Arquivo para a categoria ‘ Ed. Novo Século ’


Resenha: Sapphique

Há muito, muito tempo eu li Incarceron e simplesmente adorei! Então, quando Sapphique foi lançado, eu logo adquiri,  mas acabei postergando a leitura até agora. Esse foi o primeiro livro sorteado pelo meu projeto do TBR books Jar. Não perdi tempo e logo comecei a leitura. E ela é tão envolvente quanto o primeiro livro.

SAPPHIQUESinopse: Na escura Incarceron, os prisioneiros contam as histórias de um homem lendário: Sapphique, o único detento capaz de escapar da terrível Prisão. Há centenas de lendas a seu respeito, mas será que alguma delas é real? Attia e Keiro acreditam que sim. Quando descobrem que um mágico maluco chamado Rix estaria com a luva perdida de Sapphique, eles resolvem roubá-la. Enquanto isso, no Reino, Finn já não acha tão fácil ser um Príncipe, e se vê às voltas com dúvidas a respeito de sua própria identidade. Quem somos nós? Podemos fazer tudo aquilo que os outros esperam de nós? Podemos escapar de nós mesmos? Viva os terrores da Ala do Gelo, um duelo, um baile de máscaras e a temível ira de uma Prisão determinada a abandonar seus detentos à infinita escuridão e à morte. Fonte

A resenha contém spoilers de Incarceron, mas que praticamente já foram contados na sinopse, então leia sem culpa porque não vão prejudicar sua leitura.

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Resenha: Meu

MEUSinopse: Agora, com a distância e a escuridão entre eles, a única coisa que resta para Brooke é lutar pelo amor do homem que ela chama de “meu”. Na série best-seller REAL, o irrefreável lutador bad boy Remington Tate finalmente encontrou a maior razão pela qual lutar em sua vida, Brooke Dumas. Contratada para mantê-lo em perfeitas condições físicas, a jovem fisioterapeuta conseguiu desencadear um desejo primitivo tão vital em Remington quanto o ar que ele respira… “Remy” simplesmente já não pode viver sem ela. Brooke jamais imaginou que iria se apaixonar tão perdidamente por um homem, e mais, nunca sonhou que ele seria nada menos que a fonte de desejo de toda mulher. Quando tudo parecia caminhar para uma felicidade genuína, Brooke acaba sendo arrancada para longe dos arredores do ringue. Uma perigosa ameaça está à espreita, pronta para derrotar o “Arrebentador” e arrasar tudo em seu caminho no momento em que eles mais precisam um do outro. Mas será que uma última revelação surpreendente conseguirá mudar para sempre o destino desse intenso amor? Fonte

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Resenha: Fangirl

fangirl“Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida – e ela é realmente boa nisso. Vive lendo e relendo a série; está sempre antenada aos fóruns; escreve uma fanfic de sucesso; e até se veste igual aos personagens na estreia de cada filme. Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar. Ela não quer isso. Em sua fanfiction, um verdadeiro refúgio, Cath sempre sabe exatamente o que dizer, e pode escrever um romance muito mais intenso do que qualquer coisa que já experimentou na vida real. Mas agora que as duas estão indo para a faculdade, e Wren diz que não a quer como companheira de quarto, Cath se vê sozinha e completamente fora de sua zona de conforto. Uma nova realidade pode parecer assustadora para uma garota demasiadamente tímida. Mas ela terá de decidir se finalmente está preparada para abrir seu coração para novas pessoas e novas experiências. Será que Cath está pronta para começar a viver sua própria vida? Escrever suas próprias histórias?”

É claro que só o título do livro já me chamou atenção. Quando eu li a sinopse e fiquei sabendo que um dos temas era fanfictions… Afinal, eu até agora nunca tinha encontrado um livro sobre isso! Eu já li muitas fanfics de Harry Potter (e inclusive já escrevi como a Karen e a Melissa contaram para todo mundo aqui) e foram elas que me ajudaram durante todo o tempo de espera entre um livro e outro dessa série. Por isso não pensei duas vezes antes de ler Fangirl.

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Resenha: Eleanor & Park

Quando a Novo Século disponibilizou esse livro, eu imediatamente solicitei para leitura. Sim, muito motivada pela maravilhosa resenha que a Lany postou aqui e confesso que vai ser difícil falar de Eleanor & Park novamente sem soar repetitivo e redundante, porque realmente você cai de amores pela história. Mas, uma vez que o livro foi enviado e é a tradução oficial, acho mais do que justo postar aqui as minhas observações.

ELEANOR_E_PARKSinopse: Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo. Fonte

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Resenha: A Redoma

Olá, pessoal, meu nome é Felipe e sou um aficcionado por leitura assim como vocês. Talvez você já tenha me visto por aí na coluna Em Outras Palavras, nas resenhas de Rurouni KenshinPrism, Morgan, o únicoÀ procura da felicidade, 47 Ronins, Manual Prático do ÓdioPaperboy. Espero poder passar para vocês tanto um ponto de vista único, quanto livros especiais para que todos possamos aprender algo juntos. Afinal quem disse que ficção não ensina?

“Gerações após o colapso da Terra, a humanidade vaga pelo espaço em busca de um novo lar. E, quando finalmente encontra o planeta Vetter, se depara com uma população inteligente, passando a enfrentar o dilema decorrente de sua pretensa superioridade: seria legítimo dizimar a população do planeta encontrado em nome da preservação da própria espécie? Em um cenário inóspito, guerras e conflitos interpessoais se descortinam do ponto de vista da equipe responsável pela exploração do lado escuro de Vetter, e também da perspectiva de 7814, um vetteriano desajustado, exilado pouco antes da invasão. Dinâmico e envolvente, A Redoma contrapõe o instinto de preservação às inquietações morais que afligem o espírito humano e nos apresenta uma tentativa de quebra da “redoma” que construímos em torno de nós mesmos e que, em muitos momentos, nos impede de enxergar o outro. ” (Fonte: Skoob)

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