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Narrativas no Por Essas Páginas: A Vida Secreta das Abelhas

“Nova edição de um dos livros de maior sucesso dos últimos anos, um clássico instantâneo que já foi adaptado para o cinema. Tendo como pano de fundo os anos 1960, A vida secreta das abelhasé uma história marcante sobre o poder feminino e o poder do amor. A adolescência de Lily Owens tem sido complicada. Ela não se lembra da morte da mãe, há mais de dez anos, e sua relação com o pai é mais que difícil. Em 1964, quando completa catorze anos, ela decide fugir junto com sua babá Rosaleen. Lily sai a caminho de Tiburon, a cidade que parece esconder alguma resposta sobre a vida de sua mãe. Chegando lá, ela e Rosaleen são acolhidas por três irmãs. Aos poucos, Lily descobre um mundo mágico de abelhas, mel e da Madona Negra. Com a ajuda das irmãs Boatwright —August, May e June —, Lily tenta desvendar sua história. Será que ela conseguirá enfrentar os demônios de seu passado e se tornar uma jovem independente?”

vida

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Resenha: Centelha

Demorei um tempão entre terminar de ler Centelha e escrever essa resenha. Por quê? Porque o livro é tão bom, tão incrível, tão estupendamente sensacional, que fiquei com ressaca. Ressaca de resenha, ressaca literária. Verdade! Fiquei uma semana sem ler, essa não sou eu! É daquelas histórias que você fica pensando por dias e não quer se separar dos personagens de jeito nenhum. A exemplo de Brilho (resenha aqui), primeiro volume da trilogia, Centelha figura como um dos favoritos na minha estante. Mas isso não quer dizer que tudo são flores nessa sequência…

Atenção: essa resenha pode e terá spoilers do primeiro volume da trilogia, Brilho. Leia a resenha aqui.

“Depois de Brilho, a saga nas estrelas continua… Após uma fuga desesperada da nave inimiga, Waverly e as outras meninas sequestradas conseguiram voltar para a Empyrean. Mas o clima por ali não poderia estar pior. Kieran, o menino gentil e sonhador que Waverly amava, assumiu o posto de capitão e passou a agir como um tirano de sangue-frio, deixando a Empyrean sob uma tensão sinistra. Seth Ardvale, líder brilhante e arqui-inimigo de Kieran, foi trancafiado na prisão, sem julgamento. As crianças prodígios que mantêm a nave funcionando estão revoltadas com o autoritarismo do líder. Para completar, uma explosão faz soar o alarme de mais uma ameaça. Eles não estão sozinhos. A tripulação aterrorizada terá que lidar com um inimigo pior do que a New Horizon, ou o delírio de Kieran. Seth descobre um passageiro clandestino na nave, que se move silenciosamente, deixando rastros de sangue por onde passa. O criminoso quer vingança. E só Waverly é a chave para entender seu ódio e impedir que ele detone sua bomba-relógio.” Fonte

Nem todas as pessoas religiosas são como aquela mulher, Waverly.




Resenha: a cor do leite

Forte e sensível, belo e visceral, feminista e humano. Esses são apenas alguns dos muitos adjetivos de a cor do leite (sim, em minúsculas), de Nell Leyshon e da Editora Bertrand Brasil. Quando recebi esse livro como uma cortesia da nossa parceria com o Grupo Editorial Record, apesar de ter considerado a capa belíssima (aveludada, deliciosa de tocar) e a sinopse instigante, acabei deixando-o para depois, devido às leituras de parceria. Grande erro: a cor do leite é um livro para ser lido imediatamente, com urgência, e acabou se tornando um dos meus favoritos na estante.

“em 1831, uma menina de 15 anos decide escrever a própria história. mary tem a língua afiada, cabelos da cor do leite, tão brancos quanto sua pele, e leva uma vida dura, trabalhando com suas três irmãs na fazenda da família. seu pai é um homem severo, que se importa apenas com o lucro das plantações. contudo, quando é enviada, contra a sua vontade, ao presbitério para cuidar da esposa do pastor, mary comprovará que a vida podia ainda ser pior. sem o direito de tomar as decisões sobre sua vida, mary tem urgência em narrar a verdade sobre sua história, mas o tempo é escasso e tudo que lhe importa é que o leitor saiba os motivos de suas atitudes. a cor do leite apresenta a narrativa desesperada de uma menina ingênua e desesperançosa, mas extremamente perspicaz e prática. escrito em primeira pessoa e todo em letras minúsculas, o texto possui estrutura típica de quem ainda não tem o pleno controle da linguagem. a jovem narradora intercala a história com suas opiniões, considerados por alguns críticos os trechos mais angustiantes da obra.” Fonte

eu não sabia. sabia que tinha sonhos mas não sabia quais.




Resenha : O casamento

Fiquei um pouco receoso ao começar este livro, por se tratar de Nicholas Sparks. Já havia lido Um Homem de Sorte e Querido John e nenhum dos dois me impressionou, mas como o Dia dos Namorados estava aí e o romance estava no ar, pensei, porque não?

O casamento é um daqueles livros que vem devagar, sem muita pompa, mas que impressiona e cativa muito. Posso dizer com carinho que este foi um dos melhores livros que li este ano, e o melhor romance até agora. São tantas coisas boas que fica até difícil fazer uma resenha.

“Após quase 30 anos de casamento, Wilson Lewis é obrigado a encarar uma dolorosa verdade: sua esposa, Jane, parece ter deixado de amá-lo, e ele é o único culpado disso. Viciado em trabalho, Wilson costumava passar mais tempo no escritório do que com a família. Além disso, nunca conseguiu ser romântico como o sogro era com a própria mulher. A história de amor dos pais de Jane, contada em Diário de uma paixão, sempre foi um exemplo para os filhos de como um casamento deveria ser. Diante da incapacidade do marido de expressar suas emoções, Jane começa a duvidar de que tenha feito a escolha certa ao se casar com ele. Wilson, porém, sente que seu amor pela esposa só cresceu ao longo dos anos. Agora que seu relacionamento está ameaçado, ele vai fazer o que for necessário para se tornar o homem que Jane sempre desejou que ele fosse. Em O Casamento, Nicholas Sparks faz os leitores relembrarem a alegria de se apaixonar e o desafio de se manterem apaixonados. ” (Fonte: Skoob)

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Resenha: Fique onde está e então corra

John Boyne se tornou um dos meus autores favoritos (ainda vou fazer um Meu Autor de Cabeceira dele, logo, logo) desde que li O Ladrão do Tempo. Desde então, sempre que a Companhia das Letras ou a Seguinte lançam algo dele… eu já fico doida. A Lany que o diga: há várias conversas no Facebook onde eu digo “JohnBoyneJohnBoyneJohnBoyne”. Enfim, foi por isso que quis ler Fique onde está e então corra, último lançamento dele pela Seguinte. E, maravilhoso que é, Boyne não me decepcionou: sensível, emocionante, inspirador, honesto, fiel. Eu poderia dar um milhão de adjetivos para esse livro. Senta que lá vem resenha apaixonada mais uma vez.

“Em meio às tragédias da Primeira Guerra Mundial, o amor é a única arma de um garoto para curar seu pai. Alfie Summerfield nunca se esqueceu de seu aniversário de cinco anos. Quase nenhum amigo dele pôde ir à festa, e os adultos pareciam preocupados — enquanto alguns tentavam se convencer de que tudo estaria resolvido antes do Natal, sua avó não parava de repetir que eles estavam todos perdidos. Alfie ainda não entendia direito o que estava acontecendo, mas a Primeira Guerra Mundial tinha acabado de começar. Seu pai logo se alistou para o combate, e depois de quatro longos anos Alfie já não recebia mais notícias de seu paradeiro. Até que um dia o garoto descobre uma pista indicando que talvez o pai estivesse mais perto do que ele imaginava. Determinado, Alfie mobilizará todas suas forças para trazê-lo de volta para casa.” Fonte

Pela melhor razão do mundo – ele explicou. – Por amor.

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