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Resenha: Belleville

belleville“Se pudesse, Lucius aterrissaria em 1964 para ajudar Anabelle a realizar o grande sonho do seu falecido pai! De quebra, ajudaria a moça a enfrentar alguns problemas muito difíceis, entre eles resistir à violência do seu tio Lino. Claro que conhecer de perto os lindos olhos verdes que ele viu no retrato não seria nenhum sacrifício… Sem conseguir explicar o que está acontecendo, Lucius inicia uma intensa troca de correspondência com a antiga moradora da casa para onde se mudou. Uma relação que começa com desconfiança, passa pelo carinho e evolui para uma irresistível paixão – e para um pedido de socorro…”

Normalmente eu não sou daquelas pessoas que reparam muito na capa do livro. Eu sempre analiso a sinopse para saber se eu vou ler ou não. Mas com Belleville não diferente. Não me perguntem o motivo, mas desde quando saiu a capa, eu disse: “Eu tenho que ler esse livro”. Eu não sabia de nada, nada, nada e mesmo quando nós dividimos os livros entre as colunistas do blog, eu ainda não tinha lido a sinopse.

Lucius acabou de se mudar para Campos do Jordão para cursar a faculdade de matemática. Ele conseguiu alugar uma casa antiga e nos fundos dela ele encontra algo muito peculiar: vários pilares marcavam o terreno. Obviamente ele não entende nada… Até que ele descobre uma carta enterrada no quintal. Através dela ele fica sabendo que um antigo morador começou a construir uma montanha-russa mas nunca conseguiu terminá-la. Apesar desse sonho ter parecido ser impossível, a filha dele escreveu essa mensagem na esperança de que um dia alguém terminasse o projeto. Lucius fica comovido pela carta, mas como era um mero estudante, não tinha dinheiro para terminar o projeto. Por isso ele escreve uma outra mensagem, pedindo para que o próximo morador pensasse com carinho na proposta. Ele enterra a carta no mesmo lugar…

E, 50 anos antes, Anabelle encontra a carta. E assim eles começam a se corresponder. Será que Lucius vai conseguir realizar o sonho de Anabelle?

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Em outras palavras: 47 Ronins

Na coluna Em outras palavras temos a presença de convidados – ou de você, aí, leitor do blog – para falar de livros, quadrinhos ou mangás. Na edição de hoje, o Felipe, que já fez algumas resenhas por aqui, retorna com a resenha de 47 Roninsque saiu aqui no Brasil pela Editora Novo Século e foi adaptado para o filme homônimo. ‘Bora lá saber o que ele achou do livro e, de quebra, do filme?

Uma história de contrastes, uma crítica social atemporal; em 47 Ronins, somos apresentados a um Japão socialmente decadente. Os samurais e seu código de honra estão sendo trocados pela corte e toda sua ostentação e pompa. A morte do Lorde Asano pelo corrupto Kira, servirá de estopim para uma vingança que será tanto um grito dos ronins, quanto de uma sociedade assolada.

“Em 1701, no Japão medieval, um heroico grupo de guerreiros samurais parte em uma jornada a fim de vingar a morte de seu mestre, ainda que para isso seja necessário desafiar ordens do poderoso xógum. A incrível saga destes 47 homens, rebaixados à condição de ronins (samurais sem mestre), se tornará uma das mais belas e famosas lendas da história japonesa. Em um complexo jogo de lealdade e honra, o código samurai é levado a seu limite, mostrando que existem missões maiores que a própria vida. 47 Ronins – Conheça A Lenda, Busque A Eternidade – John Allyn” Fonte

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Resenha: Verão Cruel

Verão cruel“Colby Cavendish, uma ex-nerd, decide mudar radicalmente sua própria imagem. Está ansiosa por participar de festas descoladas com a turma da praia e, se tudo der certo, ficar com o cara mais gostoso da escola, Levi Bonham. Mas seus planos vão por água abaixo quando seus pais a mandam passar férias forçadas na Grécia com sua tia. Presa em uma ilha sem shoppings e sem sinal de celular, ela teme ser rapidamente esquecida por seus amigos. Mas eis que conhece Yanni, um deus grego, e tudo muda. Colby acaba confusa e tudo indica que aquele sentimento será mais que uma simples paixonite de verão.”

Verão Cruel nos apresenta Colby Cavendish, uma adolescente que acaba de ficar amiga de uma das garotas mais populares do seu colégio. Ela tem vários planos para o verão com os seus novos amigos mas todos eles são destruídos pelos seus pais. Eles estão em processo de separação e por isso mandam a filha passar as férias na Grécia com a sua tia. Se você está pensando que ela foi a Atenas, HÁ, você está muito enganado! Ela viaja para Tinos, um dos lugares mais importantes do país para peregrinos religiosos e uma das ilhas com o menor número de comércios. E para piorar a situação, os seus tios não tem internet… Preciso dizer que ela não queria ir para lá? Mas tudo muda quando ela resolve deixar os Estados Unidos um pouco de lado e realmente aproveitar as suas férias de verão.

“E COMO, exatamente, devo sobreviver, durante UM VERÃO INTEIRO, sem carro, sem celular, sem jogos, sem lojas de roupas bacanas, sem festas, sem amigos e sem acesso à internet???” – página 17

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Resenha: Convergente

Divergente é uma série de livros que me causa sensações conflitantes. Enquanto Divergente foi bastante empolgante – com alguns problemas, é claro, mas ainda um bom livro, Insurgente foi lamentável e um verdadeiro desperdício de tempo. Porém, apesar dos meus problemas com a série – e principalmente com a relação Tris/Quatro – eu ainda estava curiosa por esse final. E, bem, não é todo dia que temos a oportunidade de finalizar uma série, certo? São tantas pipocando por aí e depois nada das continuações… Mas enfim, eu li Convergente. Sim, fiquei curiosa e adquiri-o assim que lançou porque eu queria saber o final. E qual foi minha reação? Em uma palavra? Bem, acredito que “POUTZ!” define meu sentimento – para não dizer o português claro que eu estava realmente pensando. Revelador e original, Convergente foi um ótimo final para uma série cheia de altos e baixos.

Lembrem-se: a resenha tem spoilers de Divergente e Insurgente. Estão avisados. Mas fiquem tranquilos, ela está livre de spoilers de Convergente.

“A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Portanto, diante da chance de explorar o mundo além dos limites que ela conhecia, Tris não hesita. Talvez, assim, ela e Tobias possam ter uma vida simples e nova juntos, livres de mentiras complicadas, lealdades suspeitas e memórias dolorosas. No entanto, a nova realidade de Tris torna-se ainda mais alarmante do que aquela deixada para trás. Antigas descobertas rapidamente perdem o sentido. Novas verdades explosivas transformam os corações daqueles que ela ama. Então, mais uma vez, Tris é obrigada a compreender as complexidades da natureza humana enquanto convergem sobre ela escolhas impossíveis que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.
Narrado sob uma emocionante perspectiva dupla, Convergente conclui de maneira poderosa a série que alcançou o primeiro lugar na lista de bestsellers do New York Times, na qual Veronica Roth revela os segredos do mundo distópico que cativou milhões de leitores com Divergente e Insurgente.” Fonte

Sinto-me como eu mesma, forte e fraca ao mesmo tempo, livre, pelo menos por um breve instante, para ser as duas coisas.




Resenha: Azul da cor do mar

Azul da cor do marACASO, DESTINO ou LOUCURA? No caso de Rafaela, pode ser tudo isso junto. Para alguém como ela, nada é impossível. Rafaela sonha desde a adolescência com o garoto que viu uma vez, perto do mar, carregando uma mochila xadrez… A idéia fixa não a impediu, porém, de ser uma menina alegre e muito decidida. Ela quer ser jornalista, e seu sonho está se concretizando: Rafaela Vilas Boas (um nome tão imponente para alguém tão desajeitado) conseguiu um estágio no melhor jornal de Minas Gerais. Mas, como estamos falando de Rafa, alguma coisa tinha que dar errado. O jornal é mesmo incrível, mas seu colega de trabalho, Bernardo, não é a pessoa mais simpática do Mundo. Em meio a reportagens arriscadas – e alguns tropeços -, Bernardo acaba percebendo, contra a sua vontade, que Rafaela leva jeito para a coisa… E que eles formam uma dupla de tirar o fôlego. Mas e a mochila? E o garoto, o envelope, as cartas? Um dia a estabanada Rafaela vai ter que se libertar dessa obsessão.

Bom, vocês já devem ter lido a minha resenha de Simplesmente Ana, da Marina Carvalho e por isso sabem que eu fiquei muito encantada com ele. Quando a Marina mostrou a capa e a sinopse do livro novo, eu quase saí pulando pela casa. Sabe quando você lê uma sinopse e sabe que vai gostar daquele livro? Foi exatamente assim que eu me senti. Sempre quando as meninas falavam sobre os lançamentos de fevereiro da Novo Conceito, eu só ficava repetindo em capslock: “MARINA CARVALHO MARINA CARVALHO MARINA CARVALHO”! Quando o livro chegou, eu o abracei e saí dançando pela casa. Sou maluca? Não sei. Mas juro que estou falando a verdade.

Azul da Cor do Mar é narrado pela Rafaela Vilas Boas, estudante de jornalismo, e que conseguiu um estágio simplesmente no melhor jornal de Minas Gerais. Tudo parecia um lindo sonho cor de rosa, até ela conhecer Bernardo, um dos jornalistas investigativos. Ele seria o seu supervisor do estágio e por isso ela teria que ser a sua sombra durante todos os momentos. Rafaela poderia aprender sobre todas as partes: desde o trabalho  na redação do jornal, fazendo anotações, até na rua, conseguindo a notícia. Mas desde quando Bernardo ficou  sabendo da informação, ele não foi uma pessoa muito simpática com ela (ou falando a verdade, ele chega a ser grosso). Mas Rafa não deixa nada barato e com isso os dois acabam batendo de frente… Inúmeras vezes.

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