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Resenha: Estação Onze

Sabe quando você acha que um livro vai ser mais do mesmo e não vai ser assim tão legal? Esse definitivamente não é o caso de Estação Onze.

ESTACAO_ONZE_1431639968450329SK1431639968BEstação Onze – Certa noite, o famoso ator Arthur Leander tem um ataque cardíaco no palco, durante a apresentação de Rei Lear. Jeevan Chaudhary, um paparazzo com treinamento em primeiros socorros, está na plateia e vai em seu auxílio. A atriz mirim Kirsten Raymonde observa horrorizada a tentativa de ressuscitação cardiopulmonar enquanto as cortinas se fecham, mas o ator já está morto. Nessa mesma noite, enquanto Jeevan volta para casa, uma terrível gripe começa a se espalhar. Os hospitais estão lotados, e pela janela do apartamento em que se refugiou com o irmão, Jeevan vê os carros bloquearem a estrada, tiros serem disparados e a vida se desintegrar.
Quase vinte anos depois, Kirsten é uma atriz na Sinfonia Itinerante. Com a pequena trupe de artistas, ela viaja pelos assentamentos do mundo pós-calamidade, apresentando peças de Shakespeare e números musicais para as comunidades de sobreviventes.
Abarcando décadas, a narrativa vai e volta no tempo para descrever a vida antes e depois da pandemia. Enquanto Arthur se apaixona e desapaixona, enquanto Jeevan ouve os locutores dizerem boa-noite pela última vez e enquanto Kirsten é enredada por um suposto profeta, as reviravoltas do destino conectarão todos eles. Impressionante, único e comovente, Estação Onze reflete sobre arte, fama e efemeridade, e sobre como os relacionamentos nos ajudam a superar tudo, até mesmo o fim do mundo. (Fonte)

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Resenha: Despedaçada

Ano passado, na Bienal, recebemos da Farol Literário o último volume da série Reiniciados. Eu fiquei super empolgada, porque definitivamente adorei a série – apesar de ter desacelerado um pouco no segundo livro. Mas eu tinha outras prioridades na época e deixei para depois. E vocês já devem ter reparado que às vezes eu demoro MUITO para postar a resenha de um livro lido – salvo raras exceções. Bem, aqui estamos, finalmente.

DESPEDACADASinopse: Kyla foi Reiniciada: sua memória foi apagada pelo Opressivo governo dos Lordeiros. Mas, quando lembranças proibidas de um passado violento começam a aparecer, surgem também dúvidas: ela pode confiar naqueles que passou a amar, como Ben? As autoridades querem a morte de Kyla. Com a ajuda de amigos no DEA, ela vai a fundo, sondando seu passado e fugindo. A verdade que ela busca desesperadamente, no entanto, é mais surpreendente do que ela poderia imaginar. Ao final do terceiro volume desta aclamada série, os mais profundos e imprevisíveis segredos serão revelados. Fonte

Essa resenha contém SPOILERS dos livros anteriores – dessa vez eu não me segurei, mas estão bem assinalados e ficará a seu critério lê-los ou não (recomendo não ler os spoilers mais para o final da resenha, pois são mais comprometedores).

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Resenha: Sapphique

Há muito, muito tempo eu li Incarceron e simplesmente adorei! Então, quando Sapphique foi lançado, eu logo adquiri,  mas acabei postergando a leitura até agora. Esse foi o primeiro livro sorteado pelo meu projeto do TBR books Jar. Não perdi tempo e logo comecei a leitura. E ela é tão envolvente quanto o primeiro livro.

SAPPHIQUESinopse: Na escura Incarceron, os prisioneiros contam as histórias de um homem lendário: Sapphique, o único detento capaz de escapar da terrível Prisão. Há centenas de lendas a seu respeito, mas será que alguma delas é real? Attia e Keiro acreditam que sim. Quando descobrem que um mágico maluco chamado Rix estaria com a luva perdida de Sapphique, eles resolvem roubá-la. Enquanto isso, no Reino, Finn já não acha tão fácil ser um Príncipe, e se vê às voltas com dúvidas a respeito de sua própria identidade. Quem somos nós? Podemos fazer tudo aquilo que os outros esperam de nós? Podemos escapar de nós mesmos? Viva os terrores da Ala do Gelo, um duelo, um baile de máscaras e a temível ira de uma Prisão determinada a abandonar seus detentos à infinita escuridão e à morte. Fonte

A resenha contém spoilers de Incarceron, mas que praticamente já foram contados na sinopse, então leia sem culpa porque não vão prejudicar sua leitura.

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Resenha: Endgame – O Chamado

Confesso que, a primeira vez que vi Endgame – O Chamado em uma livraria, tive aquele pensamento “provavelmente só mais uma distopia”, mas, após ler algumas resenhas, resolvi ler. E paguei a língua: esse livro está longe de ser “apenas mais um”. Com uma trama criativa, reviravoltas, mistérios e enigmas em todas as páginas (inclusive um enigma real para o próprio leitor), Endgame me surpreendeu positivamente.

“Terra. Agora. Hoje. Amanhã.
O Endgame é real.
E vai começar.
O futuro ainda não está escrito.
O que tiver que ser será.

Doze jogadores. Jovens, mas pertencentes a linhagens ancestrais. Das quais descende toda a humanidade. Linhagens escolhidas milênios atrás. E que vê se preparando desde então. Eles não têm poderes sobrenaturais. Não podem voar, não transformam chumbo em ouro nem curam a si mesmos. Quando a morte chega, eles morrem. Eles e todos nós. São os herdeiros da Terra, e cabe a eles resolver o Grande Mistério da Salvação. Um deles precisará conseguir fazer isso, ou todos estaremos perdidos.

Só um pode ganhar.
O Endgame é real.
E vai começar.” Fonte

Porque acreditamos que uma pessoa pode fazer diferença.




A Cuca Recomenda: A Torre Acima do Véu

Hoje a Cuca vem acompanhada de uma Cuquete nessa resenha. A Torre Acima do Véu, da Giz Editorial, foi lançado durante a Bienal do Livro de São Paulo desse ano e é claro que nós fomos lá no estande conferir, adquirir e tietar a queridíssima Roberta Spindler. A Cuca aqui já conhecia o trabalho dela desde Contos de Meigan e já tinha lido também o conto que originou o livro: A Torre Árabe. Portanto, sabendo do talento da Roberta, indiquei o livro para todas as meninas aqui no blog, mas só uma delas conseguiu ler em meio à super pilha, então essa resenha vem acompanhada da opinião da Drik@. Ah, e as minhas opiniões estarão em verde. ‘Bora pra uma resenha dupla?

“Quando uma densa e venenosa névoa surge misteriosamente, pânico e morte tomam conta do planeta. Os poucos sobreviventes se refugiam no topo dos megaedifícios e arranha-céus das megalópoles. Acuados, vivem uma nova era de privações e sob o ataque constante de seres assustadores, chamados apenas de sombras. Suas vidas logo passaram a depender da proteção da Torre, aquela que controla os armamentos e a tecnologia que restaram. Cinquenta anos se passam, na megacidade Rio-Aires, Beca vive do resgate de recursos há muito abandonados nos andares inferiores, junto com seu pai e seu irmão. A profissão, perigosa por natureza, torna-se ainda mais letal quando ela participa de uma negociação traiçoeira e se vê cada vez mais envolvida em perigos e segredos que ameaçam muito mais do que sua vida ou a de sua família.” Fonte

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