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Resenha: O oceano no fim do caminho

Quando esse livro foi lançado, eu acabei adquirindo para e-book para tentar ler logo após o lançamento. Aí aconteceram mil coisas e acabou que tive que adiar a leitura, mas inesperadamente eu resolvi lê-lo antes do fim do ano, tentando alcançar minha meta pessoal.

Eu devia era ter largado tudo antes e ter lido esse livro na época.

O_OCEANO_NO_FIM_DO_CAMINHOSinopse: Foi há quarenta anos, agora ele lembra muito bem. Quando os tempos ficaram difíceis e os pais decidiram que o quarto do alto da escada, que antes era dele, passaria a receber hóspedes. Ele só tinha sete anos. Um dos inquilinos foi o minerador de opala. O homem que certa noite roubou o carro da família e, ali dentro, parado num caminho deserto, cometeu suicídio. O homem cujo ato desesperado despertou forças que jamais deveriam ter sido perturbadas. Forças que não são deste mundo. Um horror primordial, sem controle, que foi libertado e passou a tomar os sonhos e a realidade das pessoas, inclusive os do menino.

Ele sabia que os adultos não conseguiriam — e não deveriam — compreender os eventos que se desdobravam tão perto de casa. Sua família, ingenuamente envolvida e usada na batalha, estava em perigo, e somente o menino era capaz de perceber isso. A responsabilidade inescapável de defender seus entes queridos fez com que ele recorresse à única salvação possível: as três mulheres que moravam no fim do caminho. O lugar onde ele viu seu primeiro oceano. Fonte

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Resenha: O Jantar

Aí eu li essa resenha bombástica e incrível no blog S2 Ler (sério, gente, é só a Mari indicar um livro que pimba, eu quero ler! Ela é ótima!) e fiquei roendo as unhas querendo ler O Jantar, do até então desconhecido autor (para mim), o holandês Herman Koch, lançado pela Editora Intrínseca esse ano. Minhas expectativas estavam altíssimas e dessa vez alegro-me em dizer: elas foram superadas. O livro ganhou 5 estrelas com louvor – na verdade ganharia 6, 7… 10! Thriller sensacional. ‘Bora lá entender porque esse livro me conquistou?

“Em uma noite de verão, dois casais se encontram em um restaurante elegante. Entre um gole e outro de vinho e o tilintar de talheres, a conversa mantém um tom gentil e educado, passando por assuntos triviais como o preço dos pratos, os aborrecimentos do trabalho, o próximo destino de férias. Mas as palavras vazias escondem um terrível conflito, e, a cada sorriso forçado e cada novo prato, o clima fica ainda mais tenso.

Um fenômeno best-seller internacional, um suspense sombrio, conto altamente controverso de suas famílias que lutam para tomar a decisão mais difícil de suas vidas no percorrer de uma refeição. (…) Assim como a civilidade e amizade desintegra-se cada casal mostra o quão longe eles estão dispostos a ir para proteger aqueles que ama. Uma escrita tensa e incrivelmente emocionante, contada por um narrador inesquecível, O Jantar promete ser o tema de inúmeros jantares. Espetando tudo, desde os valores dos pais, menus pretensiosos a convicções políticas, este romance revela o lado obscuro da gentil sociedade e pergunta o que cada um de nós faria em face de uma inimaginável tragédia.” Fonte

Era como se o prato vazio o desafiasse a tirar uma satisfação sobre ele, ir à cozinha aberta e exigir uma explicação. Você não ousaria!, dizia o prato, e ria da sua cara.




Resenha: A casa de Hades

Atenção: Essa resenha contém SPOILERS dos livros anteriores da série “Os heróis do Olimpo”!

a casa de hades“Hazel está diante de uma encruzilhada. As forças de Gaia estão decididas a impedi-los de avançar e alcançar seu objetivo: chegar à Casa de Hades, nas terras antigas, para resgatar Percy e Annabeth e fechar definitivamente as Portas da Morte, impedindo os monstros de retornarem ao mundo mortal. Ela e o que restou da tripulação do Argo II sabem o que precisa ser feito, mas todos os caminhos parecem levar ao fracasso de sua missão. Entretanto, eles precisam se decidir e agir rápido. O tempo está passando. A sanguinária Mãe Terra escolheu o dia primeiro de agosto para o seu despertar.
No Tártaro, Annabeth e Percy passam por grandes dificuldades. Famintos, com sede e feridos, mal conseguem andar pelo território sombrio e venenoso repleto de inimigos que espreitam na escuridão. Não há como descobrir onde ficam as Portas da Morte. E mesmo que soubessem sua localização, uma legião formada pelos monstros mais poderosos e fiéis a Gaia estará lá para guardá-las. Nesse momento, Annabeth e Percy não estão em condições de enfrentá-los em um combate.”

Dizem que é difícil fazer a resenha de um livro que nós não gostamos. Eu tenho que discordar. É muito mais difícil escrever uma resenha sobre um livro que é simplesmente um dos seus favoritos e que você tem vontade de abraçá-lo e sair dançando com ele. Porque nada que eu escrever aqui vai conseguir passar a montanha russa de emoções que foi ler A casa de Hades.

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Resenha: Como eu era antes de você

como eu era antes de vocêAos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.

Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento.

O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro. Como eu era antes de você é uma história de amor e uma história de família, mas acima de tudo é uma história sobre a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.

Como eu era antes de você, escrito por Jojo Moyes, não é um livro comum. Após terminar a leitura, eu não consegui pegar outro para ler, porque a história continuava comigo. São poucos livros que eu li até hoje que conseguiram tratar um assunto tão sério de uma forma tão singela e bonita.

E é por isso que eu não consegui fazer uma resenha convencional. Inspirada pelo nosso desafio na Maratona Literária, resolvi escrever uma carta para Will, um dos protagonistas dessa linda história.

Querido Will…




Resenha: A Sombra do Vento

É muito difícil falar de Carlos Ruiz Zafón. Após ler Marina, no começo do ano, fui completamente arrebatada pela escrita apaixonante do autor. A partir daí, Zafón ocupou um lugar diferenciado entre os escritores, na minha opinião. Falar dele, de um livro seu, é quase como profaná-lo. Seus livros são tão perfeitos que eu me sinto até mal de falar deles, mesmo que seja para reverenciá-los. Zafón é um clássico que ainda vive. Para vocês verem o tamanho da minha reverência, até pouco tempo eu hesitava em procurar sobre ele, encontrar seu rosto em fotos. Ele é quase inalcançável, assim como seu personagem também romancista em A Sombra do Vento, Júlian Carax. Esse livro é quase um ode aos livros. Sublime, complexo, tocante, A Sombra do Vento pode ser uma das melhores leituras da sua vida.

“A Sombra do Vento é uma narrativa de ritmo eletrizante, escrita em uma prosa ora poética, ora irônica. O enredo mistura gêneros como o romance de aventuras de Alexandre Dumas, a novela gótica de Edgar Allan Poe e os folhetins amorosos de Victor Hugo. Ambientado na Barcelona franquista da primeira metade do século XX, entre os últimos raios de luz do modernismo e as trevas do pós-guerra, o romance de Zafón é uma obra sedutora, comovente e impossível de largar. Além de ser uma grandiosa homenagem ao poder místico dos livros, é um verdadeiro triunfo da arte de contar histórias. Tudo começa em Barcelona, em 1945. Daniel Sempere está completando 11 anos. Ao ver o filho triste por não conseguir mais se lembrar do rosto da mãe já morta, seu pai lhe dá um presente inesquecível: em uma madrugada fantasmagórica, leva-o a um misterioso lugar no coração do centro histórico da cidade, o Cemitério dos Livros Esquecidos. O lugar, conhecido de poucos barceloneses, é uma biblioteca secreta e labiríntica que funciona como depósito para obras abandonadas pelo mundo, à espera de que alguém as descubra. É lá que Daniel encontra um exemplar de “A Sombra do Vento”, do também barcelonês Julián Carax. O livro desperta no jovem e sensível Daniel um enorme fascínio por aquele autor desconhecido e sua obra, que ele descobre ser vasta. Obcecado, Daniel começa então uma busca pelos outros livros de Carax e, para sua surpresa, descobre que alguém vem queimando sistematicamente todos os exemplares de todos os livros que o autor já escreveu. Na verdade, o exemplar que Daniel tem em mãos pode ser o último existente. E ele logo irá entender que, se não descobrir a verdade sobre Julián Carax, ele e aqueles que ama poderão ter um destino terrível.” Fonte

Os livros são espelhos: neles só se vê o que possuímos dentro.

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