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Terça Livre: Netflix e reality shows de culinária

Quando estamos passando por um momento complicado, uma forma de conseguirmos lidar com isso é procurando fazer algo que nós amamos. Eu sei que esse mês está bem difícil para várias pessoas e por isso eu gostaria de começar essa Terça Livre dizendo algo que eu aprendi com o tempo. Não escutem as pessoas dizendo que você tem que agir da forma X, Y ou Z. Você tem que fazer o que te faz bem: é isso o que importa. Então se você quiser fazer a limpa nas redes sociais, faça; se você quiser fugir do mundo e só assistir filmes românticos, ótimo; se você quer dançar na chuva, filme e me mande porque eu adoro vídeos de dança (só tome uma vitamina C e um chá depois, tá? A saúde do corpo também é importante!).

Bom, voltando: é claro que eu amo ler, mas esse não é o meu único hobby. No ano passado eu descobri uma nova paixão: reality shows de culinária. Eu comecei assistindo Bake Off Brasil e depois fui também para o Masterchef (não gosto tanto quanto o primeiro mas também assisto). Já assisti alguns do GNT, mas não quis entrar nesse buraco negro porque lá uma grande parte do dia é culinária e eu estou com medo de nunca mais sair. Vocês devem estar pensando “Nossa, ela deve amar cozinhar”. Pfft, que nada! Eu consigo me virar na cozinha, mas meu negócio mesmo é comer hahaha! Mas o conhecimento, mesmo sem a prática, é tudo nessa vida: consegui fazer um macarrão um dia desses nota 1.000 com os conselhos do Masterchef. Estou aqui desviando do assunto novamente porque as minhas aventuras culinárias não é o tópico desse Terça Livre.

Eu não quis entrar no buraco negro do GNT, mas acabei entrando em outro buraco negro: o da Netflix. Quando eu descobri que tinham vários reality shows de culinária lá, fiquei maluca querendo assistir todos aos mesmo tempo! Bom, como eu comecei no mês passado, não consegui assistir todos, mas vim aqui dar algumas dicas daqueles que eu já assisti.

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Terça Livre: O Conto da Aia e a perda de direitos

Chegou minha Terça Livre e, a cinco dias das eleições, resolvi trazer para vocês um debate sobre esta obra poderosa e assustadora de Margareth Atwood – e como a ficção caminha muito perto da realidade.

E antes que alguém fale que este post é de viés político, falo em nome do blog sim: de mim, da Lucy, da Lany e dos colaboradores. Todos aqui somos #EleNão. Para quem respira literatura como nós, é impossível não se posicionar diante de tal catástrofe democrática.

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Terça Livre: Bloqueios

 

Então, estou com um mega bloqueio. Tanto que não tenho postado muito aqui. Mas o lance é que… estou bloqueada.

Na verdade, existe uma série de fatores que resultaram nesse bloqueio. Trabalho, casa, saúde familiar, trabalho, compromissos da dança, trabalho… (sim, eu repeti porque é um ciclo vicioso). Todas essas atividades, quer a gente queira ou não, acabam consumindo boa parte do nosso tempo e dedicação. Normal.

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Terça livre: O drama dos clichés

Alguns dias atrás um assunto chamou a minha atenção no twitter. Eu não sei como que ele começou (sério, está difícil acompanhar os dramas literários, é um atrás do outro) mas várias pessoas estavam postando sobre a utilização de clichés em livros. Como isso é algo que eu adoro, resolvi comentar sobre ele nessa Terça Livre. Eu sei que esse é um assunto bastante delicado e por isso eu gostaria só de ressaltar que essa é a minha opinião. Eu entendo e respeito as pessoas que não gostam de clichés.

No dicionário, uma das definições de cliché é “Frase repetitiva e sem originalidade; expressão que peca pela repetição, pelo lugar-comum; banalidade repetida com frequência”. No caso, o que estava sendo discutido mais detalhadamente era a utilização de cenas que são comuns em inúmeros livros (só tocando rapidamente no assunto de “frases repetitivas”, essas eu acho que o autor pode realmente tentar evitá-las). Eu já falei isso aqui em inúmeros ocasiões: eu AMO clichés em livros de romance. É claro que para ser escrito um bom enredo não basta só fazer uma salada de clichés e achar que essa é uma fórmula do sucesso. É por isso que eu acredito que, apesar de ser um lugar-comum, não é nada fácil de ser bem utilizado. O autor tem que saber como trabalhar da melhor forma possível para o leitor não ficar “nossa, já li isso 39430481204 vezes exatamente dessa forma” ou “mas por que colocar esse cliché se ele não ajuda em nada na história?”.

Mas como assim? Cliché não é sempre sem originalidade? Não é só uma mera repetição?

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Terça Livre: Gatos não são cachorros

Minha vez de vir aqui na Terça Livre! Pensei, pensei no que falar… Daí eu olhei para a minha gata. E coloquei esse título (cof, cof) totalmente polêmico pra vocês virem aqui ler!

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