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A Cuca Recomenda: Lançamentos Editora Andross

Cuca retorna esse mês para falar de lançamentos de antologias de contos nacionais, da nossa editora parceira, a Editora Andross.

Já faz algum tempo que nós aqui no blog estamos falando sobre esse evento, que vai ocorrer no dia 9 de junho, no  Grupo China Trade Center, em São Paulo, promovido pela editora, o Livros Em Pauta, e também já falei do livro da Cuca (ops, do meu Eu Lírico, Karen Alvares), que vai ser lançado no mesmo dia, o Dimensões.Br – Volume II.

Bem, o que vocês não sabem é que nesse mesmo dia serão lançados mais dois livros com contos do meu Eu Lírico e também mais um, com um conto da nossa querida amiga e parceira Melissa de Sá, do blog Livros de Fantasia.E hoje eu vou falar desses lançamentos aqui!

 

Prontos para várias aventuras em terras e palavras brasileiras?




A Cuca Recomenda: Lançamento DIMENSÕES.BR – VOLUME II

E a Cuca retorna em uma edição extra especial, afinal, o plano é que a Cuca só assuste por aqui mensalmente, mas eu precisava aparecer para dar essa novidade para vocês. Tem lançamento agora em junho, e de novos autores nacionais, promovido pela Editora Andross.

“Criaturas lendárias, histórias mitológicas, seres fantásticos, contos folclóricos. Tudo isso numa terra insólita, onde o possível e o impossível se mesclam numa amálgama de magia. Nesse lugar, sereia é iara, e o sétimo filho se torna lobisomem. Desde Cabral – e, com certeza, também antes dele -, as histórias sobrenaturais mais incríveis tiveram como cenário esta terra, que hoje chamamos de Brasil.” Fonte

Fantasia, lendas e folclore nesse nosso Brasil




Meu autor de cabeceira: F. Scott Fitzgerald

 

“A generation grown up to find all gods dead, all wars fought, all faiths in man shaken.”

 

Minha história com Francis Scott Fitzgerald vem de longa data, assim como com toda a chamada “Geração Perdida”.

Eu vivi minha adolescência nos anos noventa, numa época em que a internet não era algo comum na maioria das casas. As pessoas começaram a ter internet  em casa na segunda metade  dos anos 90. TV a cabo também era algo raríssimo. E a TV aberta sempre foi uma porcaria. Resumo da ópera: eu lia muito.

E todo mundo chega um dia aos complicados 13 anos, onde você ainda não é adulto, mas quer ser adulto. Você pensa que é adulto. E quer agir como tal. Foi nessa idade que eu encontrei a Geração Perdida.

 

Sometimes it is harder to deprive oneself of a pain than of a pleasure




Resenha: O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, Jorge Amado

Olá, eu sou a Lucy! =^.^=
Sou conhecida por gostar de spoilers, mas eu resistirei à tentação de contar qualquer coisa que estrague a leitura aqui. rsrs

Acho interessante informar que os livros que eu provavelmente venha a resenhar não são tão atuais, mas sinceramente, isso não é importante. O importante são as histórias, não? Então vamos a elas.

Acabei de ler a poucas horas “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, de Jorge Amado. Essa fábula foi escrita em 1948, quando o autor morava em Paris com a família, e ele a deu de presente a seu filho, João Jorge. Porém, embora João Jorge conhecesse a fábula, contada pelo pai, ele só encontrou o manuscrito em 1976 e pediu para o artista plástico Carybé ilustrá-la. Ao mostrar a obra datilografada e ilustrada para Jorge Amado, ele decidiu publicá-la nesse mesmo ano.

Primeiramente, eu quero abrir um parêntese e dizer que eu sempre tive curiosidade de ler esse livro por causa de uma parte que foi extraída dele e inserida em um dos livros didáticos do meu primário (atual Ensino Fundamental), provavelmente para uma lição de interpretação de texto, e também porque há algum tempo a estória foi adaptada para o teatro e eu sempre me ressenti por não ter assistido (nem sei se está em cartaz ainda, vou pesquisar rsrs).

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