Arquivo para a categoria ‘ Aventura ’


Resenha: Brilho

Eu queria ler esse livro desde que o vi pela primeira vez, na livraria. Não tenho vergonha de dizer que foi um livro que apaixonei pela capa. Ela é linda, gente! E a foto não diz tudo sobre ela, porque a capa tem detalhes em glitter imitando estrelas, tudo, tudo mesmo, é muito caprichado nesse livro. Depois fui lendo resenhas e me apaixonando. Quase o comprei no Natal, mas aí bateu aquela culpa de todo leitor compulsivo “mas você já tem uma pilha gigante de livros para ler!”. Ok, deixei passar. Mas aí nós conseguimos a parceria com a Geração Editorial e eu não aguentei. Enchi a paciência da Lucy, que cuida dessa parceria, pra ela conseguir o livro pra mim, mesmo ela já tendo sido lançado há algum tempo. E a editora foi linda e me enviou um exemplar. Comecei a ler assim que botei as mãos nele e devorei de um dia para o outro. Eletrizante, envolvente, questionador: você deve parar tudo o que estiver fazendo e ler agora mesmo Brilho, de Amy Kathleen Ryan. Eu falo sério: é pra ler agora mesmo!

“A Terra não existe mais, e em duas naves que procuram um novo mundo no espaço, uma menina de 15 anos precisa casar e engravidar para garantir a sobrevivência da humanidade. Enquanto isso, uma sucessão de acontecimentos eletrizantes torna a jornada pelo espaço algo absolutamente imprevisto. Temas como religião, a escolha da mulher e a ideia de poder e dominação vão aparecendo muito suavemente articulados ao longo da trama, amarrando o leitor com surpresas e reviravoltas estonteantes. São temas universais, postos num livro por uma escritora surpreendente e que promete arrasar a cena literária a partir desta sua fantástica criação.” Fonte

Vou tentar explicar porque amei tanto esse livro, mas é tarefa difícil, porque quando a gente ama demais uma história acaba se perdendo na crítica e só fica dizendo coisas como “leia, leia, leia”, que é o que eu quero dizer pra vocês, mas bem, vou respirar fundo e tentar ser o mais imparcial possível aqui (difícil, muito difícil).

Não somos tão grandes, nem tão brilhantes, nem tão eternos quanto as estrelas, mas carregamos pela galáxia a mensagem de amor da humanidade.




Resenha: Amnésia

A Editora Gutenberg veio com ótimos lançamentos agora em fevereiro. A Lany já resenhou um deles aqui, e quando separamos os lançamentos, solicitei Amnésia. Li a sinopse e achei incrivelmente instigante, portanto, enchi-me de expectativas. Esse é um livro bom, no geral, e eletrizante em vários momentos, mas eu ainda esperava mais. Há algo na escrita de Jennifer Rush que não me cativou o suficiente para que eu devorasse o livro.

“Quando você não pode confiar em suas lembranças, em quem acreditar? A vida de Anna está cercada de segredos. Seu pai trabalha para a Agência e lidera um projeto confidencial: monitorar e coordenar o tratamento de quatro rapazes alterados geneticamente, que vivem no laboratório localizado no porão de sua casa. Nick é formal e taciturno, Cas é alegre e brincalhão, Trev é inteligente e carinhoso, e Sam é o dono do coração de Anna. Por algum motivo, eles perderam a memória e não se lembram de fatos fundamentais que viveram.

Quando a Agência decide que é hora de levá-los, Sam organiza uma fuga, e o pai de Anna a instiga ir com eles. Diante desse estranho acontecimento, e do pedido dele ao jovem para que mantenha a filha longe da organização a qualquer custo, ela começa a questionar tudo o que achava saber sobre si e logo descobre que ela e Sam estão conectados de uma maneira que jamais poderiam imaginar. E, se ambos quiserem sobreviver, deverão juntar as peças que reconstituem seu passado antes que a Agência roube deles o que ainda resta de sua vida.” Fonte

A citação me lembrou daquela sensação que temos quando começamos a acordar de um sonho que não queremos deixar escapar. A sensação esmagadora no centro do seu peito, como se fosse perder uma peça importante de si que nunca mais será recuperada.




Resenha: O Falso Príncipe

Esse foi o primeiro livro que comprei no ano de 2013. Mas eu tenho uma mania muito chata de colocar na pilha de leituras por ter outras prioridades, então acabei adiando a leitura dele por tempo indeterminado. Como não queria deixar de adquirir logo a continuação que será lançada em breve, resolvi lê-lo.

Eu devia ter lido esse livro antes, isso sim.

O_FALSO_PRINCIPESinopse: Em uma terra muito distante, a guerra civil é iminente. Para unificar o reino, um nobre chamado Conner trama um plano ousado, procurando por um garoto que se passe pelo filho desaparecido do rei e assuma o trono. Quatro órfãos são forçados a competir pelo papel, entre eles o rebelde e esperto Sage. O garoto sabe que os motivos de Conner são mais do que questionáveis e que sua vida está por um fio – se ele não for escolhido como príncipe na farsa, será morto. Seus rivais tem suas próprias táticas para vencer, e Sage não pode confiar em ninguém. Depois que Sage se muda do orfanato miserável onde vivia para o suntuoso palácio de Conner, os planos de seu novo mestre vão ficando mais e mais claros, até que finalmente a terrível verdade é revelada, provando-se muito mais perigosa do que qualquer mentira na qual ele já acreditou.  Fonte

Minha escolha era bem clara: ou eu me transformava no príncipe, ou ele me mataria.




Resenha + Promoção: As aventuras de Pi

Recebi o livro As aventuras de Pi no final de janeiro e não demorou muito para que eu o lesse (infelizmente demorei para resenhar). Por sorte também consegui assistir à adaptação do cinema (que não me decepcionou), embora tenha assistido antes de ler o livro (quando prefiro o contrário).

AS_AVENTURAS_DE_PISinopse: Um dos romances mais importantes do século, As aventuras de Pi é uma narrativa singular de Yann Martel que se tornou um grande best-seller. O livro narra a trajetória do jovem Pi Patel, um garoto cuja vida é revirada quando seu pai, dono de um zoológico na Índia, decide embarcar em um navio rumo ao Canadá. Durante a viagem, um trágico naufrágio deixa o menino à deriva em um bote, na companhia insólita de um tigre-de-bengala, um orangotango, uma zebra e uma hiena. A luta de Pi pela sobrevivência ao lado de animais perigosos e sobre um imenso oceano é de uma força poucas vezes vista na literatura mundial. Fonte

 

 

A história é contada em dois pontos de vista. Um deles, em itálico, é o “autor” do livro (que inclusive agradece ao Moacyr Scliar pela “centelha de vida” da obra, mais detalhes no final). Meio que a narrativa de Yann Martel se mistura à do autor fictício, que está com um bloqueio quanto à criação de uma nova história. Quando ele viaja para a Índia, encontra um homem que o convence a voltar para Toronto e se encontrar com Pi Patel, que passa a narrar a história em primeira pessoa.

Conheço uma história que vai fazer você acreditar em Deus.




Resenha: Jogador Nº 1

“Cinco estranhos e uma coisa em comum: a caça ao tesouro. Achar as pistas nesta guerra definirá o destino da humanidade. Em um futuro não muito distante, as pessoas abriram mão da vida real para viver em uma plataforma chamada Oasis. Neste mundo distópico, pistas são deixadas pelo criador do programa e quem achá-las herdará toda a sua fortuna. Como a maior parte da humanidade, o jovem Wade Watts escapa de sua miséria em Oasis. Mas ter achado a primeira pista para o tesouro deixou sua vida bastante complicada. De repente, parece que o mundo inteiro acompanha seus passos, e outros competidores se juntam à caçada. Só ele sabe onde encontrar as outras pistas: filmes, séries e músicas de uma época que o mundo era um bom lugar para viver. Para Wade, o que resta é vencer – pois esta é a única chance de sobrevivência. A vida, os perigos, e o amor agora estão mais reais do que nunca.” Fonte

Essa resenha começa com aquele famoso dilema: como falar de algo que se gostou MUITO? Como falar de uma leitura tão sensacional sem cair na monotonia ao repetir o quanto o livro é maravilhoso, fantástico e você deve parar o mundo agora para ler essa história?

Bem, o problema é que Jogador Nº1 é exatamente esse tipo de leitura.

Ready? Fight!

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