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Resenha: O Castelo Animado

Recentemente eu falei da autora Diana Wynne Jones e suas obras e hoje eu quero falar sobre o livro que me fez descobrir essa autora e me encantou muito.

Sinopse: A jovem Sophie é surpreendida pela perversa Bruxa das Terras Desoladas enquanto trabalha, entediada, na chapelaria da família. Por motivos que ela desconhece, a Bruxa, a transforma numa velha de 90 anos, e Sophie não vê outra saída senão fugir para evitar a dor de não ser reconhecida por suas irmãs. Vagando sem rumo, a “jovem senhora” acaba na porta dos fundos do castelo do terrível Mago Howl, conhecido por devorar o coração das moças do povoado. (Fonte)

Sophie Hatter é a irmã mais velha de três irmãs e não vê perspectiva para seu futuro (ela acredita que os filhos mais velhos são destinados ao fracasso), por isso, resignada, ela cuida do destino de suas duas irmãs mais novas, a linda Lettie e a esperta Martha. Quando seu pai morre, sua madrasta Fanny encaminha as duas garotas mais novas para tutores, para que aprendam uma profissão, enquanto Sophie permaneceria como sua assistente na chapelaria.

A vida de Sophie começava a ficar tediosa e ela se sentia explorada em seu serviço. Até que um dia, a Bruxa das Terras Desoladas aparece e lança uma maldição em Sophie que a transforma em uma velha de 90 anos. A maldição também impede que Sophie fale sobre ela e então ela decide sair de casa sem destino.

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Resenha: A cidade do sol

“Mariam tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rashid, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Laila tem 14 anos. É filha de um professor que sempre lhe diz: “Você pode ser tudo o que quiser.” Ela vai à escola todos os dias, é considerada uma das melhores alunas do colégio e sempre soube que seu destino era muito maior do que casar e ter filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Confrontadas pela história, o que parecia impossível acontece: Mariam e Laila se encontram, absolutamente sós. E a partir desse momento, embora a história continue a decidir os destinos, uma outra história começa a ser contada, aquela que ensina que todos nós fazemos parte do “todo humano”, somos iguais na diferença, com nossos pensamentos, sentimentos e mistérios.” Fonte.

Quando peguei esse livro para ler, ano passado, emprestado por uma amiga, nem sabia do que se tratava, apenas que o autor era o mesmo de “O Caçador de Pipas”, que era famoso, mas eu também não tinha lido. Minha amiga apenas disse que era lindo e tocante, e que eu iria gostar. Mal sabia que além de gostar, lembraria para sempre desse livro.

“De todas as dificuldades que uma pessoa tem de enfrentar, a mais sofrida é, sem dúvida, o simples ato de esperar.”




Resenha: A Abadia de Northanger

Olá! Eu sei que prometi a resenha há muito tempo (ai que vergonha…), mas foram muitas coisas ao mesmo tempo por aqui, então só consegui colocar no ar o meme da Mari (falta o da Jeh! :D) e o Top Ten Tuesday.

Enfim, recebi esse livro da Martin Claret, nossa parceira aqui do blog e finalmente poderei falar sobre ele.

Sinospse:  ‘Abadia de Northanger’ conta a história da adorável Catherine Morland, jovem fascinada por romances góticos e possuidora de vívida imaginação. Em meio aos passeios e bailes da sofisticada sociedade de Bath (onde se depara com coqueteria, insinceridade, vaidades e intrigas) e à estada na Abadia de Northanger (onde se depara com os perigos de se deixar arrebatar pela imaginação), esta ingênua e íntegra heroína encontra o amor, bem como passa a conhecer melhor a natureza humana. (Fonte)

 De fato este é o livro mais divertido de Jane Austen. Aliás, este foi o primeiro livro de sua autoria entregue para publicação, mas só publicado treze anos depois, postumamente. No início do livro, há uma nota da autora falando sobre isso. Sinceramente, concordo com Miss Austen… Como um livreiro compra um livro que não tem intenção de publicar? Bem estranho, mas enfim…

A história na verdade é uma sátira aos romances góticos que eram muito famosos na época (pelo menos na época em que Austen o escreveu, segundo ela. rs) . Sinceramente não conheço nenhuma das obras citadas do livro, destacando “Os mistérios de Udolpho”, de Ann Radcliffe.

O que eu gostei muito desse livro foi o modo como Jane Austen o narrou. Parecia que era uma conversa informal com amigas, em um chá. Esse tipo de narrativa já me deixa mais à vontade na leitura e geralmente isso acontece quando a narrativa é em primeira pessoa, mas mesmo sendo em terceira pessoa, a história me cativou logo de cara.

Ninguém que tivesse visto Catherine Morland quando criança teria imaginado que ela nascera para ser heroína.




Resenha: A Culpa é das Estrelas

Quando fiz a resenha de Mockingjay – quase um ano após tê-lo lido – eu disse que era muito difícil falar sobre as obras pelas quais nós caímos de amores. Quatro meses depois, aqui estou eu novamente para provar a teoria. Desde que terminei de ler The Fault in Our Stars (A Culpa é das Estrelas, no Brasil) eu tenho essa página aberta, tentando encontrar as palavras certas, escrevendo parágrafo atrás de parágrafo somente para apagá-los logo em seguida. Hoje, folheando meu livro e observando as frases que marquei com post-its enquanto o lia, eu finalmente me convenci de que nunca serei capaz de fazer uma resenha à altura de The Fault in Our Stars: ele é um livro que você tem que ler e viver e sentir, guardar tudo dentro de você e depois explodir, insistindo para que todos os seus amigos leiam, mas sem nunca conseguir explicar exatamente o motivo pelo qual isso é tão importante. Simplesmente é.




Resenha: O Circo da Noite

“O circo chega sem aviso. Nenhum anúncio o precede. Ele simplesmente está lá, quando ontem não estava. Dentro das lonas listradas em preto e branco está uma experiência única cheia de maravilhas de tirar o fôlego. Ele se chama Le Cirque des Rêves, e abre apenas durante a noite.
Mas nos bastidores, há uma ardente competição – um duelo entre dois jovens mágicos, Celia e Marco, que foram treinados desde a infância expressamente para esse objetivo por seus instrutores inconstantes. Sem que eles saibam, esse é um jogo do qual apenas um pode sair vivo, e o circo nada mais é do que o palco para uma excepcional batalha de imaginação e determinação. Sem conseguir evitar, Celia e Marco se apaixonam perdidamente – um amor profundo e mágico que faz as luzes tremerem e a sala esquentar quando suas mãos simplesmente se encostam.
Amor verdadeiro à parte, o jogo deve continuar, e os destinos de todos envolvidos, desde os extraordinários circenses até o público, estão em jogo, suspensos tão precariamente quanto os ousados acrobatas.
Escrito em uma prosa rica e sedutora, esse livro mágico é um banquete para os sentidos e para o coração.”

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