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Resenha: As Vantagens de Ser Invisível

“Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe – a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela. Íntimo, hilariante, às vezes devastador, As Vantagens de ser Invisível nos mostra um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.” Fonte

A primeira coisa que me chamou a atenção em As Vantagens de Ser Invisível (The Perks of Being a Wallflower em inglês) foi o título. Wallflower se trata de alguém que é um tanto quanto solitário, um pouco tímido, que ninguém realmente conhece mas que se derem uma chance, verão que se trata de uma pessoa muito interessante. Esse é Charlie, nome que o personagem principal adotou para se corresponder com seu amigo anônimo. Aliás, trata-se de um romance epistolar – ou seja, a história é completamente desenvolvida através das cartas escritas por Charlie.

And in that moment, I swear we were infinite




Resenha: Anna e o Beijo Francês

“Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto -que tem namorada.Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?”- Fonte

Anna e o Beijo Francês é um daqueles livros pelos quais você não dá nada ao vê-lo na livraria. Diversas vezes passei por ele  e o ignorei solenemente, pensando que fosse mais um daqueles livros bobinhos – e talvez ele seja, para muitas pessoas. Até que John Green o recomendou em um de seus vídeos, dizendo que leu muito rápido e que era muito bom. Meus preconceitos com relação ao título e à capa do livro desapareceram, porque se você não pode confiar em John Green para indicação de bons livros YA, você não pode confiar em ninguém.  Então foi sabendo que apesar de meus receios, Anna e o Beijo Francês seria uma leitura agradável, que eu finalmente o peguei na livraria e comecei a ler.

Effing St. Clair.




Resenha: Apocalipse Z – O princípio do fim

As vezes a gente paga pela língua, né?  Tipo eu, que sempre dizia que zumbi era bicho que não se ajudava. Por mais que o filme/livro se esforçasse, a coisa nunca era deveras convincente. Stephen King até foi razoavelmente bem sucedido com Celular, mas ainda assim…

Até que, do ano passado pra cá, apareceram duas agradáveis surpresas dentro do tema: a série The walking dead (inspirada em uma série de quadrinhos, pelo que fiquei sabendo) e os livros de Manel Loureiro, Apocalipse Z.

Continue lendo…




Resenha: Artemis Fowl (série)

Artemis Fowl é um adolescente gênio de 12 anos. Mas, ele não é muito inocente… talvez até seja por ainda acreditar em fadas e duendes. Até seqüestrar um ser mágico e pedir ouro como resgate.

Ficha Técnica
Título: Artemis Fowl – O Menino Prodígio do Crime
Autor: Eoin Colfer
Editora: Record
Páginas: 288
Onde Comprar: Livraria Cultura
Classificação:
As crianças de hoje em dia…




Resenha: Will Grayson, Will Grayson

Depois de me deliciar com Quem é Você, Alasca? (leia a resenha aqui), essa semana resolvi ler meu segundo livro do maravilhoso John Green. Will Grayson, Will Grayson foi escrito por Green e David Levithan e lançado em Abril de 2010 nos Estados Unidos.

Em uma noite fria, no lugar mais improvável de Chicago, dois adolescentes – ambos chamados Will Grayson – estão prestes a se encontrar. À medida que seus mundos se chocam e se entrelaçam, os Will Graysons vêem suas vidas indo em direções novas e inesperadas, levando à encontros românticos e à produção épica do musical adolescente mais fabuloso do mundo. [Fonte]

Após terminar de ler Will Grayson, Will Grayson eu não sabia se ria, chorava ou se subia na mesa e começava a cantar alguma música de Wicked ou Grease. Porque foi assim que me senti durante toda a leitura desse livro. Os Will Graysons dessa história não têm muita coisa em comum: eles dividem o nome e a tentativa de saber quem eles realmente são, e não é isso que ser adolescente significa? Tentar descobrir-se, entender o mundo, entender a si mesmo?

Being friends, that’s just something you are.

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