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Resenha: Belas Adormecidas

Uma parceria inédita entre pai e filho: dois Kings escrevendo um único livro. Apesar de isso ser bem interessante, não foi por isso que escolhi ler Belas Adormecidas (mas claro que foi um item que contribuiu); mas foi a premissa interessante da obra que me atraiu. Como seria um mundo completamente masculino, no qual todas as mulheres adormeceram? Seria tão diferente assim (afinal, nós ainda vivemos em um mundo masculino, no qual as mulheres precisam lutar dia após dia para conquistarem seu espaço)? King e King imaginaram um cenário apocalíptico e perturbador, em uma leitura que angustia e nos faz refletir.

“Pelo mundo todo, algo de estranho começa a acontecer quando as mulheres adormecem: elas são imediatamente envoltas em casulos. Se despertadas, se o casulo é rasgado e os corpos expostos, as mulheres se tornam bestiais, reagindo com fúria cega antes de voltar a dormir. Em poucos dias, quase cem por cento da população mundial feminina pegou no sono. Sozinhos e desesperados, os homens se dividem entre os que fariam de tudo para proteger as mulheres adormecidas e aqueles que querem aproveitar a crise para instaurar o caos. Grupos de homens formam as “Brigadas do Maçarico”,incendeiam em massa casulos, e em diversas partes do mundo guerras parecem prestes a eclodir. Mas na pequena cidade de Dooling as autoridades locais precisam lidar com o único caso de imunidade à doença do sono: Evie Black, uma mulher misteriosa com poderes inexplicáveis. Escrito por Stephen King e Owen King, Belas Adormecidas é um livro provocativo, dramático e corajoso, que aborda temas cada vez mais urgentes e relevantes.” Fonte

Esse instinto, o de duvidar do que as mulheres dizem, ele sempre existe. O de procurar um motivo para não acreditar na palavra delas. Os homens fazem isso… mas nós também fazemos.




Resenha: Tudo Junto e Misturado

Tudo Junto e MisturadoSasha e Ray sempre passam o verão na velha casa de férias da família. Desde pequenos, os dois dividiram muitas coisas — leram os mesmos livros, correram pela mesma praia, comeram pêssegos colhidos na mesma fazenda, tomaram café da manhã sentados à mesma mesa. Até dormiram na mesma cama, mas nunca ao mesmo tempo. Afinal, eles jamais se encontraram. O pai de Sasha um dia foi casado com a mãe de Ray, e juntos tiveram três filhas: Emma, Quinn e Mattie. Mas o casamento acabou, deixando para trás apenas rancor e ressentimentos. Os dois casaram de novo e formaram novas famílias, mas nenhuma delas pretende desistir da casa de praia, muito menos compartilhá-la. Até este verão. As vidas de Sasha e Ray estão prestes a se cruzar — e, com tudo junto e misturado, as famílias vão mudar para sempre. Fonte

Essa é minha primeira experiência com a autora Ann Brashares. Inclusive, nem sabia que ela era a autora de A Irmandada das Calças Viajantes, que é um grande sucesso. Simplesmente peguei o livro porque o título e a sinopse me chamaram a atenção, mas não esperava pelo que encontrei.

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Resenha: Não Me Abandone Jamais

Kathy, Tommy e Ruth são clones criados para doar órgãos. Tendo esse cenário de ficção científica por pano de fundo, e o triângulo amoroso como gancho, Kazuo Ishiguro fala de perda, de solidão e da sensação que às vezes temos de já ser “tarde demais”. Finalista do Man Booker Prize 2005.

Kathy H. tem 31 anos e está prestes a encerrar sua carreira de “cuidadora”. Enquanto isso, ela relembra o tempo que passou em Hailsham, um internato inglês que dá grande ênfase às atividades artísticas e conta, entre várias outras amenidades, com bosques, um lago povoado de marrecos, uma horta e gramados impecavelmente aparados. No entanto esse internato idílico esconde uma terrível verdade: todos os “alunos” de Hailsham são clones, produzidos com a única finalidade de servir de peças de reposição.

Assim que atingirem a idade adulta, e depois de cumprido um período como cuidadores, todos terão o mesmo destino – doar seus órgãos até “concluir”. Embora à primeira vista pareça pertencer ao terreno da ficção científica, o livro de Ishiguro lança mão desses “doadores”, em tudo e por tudo idênticos a nós, para falar da existência. Pela voz ingênua e contida de Kathy, somos conduzidos até o terreno pantanoso da solidão e da desilusão onde, vez por outra, nos sentimos prestes a atolar. (Fonte)

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Resenha: As Fúrias Invisíveis do Coração

John Boyne é aquele tipo de autor brilhante, do qual eu leria até sua lista de compras, mas que infelizmente às vezes passa batido da maioria dos leitores. Seu mais prestigiado romance, que inclusive foi adaptado para o cinema, foi O menino do pijama listrado, porém – ao menos na minha opinião – não é, nem de longe, o melhor livro dele, apesar de ser muito bom. É em livros como As Fúrias Invisíveis do Coração que realmente o leitor se depara com o ápice do talento do escritor, em uma obra madura, sincera e visceral.

“Cyril Avery não é um Avery de verdade ou, pelo menos, é o que seus pais adotivos lhe dizem. E ele nunca será. Mas se não é um Avery, então quem é ele? Nascido nos anos 1940, filho de uma jovem solteira expulsa de sua comunidade e criado por uma família rica irlandesa, Cyril passará a vida inteira à mercê da sorte e da coincidência, tentando descobrir de onde veio — e, ao longo de muitos anos, lutará para encontrar uma identidade, uma casa, um país e muito mais. Além das incertezas de sua origem, ele tem de enfrentar outro dilema: é gay numa sociedade que não admite sua orientação sexual. Autor do best-seller O menino do pijama listrado, John Boyne nos apresenta à sua maior empreitada literária até então, construindo uma saga arrebatadora sobre aceitar-se e ser aceito num mundo que pode ser cruelmente hostil. Uma leitura necessária para os dias de hoje, que reitera o poder do amor, da esperança e da tolerância.” Fonte

Então se virou e sorriu de um modo que dizia que não havia ninguém no mundo que ele quisesse ver mais do que a mim.




Resenha: Por trás de seus olhos

Um cara maravilhoso, e casado, uma esposa sociopata, e uma amante. Não peraí… Um marido opressor e uma esposa oprimida, e uma amiga que quer ajudá-la. Não peraí… um triângulo amoroso no qual quem está envolvido com as outras duas partes não é o marido, mas a amante/amiga. Cara… que nó!!!

Não confie neste livro. Não confie nestas pessoas. Não confie em você.

Louise é mãe solteira, trabalha como secretária e está presa à rotina da vida moderna: ir para o escritório, cuidar da casa, do filho e tentar descansar no tempo livre. Em uma rara saída à noite, ela conhece um homem no bar e se deixa envolver. Embora ele se vá logo depois de um beijo, Louise fica muito animada por ter encontrado alguém.
Ela só não esperava que seu novo e casadíssimo chefe seria o homem do bar. Apesar de ele fazer questão de logo esclarecer que o beijo foi um equívoco, em pouco tempo os dois passam a ter um caso. Em uma terrível sequência de erros, Louise acaba ficando amiga da esposa do amante. E, se você acha que sabe para onde esta história vai, pense de novo, porque Por trás de seus olhos não se parece com nenhum livro que já tenha passado por suas mãos. À medida que é arrastada para a história do casal, Louise acaba com mais perguntas que respostas e a única coisa certa é que algo naquele casamento está muito, muito errado.
Em Por trás de seus olhos, best-seller do Sunday Times e do The New York Times, Sarah Pinborough não só reinventa o tradicional triângulo amoroso, como o vira do avesso e de ponta-cabeça, numa trama “com tantos jogos mentais que você vai começar a se perguntar se esse triângulo tem mesmo três lados”, como destaca Josh Malerman, autor de Caixa de pássaros. (Fonte)

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