Arquivo para a categoria ‘ Ed. Companhia das Letras ’


Resenha: Encruzilhada

Encruzilhada“A vida de Addison Coleman é um grande “e se…?”, graças à sua habilidade especial: Investigar Destinos. Addie é capaz de prever duas possibilidades de seu futuro toda vez que precisa tomar uma decisão. Quando os pais dela anunciam o divórcio, a garota deve escolher se vai morar com o pai entre os Normais ou se prefere ficar com a mãe no Complexo Paranormal. Para ter certeza do que a espera, Addie resolve Investigar. Em uma alternativa, ela conhece Trevor, um Normal sensível com quem logo sente uma conexão. Na outra, se envolve com Duke, o garoto mais popular da escola Paranormal. E agora, em qual futuro Addison estará disposta a viver?”

Quando eu li a sinopse de Encruzilhada, fiquei muito curiosa – e eu não fui a única, já que a Karen também queria esse livro. Depois de muitas lágrimas eu consegui ficar com ele (mentira hehehe nós somos boazinhas XD). Mas, talvez por causa das minhas altas expectativas, eu esperava um pouco mais do livro…

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A Cuca Recomenda: O Vilarejo

1. Eu amo terror;
2. Ainda fico perturbada só de pensar no fantástico Dias Perfeitos, de Raphael Montes (leia a resenha);
3. Essa edição de O Vilarejo da Suma de Letras é de babar.

Obviamente eu estava morrendo de ansiedade e expectativa de ler esse livro desde seu lançamento. Quando nos foi oferecida a oportunidade de ler através da Suma de Letras, é claro que surtei. Li assim que chegou, de um dia para o outro. Agora, bateu as expectativas? Não. O Vilarejo é um livro bem escrito, com uma ótima ideia, um formato ousado, uma edição perfeita e a escrita precisa de Raphael Montes, mas me decepcionou em vários sentidos. Saiba tudo nessa resenha.

CAPA-O-vilarejoUm Vilarejo que sumiu do mapa.

O tempo o apagou do mundo, da história, da mente das pessoas. A única prova de que o local existiu é a vida de seus moradores, as histórias que ficaram registradas em um caderno com ilustrações macabras. Explore um lugar perdido no passado e, através de um quebra-cabeça cheio de surpresas, conheça o destino de seus habitantes, há muito esquecidos.”

O caráter do homem é o seu demônio. Heráclito




Resenha: O Gigante Enterrado

Imaginei que O Gigante Enterrado não seria uma leitura fácil para mim: ele tinha toda a cara de um livro que sairia da minha zona de conforto, e realmente sai. Alta fantasia, com muita descrição e escrita poética: tudo isso pode ser lindo, mas não é exatamente minha praia. Além disso, dos livros de autores japoneses, venho de uma decepção literária/um livro que quase estou abandonando, que é Battle Royale (longa história). Mesmo assim, não resisti e quis ler O Gigante Enterrado: a trama me instigou e a edição da Companhia das Letras é simplesmente primorosa. Ainda bem que insisti: o livro é nada menos que belíssimo, uma história de amor emocionante sobre a importância das memórias, mesmo as mais dolorosas.

gigante“Uma terra marcada por guerras recentes e amaldiçoada por uma misteriosa névoa do esquecimento. Uma população desnorteada diante de ameaças múltiplas. Um casal que parte numa jornada em busca do filho e no caminho terá seu amor posto à prova – será nosso sentimento forte o bastante quando já não há reminiscências da história que nos une?
Épico arturiano, o primeiro romance de Kazuo Ishiguro em uma década envereda pela fantasia e se aproxima do universo de George R. R. Martin e Tolkien, comprovando a capacidade do autor de se reinventar a cada obra. Entre a aventura fantástica e o lirismo, “O gigante enterrado” fala de alguns dos temas mais caros à humanidade: o amor, a guerra e a memória.” Fonte

Deus conhece o lento caminhar do amor de um casal de velhos e entende que sombras escuras fazem parte do caminho.




Resenha + Sorteio: A Rainha Vermelha

Quando a Cia das Letras disponibilizou A rainha vermelha, eu logo me interessei. Tive a sensação de que ia gostar da história – e a capa chamou muito a atenção. Bem, eu não estava errada, realmente gostei! E agora vou contar para vocês o motivo.

A_RAINHA_VERMELHAO mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.

Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?

Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe – e Mare contra seu próprio coração. Fonte

Todo mundo pode trair todo mundo.




Resenha: Doctor Who – Shada

Doctor Who foi uma série que me conquistou aos poucos. Quando comecei a assistir a primeira temporada de New Who, vi uns quatro episódios, fiquei de saco cheio e abandonei a série. Voltei a assistir por pura teimosia após vários meses, mas quando me dei conta estava apaixonada (muito por culpa de David Tennant, o 10th Doctor). A Melissa de Sá, do Livros de Fantasia, que compartilha desse amor não tão incondicional assim (nós duas concordamos que a temporada do 9th Doctor é um tragédia e não gostamos de jeito nenhum da Rose Tyler), resolveu me emprestar Shada, de Gareth Roberts, e disse que eu ia adorar. E não foi diferente: assim que embarquei na Tardis do 4th Doctor nessa aventura que originalmente era um episódio da TV escrito por Douglas Adams fui arrebatada. Impossível ler esse livro sem um sorriso no rosto.

shada“Vista e cultuada em mais de 200 países, a série de TV Doctor Who é um ícone cultural britânico que conquistou mais de 70 milhões de fãs em 50 anos de aventura.

O seriado acompanha o Doutor: um viajante misterioso, vindo do planeta Gallifrey, movido pelo desejo de explorar todos os cantos do tempo e do espaço. Um dos Senhores do Tempo, o Doutor é capaz de se regenerar para escapar da morte, mudando de corpo, rosto e personalidade. Com seus companheiros, humanos e alienígenas, ele protege a Terra e o cosmos contra perigos de todos os tipos.

Shada reconta um episódio que nunca foi transposto para as telas de televisão, uma aventura “perdida” de 1979. Escrita pelo então editor de roteiros da série, Douglas Adams, o autor de O guia do mochileiro das galáxias, Shada traz a quarta encarnação do Doutor e sua companheira Romana II.” Fonte

O universo é cheio de coisas maravilhosas e oportunidades fantásticas. E você tem que agarrá-las com ambas as mãos.

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