Arquivo para a categoria ‘ Ed. Companhia das Letras ’


Resenha: Querido Evan Hansen

Ficha técnica:

Título: Querido Evan Hansen

Autor: Val Emmich, Steven Levenson e Benj Pasek

Tradutor: Guilherme Miranda

Páginas: 336

Editora: Seguinte

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Sinopse:

Dos criadores do premiado musical da Broadway Dear Evan Hansen, esta é uma história emocionante sobre solidão, luto, saúde mental e amizades inesperadas.

Evan Hansen sempre teve muita dificuldade de fazer amigos. Para mudar isso, decide seguir as recomendações de seu psicólogo e escrever cartas encorajadoras para si mesmo, com esperança de que seu último ano na escola seja um pouco melhor. O que não esperava era que uma das cartas fosse parar nas mãos de Connor Murphy, o aluno mais encrenqueiro da turma.
Quando Connor comete suicídio e sua família encontra a carta de Evan, todos começam a pensar que os dois eram melhores amigos. Sem conseguir explicar a situação, Evan acaba refém de uma grande mentira. Ao mesmo tempo, graças a essa (falsa) amizade, o garoto finalmente se aproxima de Zoe, a menina de seus sonhos, e passa a ser notado no colégio. No fundo, Evan sabe que não está fazendo a coisa certa, mas se está ajudando a família de Connor a superar a perda, que mal pode ter?
Evan agora tem um propósito de vida. Até que a verdade ameaça vir à tona, e ele precisa enfrentar seu maior inimigo: ele mesmo.”

Adoro um YA, e entre tantas leituras sombrias que eu faço, é sempre bom fazer uma pausa e ler algo mais leve. Mas Querido Evan Hansen passa longe disso; é um livro denso e triste, narrado por um personagem deprimido e com baixíssima autoestima. É um ótimo livro, mas também é um para se ler com cuidado porque sim, há gatilhos.

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Resenha: A Metade Sombria

Ficha técnica:

Título: A Metade Sombria

Autor: Stephen King

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 464

Editora: Suma

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Sinopse:

“Criar George Stark foi fácil. Se livrar dele, nem tanto.
Há anos, Thad Beaumont vem escrevendo, sob o pseudônimo George Stark, thrillers violentos que pagam as contas da família, mas não são considerados “livros sérios” pelo escritor. Quando um jornalista ameaça expor o segredo, Thad decide abrir o jogo primeiro, e dá um fim público ao pseudônimo.
Beaumont volta a escrever sob o próprio nome, e seu alter ego ameaçador está definitivamente enterrado. Tudo vai bem. Até que uma série de assassinatos tem início, e todas as pistas apontam para Thad. Ele gostaria de poder dizer que é inocente, que não participou dos atos monstruosos acontecendo ao seu redor. Mas a verdade é que George Stark não ficou feliz de ser dispensado tão facilmente, e está de volta para perseguir os responsáveis por sua morte.”

Mais um relançamento de um clássico do mestre Stephen King na coleção capa dura da Biblioteca Stephen King da Suma. Essa coleção é tão linda e caprichada que dá vontade de abraçar os livros, e essa foi minha edição preferida: a capa roxa, os pássaros voando nas páginas, enfim, todo o projeto gráfico ficou incrível. E, além disso, o original ganhou nova tradução da competentíssima Regiane Winarski.

Mas e a história? Vale a pena?

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Resenha: Longe de casa – Minha jornada e histórias de refugiadas pelo mundo

Ficha técnica:

Título: Longe de casa – Minha jornada e histórias de refugiadas pelo mundo

Autora: Malala Yousafzai

Tradutora: Lígia Azevedo

Páginas: 232

Editora: Seguinte

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Sinopse:

“Neste livro, a mais jovem ganhadora do prêmio Nobel da paz conta sua história de migração e dá voz a garotas que estão entre os milhões de refugiados pelo mundo.

Ao longo de sua jornada, a paquistanesa Malala Yousafzai visitou uma série de campos de refugiados, o que a levou a pensar sobre sua própria condição de migrante — primeiro dentro de seu país, ainda quando criança, e depois como ativista internacional, livre para viajar para qualquer canto do mundo, exceto sua terra natal.
Em Longe de casa, que é ao mesmo tempo um livro de memórias e uma narrativa coletiva, Malala explora sua própria trajetória de vida e apresenta as histórias de nove garotas de várias partes do mundo, do Oriente Médio à América Latina, que tiveram que deixar para trás sua comunidade, seus parentes e o único lar que conheciam.
Numa época de crises migratórias, guerras e disputas por fronteiras, Malala nos lembra que os 68,5 milhões de deslocados no mundo são mais do que uma estatística — cada um deles é uma pessoa com suas próprias vivências, sonhos e esperanças.”

Quando vi o lançamento de Longe de Casa, nas redes da Seguinte, minha vontade era pegar o livro naquele instante e começar a ler. Há algum tempo li o maravilhoso Eu sou Malala (resenha aqui) e fiquei encantada. A história da Malala Yousafzai é inspiradora e vai muito além do conhecido atentado no qual ela levou um tiro na cabeça ao retornar da escola. Mas, enquanto neste livro Malala contava a própria história, em Longe de Casa a ativista abre espaço para outras meninas e mulheres contarem suas histórias de refugiadas. E uma é mais emocionante que a outra.

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Resenha: Depois da Queda

Ficha técnica:

Nome: Depois da Queda

Autor: Dennis Lehane

Tradutora: Sergio Flaksman

Páginas: 392

Editora: Companhia das Letras

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Sinopse:

Um casamento tóxico. Uma rede de mentiras. Neste romance de suspense magistral, é difícil saber em quem podemos confiar.

Depois de ter um colapso mental ao vivo, durante uma transmissão de TV, Rachel Childs, antes uma jornalista obstinada e que desbravava o mundo, passa a viver totalmente reclusa. Fora isso, porém, ela leva uma vida ideal, com um marido que parece ideal. Até que, numa tarde chuvosa, um encontro fortuito abala profundamente aquela vida perfeita, assim como seu casamento e ela mesma. Sugada por uma conspiração cheia de decepções, violência e loucura, Rachel precisa encontrar forças nela mesma para superar medos inimagináveis e verdades transformadoras. Emocionante, sofisticado, romântico e cheio de suspense e tensões, Depois da Queda é Dennis Lehane em sua melhor forma.

Depois da Queda me interessou por sua sinopse e por se tratar de um thriller, porém, por algum motivo, eu sempre deixava a leitura para depois. Relia a sinopse, a orelha, e resolvia passar outros livros da pilha à frente. Acho que era meu subconsciente querendo me alertar. Repleto de personagens esquecíveis e desinteressantes, o livro possui uma trama com complicações desnecessárias e um suspense que falha ao empolgar. Continue lendo…




Resenha: Juntos somos eternos

Ficha técnica:

Nome: Juntos somos eternos

Autor: Jeff Zentner

Tradutor: Guilherme Miranda

Páginas: 339

Editora: Seguinte

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Jeff Zentner, autor de Dias de despedida, traz outra história comovente sobre família, amizade e amor, com uma visão emocionante e ao mesmo tempo bem-humorada sobre a dura realidade de crescer em um ambiente conservador. Dill não é um garoto popular na escola — e não é culpa dele. Depois de seu pai se envolver em um escândalo, o garoto se tornou alvo de piadas dos colegas e passou a ser evitado pela maioria das pessoas na cidadezinha onde mora. Felizmente, ele pode contar com seus melhores amigos, Travis e Lydia, que se sentem tão excluídos ali quanto ele. Assim que os três começam o último ano do ensino médio, mudar de vida parece um sonho cada vez mais distante para Dill. Enquanto Travis está feliz em continuar no interior e Lydia pretende fazer faculdade em uma cidade grande, Dill carrega o peso das dívidas que seu pai deixou para trás. Só que o futuro nem sempre segue nossos planos — e a vida de Dill, Travis e Lydia está prestes a mudar para sempre.

Eu já tinha lido Dias de despedida, do mesmo autor Jeff Zentner, e apesar de ter gostado bastante não foi aquela leitura mais do que especial. Resolvi ler então Juntos somos eternos e esse livro conseguiu superar todas as minhas expectativas. O mais interessante? Esse que na verdade foi o primeiro livro do autor! O que ele mais me conquistou é que ele é um livro que celebra principalmente a amizade.

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