Arquivo para a categoria ‘ Aventura ’


Resenha: O Dom

Depois que li o primeiro livro da série, Bruxos e Bruxas, confesso que não me animei a ler o segundo. Mas é sempre bom dar uma segunda chance a uma série, nunca se sabe. Bem, no meu caso não foi muito legal…

O_DOMSinopse: Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos… Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor… Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas. Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty… Ou para, finalmente, matá-la. Fonte

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Resenha: O Lado Mais Sombrio

Fazia muito, muito tempo que eu queria ler esse livro. Eu o conheci ainda quando havia somente a edição americana, Splintered, e quando descobri que os direitos foram adquiridos pela Novo Conceito fiquei bem feliz e aguardei ansiosamente o lançamento no Brasil – que demorou muito. Quando o livro chegou, corri para lê-lo, cheia de expectativas, mas, infelizmente, o livro não alcançou nem metade delas. Descritivo em excesso e com protagonistas fracos e sem graça, O Lado Mais Sombrio tem uma boa premissa, mas um desenvolvimento tedioso e muita, muita enrolação.

“Alyssa Gardner ouve os pensamentos das plantas e animais. Por enquanto ela consegue esconder as alucinações, mas já conhece o seu destino: terminará num sanatório como sua mãe. A insanidade faz parte da família desde que a sua tataravó, Alice Liddell, falava a Lewis Carroll sobre os seus estranhos sonhos, inspirando-o a escrever o clássico Alice no País das Maravilhas. Mas talvez ela não seja louca. E talvez as histórias de Carroll não sejam tão fantasiosas quanto possam parecer. Para quebrar a maldição da loucura na família, Alyssa precisa entrar na toca do coelho e consertar alguns erros cometidos no País das Maravilhas, um lugar repleto de seres estranhos com intenções não reveladas. Alyssa leva consigo o seu amigo da vida real – o superprotetor Jeb –, mas, assim que a jornada começa, ela se vê dividida entre a sensatez deste e a magia perigosa e encantadora de Morfeu, o seu guia no País das Maravilhas. Ninguém é o que parece no País das Maravilhas. Nem mesmo Alyssa…” Fonte

Você é uma mulher agora, com o fogo do reino inferior correndo em suas veias. Seu coração é selvagem e você já provou o gosto do poder. Um dia, vai querer voar novamente.




Resenha: Fênix, a Ilha

Quando os lançamentos da Novo Conceito chegaram – e foram muitos! – esse livro foi o que mais me interessou. Achei que seria algo meio Lost, sabem? Vários adolescentes problemáticos em uma ilha, isolados, num campo de treinamento. Criei expectativas e, bem, me decepcionei. O livro não era nada do que eu esperava antes da leitura; quer dizer, na verdade, ele foi é muito previsível de um jeito bastante incômodo.

“Sem telefone. Sem sms. Sem e-mail. Sem TV. Sem internet. Sem saída. Bem-vindo a Fênix: A Ilha. Na teoria, ela é um campo de treinamento para adolescentes problemáticos. Porém, os segredos da ilha e sua floresta são tão vastos quanto mortais. Carl Freeman sempre defendeu os excluídos e sempre enfrentou, com boa vontade, os valentões. Mas o que acontece quando você é o excluído e o poder está com aqueles que são perversos?” Fonte

Fênix, a Ilha é o tipo de livro que, assim que você começa a ler, já sabe onde vai dar. Você espera que seja diferente e que o livro o surpreenda, mas ele não o faz. Dá desânimo. Não que ele não tenha partes emocionantes, mas mesmo assim…

Carl não se conteve. Não se preocupou em ferir as mãos. Apenas descarregou os socos com a força total de todo aquele ódio reprimido.




Resenha: Brilho

Eu queria ler esse livro desde que o vi pela primeira vez, na livraria. Não tenho vergonha de dizer que foi um livro que apaixonei pela capa. Ela é linda, gente! E a foto não diz tudo sobre ela, porque a capa tem detalhes em glitter imitando estrelas, tudo, tudo mesmo, é muito caprichado nesse livro. Depois fui lendo resenhas e me apaixonando. Quase o comprei no Natal, mas aí bateu aquela culpa de todo leitor compulsivo “mas você já tem uma pilha gigante de livros para ler!”. Ok, deixei passar. Mas aí nós conseguimos a parceria com a Geração Editorial e eu não aguentei. Enchi a paciência da Lucy, que cuida dessa parceria, pra ela conseguir o livro pra mim, mesmo ela já tendo sido lançado há algum tempo. E a editora foi linda e me enviou um exemplar. Comecei a ler assim que botei as mãos nele e devorei de um dia para o outro. Eletrizante, envolvente, questionador: você deve parar tudo o que estiver fazendo e ler agora mesmo Brilho, de Amy Kathleen Ryan. Eu falo sério: é pra ler agora mesmo!

“A Terra não existe mais, e em duas naves que procuram um novo mundo no espaço, uma menina de 15 anos precisa casar e engravidar para garantir a sobrevivência da humanidade. Enquanto isso, uma sucessão de acontecimentos eletrizantes torna a jornada pelo espaço algo absolutamente imprevisto. Temas como religião, a escolha da mulher e a ideia de poder e dominação vão aparecendo muito suavemente articulados ao longo da trama, amarrando o leitor com surpresas e reviravoltas estonteantes. São temas universais, postos num livro por uma escritora surpreendente e que promete arrasar a cena literária a partir desta sua fantástica criação.” Fonte

Vou tentar explicar porque amei tanto esse livro, mas é tarefa difícil, porque quando a gente ama demais uma história acaba se perdendo na crítica e só fica dizendo coisas como “leia, leia, leia”, que é o que eu quero dizer pra vocês, mas bem, vou respirar fundo e tentar ser o mais imparcial possível aqui (difícil, muito difícil).

Não somos tão grandes, nem tão brilhantes, nem tão eternos quanto as estrelas, mas carregamos pela galáxia a mensagem de amor da humanidade.




Resenha: Amnésia

A Editora Gutenberg veio com ótimos lançamentos agora em fevereiro. A Lany já resenhou um deles aqui, e quando separamos os lançamentos, solicitei Amnésia. Li a sinopse e achei incrivelmente instigante, portanto, enchi-me de expectativas. Esse é um livro bom, no geral, e eletrizante em vários momentos, mas eu ainda esperava mais. Há algo na escrita de Jennifer Rush que não me cativou o suficiente para que eu devorasse o livro.

“Quando você não pode confiar em suas lembranças, em quem acreditar? A vida de Anna está cercada de segredos. Seu pai trabalha para a Agência e lidera um projeto confidencial: monitorar e coordenar o tratamento de quatro rapazes alterados geneticamente, que vivem no laboratório localizado no porão de sua casa. Nick é formal e taciturno, Cas é alegre e brincalhão, Trev é inteligente e carinhoso, e Sam é o dono do coração de Anna. Por algum motivo, eles perderam a memória e não se lembram de fatos fundamentais que viveram.

Quando a Agência decide que é hora de levá-los, Sam organiza uma fuga, e o pai de Anna a instiga ir com eles. Diante desse estranho acontecimento, e do pedido dele ao jovem para que mantenha a filha longe da organização a qualquer custo, ela começa a questionar tudo o que achava saber sobre si e logo descobre que ela e Sam estão conectados de uma maneira que jamais poderiam imaginar. E, se ambos quiserem sobreviver, deverão juntar as peças que reconstituem seu passado antes que a Agência roube deles o que ainda resta de sua vida.” Fonte

A citação me lembrou daquela sensação que temos quando começamos a acordar de um sonho que não queremos deixar escapar. A sensação esmagadora no centro do seu peito, como se fosse perder uma peça importante de si que nunca mais será recuperada.

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