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Resenha: A livraria dos finais felizes

a livraria dos finais felizesSara tem 28 anos e nunca saiu da Suécia — a não ser através dos (vários) livros que lê. Quando sua amiga Amy, uma senhora com quem troca livros pelo correio há anos, a convida para visitá-la na cidade de Broken Wheel, Iowa, Sara decide se aventurar. Mas ao chegar lá, descobre que Amy faleceu. Sara se vê desacompanhada na casa da amiga, em uma cidade muito pequena, e começa a pensar que talvez esse não seja o tipo de férias que havia planejado.Com o tempo, Sara descobre que não está sozinha. Nessa cidade isolada e antiga, estão todas as pessoas que ela conheceu através das cartas da amiga: o pobre George, a destemida Grace, a certinha Caroline e Tom, o amado sobrinho de Amy. Logo Sara percebe que Broken Wheel precisa desesperadamente de alguma aventura, um pouquinho de autoajuda e talvez uma pitada de romance. Resumindo: a cidade precisa de uma livraria.

Quando você lê a sinopse de A livraria dos finais felizes o que você imagina? Que é aquele tipo de livro leve que você lê em uma tarde chuvosa com uma xícara de leite com chocolate ao lado. Aquela leitura fofinha que vai te fazer sorrir em vários momentos. Mas… não foi nada disso o que aconteceu.

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Resenha: Cujo

Como resistir a um livro do Stephen King? Para mim, isso não existe. Se um livro dele cai na minha mão, eu leio. Ah, e eu tenho uma pequena biblioteca dele aqui em casa – ainda não lida – para quando livros novos não aparecem (o que é difícil) e então eu vou lá e escolho mais um para ler. Enfim, o fato é que quando a Suma de Letras republicou Cujo nessa nova edição – capa dura linda! -, ficou mesmo impossível resistir. E eu ainda não tinha lido Cujo, só assistido à adaptação (aliás, de longe, o livro é mil vezes melhor, detestei o filme). Mergulhei de cabeça no livro e foi uma jornada tensa, assustadora e maravilhosa – prepare-se para seu coração em pedaços.

cujo-stephenking“Frank Dodd está morto e a cidade de Castle Rock pode ficar em paz novamente. O serial-killer que aterrorizou o local por anos agora é apenas uma lenda urbana, usada para assustar criancinhas. Exceto para Tad Trenton, para quem Dodd é tudo, menos uma lenda. O espírito do assassino o observa da porta entreaberta do closet, todas as noites. Você pode me sentir mais perto… cada vez mais perto. Nos limites da cidade, Cujo – um são Bernardo de noventa quilos, que pertence à família Camber – se distrai perseguindo um coelho para dentro de um buraco, onde é mordido por um morcego raivoso. A transformação de Cujo, como ele incorpora o pior pesado de Tad Trenton e de sua mãe e como destrói a vida de todos a sua volta é o que faz deste um dos livros mais assustadores e emocionantes de Stephen King.” Fonte

De repente, Cujo emergiu da névoa.




Resenha: A Guerra dos Mundos

É impossível não se apaixonar por essa edição de A Guerra dos Mundos da Suma de Letras. Em grande parte, foi por causa dessa edição estupenda que eu quis ler o livro. Na época, pensei, “será que dou conta de um clássico desses de ficção científica?”. Eu adoro FC, mas um clássico? Li o primeiro capítulo e pareceu empolgante, mas…

a-guerra-dos-mundos“Eles vieram do espaço. Eles vieram de Marte. Com tripés biomecânicos gigantes, querem conquistar a Terra e manter os humanos como escravos. Nenhuma tecnologia terrestre parece ser capaz de conter a expansão do terror pelo planeta. É o começo da guerra mais importante da história. Como a humanidade poderá resistir à investida de um potencial bélico tão superior?

Publicado pela primeira vez em 1898, A guerra dos mundos aterrorizou e divertiu muitas gerações de leitores. Esta edição especial contém as ilustrações originais criadas em 1906 por Henrique Alvim Corrêa, brasileiro radicado na Bélgica. Conta também com um prefácio escrito por Braulio Tavares, uma introdução de Brian Aldiss, membro da H. G. Wells Society, e uma entrevista com H. G. Wells e o famoso cineasta Orson Welles responsável pelo sucesso radiofônico de A guerra dos mundos em 1938 , que fazem desta a edição definitiva para fãs de Wells.” Fonte

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Resenha: Último Turno

Terminei de ler esse livro há quase duas semanas, mas demorei para vir aqui resenhá-lo. Por quê? Porque fazer isso é definitivamente se despedir de mais uma série maravilhosa. E não é qualquer série. É uma série brilhante do Stephen King.

E não havia melhor maneira de finalizar a trilogia do detetive Bill Hodges que com Último Turno, esse livro perfeito que você não vai esquecer.

Essa resenha pode conter spoilers dos dois livros anteriores. Leia a resenha de Mr. Mercedes e de Achados e Perdidos.

ultimoturno“Brady Hartsfield, o diabólico Assassino do Mercedes, está há cinco anos em estado vegetativo em uma clínica de traumatismo cerebral. Segundo os médicos, qualquer coisa perto de uma recuperação completa é improvável. Mas sob o olhar fixo e a imobilidade, Brady está acordado, e possui agora poderes capazes de criar o caos sem que sequer precise deixar a cama de hospital. O detetive aposentado Bill Hodges agora trabalha em uma agência de investigação com Holly Gibney, a mulher que desferiu o golpe em Brady. Quando os dois são chamados a uma cena de suicídio que tem ligação com o Massacre do Mercedes, logo se veem envolvidos no que pode ser seu caso mais perigoso até então. Brady está de volta e, desta vez, não planeja se vingar apenas de seus inimigos, mas atingir toda uma cidade.

Em Último turno, Stephen King leva a trilogia a uma conclusão sublime e aterrorizante, combinando a narrativa policial de Mr. Mercedes e Achados e perdidos com o suspense sobrenatural que é sua marca registrada.” Fonte

Aquilo sim era poder.




Resenha: O Cisne e o Chacal

A série Na Companhia de Assassinos foge um pouco da minha zona de conforto literária, é verdade, mas os dois primeiros livros (A Morte de Sarai O Retorno de Izabel) foram leituras empolgantes, que possuíam romance e sensualidade na dose certa e muito suspense e ação, o que realmente me interessava. A combinação era ótima e eu esperava que J. A. Redmerski continuasse mantendo a receita que parecia funcionar tão bem. Na verdade fiquei bem feliz quando li o aviso da autora no início de O Cisne e o Chacal, no qual ela diz que se você quer ler um romance, leia outro dos seus livros (como Entre o Agora e o Nunca), porque essa série não é sobre romance. “Oba!”, é o que eu penso. O aviso, porém, cabe direitinho quando o assunto são os dois primeiros livros. Quanto a esse, bem, ele é um romance sim, e infelizmente não é um romance bom.

o-cisne-e-o-chacal“Fredrik Gustavsson nunca considerou a possibilidade de se apaixonar certamente nenhuma mulher entenderia seu estilo de vida sombrio e sangrento. Até que encontra Seraphina, uma mulher tão perversa e sedenta de sangue quanto ele. Eles passam dois anos juntos, em uma relação obscura e cheia de luxúria. Então Seraphina desaparece. Seis anos depois, Fredrik ainda tenta descobrir onde está a mulher que virou seu mundo de cabeça para baixo. Quando está próximo de descobrir seu paradeiro, ele conhece Cassia, a única pessoa capaz de lhe dar a informação que tanto deseja. Mas Cassia está ferida após escapar de um incêndio, e não se lembra de nada. Fredrik não tem escolha a não ser manter a mulher por perto, porém, depois de um ano convivendo com seu jeito delicado e piedoso, ele se descobre em uma batalha interna entre o que sente por Seraphina e o que sente por Cassia. Porque ele sabe que, para manter o amor de uma, a outra deve morrer.” Fonte

Então você não é quem eu pensava que fosse.

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