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Resenha: Depois do que aconteceu

depois do que aconteceu“O vazio deixado por Alex está sempre comigo, e isso é bom, porque essa dor me dá a certeza de que a sua existência em minha vida foi real. E o mais difícil nessa batalha que se estende dia após dia é ficar longe de quem você mais queria estar perto.”

Isabel passou o último ano fugindo. Depois do que aconteceu, a jovem não acredita que conseguirá ser feliz novamente. O que ela não esperava era que o destino colocaria Daniel Clark em seu caminho. A atração entre os dois é imediata e irreversível: ao voltar para casa, a carioca Isabel não será capaz de esquecer os encantadores olhos azuis daquele cara que conheceu por acaso em plena avenida Paulista.

A partir desse dia, a tristeza de Isabel perde espaço para uma paixão que mudará a sua vida. Ficar presa ao passado vale mesmo a pena? Ou é preciso seguir em frente e dar uma segunda chance ao amor?”

Depois do que aconteceu, um romance da autora brasileira Juliana Parrini, foi uma leitura bem peculiar, eu diria. Era quase como se eu tivesse lendo dois livros diferentes ao mesmo tempo. Um que me desanimava e que fazia a leitura ficar arrastada e o outro que me animava e que me fazia acreditar nele novamente.

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Resenha: O Azarão

Olá gafanhotos! Felipe de volta com nosso autor favorito Markus Zusak! Yay! Ele é o nosso autor favorito não é? NÃO É? Mas não se sintam pressionados, mesmo nosso autor favorito tem seus momentos mais fracos. Vamos dar uma olhada no que O Azarão oferece?

 

O_AZARAO__1352397686BAntes de tornar-se mundialmente conhecido, Markus Zusak escreveu uma trilogia de sucesso que somente agora está sendo publicada no Brasil. O primeiro título chama-se O Azarão. Fãs de A menina que roubava livros não podem deixar de ler os romances que inciaram a carreira estelar desse autor. Narrado em primeira pessoa, o livro apresenta a história de Cameron Wolfe, um garoto de 15 anos, perdido na vida e que vive às turras com a família. Trabalha com o pai encanador e sua mãe está sempre brigando com os filhos, na pequena casa onde todos moram juntos. Steve é o mais velho e mais bem-sucedido. Sarah é a segunda, e está sempre dando uns amassos com o namorado. Rube é o terceiro e o mais próximo de Cameron. Os dois, além de boxeadores amadores, vivem armando esquemas para roubar lojas e outros locais do tipo. Contudo, os planos nunca saem do papel. Uma história sobre a vida e sobre as lições que dela podem ser tiradas. Um romance de formação que exibe um jovem incorrigível, infeliz consigo mesmo e com sua vida. – “Tento ser humano em minha escrita. Comecei a escrever porque era o caminho natural. Durante o ensino médio eu era muito introvertido. Sempre tinha histórias na cabeça. Então comecei a escrevê-las.” Fonte: Skoob

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Resenha: A Garota no Trem

Li esse livro no final do ano passado, mas demorei um tempão para sentar aqui e resenhar. Geralmente resenho os livros logo após lê-los, com aquele sentimento de euforia após uma boa leitura ou a raiva por um leitura péssima. Por que fiquei tanto tempo pensando no que dizer sobre A Garota no Trem? Acho que porque eu esperava demais dele e, no final, ele não foi ruim, tampouco excepcional como eu esperava.

A-Garota-No-Trem-Paula-Hawkins-Editora-Record-MLNETUm thriller psicológico que vai mudar para sempre a maneira como você observa a vida das pessoas ao seu redor
Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas.
Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Jason –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida.
Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos.
Uma narrativa extremamente inteligente e repleta de reviravoltas, A garota no trem é um thriller digno de Hitchcock a ser compulsivamente devorado.” Fonte

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Resenha: Yaqui Delgado quer quebrar a sua cara

YAQUI_DELGADO_QUER_QUEBRAR_A_SSinopse: Uma garota surge de repente no caminho da adolescente Piddy Sanchez para avisá-la de que Yaqui Delgado vai acabar com ela. Piddy acabou de mudar de escola e nem faz ideia de quem seja Yaqui, muito menos do que pode ter feito de tão errado para apanhar. Mas Yaqui sabe quem ela é, e a odeia.
Piddy Sanchez não tem descanso. Ser filha de uma imigrante cubana nos Estados Unidos e crescer sem pai já era bem difícil sem ter alguém a odiando. No ensino médio da nova escola, seu corpo atraente desperta tanto os olhares dos meninos quanto o da esquentada Yaqui, que começa atacando a novata com ameaças cruéis, mas demonstra ser capaz de muito mais que isso, tornando a vida de Piddy um verdadeiro inferno dominado pelo medo. Denunciar Yaqui não é uma opção. Fugir não adianta. O importante agora é sobreviver.
O romance explora a questão do bullying nas escolas e fala de violência doméstica, assuntos que vêm sendo cada vez mais discutidos atualmente, por afetar muitas crianças e adolescentes. Fonte

Crescer é como passar por portas de vidro que só se abrem em uma direção; você consegue ver de onde veio, mas não pode voltar




A Cuca Recomenda: Turismo para Cegos

Não sei bem por quê, mas esse livro me chamou atenção. Certamente não pela capa que, apesar de ter sim algum significado após a leitura e uma segunda análise (especialmente se observá-la de longe), é inegavelmente simplória e passa facilmente despercebida em uma estante. Talvez tenha sido atraída pela sinopse, pela ideia de ler sobre a cegueira (sendo uma fã de Ensaio sobre a Cegueira, o tema me atrai). Mas não pensem que os dois livros têm algo em comum, excetuando-se, claro, a cegueira e, talvez, o fato de que ambos contam com uma escrita pretensiosa e ligeiramente exaustiva. Turismo para Cegos definitivamente não é um livro para entreter, mas para filosofar.

turismo“A vida de Laila está prestes a se esfacelar. Jovem aluna de artes plásticas, ela tem o futuro interrompido pelo diagnóstico de uma retinose, doença degenerativa e incurável que cedo ou tarde lhe custará a visão. Dona de uma personalidade forte, ela passa a viver como que à margem dos códigos sociais da família rica e dos amigos bem sucedidos, fazendo o que bem entende e da maneira que lhe convém. É justamente assim que começa sua relação com Pierre, jovem funcionário público de vida e ambições modestas. Neste belíssimo romance de estreia, Tércia Montenegro usa a relação incomum de Laila e Pierre para explorar os labirintos de uma relação a dois. A autora usa da escuridão que envolve sua protagonista para revelar uma incomum (e familiar) história de amor.” Fonte

Nós, que funcionava de dentro para fora, um conjunto abraçando eu e você, eu e tu, na mesma coleira informativa.

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