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Resenha: Uma coisa absolutamente fantástica

Ficha técnica:

Nome: Uma coisa absolutamente fantástica

Autor: Hank Green

Tradutor: Lígia Azevedo

Páginas: 384

Editora: Seguinte

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Sinopse: Em seu aguardado livro de estreia, Hank Green traz a história original e envolvente de uma jovem que se torna uma celebridade sem querer — mas logo se vê no centro de um mistério muito maior do que poderia imaginar.

Enquanto volta para casa depois de trabalhar até de madrugada, a jovem April May esbarra numa escultura gigante. Impressionada com sua aparência — uma espécie de robô de três metros de altura —, April chama seu amigo Andy para gravar um vídeo sobre a aparição e postar no YouTube. No dia seguinte, a garota acorda e descobre que há esculturas idênticas em dezenas de cidades pelo mundo, sem que ninguém saiba como foram parar lá. Por ter sido o primeiro registro, o vídeo de April viraliza e ela se vê sob os holofotes da mídia mundial. Agora, April terá de lidar com os impactos da fama em seus relacionamentos, em sua segurança, e em sua própria identidade. Tudo isso enquanto tenta descobrir o que são essas esculturas — e o que querem de nós.

Divertida e envolvente, essa história trata de temas muito relevantes nos dias atuais: como lidamos com o medo e o desconhecido e, principalmente, como as redes sociais estão mudando conceitos como fama, retórica e radicalização.

Parem tudo o que vocês estiverem fazendo agora e leiam “Uma coisa absolutamente fantástica”, do Hank Green. Sim, o nome não é coincidência: ele é irmão de John Green, aquele que já escreveu vários livros inclusive o famoso “A Culpa é das estrelas”. “Mas eu não gosto dos livros do John Green”, você pode me dizer. Não tem problema, os irmãos são bem diferentes na forma que eles escrevem. O único ponto em comum é o público alvo (apesar de que esse livro alcança todas as idades). Eu nem gosto tanto assim dos livros do John Green (alguns eu nem consegui terminar de ler) mas posso dizer que em “Uma coisa absolutamente fantástica” Hank teve uma ideia absolutamente… brilhante.

April May só queria voltar pra sua casa depois de trabalhar até a madrugada (horas vagas não era exatamente algo que ela tinha) e tudo estava absolutamente normal até ela encontrar com uma estátua enorme parada em uma das calçadas. A estátua era um robô imenso que ela não tinha nem ideia de como ele tinha ido parar ali sem ninguém ter percebido. April liga para o seu amigo Andy para gravar um vídeo para eles colocarem na internet (Andy já tem experiência pois tem um canal no Youtube com outro amigo). Mas o que foi absolutamente extraordinário foi que essa não foi a única estátua (que April batizou de Carl) que apareceu: dezenas cidades do mundo relataram a presença dela. Todas foram batizadas com Carl + o nome da cidade, já que o vídeo da April rapidamente viralizou por ser o primeiro que relatou esse estranho fenômeno. April se torna uma celebridade em horas e ela vai ter que saber lida com esse mistério, tanto na frente quanto fora das câmeras. E, apesar do que muitos pensam, a fama não é nada fácil…

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Resenha: A Nuvem

Ficha técnica:

Nome: A Nuvem

Autor: Neal Shusterman

Tradutora: Guilherme Miranda

Páginas: 496

Editora: Seguinte

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Sinopse: No segundo volume da série Scythe, a Ceifa está mais corrompida do que nunca, e cabe a Citra e Rowan descobrir como impedir que os ceifadores que não seguem os mandamentos da instituição acabem com o futuro da humanidade.

Em um mundo perfeito em que a humanidade venceu a morte, tudo é regulado pela incorruptível Nimbo Cúmulo, uma evolução da nuvem de dados. Mas a perfeição não se aplica aos ceifadores, os humanos responsáveis por controlar o crescimento populacional. Quem é morto por eles não pode ser revivido, e seus critérios para matar parecem cada vez mais imorais. Até a chegada do ceifador Lúcifer, que promete eliminar todos os que não seguem os mandamentos da Ceifa. E como a Nimbo Cúmulo não pode interferir nas questões dos ceifadores, resta a ela observar.

Enquanto isso, Citra e Rowan também estão preocupados com o destino da Ceifa. Um ano depois de terem sido escolhidos como aprendizes, os dois acreditam que podem melhorar a instituição de maneiras diferentes. Citra pretende inspirar jovens ceifadores ao matar com compaixão e piedade, enquanto Rowan assume uma nova identidade e passa a investigar ceifadores corruptos. Mas talvez as mudanças da Ceifa dependam mais da Nimbo Cúmulo do que deles. Será que a nuvem irá quebrar suas regras e intervir, ou apenas verá seu mundo perfeito desmoronar?

A Nuvem é o segundo livro da série Scythe, do ótimo O Ceifador (resenha aqui). Portanto, se você não leu o primeiro livro (que fortemente recomendo que leia!), saiba que esta resenha possui spoilers dele. Contrariando aquela velha máxima que segundos livros de séries não são lá essas coisas, A Nuvem traz uma trama eletrizante, com fortes críticas políticas, mas com um final que pode dividir leitores e fãs.

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Resenha: Como num filme

Ficha técnica:

Nome: Como num Filme

Autor: Lauren Layne

Tradutor: Lígia Azevedo

Páginas: 224

Editora: Paralela

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Sinopse: 

As regras são claras… até o momento em que são quebradas. Neste livro da série Recomeços, conheça a história de Ethan.

As únicas coisas que o mauricinho Ethan e a rebelde Stephanie têm em comum são o curso de cinema na Universidade de Nova York e o roteiro que precisam desenvolver juntos. Mas, quando a proposta de recriar clássicos de Hollywood se confunde com a realidade, eles acabam se tornando os protagonistas de uma história de amor digna de Oscar! Ela quer um quarto confortável em uma boa casa. Ele quer ficar longe de sua ex. Eles precisam de uma boa nota. Convencidos a ajudar um ao outro, os dois entram em um acordo: Stephanie será a namorada de mentirinha de Ethan enquanto ele a deixa morar em seu apartamento. Para isso, ela deverá fingir ser uma perfeita lady: discreta, arrumadinha e, claro, completamente apaixonada… igualzinha à personagem do filme que estão criando. Contudo, à medida que os dois se aproximam, Ethan se vê completamente apaixonado pela garota cheia de mistérios e contradições ao seu lado.

Agora, ele vai ter que decidir: será que seus sentimentos são pela Stephanie de verdade? Ou apenas pela versão que ele criou?

Fazia muito tempo que eu pegava um livro com um romance tão gostoso de ser lido! Sabe aquela leitura maravilhosa para uma tarde que você não quer fazer mais nada? “Como num filme”, livro da série Recomeços da Lauren Layne é exatamente perfeito para isso!

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Resenha: Céu sem estrelas

Ficha técnica:

Nome: Céu sem estrelas

Autor: Iris Figueiredo

Páginas: 304

Editora: Seguinte

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Sinopse: Um romance sensível e envolvente sobre autoestima, família e saúde mental.
Cecília acabou de completar dezoito anos, mas sua vida está longe de entrar nos trilhos. Depois de perder seu primeiro emprego e de ter uma briga terrível com a mãe, a garota decide ir passar uns tempos na casa da melhor amiga, Iasmin. Lá, se aproxima de Bernardo, o irmão mais velho de Iasmin, e logo os dois começam um relacionamento.
Apesar de estar encantado por Cecília, Bernardo esconde seus próprios traumas e ressentimentos, e terá de descobrir se finalmente está pronto para se comprometer. Cecília, por sua vez, precisará lidar com uma série de inseguranças em relação ao corpo — e com a instabilidade de sua própria mente.

Eu fiquei bastante na dúvida se leria “Céu sem estrelas” tanto é que eu nem fiz o pedido no mês do lançamento. Eu gostei bastante da sinopse mas o meu receio foi que eu já tinha tentado ler o primeiro livro da Iris Figueiredo porém não consegui sair dos primeiros capítulos. Porém, com tantas resenhas positivas eu me perguntei “Por que não?” e tenho que dizer: não me arrependo nem um pouco de ter o lido, porque esse livro foi uma ótima surpresa.

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Resenha: A Incendiária

Ficha técnica:

Nome: A Incendiária

Autor: Stephen King

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 448

Editora: Suma

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Sinopse: Uma criança com o poder mais extraordinário e incontrolável de todos os tempos. Um poder capaz de destruir o mundo. Após anos esgotado no Brasil, A Incendiária volta às livrarias como parte da Biblioteca Stephen King, coleção de clássicos do mestre do terror em edição especial com capa dura e conteúdo extra. No livro, Andy e Vicky eram apenas universitários precisando de uma grana extra quando se voluntariaram para um experimento científico comandado por uma organização governamental clandestina conhecida como “a Oficina”. As consequências foram o surgimento de estranhos poderes psíquicos — que tomaram efeitos ainda mais perigosos quando os dois se apaixonaram e tiveram uma filha. Desde pequena, Charlie demonstra ter herdado um poder absoluto e incontrolável. Pirocinética, a garota é capaz de criar fogo com a mente. Agora o governo está à caça da garotinha, tentando capturála e utilizar seu poder como arma militar. Impotentes e cada vez mais acuados, pai e filha percorrem o país em uma fuga desesperada, e percebem que o poder de Charlie pode ser sua única chance de escapar.

A Incendiária é uma obra originalmente lançada em 1980 nos Estados Unidos do mestre Stephen King. Foi lançada aqui no Brasil anos depois, em uma edição que hoje se encontra esgotada; em 2018, porém, a Suma decidiu relançar o livro na Coleção Biblioteca Stephen King, com uma nova tradução, em uma edição capa dura lindíssima com detalhes em relevo e ilustrações nas primeiras páginas de cada capítulo, bem como um posfácio a mais no final da obra. É daquelas edições para se admirar e ter na estante, de verdade. E foi com esta nova edição que fiz minha primeira leitura desta obra clássica do mestre.

O poder ainda estava crescendo.

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