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Resenha: A Seleção

Eu adoro princesas. Todo mundo que me conhece simplesmente sabe disso. Eu tenho camisas com as princesas da Disney e quero comprar praticamente todas as bonecas das princesas (mas não tenho dinheiro e nem local para guardar todas elas). E por favor, não me mostrem nada da Rapunzel, porque eu vou querer comprar (e sim, eu sei cantar todas as músicas de Enrolados).

Quando a Sabrina, do Café com Blá Blá Blá, me falou sobre o livro A Seleção, a minha resposta foi: “Eu preciso ler esse livro agora!”. Sociedade no futuro e uma seleção para saber quem seria a nova princesa do reino? A probabilidade de pelo menos gostar do livro já era de 50%! E essa capa é linda, não?

Para trinta e cinco garotas, a Seleção é um sonho se tornando realidade. Elas podem sair de um mundo opressor e de possibilidades altamente restritas e ir para um mundo de vestidos, jóias e realezas. Mas para isso as jovens selecionadas vão morar em um castelo e competir pela mão do príncipe Encan… Ops, príncipe  Maxon. Sim, é praticamente um reality show onde como prêmio você ganha um marido e um reino!

E quem vai ser a nova princesa?




Resenha: Love, a história de Lisey

“Lisey Landon compartilhava uma intimidade profunda e às vezes assustadora com seu marido, Scott, um escritor célebre e cheio de segredos. Um desses segredos era a fonte de sua imaginação, um lugar com a capacidade de curá-lo ou destruí-lo. Agora, dois anos depois da morte de Scott, chega a vez de Lisey enfrentar os demônios de seu marido, embarcando em uma perigosa viagem na escuridão que ele habitava. Love é uma parábola sobre a imaginação e o amor, e sobre o poder do amor de transformar e de salvar.” Fonte

Um livro, apesar de ser algo, à primeira vista, imutável, com todas suas palavras impressas, mudando de vez em quando apenas o tipo de fonte, o papel, o tamanho ou a capa, na realidade é algo extremamente mutável, algo com uma forma, significado e olhos – principalmente os olhos – sempre diferentes para cada pessoa que o lê. Isso acontece porque cada pessoa é diferente da outra, em vários tons, e de uma maneira especial. Um livro – uma história, na verdade, pois esta não é uma exclusividade dos livros, apesar de ser brilhantemente contada neles – também é diferente para a mesma pessoa que o lê, em diversas leituras, pelo exato detalhe que uma pessoa é diferente em cada instante da sua vida, seja este há dez anos ou dez minutos. Nós somos seres em constante mutação, especialmente de pensamentos e sentimentos, e isso se transfere para as histórias que lemos, as quais adquirem significados completamente diferentes à luz dos momentos que vivemos em nossas próprias vidinhas – às vezes tão comuns, mas mesmo assim, extraordinárias a seu próprio modo.

É por isso que eu acho que cada livro tem seu momento de ser lido. Um momento especial, que não se repetirá jamais. Às vezes lemos um livro cedo demais. Às vezes, tarde demais. E algumas abençoadas vezes, algo, talvez a providência ou algo maior, coloque em nossas mãos uma história perfeita para aquela época em que vivemos. Posso dizer que li Love no momento exato que deveria lê-lo.

Bool! E fim?




Resenha: A Menina que Brincava com Fogo, Steg Larsson

Olá! Essa resenha contém spoilers de Os homens que não amavam as mulheres (resenha), então, se não quiser estragar as surpresas, sugiro que não sigam adiante (nunca se sabe heheh).

Sinopse:  Lisbeth parece uma garota frágil, mas é uma mulher determinada, ardilosa, perita tanto nas artimanhas da ciberpirataria quanto nas táticas do pugilismo. Mikael Blomkvist pode parecer apenas um jornalista em busca de um furo, mas no fundo é um investigador obstinado em desenterrar os crimes obscuros da sociedade sueca, sejam os cometidos por repórteres sensacionalistas, sejam os praticados por magistrados corruptos ou ainda aqueles perpetrados por lobos em pele de cordeiro. Um destes, o tutor de Lisbeth, foi morto a tiros. Na mesma noite, contudo, dois cordeiros também foram assassinados – um jornalista e uma criminologista que estavam prestes a denunciar uma rede de tráfico de mulheres. A arma usada nos crimes não só foi a mesma como nela foram encontradas as impressões digitais de Lisbeth. Procurada por triplo homicídio, a moça desaparece. Mikael sabe que ela apenas está esperando o momento certo para provar que não é culpada e fazer justiça a seu modo. Mas ele também sabe que precisa encontrá-la o mais rapidamente possível, pois mesmo uma jovem tão talentosa pode deparar-se com inimigos muito mais formidáveis, e que, se a polícia ou os bandidos a acharem primeiro, o resultado pode ser funesto, para ambos os lados. (Fonte)

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Resenha: Capitães da Areia

Olá! Quem é viva sempre aparece!
Hoje a resenha faz parte do Especial Nacional do blog Who’s Thanny, idealizado pela Flora e Byzinha, para divulgação de livros nacionais. Aproveito também para lançar a resenha em comemoração ao centenário de Jorge Amado (que não consegui fazer na época – my bad).

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Resenha: Os homens que não amavam as mulheres

Sinopse: Primeiro volume de trilogia cult de mistério que se tornou fenômeno mundial de vendas, Os homens que não amavam as mulheres traz uma dupla irresistível de protagonistas-detetives: o jornalista Mikael Blomkvist e a genial e perturbada hacker Lisbeth Salander. Juntos eles desvelam uma trama verdadeiramente escabrosa envolvendo a elite sueca (…). Fonte

Quem me conhece sabe que eu sou uma spoiler-queen. Leio spoilers dos livros, leio o parágrafo final do livro e geralmente não atrapalha a minha leitura. Deste livro, porém, eu me segurei. Não sei bem por que, acho que foi porque me disseram que o começo era embromação e só depois de umas 200 páginas é que eu conseguiria ler com mais entusiasmo. Talvez tenha sido esse fator que me fez deixar essa trilogia parada na minha estante por mais de dois anos. Ganhei o primeiro livro em 2010 de aniversário e depois comprei logo os outros dois, já que contraditoriamente me indicaram que era uma leitura ótima e os deixei lá parados.

Como ano passado a minha meta de leitura foi um completo fiasco, esse ano eu decidi priorizar os livros da minha estante (expliquei aqui e aqui), principalmente os de série e, aproveitando a deixa da estreia do filme americano, resolvi começar a leitura com a trilogia Millennium.

“A vingança é um motivo poderoso.” (Lisbeth Salander)

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