Bloodlines Read-Along – The Indigo Spell: Capítulos 12-14

Boa tarde pessoal!!

E aí, todos preparados pra mais três capítulos de The Indigo Spell hoje? Estamos quase chegando ao fim do read-along e já nas preparações para a promoção valendo um exemplar de Laços de Sangue (em português) + um exemplar de The Fiery Heart (em inglês), então não deixem de comentar para terem mais chances de ganhar! Lembrando como sempre que meus comentários estão em roxo e os da Lany estão em vermelho. O calendário de leitura pode ser visto aqui.

the_indigo_spell

Capítulo 12

Sydney se sente um pouco culpada pelo que aconteceu com a universitária: ela havia deixado sua vida pessoal interferir no seu trabalho, e por isso a garota havia sido atacada. É isso que ela diz pra Ms. Terwilliger no dia seguinte quando a encontra em sua sala de aula, mas Ms. T afirma que não havia nada que ela poderia ter feito. Quando Sydney está para se sentar e esperar a aula começar, Ms. T chama a atenção para o pescoço da Sydney, e entrega um espelho pra ela verificar o que há de errado.

“What on earth is that?” I exclaimed.
Ms. Terwilliger snorted. “Although it’s been a while for me, I believe the technical term is a hickey.” She paused and arched an eyebrow. “You do know what that is, don’t you?”

Eu ri demais nessa cena, porque além de descobrir que tem um chupão no seu pescoço, a Sydney ainda tem que lidar com a Ms. T tirando onda com a cara dela. Ela sai correndo pro seu dormitório pra pegar um cachecol, e não consegue deixar de pensar em como isso tinha acontecido.

I have a hickey. I let Adrian Ivashkov give me a hickey.

E aqui temos mais uma das crises existenciais da Sydney: com tudo que aconteceu depois, ela não se permitiu pensar no que havia acontecido, mas ver aquela marca em seu pescoço trouxe à tona todas as suas inseguranças e preconceitos, especialmente quando ela pensou que eles não estavam apenas se beijando, que tava rolando um amasso daqueles mesmo. Ela tenta se convencer de que mesmo que o Adrian não fosse Moroi, ele jamais seria o cara certo pra ela, que ela precisa de alguém sério e cujo trabalho ofereça seguro saúde. E aí ela se lembra do Brayden e de como tudo começou e terminou, e decide que precisa pegar um livro que encontrou durante suas pesquisas sobre relacionamentos: Bad Boys and the Women Who Love Them. Quem precisa desse livro depois de conhecer Adrian Ivashkov, levanta a mão! o/

Ainda indignada, Sydney manda uma mensagem de texto para Adrian, e o que acontece é o seguinte:

adrian_sydney_text

Eu adoro toda essa cena porque como a Vania disse, é muito engraçado a Ms. T explicando para a Sydney o que havia acontecido. Mas eu sempre rio muito nessas mensagens de texto porque… Adrian está tão Adrian que não tem como não amar!

De volta na sala de aula, Sydney recebe uma mensagem de Marcus pedindo para ela encontrá-lo naquela tarde em uma cidade à uma hora de Palm Springs. Sydney pede que Eddie vá com ela, mas se sente culpada por tirar o guarda-costas principal de Jill para algo pessoal, então faz questão de pedir à Angeline que fique com a Moroi o tempo todo. A Angeline não parece muito feliz, mas se compromete a estudar matemática com Trey num lugar onde Jill também pudesse estar. É então que a Angeline questiona o cachecol da Sydney, porque Palm Springs é quente que nem o inferno. Sydney se esquiva dizendo que estava com frio, e a Jill retruca:

“For someone who always seem to be so cold, you sure can warm up pretty fast.”

Eu adoro quando a Jill se mete no meio das picuinhas do Adrian e da Sydney! Essas são sempre as minhas partes preferidas com a Jill!

No caminho para encontrar Marcus, Sydney conta um pouco sobre o grupo de Marcus ao Eddie, mas sempre tentando não colocar os Alquimistas em uma perspectiva ruim, dizendo que eles têm muitas teorias da conspiração. Para distrair o Eddie, Sydney pergunta como as coisas estão indo com Angeline, e ele diz que está tudo confuso: ela começou a frequentar jogos de basquete, e está super interessada em passar na aula de matemática, o que Sydney acha maravilhoso.

Eles chegam a um restaurante meio bizarro (com garçons vestindo fantasias de animais), e Marcus apresenta Amelia e Wade, dois ex-Alquimistas. Marcus começa explicando o processo de quebra da tatuagem, que parece ser simples, mas há um problema: para ele fazer o processo, a Sydney – ou qualquer pessoa que deseje quebrar a suposta compulsão – deve fazer algo que vá diretamente contra os Alquimistas, uma espécie de desafio para provar que você está pronto para agir contra eles. O ato final é “fechar” a tatuagem com a tinta azul  e fugir dos Alquimistas. 

Eddie faz a pergunta que estava na minha mente: por que não quebrar a compulsão e continuar trabalhando lá dentro, infiltrados? Marcus diz que é muito arriscado, que os Alquimistas são espertos e que ele conhece outras pessoas que fizeram isso pensando que ninguém desconfiava deles e foram pegos e mandados para a re-educação. Confesso que meu sangue gela sempre que eu leio essa parte… Na verdade, qualquer cena que tenha a palavra re-educação já me deixa com medo!

Sydney pede para saber mais sobre a conspiração entre os Alquimistas e os Guerreiros, e Wade diz que antes de fugir ele trabalhava em St. Louis, e que certa vez ele comentou com um de seus superiores que deveria haver um jeito deles ajudarem os Morois com os ataques dos Strigois, de ter um papel mais ativo na sociedade deles. Wade foi recriminado e ficou prestes a ser mandado para um centro de re-educação. Quando ele conheceu Marcus foi que ele percebeu que não era uma pessoa terrível por ter uma opinião diferente daquela instituída pelos Alquimistas, e foi então que ele resolveu abandonar tudo. Antes de sair no entanto, Wade roubou uma lista secreta de visitantes e um dos nomes nessa lista era Zebulon Jameson, um dos chefes dos Guerreiros. Coincidentemente, Sabrina – já infiltrada nos Guerreiros – havia ouvido Jameson falando na mesma época sobre uma viagem para St. Louis para descobrir pistas sobre uma garota desaparecida.

Uh-oh!

Eddie foi o primeiro a perceber o que isso poderia significar, mas eles não podem pressionar por detalhes ou demonstrar muito interesse. Marcus diz que a missão de Sydney seria roubar vídeos dos pontos de acesso que possam provar que Jameson realmente se encontrou com os Alquimistas. Sydney é educada e não o chama de louco, mas é isso que ela pensa, porque ela não teria nenhuma razão para visitar St. Louis.

Exceto por Ian. Lembram do Alquimista que estava no casamento da Sonya? Então ele havia convidado a Sydney pra ir aos serviços religiosos em St. Louis e a Sydney se lembra disso. Ela comenta que talvez tivesse uma razão, mas não sabia sequer se conseguiria permissão para viajar. Marcus continua insistindo, mas é Eddie quem quebra a Sydney: os Guerreiros poderiam estar atrás da Jill. Sydney considera a maneira que todo mundo segue o Marcus, o líder natural que ele é, e acha que talvez essa conspiração tenha um teor de verdade. Ela olha para o Eddie, e seu olhar suplicante sela o acordo: Sydney faria isso pela Jill.

Na verdade, não foi nesse capítulo que isso começou, mas o grupo do Marcus não tem um nome. Adrian, o sempre engraçadinho, começou a chamá-los de “Marcus and his Merry Men” e é CLARO que a Sydney sempre pensa no grupo com esse nome!

Capítulo 13

Sydney pega todas as informações necessárias sobre o complexo dos Alquimistas em St. Louis, mas decide que antes de se dedicar à essa tarefa, precisa de um pouco de normalidade em sua vida. Ao chegar em Amberwood, ela recebe um telefonema da Ms. T (sério, a bruxinha tem um sexto sentido incrível) (já falei, ela colocou um feitiço hahaha!) dizendo que precisa encontrá-la no dia seguinte pela manhã. Sydney diz que só pode depois do meio-dia porque tem que levar o Adrian pra buscar o carro dele. Ao avisar Adrian que eles precisam ser rápidos, ele pergunta se pode ir junto pra ver como a Ms. T está protegendo a Sydney. Ela acha bonitinha a preocupação dele e principalmente o fato dele ter perguntado se podia ir junto: Adrian geralmente se convidava, sem se importar em pedir permissão.

Ao entrar no carro com ele, Sydney pensa no beijo deles e em todas as desculpas que ela já inventou para justificar seus atos. A preferida dela é que ela estava encantada com a arte dele, e que garotas gostavam tanto de artistas quanto de bad boys. Falando em bad boys, ela chegou a comprar – e ler!!! – o livro sobre o assunto mas sem sucesso para sua situação específica. Sydney lendo um livro sobre bad boys e eu só consigo rir hahaha! Muito bom Richelle! Com Adrian sentado tão perto dela no carro, ela não conseguia pensar em outra coisa.

I had a difficult time not thinking about how it had felt to be pressed up against him. Or how his fingers had felt entangled in my hair. Or how his lips had — Sydney! Stop. Think of something else. Conjugate latin verbs. Recite the periodic table.

Oh Sydney…O que eu mais gosto nessa cena é o que a Sydney tenta fazer para esquecer o Adrian. Conjugar verbos em Latim? Isso é realmente muito a cara da Sydney!

Eles encontram a Ms. T super ansiosa pra começar o treinamento, e seguem direto para um parque bem afastado, onde eles não seriam incomodados. Ms. T quer que Sydney pratique criar bolas de fogo e atirá-las num alvo fixo. Quando Sydney finalmente domina a prática, Ms. T pede para que ela tente jogar as bolas de fogo num alvo em movimento: ela! Sydney acha isso ridículo, mas Ms. T explica que está protegida por um feitiço, mas que isso não vai durar muito, e por isso a pressa em começar logo a treinar.

Após a aula, as duas estão exaustas e decidem parar em um pequeno restaurante que Adrian viu no caminho: Pies and Stuff. Na época de lançamento de The Indigo Spell (foi somente em Fevereiro desse ano mesmo?!) a Richelle ficava falando sobre a cena no Pies and Stuff no twitter, então assim que o nome foi citado eu fiquei super empolgada!

A Sydney meio que se emociona com tudo que a Ms. T está fazendo pra tentar protegê-la, e pergunta como pode agradecê-la por isso. Ms. T, a gentileza em pessoa, diz que nada é necessário, mas que ela gostaria muito que a Sydney conhecesse o grupo de feiticeiras ao qual ela pertence, se ela quisesse. Sydney fica encabulada, mas promete pensar no assunto. Ela sai do restaurante para atender um telefonema, e Sydney puxa a manga da camisa do Adrian para que eles fiquem pra trás. Ela o questiona sobre a pessoa que ela é, jogando bolas de fogo e duvidando dos Alquimistas. Adrian diz que ela parecia bem natural sendo super poderosa com o fogo, como uma “ancient warrior goddess.” Adrian chega perto dela, e Sydney percebe que eles estão quase tão próximos quanto da última vez e que ela esperava que ele fosse beijá-la (esperava ou desejava? Sei não hein…) mas ao invés disso, Adrian acaricia a marca roxa no pescoço dela, dizendo que é o distintivo de honra dele. Sydney começa a acusá-lo de ter cruzado uma linha naquela noite, mas Adrian não quer mais saber de nada disso:

“Sage, I distinctly remember every part of that night. You didn’t seem that unwilling. You were practically on top of me.”

Sydney mente, dizendo que não lembra os detalhes, e Adrian diz que se ela quiser, ele só beijará os lábios dela daqui em diante. Sydney diz que isso é errado, e Adrian pergunta se o errado é beijá-la ou beijá-la na Pies and Stuff, e a resposta da Sydney é que se ele for tentar algo inapropriado, ele podia pelo menos escolher um local mais romântico. Adrian concorda, e a Sydney fica indignada e eu fico rindo que nem uma tonta.

“I – what? No! You shouldn’t try at all!” I began moving toward the door, and he fell in step with me. “What happened to loving me from a distance? What happened to, um, bringing up any of this stuff?”
(…)
“I said I wouldn’t – if you don’t want me to. But you’re kind of giving me mixed signals, Sage.”
“I am not,” I said, amazed that I could even say that with a straight face. Even I didn’t believe it. “You’re presumptuous and arrogant and a whole lot of other things if you think I’ve changed my mind.”
“You see, that’s just it.” There he was again, moving into my space. “I think you like the ‘other things.'”
I shook off my daze and pulled away. “I like humans.”

Ouch. Esse foi um dos únicos momentos que eu tive vontade de chacoalhar a Sydney nesse livro, porque doeu. Mas Adrian não parece ter acreditado na alfinetada, e eles vão embora de volta para Amberwood. 

Capítulo 14

No dia seguinte Sydney recebe um telefonema de um número estranho: a Alicia da pensão em Los Angeles, dizendo que o “Jet” havia deixado o número dela, e que eles estavam com descontos na suíte do coelho. Sydney diz que eles não iriam pra lá, e Alicia diz que Veronica está de volta na pensão. Sydney pede para que ela não mencione que eles estão indo visitá-la porque quer que seja uma surpresa, e desliga. O telefone toca logo em seguida, e é a Stanton retornando uma ligação. Uh-oh…

Sydney diz que tem um favor a pedir, mas que entende caso não seja possível: ela quer ir ao serviço religioso de Natal dos Alquimistas em St. Louis. Aqui eu tenho que dar crédito pra Sydney porque ela fala as coisas certas: que está sempre com os Morois, que sair um pouco ajudaria a purificá-la, blah blah blah. Stanton entende, e pergunta porque exatamente em St. Louis já que eles também têm um em Phoenix que é bem mais perto; Sydney confessa que queria ver Ian, e Stanton se surpreende, dizendo que ela não parecia muito interessada em Ian no casamento. 

She was observant, even to little details, which brought Marcus’s warnings back to me, about how the Alchemists paid attention to everything we did. I started to understand why he pulled his recruits out of the Alchemists so quickly. Was I already attracting attention? Were all the little things I did – even asking for this – slowly building a case against me?

Stanton diz que ela pode ir pois tem feito um trabalho admirável, e que mesmo no casamento, ela não hesitou quando o Ivashkov se jogou pra cima dela. RED ALERT RED ALERT!!!!!!! Um: ela percebeu que a Sydney não tinha os mesmos sentimentos com o Ian. Dois: ela percebeu que a Sydney não tinha tanto medo assim dos vampiros, nem com as “investidas” do Adrian. Com o histórico da Sydney, sim, eu tenho medo disso. 

Após enviar um rápido email para Ian dizendo que estaria em St. Louis em breve, Sydney desce pra cafeteria pra encontrar Eddie e Jill. Eles acham que Angeline está envolvida em alguma traquinagem pois está distante e agindo de forma estranha, e querem que a Sydney converse com ela. Sydney dá um basta dizendo que não pode segurar a mão de todo mundo a toda hora, que está lidando com várias coisas ao mesmo tempo, e que eles deveriam resolver isso sozinhos. Eu gostei muito dessa parte, porque ela realmente não é a mãe deles. Ela não tem que resolver tudo! Como Sydney diz, eles tem potencial e eles podem resolver isso sozinhos. A Angeline não iria criar planos muito complicados e era muito óbvio o que estava acontecendo. Só eles que não haviam percebido. A Sydney tudo bem, mas… Ninguém suspeitava de nada?

Ao voltar pro dormitório, Sydney vê Marcus lá tocando guitarra e rodeado por algumas meninas suspirando por ele. Eles saem para conversar, e Marcus diz que foi até lá para entregar as plantas do prédio dos Alquimistas em St. Louis. Marcus diz que depois que ela quebrar a tatuagem, ela deveria ir com eles para o México selar o lírio com a tinta azul, e meio que chama ela pra tomar café qualquer dia desses. Sydney nem se toca e continua conversando sobre a tatuagem, e Marcus deixa seu lado charmoso de lado, dizendo que ela não pode deixar eles terem mais controle sobre ela. Quando o Marcus diz que está disfarçado, porque ele tapou a tatuagem, a Sydney pergunta se ele estava usando maquiagem! Tão Adrian isso!

Antes de Marcus ir embora, Julia o vê e fica toda interessada, chegando a derrubar uns livros perto dele numa das cenas mais clichê existentes. Quando ficam sozinhas, ela pergunta à Sydney se eles estão juntos e Sydney nega. Julia não entende, dizendo que ela deveria ter vontade de arrancar as roupas dele porque ele é lindo, mas tudo que Syndey vê é que seu cabelo é muito claro e falta um pouco de verde nos olhos dele. Oh Sydney… E quem tem olhos verdes, queeem?

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  • Jullyane Prado disse:

    Ooooooooooo My God, cada capitulo e eu morro mais um pouquinho e quer saber quando o novo livro for lançado vocês serão obrigadas a analisar/relembrar ele tbm!! kkkkkkkkkkkkkk!! Mas nossa esses capítulos de hoje foram de arrasar, nossa eu amo o jeito do Adrian, ele faz piada de tudo até da “marca” no pescoço da Sidney. Tem horas que eu também fico com vontade de dar uma balançada na Sidney. E só acho que ela e o Adrian estão deixando pistas demais!!!!

  • Vania disse:

    Awwww que bom que gostou a ponto de querer read-along de TFH também, Jullyane! Você não sabe como isso me deixa feliz!! Muito obrigada mesmo!!

  • Jessica Lisboa disse:

    Acho que sou a unica que ainda nao leu e fica boiando.

    xx

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