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Resenha: O Mundo pelos Olhos de Bob

Bob chegou aqui em casa antes do Natal e posso dizer que, para mim, foi um ótimo presente da Editora Novo Conceito. Eu fiquei apaixonada pelo primeiro livro: Um gato de rua chamado Bob. E realmente é um livro apaixonante: já emprestei para algumas pessoas lerem e todo mundo – mesmo quem não é dono de gatinhos – se comove com a emocionante história de James e seu melhor amigo, o gatinho laranja Bob. Em O Mundo pelos Olhos de Bob temos mais do mesmo: mais aventuras dos dois amigos, mais perrengues de James, mais traquinagens de Bob. Mas isso não significa algo ruim, muito pelo contrário. O primeiro livro ainda é melhor, mas esse segundo volume ainda é capaz de arrancar sorrisos e mesmo algumas lágrimas. Merece ser lido.

“Depois de um passado difícil, James foi adotado pelo gato Bob. Agora os dois têm um emprego de verdade (são vendedores ambulantes de revistas) e se tornaram personalidades conhecidas em toda Londres. Bob tem muitos admiradores, que passam todos os dias para vê-lo – alguns deles trazem cachecóis de lã para ajudá-lo a enfrentar os dias mais gelados. Entre truques adoráveis e manhãs de puro mau humor, Bob e James se tornam cada vez mais inseparáveis. Por trás da divertida história de um homem às voltas com seu animal de estimação, o segundo livro de James Bowen fala sobre amizade, ¬ delidade e esperança. Bob se torna a chave que traz James de volta ao mundo, a motivação que faltava para sua decisiva volta por cima. Impossível terminar de ler O mundo pelos olhos de Bob sem querer abraçar seu pet – ou adotar um! Apaixone-se…” Fonte

Eu disse a mim mesmo que deveria ver o mundo como Bob. Afinal, havia tantas coisas boas pelas quais eu deveria ser grato.




Lançamentos da Novo Conceito: A Casa do Céu

Quando soube desse lançamento da Novo Conceito fiquei com muita vontade de lê-lo. Gostei da capa – simples, mas bonita – e gostei da premissa do livro. Sempre me interesso por essas histórias reais, de sofrimento e superação. É assim que é a vida, não é? Que tal conhecer um pouquinho mais sobre A Casa do Céu, lançamento de novembro da editora?

“Quando criança, Amanda escapava de um lar violento folheando as páginas da revista National Geographic e imaginando-se em lugares exóticos.

Aos dezenove anos, trabalhando como garçonete, ela começou a economizar o dinheiro das gorjetas para viajar pelo mundo.

Na tentativa de compreendê-lo e dar sentido à vida, viajou como mochileira pela América Latina, Laos, Bangladesh e Índia. Encorajada por suas experiências, acabou indo também ao Sudão, Síria e Paquistão. Em países castigados pela guerra, como o Afeganistão e o Iraque, ela iniciou uma carreira como repórter de televisão. Até que, em agosto de 2008, viajou para a Somália — “o país mais perigoso do mundo”. No quarto dia, ela foi sequestrada por um grupo de homens mascarados em uma estrada de terra.

Mantida em cativeiro por 460 dias, Amanda converteu-se ao islamismo como tática de sobrevivência, recebeu “lições sobre como ser uma boa esposa” e se arriscou em uma fuga audaciosa. Ocupando uma série de casas abandonadas no meio do deserto, ela sobreviveu através de suas lembranças — cada um dos detalhes do mundo em que vivia antes do cativeiro —, arquitetando estratégias, criando forças e esperança. Nos momentos de maior desespero, ela visitava uma casa no céu, muito acima da mulher aprisionada com correntes, no escuro e que sofria com as torturas que lhe eram impostas.

De maneira vívida e cheia de suspense, escrito como um excepcional romance, A Casa do Céu é a história íntima e dramática de uma jovem intrépida e de sua busca por compaixão em meio a uma adversidade inimaginável. Fonte

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Resenha dupla: Um Gato de rua chamado Bob

Eu, Karen, e a Lucy somos doidas por gatos. Super doidas. (Mas a Lucy é mais doida que eu, juro!) (Eu sou mesmo @_@). Então ficamos num dilema quando a Novo Conceito anunciou o lançamento do livro Um Gato de rua chamado Bob. Quem vai ler? Lucy vai ler? Karen vai ler? Acabou que as duas leram. E então temos novamente uma resenha dupla cheia de amor pelo livro e por esses felinos lindos… e pelo Bob, claro. Comentários da Karen em verde, comentários da Lucy em azul.

Aproveitem a resenha! Esperamos que gostem! Ele é o prêmio do nosso Top Comentarista de setembro!

Sinopse: “Quando James Bowen encontrou um gato ferido, enrolado no corredor de seu alojamento, ele não tinha ideia do quanto sua vida estava prestes a mudar. Bowen vivia nas ruas de Londres, lutando contra a dependência química de heroína, e a última coisa de que ele precisava era de um animal de estimação. No entanto, ele ajudou aquele inteligente gato de rua, a quem batizou de Bob (porque tinha acabado de assistir a Twin Peaks).

Depois de cuidar do gatinho e trazer-lhe a saúde de volta, James Bowen mandou-o embora imaginando que nunca mais o veria. Mas Bob tinha outras ideias. Logo os dois tornaram-se inseparáveis, e suas aventuras divertidas — e, algumas vezes, perigosas — iriam transformar suas vidas e curar, lentamente, as cicatrizes que cada um dos dois trazia de seus passados conturbados.

Um Gato de Rua Chamado Bob é uma história comovente e edificante que toca o coração de quem a lê.” Fonte

Gatinho! >.<




A Cuca Recomenda: Tudo o que Mãe diz é Sagrado

especial-nacional

Para homenagear esse 7 de setembro, a Cuca retorna com mais um post do nosso Especial Nacional, organizado pelo blog Who’s Thanny?. Esse livro foi bem especial para mim. Uma grande amiga me emprestou o mesmo e tanto eu, quanto ela, assim como a autora, compartilhamos os mesmos sentimentos. Ler esse livro foi como conversar com uma boa amiga: alguém que não te julga, apenas entende. Foi ouvir seu desabafo e desabafar também.

“O que pode restar de uma pessoa que doa parte de seu corpo para salvar a mãe que morre em seguida? O que se passa nas entranhas de alguém que sente a vida de forma intensa é o que se lê em Tudo o que mãe diz é sagrado. As amarguras da vida deixam feridas profundas às vezes, e conviver com uma dor que parece infinita é só o que se pode fazer. A autora passou por um longo período de luto e foi por meio da escrita e da companhia de seu fiel cachorro, Astor, que ela – aos poucos – voltou a viver. Paula Corrêa é visceral, densa e doce ao mesmo tempo. Este livro leva a uma viagem vertiginosa, mas bela! Vertiginosa e bela como a própria vida.” Fonte

É o restante de mim que está aqui.




Em outras palavras: À procura da felicidade

A coluna Em outras palavras está de volta, dessa vez com o nosso convidado Felipe, que já fez algumas resenhas conosco. Dessa vez ele fala do livro À procura da felicidade, editado pela Novo Conceito, que ficou famoso pela adaptação para a telona com o Will Smith. Vamos lá saber o que ele achou do livro?

O livro À Procura da Felicidade inspirou o filme homônimo protagonizado por Will Smith (indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro de 2007).
A obra, que figurou no ano passado em várias listas americanas de best-sellers, conta a história de um homem obstinado em alcançar o sucesso em todos os aspectos da vida, mesmo tendo de lidar com traumas de uma infância dura, passando por uma juventude conturbada e várias dificuldades na vida adulta.
O personagem principal é o empresário Chris Gardner, nascido em um bairro periférico de Milwaukee (Wisconsin, Estados Unidos) e de família pobre e desestruturada. Hoje, dono de uma fortuna de 600 milhões de dólares e pai de uma “família feliz”, ele conta que escreveu o livro para mostrar que a vontade e a dedicação pessoal superam quaisquer adversidades. “Meu sucesso é a prova de que, mesmo vindo de baixo, você pode alcançar todos os objetivos que traçar”, conta. “O livro é uma inspiração para ajudar outros que têm ou tiveram o mesmo tipo de origem e família que eu tive.”
Em texto informal e descontraído, a história oscila entre doces lembranças e momentos trágicos, mostrando um Chris “sonhador” em meio à violência de um padrasto alcoólatra, a discriminação racial, a adolescência durante a Revolução Sexual dos anos 70, o flerte com as drogas e o crime – aspectos que o filme não abordou.
Com o casamento, as dificuldades para conseguir um bom emprego e manter um bom padrão de vida para a esposa e o filho passaram a ser as maiores preocupações. Até tomar a decisão que mudaria sua vida: trabalhar na Bolsa de Valores, mesmo sem a formação educacional adequada. Começava assim sua batalha final “à procura da felicidade”. Fonte

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