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Resenha: A Cabana

“A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, “A Cabana” invoca a pergunta: “Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?” As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.” Fonte

Ganhei esse livro recentemente, e foi só eu dizer para alguns conhecidos que eu o tinha e planejava lê-lo, que a maioria ficou alvoroçada. “Oh, puxa, você vai ler? Leia, leia, é muito bom!”. A maioria das pessoas o recomendava muito bem. Então acho que isso contribuiu para que eu mantivesse minhas expectativas altas demais. Apenas um amigo disse que talvez eu me decepcionasse, ou no mínimo, não concordasse com o livro. Acho que essa é a prova de que ele me conhece bem depois de sete anos de amizade. Porém, apesar dos pesares, eu consegui terminar a leitura e sair dela com uma sensação boa dentro de mim, e talvez só isso já tenha valido a pena.

Devo acrescentar que talvez tenha colocado muito do que eu acredito nessa resenha, minhas crenças pessoais, e portanto, peço desculpas porque sei que cada um tem a sua própria visão do mundo. E que graça teria também se todos pensassem o mesmo?

Quem é Deus para você?




Resenha: Bittersweet

Antigamente Hudson sabia exatamente como seu futuro seria. Até que uma traição mudou sua vida e despedaçou seus sonhos. Agora ela é uma garota que não acredita em segundas chances, uma garota que passa longe dos holofotes fazendo bolos no restaurante de sua mãe e obcecada com o rumo que sua vida poderia ter levado. Então quando as coisas começam a melhorar e ela tem outra chance de realizar seus sonhos, Hudson fica igualmente esperançosa e assustada. É claro que esse é justamente o momento que um garoto adorável e bonito entra em sua vida – e ela não sabe qual é a dele. Ela tem muita coisa com o que lidar e tendo sido machucada anteriormente, arriscar tudo não é tão fácil assim. É hora de Hudson se perguntar o que ela realmente quer, e o quanto ela está disposta a sacrificar por isso. Porque em um lugar onde oportunidades são raras, ela sabe que essa chance pode muito bem ser a última.

  Would sorry have made any difference? Does it ever?




Resenha: Julieta Imortal, Stacey Jay

Sinopse: Julieta Capuleto não tirou a própria vida. Ela foi assassinada pela pessoa em quem mais confiava, seu marido, Romeu Montecchio, que fez o sacrifício para assegurar sua imortalidade. Mas Romeu não imaginou que Julieta também teria vida eterna e se tornaria uma agente dos Embaixadores da Luz. Por setecentos anos, Julieta lutou para preservar o amor e as vidas de inocentes, enquanto Romeu tinha por fim destruir o coração humano. Mas agora que Julieta encontrou seu amor proibido, Romeu fará de tudo que estiver ao seu alcance para destruir a felicidade dela. Fonte

Eis aí um livro que gostei e não gostei. Pelo menos não tive vontade de jogá-lo na parede, mas achei algumas partes bem dramáticas – ao extremo, devo dizer. Aliás, esse livro me fez ter vontade de escrever uma fan-fic sobre o Romeu, porque achei a personagem dele muito mais interessante que a Julieta e o final aberto a “N” possibilidades, mas aí descobri que o livro tem continuação, então passou. Vamos ver como a Stacey vai fazer com o Romeu primeiro. hehehe

Conselho de amiga: Gostando ou não de Shakespeare, leia o livro de mente aberta. Vou explicar com a resenha.

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Resenha: 13 Pequenos Envelopes Azuis

O que você faria se alguns meses após a morte da sua tia favorita você recebesse uma carta dela, com $1,000 e instruções para tirar um passaporte e comprar uma passagem de ida para Londres? É nessa situação que Ginny Blackstone se encontra no começo de 13 Pequenos Envelopes Azuis. Com muitas saudades de Tia Peg e intrigada com a aventura proposta por ela, Ginny segue as regras: leva roupas que cabem apenas em uma mochila, nenhum guia de viagem, nenhum aparelho eletrônico e nenhum dinheiro extra. É na viagem para Londres que ela abre o primeiro envelope azul (que tinha escrito na frente “Abra-me no Avião“), onde ela recebe sua primeira instrução: o endereço onde deve ficar em Londres.

13 Pequenos Envelopes Azuis foi o primeiro livro de Maureen Johnson que li, e confesso que não é meu preferido. No entanto, se você gosta de viajar e procura uma leitura leve, pode pegar sem medo. Meu maior problema com esse livro é justamente Ginny Blackstone. Durante toda a narrativa eu não percebi nela muita emoção ao visitar lugares famosos como o Fórum Romano, ou ao andar pelas ruas de Paris. Sua busca não era por cultura ou sabedoria, mas sim por sua tia morta, o que talvez explique sua falta de entusiasmo. Mesmo com seus motivos, não consegui empatizar com a personagem, justamente por eu ser uma entusiasta em viagens.

As descrições das cidades que Ginny visita são minha parte favorita desse livro. Ginny passa por alguns lugares que eu tive a oportunidade de visitar, e me senti como se estivesse lá com ela, andando pelas calçadas familiares de Amsterdam, ou namorando em cemitérios de Paris. Através das descrições de lugares e interação com moradores locais, é possível inserir no livro todo o entusiasmo que falta à Ginny, e com isso fazer dele uma leitura agradável, uma ótima maneira de passar o tempo, especialmente se você já foi ou planeja ir à Europa.

13 Pequenos Envelopes Azuis será lançado esse mês pela Editora Underworld. Sua continuação, The Last Little Blue Envelope foi lançada em 2011 nos EUA.

Ficha Técnica:

Título: 13 Pequenos Envelopes Azuis
Autor: Maureen Johnson
Editora: Underworld
Páginas: 319
Avaliação:




Resenha: Casa Glass

Algumas pessoas haviam me falado muito bem da série Os Vampiros de Morganville, da Rachel Caine. Com a autora veio para a  Bienal do Livro no Rio de Janeiro (que eu comentarei futuramente em um outro post), resolvi dar uma chance e começar a ler a série. Eu sei, romances com vampiros já estão mais do que saturados. Mas eu não consigo resistir: adoro romances sobrenaturais!

Bem vindo a Morganville, Texas. Apenas não fique fora após o escuro!

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