Arquivo para a categoria ‘ Cinema e TV ’


Adaptações: Orgulho e Preconceito

Olá pessoal! Dando continuidade à nossa semana comemorativa de Orgulho e Preconceito, a Lucy e eu estamos aqui hoje para falar sobre as duas adaptações mais famosas da obra de Miss Austen: a série de 1995 da BBC e o filme de 2005.

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Orgulho e Preconceito – talvez juntamente com Emma – é o livro de Jane Austen que foi mais adaptado para TV, Cinema e Teatro. A primeira vez que a história foi vista na TV foi em 1938 com um filme que durou apenas 55 minutos. Dois anos depois, Greer Garson e Laurence Olivier deram vida à Lizzy e Mr. Darcy em uma adaptação que ainda é extremamente criticada por não ser fiel ao livro. Outros atores deram vida ao nosso casal preferido em 1952, 1958, 1967 e 1980 antes de finalmente chegarmos às duas mídias relativas a esse post.

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Meu autor de cabeceira: F. Scott Fitzgerald

 

“A generation grown up to find all gods dead, all wars fought, all faiths in man shaken.”

 

Minha história com Francis Scott Fitzgerald vem de longa data, assim como com toda a chamada “Geração Perdida”.

Eu vivi minha adolescência nos anos noventa, numa época em que a internet não era algo comum na maioria das casas. As pessoas começaram a ter internet  em casa na segunda metade  dos anos 90. TV a cabo também era algo raríssimo. E a TV aberta sempre foi uma porcaria. Resumo da ópera: eu lia muito.

E todo mundo chega um dia aos complicados 13 anos, onde você ainda não é adulto, mas quer ser adulto. Você pensa que é adulto. E quer agir como tal. Foi nessa idade que eu encontrei a Geração Perdida.

 

Sometimes it is harder to deprive oneself of a pain than of a pleasure




Resenha & Adaptação: A Resposta (Histórias Cruzadas)

“Eugenia Skeeter Phelan terminou a faculdade e está ansiosa para tornar-se escritora. Após um emprego como colunista do jornal local, ela tem uma ideia brilhante, mas perigosa: escrever um livro em que empregadas domésticas negras relatam o seu relacionamento com patroas brancas do Mississipi na década de 60. Mesmo com receio de prováveis retaliações, ela consegue a ajuda de Aibeleen, a empregada doméstica que criou 17 crianças brancas, e Minny, que, por não levar desaforo para casa, já esteve por diversas vezes desempregada após bater boca com suas patroas. Uma história emocionante e estarrecedora onde a cor da pele das pessoas determina toda a sua vida.” Fonte

A Resposta (cujo título original é The Help e título nos cinemas é Histórias Cruzadas) virou uma sensação nos Estados Unidos em 2011. Todo mundo falava sobre o livro ou sobre o filme, e ambos foram sucesso de público e crítica. Com o filme prestes a ser lançado no Brasil, eu decidi que era hora de sentar e ler a história das empregadas domésticas da década de 60.

“Write about what disturbs you, particularly if it bothers no one else.”




Sobre alguns filmes que foram baseados em livros…

          Não é um trabalho fácil transformar um livro, que às vezes tem umas 500 páginas, em um filme de duração de no máximo 2 horas. Para termos uma ideia, podemos fazer o seguinte exercício: pegar o capítulo de um livro, de mais ou menos umas 20 páginas, e resumir em 300 palavras. É extremamente complicado, principalmente porque o leitor tem que entender o nosso texto, mesmo não tendo lido o livro. Alguns fatos deverão ser cortados e outros adaptados. E essas escolhas não são nada fáceis…

            Existem aqueles filmes que seguem (ou tentam seguir) a história do livro. Mas existem outros que são somente baseados na obra e por isso muitas vezes eles parecem uma fanfiction já que praticamente TUDO foi modificado. E o filme que me motivou a escrever esse texto se enquadra nessa última categoria.

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Análise: Amanhecer, Parte I

Bem, eu nem estava tão animada para Amanhecer- Parte I. Dos livros da série Crepúsculo, esse foi o que eu menos gostei. Apesar de ter cenas que eu simplesmente amo, o plot geral do livro…Vamos dizer que ele não me agradou muito.

Depois de tantas pessoas falando muito bem do filme no twitter, resolvi assistir logo no final de semana de estréia. Por sorte, minha sessão estava muito tranquila (ou seja, sem gritos!). E o que eu posso dizer sobre o filme? Ele realmente foi feito para os fãs!

(Atenção: essa análise possui spoilers do livro Amanhecer. Tentei ao máximo não dizer nenhum spoiler diretamente sobre o filme!)

You know things are bad when you feel guilty for being rude to vampires…

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