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Resenha: Maria Bonita – Sexo, Violência e Mulheres no Cangaço

Você acha que sabe quem foi Maria Bonita? Sabia que ela só passou a ser conhecida por esse nome depois de sua morte?

Ficha técnica:

Nome: Maria Bonita – Sexo, Violência e Mulheres no Cangaço

Autora: Adriana Negreiros

Páginas: 296

Editora: Objetiva

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Sinopse: A mulher mais importante do cangaço brasileiro, que inspirou gerações de mulheres, ganha agora sua biografia mais completa e com uma perspectiva feminista. Embora a mitificação da imagem de Maria Bonita tenha escondido situações de constante violência, ela em nada diminui o caráter transgressor da Rainha do Sertão.

Desde os anos 1990, quando Vera Ferreira, filha do casal de cangaceiros mais famoso do Brasil, cravou como data de nascimento de sua mãe o 8 de março, Maria Bonita é celebrada no Dia Internacional da Mulher. Com o tempo, transformou-se em uma marca poderosa.

Enquanto a companheira de Lampião viveu, no entanto, essa personagem nunca existiu. A cangaceira que teve a cabeça decepada em 28 de julho de 1938 era simplesmente Maria de Déa: uma jovem de 28 anos que morreu sem jamais saber que, um dia, seria conhecida como Maria Bonita.

Nos anos em que viveu com Lampião e nos subsequentes à sua morte, despertou pouco interesse em pesquisadores ou jornalistas. E foi essa lacuna de informações sobre sua vida e a das outras jovens que viviam com o bando que contribuiu para que se criasse a fantasia de uma impetuosa guerreira, hábil amazona do sertão, uma Joana D’Arc da caatinga. Essa versão romântica e justiceira de Maria Bonita, rapidamente apropriada pela indústria cultural, tornou-se um produto de forte apelo comercial — e expandiu seus limites para além das fronteiras do sertão. Neste livro, Adriana Negreiros constrói a biografia mais completa até então daquela que é, sem dúvidas, a mulher mais importante do cangaço.

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Resenha: Extraordinárias – Mulheres que revolucionaram o Brasil

Ficha técnica:

Nome: Extraordinárias – Mulheres que revolucionaram o Brasil

Autoras: Duda Porto de Souza e Aryane Cararo

Páginas: 208

Editora: Seguinte

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Sinopse:

Dandara foi uma guerreira negra fundamental para o Quilombo dos Palmares. Bertha Lutz foi a maior representante do movimento sufragista no Brasil. Maria da Penha ficou paraplégica e por pouco não perdeu a vida, mas sua luta resultou na principal lei contra a violência doméstica do país. Essas e muitas outras brasileiras impactaram a nossa história e, indiretamente, a nossa vida, mas raramente aparecem nos livros. Este volume, resultado de uma extensa pesquisa, chega para trazer o reconhecimento que elas merecem. Aqui, você vai encontrar perfis de revolucionárias de etnias e regiões variadas, que viveram desde o século XVI até a atualidade, e conhecer os retratos de cada uma delas, feitos por artistas brasileiras. O que todas essas mulheres têm em comum? A força extraordinária para lutar por seus ideais e transformar o Brasil.

Extraordinárias – Mulheres que revolucionaram o Brasil é mais que um livro: é uma joia. Nele, estão reunidas várias histórias de vida de mulheres que tiveram a ousadia de serem extraordinárias em suas áreas neste país difícil que é o Brasil (e que era ainda mais difícil para várias delas). Cada página é um aprendizado novo – e um orgulho por ser conterrânea dessas mulheres.

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Resenha: A Pequena Caixa de Gwendy

Ficha técnica:

Nome: A Pequena Caixa de Gwendy

Autor: Stephen King

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 168

Editora: Suma

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Sinopse:

A pequena cidade de Castle Rock testemunhou alguns eventos estranhos ao longo dos anos, mas existe uma história que nunca foi contada… até agora.

Viaje de volta a Castle Rock nesta história eletrizante de Stephen King, o mestre do terror, e Richard Chizmar, autor premiado de A Long December. O universo misterioso e assustador dessa pacata cidadezinha do Maine já foi cenário de outros clássicos de King, como Cujo e A zona morta, e deu origem à série de TV da Hulu.

Há três caminhos para subir até Castle View a partir da cidade de Castle Rock: pela rodovia 117, pela Estrada Pleasant e pela Escada Suicida. Em todos os dias do verão de 1974, Gwendy Peterson, de doze anos, vai pela escada, que fica presa por parafusos de ferro fortes (ainda que enferrujados pelo tempo) e sobe em ziguezague pela encosta do penhasco.

Certo dia, um estranho a chama do alto: “Ei, garota. Vem aqui um pouco. A gente precisa conversar, você e eu”. Em um banco na sombra, perto do caminho de cascalho que leva da escada até o Parque Recreativo de Castle View, há um homem de calça jeans preta, casaco preto e uma camisa branca desabotoada no alto. Na cabeça tem um chapeuzinho preto arrumado.

Vai chegar um dia em que Gwendy terá pesadelos com isso.

A Pequena Caixa de Gwendy não é um livro como os outros do Stephen King. Falo isso como algo positivo, pois isso significa que o autor ainda é capaz de surpreender e de se reinventar, mesmo após tantos anos de estrada. Bem, para começar, nem é um livro só dele, mas em parceria com o autor Richard Chizmar (A Long December). E outra coisa bem diferente: é um livro curto, curtíssimo, para ler em uma sentada.

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Resenha: Com amor, Simon

Com Amor, SimonFicha técnica:

Nome: Com amor, Simon

Autor: Becky Albertalli

Tradutor: Winarski Regiane

Páginas: 272

Editora: Intrínseca

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Sinopse: Encantadora história de amor que questiona os padrões sociais chega aos cinemas em 22 de Março com nova capa e novo título, a apaixonante história de Simon que conquistou milhares de leitores com uma trama que trata com naturalidade e bom humor a afirmação e os dilemas de um adolescente gay.
Agora, a adaptação do romance chega às telas de cinema com Nick Robinson, de Jurassic World, no papel de Simon, e Katherine Langford, protagonista de 13 Reasons Why.

Simon Spier tem dezesseis anos e é gay, mas não conversa sobre isso com ninguém. Ele não vê problemas em sua orientação sexual, mas rejeita a ideia de ter que ficar dando explicação para as pessoas – afinal, por que só os gays têm que se apresentar ao mundo? Enquanto troca e-mails com um garoto misterioso que se identifica como Blue, Simon vai ter que enfrentar, além de suas dúvidas e inseguranças, uma chantagem inesperada. Fonte

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Resenha: Pequenos incêndios por toda parte

Nossa, estou devendo esta resenha pra vocês já faz um tempo. Este livro veio como uma cortesia promocional da Intrínseca e já li tem um tempinho. Só demorei pra resenhar. Mas eu realmente tinha que compartilhar minha opinião com vocês! Então, lá vai!

 Ficha técnica:

 Nome: Pequenos Incêndios por Toda Parte

 Autor: Celeste Ng

 Tradutor: Julia Sobral Campos

 Páginas: 412

 Editora: Intrínseca

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 Minha avaliação: 

 Sinopse: Um encontro entre duas famílias completamente diferentes vai afetar a vida de todos.

Em Shaker Heights tudo é planejado: da localização das escolas à cor usada na pintura das casas. E ninguém se identifica mais com esse espírito organizado do que Elena Richardson.

Mia Warren, uma artista solteira e enigmática, chega nessa bolha idílica com a filha adolescente e aluga uma casa que pertence aos Richardson. Em pouco tempo, as duas se tornam mais do que meras inquilinas: todos os quatro filhos da família Richardson se encantam com as novas moradoras de Shaker. Porém, Mia carrega um passado misterioso e um desprezo pelo status quo que ameaça desestruturar uma comunidade tão cuidadosamente ordenada.

Eleito nos Estados Unidos um dos melhores livros de 2017 por veículos como Entertainment Weekly, The Guardian e The Washington Post, Pequenos Incêndios Por Toda Parte explora o peso dos segredos, a natureza da arte e o perigo de acreditar que simplesmente seguir as regras vai evitar todos os desastres. Fonte

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