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Resenha: Doctor Who – Shada

Doctor Who foi uma série que me conquistou aos poucos. Quando comecei a assistir a primeira temporada de New Who, vi uns quatro episódios, fiquei de saco cheio e abandonei a série. Voltei a assistir por pura teimosia após vários meses, mas quando me dei conta estava apaixonada (muito por culpa de David Tennant, o 10th Doctor). A Melissa de Sá, do Livros de Fantasia, que compartilha desse amor não tão incondicional assim (nós duas concordamos que a temporada do 9th Doctor é um tragédia e não gostamos de jeito nenhum da Rose Tyler), resolveu me emprestar Shada, de Gareth Roberts, e disse que eu ia adorar. E não foi diferente: assim que embarquei na Tardis do 4th Doctor nessa aventura que originalmente era um episódio da TV escrito por Douglas Adams fui arrebatada. Impossível ler esse livro sem um sorriso no rosto.

shada“Vista e cultuada em mais de 200 países, a série de TV Doctor Who é um ícone cultural britânico que conquistou mais de 70 milhões de fãs em 50 anos de aventura.

O seriado acompanha o Doutor: um viajante misterioso, vindo do planeta Gallifrey, movido pelo desejo de explorar todos os cantos do tempo e do espaço. Um dos Senhores do Tempo, o Doutor é capaz de se regenerar para escapar da morte, mudando de corpo, rosto e personalidade. Com seus companheiros, humanos e alienígenas, ele protege a Terra e o cosmos contra perigos de todos os tipos.

Shada reconta um episódio que nunca foi transposto para as telas de televisão, uma aventura “perdida” de 1979. Escrita pelo então editor de roteiros da série, Douglas Adams, o autor de O guia do mochileiro das galáxias, Shada traz a quarta encarnação do Doutor e sua companheira Romana II.” Fonte

O universo é cheio de coisas maravilhosas e oportunidades fantásticas. E você tem que agarrá-las com ambas as mãos.




Resenha: O Guia do Mochileiro das Galáxias

mochileiro“Arthur Dent tem sua casa e seu planeta (sim, a Terra) destruídos em um mesmo dia, e parte pela galáxia com seu amigo Ford, que acaba de revelar que na verdade nasceu em um pequeno planeta perto de Betelgeuse.
Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, este livro vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado. Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect. A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário. Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da “alta cultura” e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.” Fonte

Não entre em pânico. E não crie expectativas altas demais.

Há muito tempo eu queria ler esse livro. Muito mesmo. É um ícone da cultura nerd e era algo que eu sentia que estava faltando na minha lista de leituras. Como assim, logo eu, profissional de informática, nerd desde o dedinho do pé até a raiz dos cabelos e leitora compulsiva que sou ainda não tinha lido O Guia do Mochileiro das Galáxias?

Pois é, aí eu fui ler cheia de expectativa. Achando que seria a oitava maravilha do universo. Meu conselho (se é que conselho é algo bom de se dar) é: não se encham de expectativa. A gente só se decepciona…

Por favor, fãs ou quem esteja lendo essa resenha: NÃO ENTREM EM PÂNICO (e principalmente não me odeiem)!

O guia recomenda que não entrem em pânico lendo essa resenha.

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