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Em Outras Palavras: The Lizzie Bennet Diaries

Nossa semana Orgulho e Preconceito está chegando ao fim mas não poderíamos deixar de falar da mais nova e definitivamente mais ousada adaptação da obra de Jane Austen. Para falar sobre The Lizzie Bennet Diaries ninguém melhor do que a pessoa responsável pelo meu vício em Lizzie e Darcy dos dias modernos, a Sabrina do Café com Blá Blá Blá. Com vocês… Lizzie Bennet!

The-Lizzie-Bennet-Diaries

*Pode conter spoilers do enredo de Orgulho & Preconceito!

“Sou uma universitária de 24 anos com uma montanha de dívidas em crédito estudantil, morando em casa e me preparando para uma carreira. Mas para a minha mãe, tudo o que interessa é que eu sou solteira.

Meu nome é Lizzie Bennet e essa é a minha vida”.

Oh, wait!

Sim, senhoras e senhores, vocês não estão enganados! Essa é (mais) uma adaptação da obra mais querida (pelo menos por mim e pelas meninas do Por Essas Páginas) da Jane Austen: Orgulho e Preconceito.

Troque os vestidos e babados por jeans e camisetas, transforme os bailes de época em baladas e troque as longas missivas por celulares e tweets. Agora você está pronto para adentrar o universo (moderno) de The Lizzie Bennet Diaries!

You called me a robot




Adaptações: Orgulho e Preconceito

Olá pessoal! Dando continuidade à nossa semana comemorativa de Orgulho e Preconceito, a Lucy e eu estamos aqui hoje para falar sobre as duas adaptações mais famosas da obra de Miss Austen: a série de 1995 da BBC e o filme de 2005.

colin_firth_jennifer_ehle P&B

Orgulho e Preconceito – talvez juntamente com Emma – é o livro de Jane Austen que foi mais adaptado para TV, Cinema e Teatro. A primeira vez que a história foi vista na TV foi em 1938 com um filme que durou apenas 55 minutos. Dois anos depois, Greer Garson e Laurence Olivier deram vida à Lizzy e Mr. Darcy em uma adaptação que ainda é extremamente criticada por não ser fiel ao livro. Outros atores deram vida ao nosso casal preferido em 1952, 1958, 1967 e 1980 antes de finalmente chegarmos às duas mídias relativas a esse post.

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Em outras palavras: Resenha: 50 tons do Sr. Darcy

Pois é, minha gente! Nessa semana especial de Orgulho e Preconceito, resolvemos convidar mais uma amiga, a @drika, dessa vez para resenhar mais um  mash up (infame) da obra de Jane Austen e inspirado em 50 tons de cinza. O resultado vocês conferem a seguir com a resenha da nossa amiga.

Mas antes aqui vou eu brincar também com as resenhas da Mi e da Vânia, fazendo um novo mash up com a primeira frase do livro:

“É uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro de posse de um belo chicote de equitação deseja um belo par de nádegas para espancar”.

CINQUENTA_TONS_DO_SR_DARCYSinopse: Imagine Elizabeth Bennet e o sr. Fitzwilliam Darcy, protagonistas de Orgulho e preconceito, deixando de lado a moral e o recato e dando vazão a seus desejos mais ocultos de forma mais pervertida que Christian Grey e Anastasia Steele, personagens de Cinquenta tons de cinza. O resultado: Cinquenta tons do sr. Darcy, a incrível e hilária paródia escrita por um famoso inglês sob o pseudônimo de Emma Thomas

 Já aviso que a classificação etária desse livro e, portanto, dessa resenha é de 18 anos!!!

Conheci melhor Jane Austen na época da faculdade e desde então sou apaixonada por suas histórias. Já os livros de E. L. James li por curiosidade, pra saber o motivo de tanto frisson e, não, não gostei… mas isso não vem ao caso nesta resenha.

O que interessa aqui é que a mistura de Austen e James ficou hilária! Achei a paródia excelente, com situações completamente inusitadas e até absurdas envolvendo a Srta. Elizabeth Bennet e o Sr. Darcy.

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Adaptação: As Vantagens de Ser Invisível

Desde que li As Vantagens de Ser Invisível (The Perks of Being a Wallflower) pela primeira vez fiquei empolgada para o lançamento do filme. Apesar de não gostar de ter grandes expectativas para nenhuma adaptação cinematográfica – especialmente de livros que amo – com Wallflower isso foi impossível. O primeiro motivo foi que Charlie seria interpretado por Logan Lerman. Sim, Logan Lerman que fez Percy Jackson na horrenda adaptação do primeiro livro da série e conseguiu passar a aura de Percy mesmo com o roteiro original completamente diferente da história do livro. Por isso eu tinha esperanças de que ele conseguisse transmitir a pureza, as dúvidas e problemas de nosso amigo Charlie. O segundo – e maior – motivo da minha esperança em um filme decente foi o fato de Stephen Chbosky – autor do livro – ter escrito o roteiro e dirigido o filme!

we accept the love we think we deserve




Resenha & Adaptação: A Resposta (Histórias Cruzadas)

“Eugenia Skeeter Phelan terminou a faculdade e está ansiosa para tornar-se escritora. Após um emprego como colunista do jornal local, ela tem uma ideia brilhante, mas perigosa: escrever um livro em que empregadas domésticas negras relatam o seu relacionamento com patroas brancas do Mississipi na década de 60. Mesmo com receio de prováveis retaliações, ela consegue a ajuda de Aibeleen, a empregada doméstica que criou 17 crianças brancas, e Minny, que, por não levar desaforo para casa, já esteve por diversas vezes desempregada após bater boca com suas patroas. Uma história emocionante e estarrecedora onde a cor da pele das pessoas determina toda a sua vida.” Fonte

A Resposta (cujo título original é The Help e título nos cinemas é Histórias Cruzadas) virou uma sensação nos Estados Unidos em 2011. Todo mundo falava sobre o livro ou sobre o filme, e ambos foram sucesso de público e crítica. Com o filme prestes a ser lançado no Brasil, eu decidi que era hora de sentar e ler a história das empregadas domésticas da década de 60.

“Write about what disturbs you, particularly if it bothers no one else.”

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