a nenhum grupo religioso específico, mas que acreditam em Deus e tem suas próprias cerimônias. De volta ao encontro, todo mundo fica dando conselhos pra Sydney, e eu acho impossível não simpatizar com nossa heroína, afinal, quem nunca passou por isso ainda vai passar, e é terrível! E o interessante é que ela escolhe uma roupa completamente errada para o encontro e todas as meninas começam a mexer do guarda-roupa dela. Essa é uma das poucas vezes que a Sydney não é a “mãezona” do grupo! Mais terrível ainda é quando a Sydney desce pra esperar o Brayden, todo mundo vai com ela pra conhecer o Brayden! Sempre quando eu leio essa parte e o Eddie e o Micah aparecem eu começo a rir. É tão fofo! Só faltava o Adrian mesmo! 

Como se não bastasse que Brayden e Sydney fossem basicamente idênticos em suas convicções sobre estudos e aprendizagem, o cara ainda dirige um Mustang, o que imediatamente eleva o número de pontos dele com a Sydney – que é apaixonada por carros. O encontro correu tão normalmente quanto poderíamos esperar de um primeiro encontro com Sydney Sage e alguém tão estudioso quanto ela: eles conversaram sobre assuntos que a maioria de nós não sabe absolutamente nada, e quando eles sentam bem pertinho um do outro, a Sydney observa seus sentimentos com um distanciamento acadêmico que me fez sorrir:

I didn’t think I was getting any romantic vibes. My pulse didn’t race; my heart didn’t flutter.

E então, numa das cenas mais dramáticas da peça, Sydney vê um rapaz tentando beber cerveja escondido (aqui nos EUA não é permitido beber álcool nas ruas) e começa a rir, imaginando que aquilo é algo que Adrian faria. Eu posso não ser uma expert como Kristin e Julia, mas eu sei que estar em um encontro com um cara e pensar em outro não é um bom sinal… E ela fica divagando sobre a cena e tenta segurar o riso imaginando o Adrian. Sim, isso não é um bom sinal!

Quando Brayden a deixa de volta em Amberwood, Sydney começa a se desesperar pensando que talvez ele possa beijá-la e ela não teve tempo de ler nenhum livro sobre técnicas de beijos. Mas ao invés disso, Brayden a convida pra sair novamente, Sydney aceita e então… eles apertam as mãos, como se estivessem selando um contrato. Quando o Brayden convida a Sydney pra sair novamente, ele é bem direto (como era o esperado). Mas a Sydney confessa que ela gostaria que ele tivesse falado diferente: “Well, after that night of perfection, I guess we have no choice but to go out again”. E, sinceramente, essa frase faz muito mais o estilo de um certo Moroi de olhos verdes…

Jill é a primeira pessoa a perguntar pra Sydney como foi o encontro com “Brandon,” e após corrigir seu nome, Sydney responde:

“He’s just like me.”

Capítulo 6

Quando se trata da vida romântica de Sydney, aparentemente nada é segredo. Por isso eu não fiquei surpresa quando Adrian a questionou sobre o aperto de mão quando eles se encontraram na casa do Clarence para a alimentação de Jill.

“Really?” Adrian was still hung up on the end of my date. “His hand?”

Com todo mundo interessado, Sydney acaba admitindo que vai sair novamente com Brayden em breve, e que eles vão visitar uma fazenda da moinhos de vento – o que deixa todos atônitos. Para o alívio de Sydney, Sonya e Dimitri chegam, e Sydney se sente inclinada a comentar sobre o guarda-roupa do guardião, o que nos rende um dos melhores diálogos da série (que inclusive entrou no nosso Top 10 Frases de Adrian Ivashkov(totalmente concordo, essa será para sempre uma das minhas frases favoritas dessa série!), que eu coloco aqui no contexto:

How anyone could survive wearing a coat like that in Palm Springs was beyond me, but if anyone could, I supposed it was him. Usually he only wore it inside, but sometimes, I’d see it outside too. I’d mentioned this odd wardrobe choice to Adrian a couple of weeks ago: “Isn’t Dimitri hot?” Adrian’s response hadn’t been entirely unexpected: “Well, yeah, according to most women, at least.”

Sydney presencia Sonya usando compulsão para acalmar Clarence (ele ainda acredita nos caçadores de vampiros), e se questiona se de repente os Morois não estariam usando essa área da magia nela sem que ela soubesse. Eu particularmente não acredito nisso, mas acho que talvez isso possa ser importante nos próximos volumes (ou talvez eu esteja tão desesperada pro quarto livro que vejo foreshadowing em toda frase).

A conversa toma o rumo da pesquisa que eles têm feito, e enquanto Sonya diz que os resultados são inconcludentes, Adrian usa sua sensibilidade e os descreve como “inúteis.” Eles dizem que não há muito a fazer mais, a não ser coletar sangue do Dimitri e do Eddie para compará-los, porque talvez o fato de que Morois regenerados não possam voltar a ser Strigois tenha mais a ver com esse aspecto físico do que com qualquer outra coisa, especialmente porque a Strigoi que atacou o Lee reclamou do sabor de seu sangue.

“Blood can hold all sorts of magical properties.”

Sydney fica incomodada com essa conversa, especialmente pela Strigoi não ter conseguido beber seu sangue at all, e Adrian pede pra que ela ande com ele um pouco porque quer perguntar algo pra ela. Acontece que o pai dele estará em San Diego no fim de semana seguinte, e Adrian precisa de uma carona. Sim, ele pede na cara de pau mesmo! O Sr. Ivashkov não sabe exatamente onde Adrian está e pensa que ele está simplesmente festando na Califórnia, e quando ele confessa isso à Sydney, ela percebe que por trás da fachada calma, Adrian realmente se importa com a opinião de seu pai sobre ele. Além do mais, sua mãe está presa e ninguém oferece nenhuma informação sobre ela, e esse é o principal motivo pelo qual ele quer encontrar seu pai.

“Let me guess,” I said. “You want to borrow my car.” I was sympathetic to those with difficult fathers, even Adrian. But my compassion only went so far and didn’t extend to Latte. (…)
“No way,” he said. “I know better than that.”
He did? “Then what do you want?” I asked, surprised.
“I was hoping you’d drive me.”

É interessante que enquanto a Sydney pensa que Brayden a entende como ninguém – suas manias acadêmicas, sua sede de conhecimento – nós vemos aqui que Adrian a compreende num nível mais profundo. Ele pode não entendê-la como Brayden, mas ele a entende. A conversa segue com Adrian dizendo que sabe que está pedindo muito e que não há vantagem nenhuma pra ela, mas que pagaria pela gasolina da viagem mesmo que tivesse que trocar o cigarro e álcool por slushes (uma bebida congelada cujos ingredientes principais são água e açúcar). Sydney pensa por um bom tempo, e questiona Adrian sobre os verdadeiros motivos desse encontro; ele diz que um pouco é pra pedir mais dinheiro pro pai, mas que ele realmente quer notícias de sua mãe, e que de alguma forma, ele espera que seu pai se orgulhe dele por ele estar frequentando a faculdade.

Percebendo que o desejo de agradar seu pai – algo que ela entende perfeitamente – é maior do que Adrian faz parecer, Sydney está quase convencida a ajudá-lo; mas ela tem uma última pergunta:

“Why me?” I blurted out. (…) “You could’ve asked Sonya or Dimitri to drive you. They probably would’ve even let you borrow their rental car.”
The ghost of a smile flashed across Adrian’s face. “I don’t know about that. And I think you know why I don’t want to risk being trapped in a car with our Russian friend. As for the rest… I don’t know, Sage. There’s something about you… you don’t judge like others. I mean, you do. You’re more judgmental than any of them in some ways. But there’s an honesty to it. I feel…” The smile left his face as he faltered for words. “Comfortable around you, I guess.”

Todo mundo no coro do Awww!

Ao concordar em levá-lo a San Diego, Sydney deixa Adrian boquiaberto: ele não esperava que ela fosse ceder, e confessa que não consegue entender sua aura completamente ainda. Ele diz que sua aura é amarela (de qual cor mesmo que o Adrian pintou a parede da sala dele? Han, acho que foi amarelo hein!) – comum para acadêmicos – mas o pouco de roxo que ele vê aqui e ali é o que a torna interessante. Quando ela pergunta o que o roxo significa, Adrian se esquiva, deixando Sydney se indagando sobre o que Adrian Ivashkov tinha que fazia com que ela quebrasse todos os protocolos que faziam parte de sua vida. 

Quando ela e Adrian voltam para a sala, Sonya fala que como as Strigois não conseguiram beber o sangue da Sydney, talvez fosse uma boa ideia que seu sangue também fosse estudado. Isso agita a Sydney de uma maneira singular, visto que vampiros se alimentam do sangue de humanos e embora ela soubesse que esse não seria o caso, é impossível em alguns minutos se livrar de ideias pré-concebidas que são colocadas na sua mente praticamente desde o berço. 

Mas Sonya é insistente, e Dimitri se junta a ela tentando convencer Sydney de que isso não é nada de mais. Sydney no entanto, começa a se sentir sufocada e extremamente consciente de que está numa sala cheia de criaturas das trevas que queriam o seu sangue. Adrian é o único que percebe o quanto o assunto está deixando Sydney agoniada, e ele a defende imediatamente, com raiva nos olhos. 

“She said no, okay?” (…) “How many times does she have to refuse?” Adrian demanded. “If she doesn’t want to, then that’s all there is to it. This has nothing to do with her. This is our science project. She’s here to protect Jill and has plenty to do there. So stop harassing her already! (…) Take Eddie’s blood. Take Belikov’s blood. Take your own for all I care. But if she doesn’t want to give hers, then that’s all there is to it. She said no. This conversation is done.”

O clima fica tenso depois disso, e enquanto Sydney tenta se acalmar e se convencer de que Sonya e Dimitri não insistiriam no assunto novamente, ela olha pro Adrian e vê que ele não está mais bravo. Ao invés disso, o que ela vê é uma ferocidade protetora, e ela sente algo estranho e gostoso no peito, se dando conta de que naquele momento Adrian significava segurança, e que Adrian realmente entendia como ela se sentia com relação a vampiros. Mais uma vez nós vemos que Adrian pode nem sempre compreender o que Sydney diz, suas manias ou seu jeito Corvinal de ser, mas aonde realmente importa é ele quem vê dentro dela. E essa foi a primeira vez que Sydney presencia uma cena em que Adrian está confrontando Dimitri! E por causa dela!

But Adrian understood. I didn’t know how, but he did. (…) How was it that Adrian Ivashkov, who never seemed to take anything seriously, was the only one among these “responsible” people who had paid any attention to such small details? How was he the only one to really understand the magnitude of what I was feeling?

Após a Sydney deixa-lo em casa, Jill, Eddie e Angelina começam a especular sobre a atitude do Adrian, dizendo que nunca o viram tão bravo, e que ele estava prestes a atacar o Dimitri. Angeline chega a dizer que ele parecia pronto pra pular em cima de qualquer pessoa que se metesse com a Sydney, e a alquimista tenta dispersar o assunto dizendo que ele só fez isso porque ela iria fazer um favor pra ele no fim de semana seguinte. Mas Jill – com seu discernimento único dos sentimentos de Ivashkov – diz que ele teria feito o que fez por ela independente de qualquer coisa.

Capítulo 7

Sydney começa a debater se fez a coisa certa ao recusar colaborar com seu sangue, mas se convence de que não há nada especial nela a ponto de justificar sua cooperação (aham, Sydney). Enquanto isso ela confronta a Mrs. Terwilliger sobre seu método indireto de ensino de magia com os mesmos argumentos de sempre: magia é errado, não é natural, não é pra humanos, blá blá blá.  A Mrs. T segura as pontas, dizendo que realmente não é pra todo mundo e que pode ser abusado nas mãos de pessoas erradas, mas que a Sydney tem um senso de moral tão grande que ela definitivamente é a pessoa certa. 

Sydney descobre que dali a algum tempo vai ter uma festa de Halloween na escola, e Eddie pergunta se ela vai com o “Brody.” Eu acho um sarro que ninguém parece acertar o nome dele, nunca! Isso cria problemas quando eu vou fazer os posts do Read-Along, porque eu fico escrevendo o nome dele errado! Sydney desconversa, e quando Jill e Micah aparecem, ela observa o rosto torturado de Eddie tendo que ver a garota que ele gosta com outro cara porque ele se recusa a admitir seus sentimentos. Paralelos com Adrian, será? SERÁ? *música de suspense*

O dia do segundo encontro de Brayden e Sydney chega, e novamente ela sente que conversar com ele é fácil, mas as outras coisas que vêm junto nem tanto:

The dating books I’d read since our last outing mostly advised on when to have sex, which was completely useless since I had yet to figure out holding hands.

Quando eles estão voltando para Amberwood, Brayden faz um comentário sobre a inutilidade dos moinhos de vento como fonte de energia caso os problemas de eficiência sejam ignorados, e a Sydney não resiste: ela fala pra ele que ele está errado e começa a enumerar os motivos pelos quais ela acha isso. Agora, o Brayden… ela já percebeu que ele não gosta de estar errado, e que provavelmente ele não ouve isso com muita frequência. Eu adorei quando ela diz que ele está errado principalmente porque ele foi muito chato com o guia nos moinhos de vento. Tudo bem, essa é a profissão do rapaz, mas ele precisava mesmo ficar fazendo um monte de perguntas? Se ele já sabia, para que perguntar? Mesmo assim – ou talvez principalmente por isso – ela vai lá e o contradiz, e devo dizer, ela faz isso de maneira brilhante! Brayden então para o carro abruptamente no acostamento, e sem mais delongas, beija a Sydney (Eu deveria ter ficado animada com esse beijo? O beijo aconteceu por causa de uma discussão sobre formas de energia! Ah e só reforçando: esse foi o primeiro beijo da Sydney, porque como já deu para perceber, ela nunca tinha namorado ninguém!).

Honestly, a secret part of me was a little disappointed. That was it? That’s what the big deal was? It hadn’t been terrible, but it hadn’t sent me soaring to new heights either. It had been exactly what it seemed like, lips on lips.

Tenho que dar crédito ao Brayden por ele provavelmente também ter lido alguns livros de conselhos amorosos, porque no caminho de volta para o Spencer’s (o café onde Brayden e Trey trabalham) ele para o carro e desce pra comprar flores. Teria sido bem mais bonitinho se ele não tivesse então falado sobre o simbolismo das flores e como aquelas que ele comprou eram de certa forma inadequadas, mas valeu a tentativa! Anotem isso sobre “forma inadequada” porque aparentemente essa frase e suas variações é algo que ele gosta muito. E Brayden não compra as flores roxas, porque acha que ela não combina com essa cor… Alguém avisa para ele que a aura da Sydney é amarelo com roxo?

No Spencer’s a Sydney conhece um primo do Trey – Chris – que é um super mal educado. Assim que ele vai embora e Brayden sai para ver sua escala, Sydney pergunta a Trey porque o Brayden deu flores a ela. A resposta do Trey me fez pensar no que o Adrian diria se estivesse lá.

“Because he likes you, Melbourne. That’s what guys do. They buy dinner and gifts, hoping that in return you’ll – um, like them back.”

O Brayden então a convida pra sair de novo, e Sydney aceita. O motivo? Ela acha que não existem chances de encontrar outro cara que goste de Shakespeare e moinhos de vento. Eles decidem ir na festa de Halloween da escola, e talvez sair antes disso mais uma vez, apesar de que quando Brayden segura a mão da Sydney, ela percebe que não sente nada…

I was surprised to feel that it was again just like… well, like touching someone’s hand. I’d at least thought there might be goose bumps or a little heart fluttering. My biggest emotional reaction was worry over what to do with my hand. 

Capítulo 8

No sábado seguinte, Sydney sai pra tomar café da manhã com Brayden e Richelle nos poupa de saber se rolaram mais beijos sem graça (A Richelle é tãooo esperta!) ao pular direto pra Sydney voltando pra Amberwood e encontrando ninguém mais ninguém menos que Adrian Ivashkov esperando por ela. Sabendo como o Adrian é, foi impossível controlar o sorriso se espalhando gradativamente no meu rosto quando eu percebi que sua presença significava que ele conheceria o Brayden. OH YES! Na primeira vez que eu li o livro, eu saí dançando nessa cena. Como eu queria que eles se conhecessem HÁ! E o Adrian sabia que a Sydney estava com Brayden ou seja: foi tudo premeditado!

“You’re still in high school, right?” asked Adrian. He nodded toward the Mustang. “You must have a side job to make those car payments, though. Unless you’re one of those slackers who just tries to get money off of their parents.”

Eu mal consigo falar o quanto essa frase me satisfaz, porque bem, o Adrian É um desses slackers que inclusive está indo pra San Diego pedir dinheiro pro pai. Ele segue torturando o Brayden sobre trabalhar num café e sobre só ter sido aceito em três das universidades mais conceituadas do país. Ah Vania, o Adrian só estava preocupada com a virtude da “irmã” dele! *sorriso sarcástico*

À medida que eles se aproximavam de San Diego, Adrian foi ficando mais introspectivo, e Sydney tenta distrai-lo perguntando sobre o experimento com o sangue do Dimitri e do Eddie. Adrian diz que ele e a Sonya captaram tipo um zunido de espírito no sangue do Dimitri, mas Adrian não se surpreendeu:

“Most people seem to think everything he does is magic.”

Como a gente viu com a situação do Brayden, a Sydney não consegue ficar quieta quando ela acha que as pessoas estão erradas, e ela diz que o Adrian está sendo injusto com o Dimitri, basicamente que as pessoas o respeitam porque ele conquistou o respeito delas. E então o Adrian chega à raiz do problema: ele acha que nunca teve uma competição entre ele e Dimitri pelos sentimentos da Rose, que o ele não se compara ao Dimitri. Tem um momento nessa conversa que a gente perceber uma certa diferença de como ele se sente sobre a Rose agora. Quando Sydney pergunta por que Adrian se comparava com o Dimitri, ele responde porque ele queria a Rose, e não porque a amava. E quando Sydney pergunta se ele ainda a queria, ele não responde.

E então a Sydney começa a dizer que ele não precisa se comparar ao Dimitri, que ele tem os seus próprios méritos. Ela diz que não é ruim olhar pra ele (numa referência ao último capítulo de Bloodlines, quando Adrian diz isso pra ela), inteligente, e que ele consegue se colocar e se safar de qualquer situação confiando apenas no seu charme natural. E além disso, e mais importante: 

“And you’re also one of the most fiercely loyal people I know – and caring, no matter how much you pretend otherwise. I see the way you look after Jill. Not many people would’ve traveled across the country to help her. And almost no one would have done what you did to save her life.”

E depois dessa cena o Adrian fica quieto mas estudando a Sydney. No que será que ele está pensando heeein?

Ao chegar no resort onde eles encontrariam o Sr. Ivashkov, Sydney repara pela primeira vez na roupa que Adrian está vestindo, e decide que nunca o tinha visto com uma camisa tão amarrotada e jeans tão usados. Ela deduz – corretamente – que a escolha foi deliberada pra irritar o pai dele. 

Sydney fica encantada com a vista do Oceano Pacífico e se assusta quando vê Adrian tão perto, a observando, e dizendo que não queria interrompê-la porque ela parecia estar feliz. Ele pergunta se aquele “Brendan” a faz feliz, e ela responde dizendo que ele não a faz infeliz. Adrian não se dá por vencido, e continua a questionando sobre o que ela gosta nele, e Sydney diz que gosta de não precisar “se emburrecer” perto dele, ou seja ele é basicamente a única pessoa com a qual ela não precisa fingir não ser tão inteligente pra manter a ordem social. 

Quando Sydney fala que no café da manhã eles passaram do assunto “Halloween” para as origens da democracia, Adrian se surpreende; ela explica que eles vão coordenar suas fantasias de gregos, e começa a explicar porque as mulheres de Atenas não eram feministas, mas para abruptamente. Adrian percebe que ela acabou de “se emburrecer” pra ele. Ela percebe que sim, e também se dá conta de que ele está MUITO perto dela, mas que ela não se incomoda com isso. Adrian pede pra ela contar pra ele sobre as mulheres de Atenas. Sydney explica que as únicas mulheres educadas na época eram prostitutas, mas que era melhor deixar pra lá porque não era importante: 

“I don’t know,” said Adrian thoughtfully. “I find prostitutes vastly important.”

E é claro que Nathan Ivashkov escolhe esse momento pra se fazer presente no recinto. 

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  • Jullyane Prado disse:

    aaaaaaaaaaaaaaawn que fofo, nossa o primeiro encontro da Sidney foi mais pra engraçado do que romantico, hahahaha, todo muuuundo preocupado e ansioso, parecem que estavam bem mais contentes do que ela, se bem que a Sidney não pareceu contente, só não gostei de uma coisa, o primeiro beijo dela, nossa eu queria que fosse com o Adrian e fosse um BEIJO!! hahahahhaha

  • Jessica Lisboa disse:

    *Momento em que fico perdida e nao entendo nada * Isso qe da nao ler series de livros, bem apesar de ter ficado boiando um pouco. Mas vi que a autora e bem da criativa.

  • Rossana Batista disse:

    Eu ainda não li o livro dessa série, ai fiquei sem entender muita coisa, mas dá pra ver que vou gostar do personagem Sydney 😀

  • Roberta Moraes disse:

    Antes de ler esse eu dei uma conferida nos anteriores para poder entender. Eu não tinha lido esse livro ainda mas vai ser ótimo poder ler um pouquinho a cada semana na interpretação de você 😀

  • ELIZABETH MACHADO SALLES disse:

    Torcendo pela Sidney e Adrian.Tomara que os dois fiquem juntos. Amando.

  • REBECCA DE SALLES NEWBOLD disse:

    Mais que encontro sem graça. Quando é que ela vai cair na real e se dar conta que eles não tem nada a ver? torcendo por Adrian. Corre atrás Adrian. Adorando. Beijos.

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