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Resenha: Esqueça o Amanhã

Sabe quando você descobre um livro e fica tão curiosa que precisa comprar e ler logo? Bem, isso não é algo que aconteça comigo com frequência, geralmente sou bastante controlada e sempre penso “mas já tenho tantos livros para ler”, mas aconteceu com Esqueça o Amanhã, lançamento recente da Galera Record. Quase comprei em e-book, mas aí apareceu aquela promoção do Dia da Mulher na Saraiva (lembram? Tudo por metade do preço!) e falei, ah, é agora! Comprei. Aí peguei para ler esses dias e…

Foi uma total e completa decepção. Cheguei a me arrepender de ter comprado o livro físico, era melhor ter comprado apenas o e-book mesmo. E foi daquelas decepções tão grandes e um livro que me irritou tanto, que precisei vir quase imediatamente aqui e resenhar. Bem, vamos lá.

esqueça“Em uma sociedade onde jovens recebem uma visão de seu futuro quando completam 17 anos, todos têm uma carreira a qual dedicar seus esforços. Um campeão de natação, um renomado cientista, um chef de sucesso… ou, no caso de Callie, uma assassina. Em sua visão, a garota se vê matando a própria irmã. Antes que ela possa entender o que aconteceu, Callie é presa – e a única pessoa capaz de ajudá-la é Logan, uma paixonite de infância com quem não fala há cinco anos. Agora, Callie precisa descobrir uma forma de proteger sua irmã da pior das ameaças: ela mesma.” Fonte

Talvez pudéssemos aprender a respirar de novo se pudéssemos esquecer o amanhã.




Resenha: Cidade dos Etéreos

O primeiro livro dessa série, O Lar das Srta. Peregrine para Crianças Peculiares (resenha aqui) foi muito bom. Mas esse é um daqueles casos raros em que o segundo livro da série é ainda melhor. Em Cidade dos Etéreos nós temos os mesmos personagens peculiares que nos encantaram no primeiro volume (e alguns novos) e o mesmo ar de fantasia, mas há muito mais aventura, mistério e cenas emocionantes que no primeiro. As crianças enfrentam uma dura jornada de amadurecimentos e nós, leitores, também. Uma história que envolve e angustia na mesma proporção, deixando-nos sedentos pelo final dessa aventura.

Obs.: essa resenha pode conter spoilers do primeiro livro da série.

CIDADE_DOS_ETEREOS_1452788397336018SK1452788397B“Cidade dos Etéreos dá sequência ao celebrado O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares, em que o jovem Jacob Portman, para descobrir a verdade sobre a morte do avô, segue pistas que o levam a um antigo lar para crianças em uma ilha galesa. O orfanato abriga crianças com dons sobrenaturais, protegidas graças à poderosa magia da diretora, a srta. Peregrine.
Neste segundo livro, o grupo de peculiares precisa deter um exército de monstros terríveis, e a srta. Peregrine, única pessoa que pode ajudá-los, está presa no corpo de uma ave. Jacob e seus novos amigos partem rumo a Londres, cidade onde os peculiares se concentram. Eles têm a esperança de, lá, encontrar uma cura para a amada srta. Peregrine, mas, na cidade devastada pela guerra, surpresas ameaçadoras estão à espreita em cada esquina. E, além de levar as crianças a um lugar seguro, Jacob terá que tomar uma decisão importante quanto a seu amor por Emma, uma das peculiares.
Telecinesia e viagens no tempo, ciganos e atrações de circo, malignos seres invisíveis e um desfile de animais inusitados, além de uma inédita coleção de fotografias de época — tudo isso se combina para fazer de Cidade dos etéreos uma história de fantasia comovente, uma experiência de leitura única e impactante.” Fonte

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Resenha: O Lar da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares

Nunca dei muita bola para O Lar da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares; algumas pessoas falavam bem, as edições eram lindas, mas meu olhar sempre corria para outros livros até que, mês passado, vi que poderia solicitá-lo à Intrínseca na nossa parceria e pensei: “por que não?”. Aí eu vi que não sabia o que estava perdendo. A obra é uma aventura fantástica eletrizante e, por vezes, emocionante, e a adição das fotos – que possuem um significado bastante importante e diferente na obra – torna tudo ainda melhor.

LarDaSrtaPeregrine_G“Jacob Portman cresceu ouvindo as histórias fantásticas que o avô, Abe, contava. Na época da Segunda Guerra Mundial, o avô havia morado numa ilha remota, num casarão que funcionava como abrigo para crianças. Lá, Abe convivera com uma menina que levitava, uma garota que produzia fogo com as mãos, um menino invisível… Entretanto, todas essas histórias foram perdendo o encanto à medida que Jacob crescia. Até que, aos dezesseis anos, tudo volta à tona para se provar real.
Abalado com a morte misteriosa do avô, Jacob decide ir à tal ilha para tentar entender as últimas palavras de Abe: “Encontre a ave. Na fenda. Do outro lado do túmulo do velho.” Ele encontra o casarão em ruínas, mas, ao passar por um túnel subterrâneo, o menino se vê em outra época, décadas atrás: em 3 setembro de 1940. Nesse lugar protegido no tempo, ele conhece crianças com habilidades peculiares e encontra as respostas para todas as suas perguntas. Mas o fascínio inicial logo se transforma em uma luta para sobreviver e salvar a vida de seus novos amigos.
Viagens no tempo, mulheres que se transformam em aves, crianças com dons inusitados e monstros à espreita. Bem-vindo ao lar da srta. Peregrine para crianças peculiares, um fascinante mundo novo pronto para ser descoberto.” Fonte

Eu costumava sonhar em fugir da minha vida normal, mas minha vida nunca foi normal.




Resenha: A Maldição da Pedra

Eu confesso que sou daquelas que tem a famosa “coceira” para comprar livros, mas deixo eles na fila para a próxima leitura – que raramente é a próxima leitura. Pois bem, isso aconteceu com A Maldição da Pedra – não só com esse, mas com a trilogia O mundo de tinta, da mesma autora. Enfim, esse ano a Seguinte publicou o terceiro livro. E a coceira voltou.

Só que é bem injusto eu adquirir o terceiro livro sem ter lido sequer o primeiro! Então eu resolvi corrigir esse isso.

A Maldição da PedraJohn Reckless, pai de Jacob e Will, sumiu sem deixar vestígios. Inconformado, Jacob gasta o dia procurando pistas que lhe deem alguma ideia do seu paradeiro. O garoto vasculha cada cantos do escritório do pai, até que um dia descobre um espelho que servia como um portal para um mundo mágico – um mundo que lhe oferece a perspectiva de liberdade e aventura.
Mantendo segredo do seu achado, Jacob passa cada vez mais tempo do outro lado do espelho. Após doze anos, o mundo sombrio se torna seu verdadeiro lar, onde tem amigos e inimigos e é reconhecido como um dos melhores caçadores de tesouros que já existiram por ali.
Will, o caçula, sente falta do irmão e estranha aqueles sumiços prolongados. Um dia, consegue burlar sua constante vigilância e o segue através do espelho, ato que tem uma consequência terrível. Ferido pelos goyls – homens frios e violentos, que têm pele de pedra e olhos de ouro -, ele acaba vítima de uma maldição: vai se transformando lenta e dolorosamente em uma dessas sinistras criaturas.
Numa corrida contra o tempo, Jacob precisa encontrar o antídoto para o feitiço. Para empreender essa jornada, ele conta com a ajuda da raposa Fox, sua companheira de muito tempo, e Clara, a namorada de Will, que atravessa o espelho para encontrá-lo. Juntos, eles vão enfrentar os perigos e as armadilhas do Mundo do Espelho – antes que seja tarde demais e Jacob perca o irmão para sempre.
Povoado por fadas, bruxas, unicórnios e tritões, e tendo cenários como o castelo da Bela Adormecida e a casa de doces da bruxa de “João e Maria”, o mundo criado por Cornelia Funke remete o leitor aos mais conhecidos contos de fadas de todos os tempos. Na narrativa, contudo, a ênfase da autora recai nos aspectos mais sombrios e brutais das histórias, criando-se uma atmosfera ao mesmo tempo familiar e soturna. É nesse mundo que se desenrolam as aventuras dos irmãos Reckless, uma história de maldição, traições e vingança, mas também de coragem, lealdade e amor. Fonte

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Resenha: Armada

Há algum tempo queria ler Armada, de Ernest Cline. O autor também escreveu o fantástico Jogador Nº 1 (resenha aqui), por isso tinha altas expectativas. É claro que a gente nunca pode esperar um livro igual, mas após uma ótima leitura, sempre esperamos ao menos um livro à altura do anterior. Foi isso que aconteceu? Não. Mas isso também não significa que Armada seja um livro ruim, ele só não é tão bom quanto Jogador Nº 1.

armada“Durante toda a sua vida, Zack Lightman quis que o mundo real fosse menos chato. Segundo ele, a realidade poderia ser mais parecida com o universo dos livros de ficção científica, filmes e videogames. Poderia acontecer algo fantástico para que sua vida deixasse de ser monótona, levando-o a uma aventura – e por que não uma aventura espacial? Apesar disso, Zack diz a si mesmo saber a diferença entre a fantasia e a realidade e que jogadores de videogames adolescentes e sem objetivos na vida não são os salvadores do universo.

Então, um dia, durante a aula de matemática, ele a vê pela janela: uma nave que se parece com o caça Glaive do videogame on-line de simulação de voo que ele joga todas as noites, Armada, que tem como objetivo proteger a Terra de uma invasão alienígena. Agora isso está realmente acontecendo. E suas habilidades, assim como as de milhões de jogadores no mundo, são necessárias para salvar o planeta da destruição.” Fonte

Eu sei que o futuro às vezes é apavorante, querido. Mas não há como escapar dele.

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