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Resenha: O Palácio da Meia-Noite

Ultimamente ando meio travada nas minhas leituras, tanto que tenho aparecido pouco aqui no blog. No meio de duas outras leituras que não estavam progredindo, resolvi resgatar O Palácio da Meia-Noite da minha estante. Afinal, se Zafón não conseguisse me animar, quem poderia? Mas eis que, pela primeira vez, um livro dele me desapontou. Não é um livro ruim, mas já li outras obras infinitamente melhores dele. O que fazer quando um dos seus autores favoritos decepciona? Bem, ninguém é perfeito.

Capa O palacio da meia-noite.indd“Ben e Sheere são irmãos gêmeos cujos caminhos se separaram logo após o nascimento: ele passou a infância num orfanato, enquanto ela seguiu uma vida errante junto à avó, Aryami Bosé. Os dois se reencontram quando estão prestes a completar 16 anos.
Junto com o grupo Chowbar Society, formado por Ben e outros seis órfãos e que se reúnem no Palácio da Meia-Noite, Ben e Sheere embarcam numa arriscada investigação para solucionar o mistério de sua trágica história.
Uma idosa lhes fala do passado: um terrível acidente numa estação ferroviária, um pássaro de fogo e a maldição que ameaça destruí-los. Os meninos acabam chegando até as ruínas da velha estação ferroviária de Jheeters Gate, onde enfrentam o temível pássaro.
Cada um deles será marcado pela maior aventura de sua vida. Publicado originalmente em 1994, O Palácio da Meia-Noite segundo romance do fenômeno espanhol Carlos Ruiz Zafón traz uma narrativa repleta de fantasia e mistério sobre coragem e amizade.” Fonte

Maturidade nada mais é que o processo de descobrir que tudo aquilo em que você acreditava quando era jovem é falso, e que, por outro lado, tudo o que rejeitava na juventude é verdadeiro.




Resenha: Novembro de 63

NOVEMBRO_DE_63_1380329210BA vida pode mudar num instante, e dar uma guinada extraordinária. É o que acontece com Jake Epping, um professor de inglês de uma cidade do Maine. Enquanto corrigia as redações dos seus alunos do supletivo, Jake se depara com um texto brutal e fascinante, escrito pelo faxineiro Harry Dunning. Cinquenta anos atrás, Harry sobreviveu à noite em que seu pai massacrou toda a família com uma marreta. Jake fica em choque… mas um segredo ainda mais bizarro surge quando Al, dono da lanchonete da cidade, recruta Jake para assumir a missão que se tornou sua obsessão: deter o assassinato de John Kennedy. Al mostra a Jake como isso pode ser possível: entrando por um portal na despensa da lanchonete, assim chegando ao ano de 1958, o tempo de Eisenhower e Elvis, carrões vermelhos, meias soquete e fumaça de cigarro.

Após interferir no massacre da família Dunning, Jake inicia uma nova vida na calorosa cidadezinha de Jodie, no Texas. Mas todas as curvas dessa estrada levam ao solitário e problemático Lee Harvey Oswald. O curso da história está prestes a ser desviado… com consequências imprevisíveis.

Em Novembro de 63, livro inédito de Stephen King, a viagem no tempo nunca foi tão plausível… e aterrorizante.

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Resenha: Escuridão total sem estrelas

Entre um livro e outro, resolvi pegar essa coletânea de contos de Stephen King para ler. Contos já são um ótimo passatempo entre outras leituras, contos em formato digital então (no meu caso, no celular, ou seja, leio praticamente em qualquer lugar), melhor ainda! E ainda por cima King, ou seja, não tem erro! E não teve mesmo. Apesar de não ser minha coletânea preferida dele, Escuridão total sem estrelas é uma ótima leitura. Nesses quatro contos que flertam entre o terror e o drama, King mostra que o horror, na verdade, está muito próximo mais próximo do que a gente imagina: dentro de nós, na vida real, e não na ficção.

EscuridãoTotal“Na ausência da luz, o mundo assume formas sombrias, distorcidas, tenebrosas. Em Escuridão total sem estrelas os crimes parecem inevitáveis; as punições, insuportáveis; as cumplicidades, misteriosas.

Em 1922, o agricultor Wilfred e o filho, Hank, precisam decidir do que é mais fácil abrir mão: das terras da família ou da esposa e mãe. No conto Gigante do volante, após ser estuprada por um estranho e deixada à beira da morte, Tess, uma autora de livros de mistério, elabora uma vingança que vai deixá-la cara a cara com um lado desconhecido de si mesma. Já em Extensão justa, Dave Streeter tem um câncer terminal e faz um pacto com um estranho vendedor. Mas será que para salvar a própria vida vale a pena destruir a de outra pessoa? E, em Um bom casamento, uma caixa na garagem pode dizer mais a Darcy Anderson sobre seu marido do que os vinte anos que eles passaram juntos.

Os personagens dos quatro contos de Stephen King passam por momentos de escuridão total, quando não existe nada — bom senso, piedade, justiça ou estrelas — para guiá-los. Suas histórias representam o modo como lidamos com o mundo e como o mundo lida conosco. São narrativas fortes e, cada uma a seu modo, profundamente chocantes.” Fonte

Não era uma viagem, não exatamente. Estava só voltando para casa.




Resenha: Depois do que aconteceu

depois do que aconteceu“O vazio deixado por Alex está sempre comigo, e isso é bom, porque essa dor me dá a certeza de que a sua existência em minha vida foi real. E o mais difícil nessa batalha que se estende dia após dia é ficar longe de quem você mais queria estar perto.”

Isabel passou o último ano fugindo. Depois do que aconteceu, a jovem não acredita que conseguirá ser feliz novamente. O que ela não esperava era que o destino colocaria Daniel Clark em seu caminho. A atração entre os dois é imediata e irreversível: ao voltar para casa, a carioca Isabel não será capaz de esquecer os encantadores olhos azuis daquele cara que conheceu por acaso em plena avenida Paulista.

A partir desse dia, a tristeza de Isabel perde espaço para uma paixão que mudará a sua vida. Ficar presa ao passado vale mesmo a pena? Ou é preciso seguir em frente e dar uma segunda chance ao amor?”

Depois do que aconteceu, um romance da autora brasileira Juliana Parrini, foi uma leitura bem peculiar, eu diria. Era quase como se eu tivesse lendo dois livros diferentes ao mesmo tempo. Um que me desanimava e que fazia a leitura ficar arrastada e o outro que me animava e que me fazia acreditar nele novamente.

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Resenha: Doctor Who – O prisioneiro dos Daleks

Andava doida para ler esse livro, portanto, no meu aniversário, encontrei-o com desconto na Saraiva e pensei “é agora, mereço um presente!”. Li tudo de uma vez, num dia só; Doctor Who – O prisioneiro dos Daleks não é apenas um livro divertido com o melhor Doutor de todos (#LoveTennant), é também um livro bem escrito, com uma trama inteligente de ficção científica e um drama com um protagonista solitário e atormentado.

prisioneiro-dos-daleks-doctor-who-suma-de-letras“O Império Dalek não para de se expandir, e batalhas eclodem em vários sistemas solares. Quando o futuro da galáxia está em jogo, o Doutor se vê a bordo de uma nave próxima à linha de frente, junto a um implacável grupo de caçadores de recompensas.
O Comando da Terra paga a eles por cada Dalek morto, por cada olho entregue como prova. Mas, com a ajuda do Doutor, os caçadores conseguem algo de valor inestimável: um Dalek inteiro, vivo, com os sistemas desarmados e pronto para ser interrogado. No entanto, com os Daleks nada é o que parece e ninguém está a salvo. Quando o jogo virar, como o Doutor sobreviverá ao se tornar prisioneiro de seu maior inimigo?
Uma aventura inédita do Décimo Doutor, interpretado na tevê por David Tennant.” Fonte

Allons-y!

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