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Resenha: Daqui pra baixo

Ficha técnica:

Nome: Daqui pra baixo

Autor: Jason Reynolds

Tradutor: Ana Guadalupe

Páginas: 320

Editora: Intrínseca

Will perdeu o irmão para a violência. Agora, precisa enfrentar sua realidade e descobrir se a vingança é capaz de aplacar sua dor.

Aos 15 anos, Will conhece intimamente a violência. Ela está à espreita no dia a dia de seu bairro, nos avisos para que não volte tarde para casa, nos sussurros dos vizinhos sobre mais uma pessoa que foi morta. Dessa vez, os sussurros são sobre seu irmão mais velho. Shawn foi assassinado na rua onde a família mora.

Contado do ponto de vista de Will, Daqui pra Baixo é uma narrativa ágil que se passa em pouco mais de um minuto — o tempo que o elevador do prédio leva para chegar ao térreo. Esse é o tempo que Will tem para descobrir se vai seguir as regras de sua comunidade ou se é possível não perpetuar o ciclo de violência.

A regra número 1 é não chorar. A número 2, nunca dedurar alguém. A terceira, a crucial: se fazem algo com você ou com os seus, é preciso se vingar. A curta trajetória do elevador é ritmada pelas paradas em cada andar e por aqueles que aos poucos ocupam a cabine e os pensamentos de Will. Cada rosto tem uma história de vida e de morte. Will, em questão de segundos, vai definir a dele.

Originalmente escrito em prosa, depois em verso, Daqui Pra Baixo faz a emoção — a confusão, a revolta, o medo — de um garoto armado que sai para vingar o irmão crescer também no peito de quem lê. Um livro impossível de ignorar.

Eu recebi um exemplar digital desse livro logo após o assassinato de George Floyd, mas só consegui ler posteriormente. Achei interessante trazer essa resenha no dia de hoje, em que se celebra o Dia da Consciência Negra, pois as cenas se repetem – e não só uma vez, isso é realidade. Vivemos atualmente em uma cultura de ódio absurda, onde os negros ainda são humilhados, mortos, simplesmente por serem como são.

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Resenha: Coraline

Ficha técnica:

Nome: Coraline

Autor: Neil Gaiman

Ilustrações: Chris Riddell

Tradutor: Bruna Beber

Páginas: 224

Editora: Intrínseca

Certas portas não devem ser abertas. E Coraline descobre isso pouco tempo depois de chegar com os pais à sua nova casa, um apartamento em um casarão antigo ocupado por vizinhos excêntricos e envolto por uma névoa insistente, um mundo de estranhezas e magia, o tipo de universo que apenas Neil Gaiman pode criar.

Ao abrir uma porta misteriosa na sala de casa, a menina se depara com um lugar macabro e fascinante. Ali, naquele outro mundo, seus outros pais são criaturas muito pálidas, com botões negros no lugar dos olhos, sempre dispostos a lhe dar atenção, fazer suas comidas preferidas e mostrar os brinquedos mais divertidos. Coraline enfim se sente… em casa. Mas essa sensação logo desaparece, quando ela descobre que o lugar guarda mistérios e perigos, e a menina se dá conta de que voltar para sua verdadeira casa vai ser muito mais difícil ― e assustador ― do que imaginava. Fonte

Eu já tinha lido a edição antiga de Coraline, inclusive uma edição em inglês. Mas quando vi que a Intrínseca ia lançar essa edição MARAVILHOSA, eu resolvi solicitar para a editora. A edição em capa dura e ilustrações está muito caprichada!

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Por essas telas: Eternal Love (Ten Miles of Peach Blossoms)

 

Durante a quarentena eu achei que leria muito, mas muito mesmo! Ledo engano.

Para tentar aquietar minha ansiedade, procurei filmes e séries para me distrair. Apesar de já ter várias séries iniciadas e não concluídas, eu decidi dar uma chance a essa série, que na Netflix está intitulada como Eternal Love, mas pesquisando eu descobri que no Viki, canal de streaming para doramas, o nome é San Sheng San Shi Shi Li Tao Hua, mais conhecido como Three Lives Three Worlds – Ten Miles of Peach Blossoms.

Me surpreendi muito e lamentei que não tivesse assistido antes!

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Resenha: Uma Loucura e nada mais

Ficha técnica:

Nome: Uma Loucura e nada mais

Autor: Mary Balogh

Tradutor: Lúcia Brito

Páginas: 272

Editora: Arqueiro

Depois de sobreviver às guerras napoleônicas, Sir Benedict Harper está lutando para seguir em frente e retomar as rédeas de sua vida. O que ele nunca imaginou era que essa esperança viesse na forma de uma bela mulher, que também já teve sua parcela de sofrimento.

Após a morte do marido, Samantha McKay está à mercê dos sogros opressores, até que planeja uma fuga para o distante País de Gales para reivindicar uma casa que herdou. Como o cavalheiro que é, Ben insiste em acompanhá-la em sua jornada.

Ben deseja Samantha tanto quanto ela o deseja, mas tenta ser prudente. Afinal, o que uma alma ferida pode oferecer a uma mulher? Já Samantha está disposta a ir aonde o destino a levar, a deixar para trás o convívio com a alta sociedade e até mesmo a propriedade que é sua por direito, por esse belo e honrado soldado.

Mas será que, além de seu corpo, ela terá coragem de oferecer também seu coração ferido a ele? As respostas a todas as perguntas talvez estejam em um lugar improvável: nos braços um do outro.

Essa resenha NÃO contem spoilers dos livros anteriores, leia sem medo!

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Resenha: O Mar de Monstros

Como prometido, estou aqui com a continuação dessa série!

Ficha técnica:

Nome: O Mar de Monstros (Percy Jackson e os Olimpianos II)

Autor: Rick Riordan

Páginas: 304

Editora: Intrínseca

O Mar de Monstros é o segundo volume da série Percy Jackson e os olimpianos, best-seller do The New York Times. Nessa nova aventura, Percy e seus amigos estão em busca do Velocino de Ouro, único artefato mágico capaz de proteger da destruição seu lugar predileto e, até então, o mais seguro do mundo: o Acampamento Meio-Sangue. Com o envenenamento da árvore de Thalia por um inimigo misterioso, as fronteiras mágicas que protegem o Acampamento estão ameaçadas, e é preciso buscar o antídoto.

Assim, nossos heróis partem em uma arriscada e incrível viagem pelo Mar de Monstros, localizado nas coordenadas 30-31-75-12: uma referência ao Triângulo das Bermudas. Lá, enfrentam seres fantásticos e muitos perigos e situações inusitadas, que põem à prova seu heroísmo e sua herança – quando Percy irá questionar se ser filho de Poseidon é uma honra ou uma terrível maldição. Combinando fatos contemporâneos com mitologia, fantasia com erudição, O Mar de Monstros diverte, encanta e ensina pais e filhos.

Essa resenha pode conter pequenos spoilers de O Ladrão de Raios (mas acredito que não…).

Eu acabei relendo os livros e aí aconteceu a pandemia e a resenha não saiu! Então deixa eu colocar em dia aqui:

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