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Outras páginas: Fullmetal Alchemist

Ficha técnica:

Nome: Fullmetal Alchemist

Autor/ilustrador: Hiromu Arakawa

Volumes: 27 (Edição especial) 

Editora: JBC

Nossa, faz tempo que não escrevo nada para essa coluna! Mas finalmente terminei de ler minha coleção de Fullmetal e quero dar a minha impressão sobre ela.

Lançado no Japão de 2001 a 2010, foi compilado em 27 volumes, sendo lançado aqui no Brasil pela JBC, inicialmente com 54 volumes. Passado um tempo, a editora relançou a série, com um papel de mais qualidade e em 27 volumes e 3 guias da série.

Do que se trata Fullmetal Alchemist?

O mangá narra a história de Edward e Alphonse Elric, dois irmãos que , por causa da alquimia, perderam partes de seu corpo. No caso de Alphonse, ele perdeu o corpo inteiro, sua alma foi preservada em uma armadura graças a Edward. Já Ed, ele perdeu uma perna e um braço. Eles ficaram dessa forma ao tentar uma realizar a transmutação humana, uma técnica proibida para os alquimistas, para trazer a mãe deles de volta à vida.

Para recuperar seus corpos de volta, Ed resolve se tornar alquimista federal e, em meio a suas missões como alquimista, ele procura pistas da pedra filosofal, elemento que é a chave principal para os irmãos Elric.

Em meio a essa busca, os dois acabam enfrentando algo muito maior, que começou justamente com o pai dos meninos, há muito tempo, e se estendeu por anos, que também envolve a alquimia e um homúnculo. 

Então, a saga dos dois não se resume simplesmente à busca pela pedra filosofal. Meio que essa busca acabou ficando como um foco secundário da saga dos irmãos Elric, mas em decorrência dela, eles acabaram em uma teia de um plano que envolvia até mesmo o próprio líder de seu país.

A história traz personagens carismáticos, embora o autor não tenha piedade nenhuma sobre matá-los (acho que já vimos isso antes rs) ou sobre o sofrimento que lhes é imposto no decorrer da saga.

Sério, teve vezes que eu demorava para ler um volume, porque a carga emocional batia forte, seja de emoção ou de desespero ao ler determinada cena.

Se tiverem oportunidade de ler, eu recomendo. Seja online, ou no papel, a história dos dois é muito boa, tem uma carga dramática precisa e, claro, não podia faltar também o bom humor. Ed fica mega irritado quando o chamam de “baixinho” e isso rende ótimas risadas.

Vocês podem encontrar mais informações sobre a série aqui.




Outras páginas: Fruits Basket

Esses dias eu estava pensando em contar sobre um dos meus mangás favoritos e o que mais me emocionou. Então peguei os 23 volumes de Fruits Basket, ou carinhosamente conhecido como Furuba e fui reler.

FRUITS_BASKET

Sinopse: Após sua mãe morrer em um acidente de carro no caminho do trabalho, a estudante Tohru Honda vai morar com seu avô paterno. No entanto, ele decide ir morar com sua filha e os filhos dela, mas, como a casa precisaria ser reformada antes, pergunta a neta se ela não poderia morar com uma amiga durante a reforma. Sendo que sua amiga Saki Hanajima já possuía 5 pessoas morando com ela e sua amiga Arisa Uotani morava em um apartamento muito apertado, ela decide morar em uma barraca durante esse período, não contando a ninguém. Não demora muito para que Tohru descubra que, na mesma região que ela havia escolhido para montar a sua barraca, havia uma casa onde morava o seu colega de classe Yuki Sohma e seus primos, Shigure e Kyo, onde ela acaba indo morar, depois de um deslizamento que soterra sua barraca. Posteriormente, Tohru acaba descobrindo o segredo da família Sohma: Existem 13 pessoas na família que possuem a maldição de se transformarem em animais do horóscopo chinês quando estão muito fracos ou são abraçados por alguém do sexo oposto. Apesar disso, ela promete guardá-lo e tem permissão para continuar vivendo com eles.

Com o desenrolar da história, vão aparecendo todos os amaldiçoados na família e Tohru vai conseguindo a simpatia e amizade dos possuídos, assim como a ira de Akito, o patriarca da família. Fonte

Uma vez que Furuba me emociona a cada vez que leio e assisto o anime, vou ser cara de pau e adaptar a série para colocar dentro do Desafio Realmente Desafiante 2014, promovido pela Clícia do blog Silêncio que eu to lendo, item 16. Reler um livro mangá que te fez chorar. 

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Outras páginas: Mangá Cavaleiros do Zodíaco

cavaleiros do zodiaco

Embora Cavaleiros do Zodíaco não seja a minha saga de mangás preferida, ela foi a primeira que li, então nada mais justo do que colocá-la nessa coluna.

Então, com licença, vou contar um pouco como conheci essa saga.

Em 1994,  a extinta (e saudosa) TV Manchete começou a exibir alguns animes, dentre eles Os cavaleiros do zodíaco. No começo eu me rachava de rir com aquela abertura e a música brega (sim, eu achava porque não admitia que GOSTAVA – ainda acho um pouco brega, mas penso nela com carinho hoje) e que de tão chiclete acabei decorando, mas que chamou minha atenção e assim acabei me acostumando e me afeiçoando à série. Depois de alguns anos é que veio a conclusão do anime, que passou por três sagas. Na época, eu lia a revista Herói (da editora Conrad), que mostrava as prévias de alguns capítulos e depois mostrou/contou como foi a última saga do mangá, que não foi adaptada para animação (isso mudou por volta de 2005).

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Outras páginas em outras palavras: Rurouni Kenshin

Olá pessoal! Hoje duas colunas nossas se encontram (por isso esse título comprido! rs). Um convidado especial resolveu resenhar o mangá Rurouni Kenshin – mais conhecido aqui no Brasil como Samurai X por causa do anime. Então ‘bora conferir a opinião do Felipe sobre esse mangá que fez tanto sucesso?

kenshin_coverSinopse: “Durante o Bakumatsu, no caos causado pela chegada dos navios negros, havia um espadachim chamado de Battousai, o Retalhador. Ele foi o mais forte e o mais temido espadachim de sua era. Sua espada bebia do sangue de incontáveis pessoas para abrir um caminho para uma nova era, a era Meiji. Entretanto, após o final do conflito, ele sumiu repentinamente e virou uma lenda…”  (Tradução livre)

Ah Samurai X… um clássico da adolescência de muitos, um anime exibido de forma retalhada (há!) pela rede global, porém redimido pelo Cartoon. Despertou a curiosidade da galera e tivemos o prazer de poder ler o mangá também. Bom, eu cheguei a tentar acompanhar o mangá, quando o mesmo veio, porém sem sucesso. Resolvi me redimir e recentemente voltei a ler toda a saga do Kenshin.

Aviso que o Kenshin foi relido após ter lido Vagabond (que considero muito superior no quesito “mangás de Japão feudal”).

Lendo novamente, hoje percebo que não é um estilo de mangá que aprecio muito (shounen), acredito que quando a gente amadurece toda essa história de porradaria, torneios infinitos, golpes impossíveis e quem é o guerreiro mais forte se torna um pouco repetitivo demais.

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