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Resenha: Austenland

austenlandJane é uma jovem de Nova York que parece não conseguir encontrar o cara certo – talvez por causa de sua obsessão secreta com Mr. Darcy, interpretado por Colin Firth na adaptação da BBC de Orgulho e Preconceito. Quando um parente rico a presenteia com uma viagem para um resort inglês direcionado à mulheres obcecadas por Austen, as fantasias que Jane têm em conhecer o cavalheiro perfeito da Regência se tornam mais reais do que ela mesma poderia ter imaginado. Será que essa imersão total numa falsa Austenland será o suficiente para fazer com que Jane deixe sua obsessão com Austen de lado para sempre, ou será que isso culminará com o seu sonho de um Mr. Darcy só seu?

Fonte, tradução livre

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Em outras palavras: Resenha: 50 tons do Sr. Darcy

Pois é, minha gente! Nessa semana especial de Orgulho e Preconceito, resolvemos convidar mais uma amiga, a @drika, dessa vez para resenhar mais um  mash up (infame) da obra de Jane Austen e inspirado em 50 tons de cinza. O resultado vocês conferem a seguir com a resenha da nossa amiga.

Mas antes aqui vou eu brincar também com as resenhas da Mi e da Vânia, fazendo um novo mash up com a primeira frase do livro:

“É uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro de posse de um belo chicote de equitação deseja um belo par de nádegas para espancar”.

CINQUENTA_TONS_DO_SR_DARCYSinopse: Imagine Elizabeth Bennet e o sr. Fitzwilliam Darcy, protagonistas de Orgulho e preconceito, deixando de lado a moral e o recato e dando vazão a seus desejos mais ocultos de forma mais pervertida que Christian Grey e Anastasia Steele, personagens de Cinquenta tons de cinza. O resultado: Cinquenta tons do sr. Darcy, a incrível e hilária paródia escrita por um famoso inglês sob o pseudônimo de Emma Thomas

 Já aviso que a classificação etária desse livro e, portanto, dessa resenha é de 18 anos!!!

Conheci melhor Jane Austen na época da faculdade e desde então sou apaixonada por suas histórias. Já os livros de E. L. James li por curiosidade, pra saber o motivo de tanto frisson e, não, não gostei… mas isso não vem ao caso nesta resenha.

O que interessa aqui é que a mistura de Austen e James ficou hilária! Achei a paródia excelente, com situações completamente inusitadas e até absurdas envolvendo a Srta. Elizabeth Bennet e o Sr. Darcy.

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Resenha dupla: Ame o que é seu

“O tema deste livro deixa aquela pulga atrás da orelha, te faz imaginar como seria a vida se tivéssemos feitos outras escolhas. Esta é uma história para quem algum dia já se perguntou isso. Em Ame o que é seu o leitor encontrará a história de uma mulher (Ellen) dividida entre o amor real e aquele fatídico ‘E, se’.
O casamento de Ellen e Andy não parece perfeito, ele é perfeito. São inegáveis a profundidade da devoção mútua e o quanto um esperta o melhor do outro. Mas por obra do destino, certa tarde, Ellen revê Leo pela primeira vez em oito anos. Leo, aquele que partiu seu coração sem se explicar, aquele que ela não conseguiu esquecer. Quando o reaparecimento dele desperta sentimentos há muito adormecidos, Ellen se põe a questionar se sua vida atual é de fato como ela queria que fosse.” Fonte

Esta será uma resenha dupla. Os comentários da Lucy estão em marrom enquanto os da Karen estão em laranja.

Quando eu li o título “Ame o que é seu” pela primeira vez, eu pensei que fosse algum livro de auto-ajuda. Então eu reconheci o nome da autora Emily Giffin (O noivo da minha melhor amiga) e decidi arriscar, aproveitando aquela boa promoção de lançamento – sim, eu li o livro já tem um tempão e resolvi emprestar para a Karen depois de um tempo.

Pois é, a primeira vez que me deparei com o livro foi quando a Lucy me emprestou – essa pessoa no meio de uma viagem traz uma sacola com nada menos que CINCO livros, sendo dois de presente para minha pessoa e três emprestados (não é uma coisa linda e maravilhosa de amiga essa Lucy?). Um dos livros era “Ame o que é seu”. Eu não sou assim a pessoa mais chegada a romances, mas se a Lucy emprestou, eu tinha que ler! 

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Resenha: Conan, O Bárbaro

“Pela primeira vez, o público brasileiro terá a oportunidade de apreciar o único romance escrito por Robert E. Howard, criador do personagem Conan, o bárbaro. Neste livro, também são publicados três contos inéditos: “Além do Rio Negro”, “As negras noites de Zamboula” e “Os profetas do Círculo Negro”. O leitor se deliciará com narrativas épicas, repletas de reviravoltas e de personagens complexos, guerreiros, batalhas espetaculares, piratas, monstros saídos dos golfos da noite, belas mulheres e feiticeiros, que irão hipnotizá-lo do início ao fim do livro. Conheça as histórias que inspiraram gerações de leitores, escritores e roteiristas, e que também serviram de base para o filme Conan, o bárbaro. Leitura obrigatória para apreciadores de literatura fantástica e do gênero espada & feitiçaria.” Fonte

Conan, O Bárbaro foi o primeiro livro de parceria que recebemos da Editora Generale e posso dizer que foi um ótimo começo. Para quem aprecia literatura fantástica, estilo Tolkien (aliás, o autor Robert E. Howard foi um grande influenciador tanto de Tolkien, quanto de George R. R. Martin, de As Crônicas de Gelo e Fogo), o livro é um prato cheio. Esqueçam por alguns instantes os filmes de Arnold  Schwarzenegger e mergulhem no mundo fantástico de Howard e seu personagem mais famoso: Conan.

Um mundo de guerreiros e feiticeiros




Resenha: A Cabana

“A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, “A Cabana” invoca a pergunta: “Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?” As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.” Fonte

Ganhei esse livro recentemente, e foi só eu dizer para alguns conhecidos que eu o tinha e planejava lê-lo, que a maioria ficou alvoroçada. “Oh, puxa, você vai ler? Leia, leia, é muito bom!”. A maioria das pessoas o recomendava muito bem. Então acho que isso contribuiu para que eu mantivesse minhas expectativas altas demais. Apenas um amigo disse que talvez eu me decepcionasse, ou no mínimo, não concordasse com o livro. Acho que essa é a prova de que ele me conhece bem depois de sete anos de amizade. Porém, apesar dos pesares, eu consegui terminar a leitura e sair dela com uma sensação boa dentro de mim, e talvez só isso já tenha valido a pena.

Devo acrescentar que talvez tenha colocado muito do que eu acredito nessa resenha, minhas crenças pessoais, e portanto, peço desculpas porque sei que cada um tem a sua própria visão do mundo. E que graça teria também se todos pensassem o mesmo?

Quem é Deus para você?

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