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Resenha: Just Listen

A autora Sarah Dessen ainda não é muito conhecida aqui no Brasil. Somente três dos seus romances foram traduzidos: O que aconteceu com o adeus, Just Listen e A caminho do Verão.  Como eu falei em um dos Top Ten Tuesday, essa autora foi muito citada na minha timeline no twitter.  Como eu amo romances young adult, acabei ficando curiosa! O bom de ler em inglês é que eu tive a opção de escolher entre todos os seus dez livros. Entrei no site da autora, li as sinopses e escolhi aquele que mais me chamou atenção: Just Listen!

Annabel Green começou o ano letivo sendo ignorada pela maioria dos alunos de sua escola por um motivo: ela foi flagrada com o namorado da sua melhor amiga em uma festa. Sem ninguém para conversar, ela acaba conhecendo Owen. Ele simplesmente é apaixonado pela música e tem um programa de rádio semanal. Logo os dois acabam descobrindo que eles possuem uma característica muito diferente: Owen é determinado a sempre contar a verdade. Enquanto Annabel… Bem, o que verdadeiramente aconteceu naquela noite é segredo e ela não contou para ninguém…

Don’t think or judge. Just listen!




Resenha: O Castelo Animado

Recentemente eu falei da autora Diana Wynne Jones e suas obras e hoje eu quero falar sobre o livro que me fez descobrir essa autora e me encantou muito.

Sinopse: A jovem Sophie é surpreendida pela perversa Bruxa das Terras Desoladas enquanto trabalha, entediada, na chapelaria da família. Por motivos que ela desconhece, a Bruxa, a transforma numa velha de 90 anos, e Sophie não vê outra saída senão fugir para evitar a dor de não ser reconhecida por suas irmãs. Vagando sem rumo, a “jovem senhora” acaba na porta dos fundos do castelo do terrível Mago Howl, conhecido por devorar o coração das moças do povoado. (Fonte)

Sophie Hatter é a irmã mais velha de três irmãs e não vê perspectiva para seu futuro (ela acredita que os filhos mais velhos são destinados ao fracasso), por isso, resignada, ela cuida do destino de suas duas irmãs mais novas, a linda Lettie e a esperta Martha. Quando seu pai morre, sua madrasta Fanny encaminha as duas garotas mais novas para tutores, para que aprendam uma profissão, enquanto Sophie permaneceria como sua assistente na chapelaria.

A vida de Sophie começava a ficar tediosa e ela se sentia explorada em seu serviço. Até que um dia, a Bruxa das Terras Desoladas aparece e lança uma maldição em Sophie que a transforma em uma velha de 90 anos. A maldição também impede que Sophie fale sobre ela e então ela decide sair de casa sem destino.

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Resenha: A cidade do sol

“Mariam tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rashid, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Laila tem 14 anos. É filha de um professor que sempre lhe diz: “Você pode ser tudo o que quiser.” Ela vai à escola todos os dias, é considerada uma das melhores alunas do colégio e sempre soube que seu destino era muito maior do que casar e ter filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Confrontadas pela história, o que parecia impossível acontece: Mariam e Laila se encontram, absolutamente sós. E a partir desse momento, embora a história continue a decidir os destinos, uma outra história começa a ser contada, aquela que ensina que todos nós fazemos parte do “todo humano”, somos iguais na diferença, com nossos pensamentos, sentimentos e mistérios.” Fonte.

Quando peguei esse livro para ler, ano passado, emprestado por uma amiga, nem sabia do que se tratava, apenas que o autor era o mesmo de “O Caçador de Pipas”, que era famoso, mas eu também não tinha lido. Minha amiga apenas disse que era lindo e tocante, e que eu iria gostar. Mal sabia que além de gostar, lembraria para sempre desse livro.

“De todas as dificuldades que uma pessoa tem de enfrentar, a mais sofrida é, sem dúvida, o simples ato de esperar.”




Resenha: A Abadia de Northanger

Olá! Eu sei que prometi a resenha há muito tempo (ai que vergonha…), mas foram muitas coisas ao mesmo tempo por aqui, então só consegui colocar no ar o meme da Mari (falta o da Jeh! :D) e o Top Ten Tuesday.

Enfim, recebi esse livro da Martin Claret, nossa parceira aqui do blog e finalmente poderei falar sobre ele.

Sinospse:  ‘Abadia de Northanger’ conta a história da adorável Catherine Morland, jovem fascinada por romances góticos e possuidora de vívida imaginação. Em meio aos passeios e bailes da sofisticada sociedade de Bath (onde se depara com coqueteria, insinceridade, vaidades e intrigas) e à estada na Abadia de Northanger (onde se depara com os perigos de se deixar arrebatar pela imaginação), esta ingênua e íntegra heroína encontra o amor, bem como passa a conhecer melhor a natureza humana. (Fonte)

 De fato este é o livro mais divertido de Jane Austen. Aliás, este foi o primeiro livro de sua autoria entregue para publicação, mas só publicado treze anos depois, postumamente. No início do livro, há uma nota da autora falando sobre isso. Sinceramente, concordo com Miss Austen… Como um livreiro compra um livro que não tem intenção de publicar? Bem estranho, mas enfim…

A história na verdade é uma sátira aos romances góticos que eram muito famosos na época (pelo menos na época em que Austen o escreveu, segundo ela. rs) . Sinceramente não conheço nenhuma das obras citadas do livro, destacando “Os mistérios de Udolpho”, de Ann Radcliffe.

O que eu gostei muito desse livro foi o modo como Jane Austen o narrou. Parecia que era uma conversa informal com amigas, em um chá. Esse tipo de narrativa já me deixa mais à vontade na leitura e geralmente isso acontece quando a narrativa é em primeira pessoa, mas mesmo sendo em terceira pessoa, a história me cativou logo de cara.

Ninguém que tivesse visto Catherine Morland quando criança teria imaginado que ela nascera para ser heroína.




Resenha: A Culpa é das Estrelas

Quando fiz a resenha de Mockingjay – quase um ano após tê-lo lido – eu disse que era muito difícil falar sobre as obras pelas quais nós caímos de amores. Quatro meses depois, aqui estou eu novamente para provar a teoria. Desde que terminei de ler The Fault in Our Stars (A Culpa é das Estrelas, no Brasil) eu tenho essa página aberta, tentando encontrar as palavras certas, escrevendo parágrafo atrás de parágrafo somente para apagá-los logo em seguida. Hoje, folheando meu livro e observando as frases que marquei com post-its enquanto o lia, eu finalmente me convenci de que nunca serei capaz de fazer uma resenha à altura de The Fault in Our Stars: ele é um livro que você tem que ler e viver e sentir, guardar tudo dentro de você e depois explodir, insistindo para que todos os seus amigos leiam, mas sem nunca conseguir explicar exatamente o motivo pelo qual isso é tão importante. Simplesmente é.

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