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Outras Páginas: Monstros!

Eu já namorava há muito tempo essa HQ de Gustavo Duarte, mas, sabe como é, enrolava para comprar ($ em falta aqui). Fui enrolando, enrolando, até que essa semana descubro que o cartunista estaria aqui em Santos e faria o lançamento da HQ na Gibiteca Municipal. Era a oportunidade perfeita para adquirir meu exemplar e é claro que eu peguei uma bike, sentei o pé na ciclovia, atravessei canais, observei o oceano e fui lá na praia conferir. E por que estou falando tanto da minha cidade? Bem, porque Gustavo também fala. E além da HQ ter como tema monstros japoneses – o que por si só é fantástico -, eles estão atacando a cidade de Santos. Para mim a mistura ficou perfeita.

“Três monstros surgem do mar para invadir a cidade de Santos, em São Paulo. Como em todo bom filme do Godzilla, eles aparecem misteriosamente, sem aviso e com apenas uma ideia – se alimentar da população local. Mas cada cidade tem seu herói para uma situação dessas, e com Santos não poderia ser diferente. O algoz dos monstros, por assim dizer, será o velho Pinô, dono de bar, pescador e famoso contador de histórias. Um sujeito simples, sem muitas surpresas na vida. Ou não.” Fonte

Mistura sua laia/ Ou foge da raia/ Sai da tocaia/ Pula na baia/ Os monstros vão invadir sua praia!




Resenha dupla: Entre o Agora e o Nunca

Olá! Eu e a Lany começamos a ler esse livro simultaneamente e quando terminamos, percebemos que tivemos algumas opiniões diferentes sobre ele, então vamos resenhá-lo para vocês. As cores da fonte vão diferenciar as opiniões. Meu texto será da cor azul e o da Lany laranja.

ENTRE_O_AGORA_E_O_NUNCASinopse: Camryn Bennett é uma jovem de 20 anos que desistiu do amor desde que Ian, seu namorado, morreu num acidente de carro há um ano. Sua melhor amiga, Natalie, é a única capaz de animá-la. Mas a relação entre as duas fica abalada quando o namorado de Nat revela à Camryn que está apaixonado por ela. Perdida, sem saber o que fazer, Camryn vai para rodoviária e pega o primeiro ônibus interestadual, sem se importar com o destino.

Com uma carteira, um celular e uma pequena bolsa com alguns itens indispensáveis, Camryn embarca para Idaho. Mas o que ela não esperava era conhecer Andrew Parrish, um jovem sedutor e misterioso, a caminho para visitar o pai, que está morrendo de câncer. Andrew se aproxima da companheira de viagem, primeiro para protegê-la, mas logo uma conexão irresistível se forma entre os dois.

Camryn tenta lutar contra o sentimento, já que jurou nunca mais se apaixonar desde a morte de Ian. Andrew também tenta resistir, motivado pelos próprios segredos. Narrado em capítulos que alternam as vozes de Andrew e Camryn, Entre O Agora e O Nunca é uma história de amor e sexo, na qual os personagens testam seus limites, exploram seus desejos e buscam o caminho que os levará à felicidade. Fonte

Coincidência é só o nome que os conformistas dão ao destino




Em outras palavras: 1984

A coluna Em outras palavras de hoje volta com a resenha da Nivia Fernandes. Ela já foi parte da nossa equipe aqui no blog, porém precisou se afastar, mas hoje retorna com uma resenha especial para a nossa coluna de convidados. Aqui o espaço é aberto para quem quiser resenhar seus livros favoritos! Quem estiver interessado deve apenas mandar um e-mail para a gente via contato@poressaspaginas.com. Aproveitem a resenha da Nivia!

Olá, pessoal! Já estive no blog antes, mas devido a ler pouco na faculdade, acabei indo embora. Mas o carinho pelo PEP e as amigas maravilhosas que tenho aqui é eterno, então voltei aqui para fazer uma ronda especial! As resenhas daqui são referências de leitura para mim, sem dúvida alguma. Mas de qualquer forma, vim deleitá-los com um clássico, tratem de assoprar a estante aí que lá vem mofo! Um bem especial que vai deixá-los espirrando de nervoso.

“‘1984’ não é apenas mais um livro sobre política, mas uma metáfora do mundo que estamos inexoravelmente construindo. Invasão de privacidade, avanços tecnológicos que propiciam o controle total dos indivíduos, destruição ou manipulação da memória histórica dos povos e guerras para assegurar a paz já fazem parte da realidade. Se essa realidade caminhar para o cenário antevisto em 1984 , o indivíduo não terá qualquer defesa. Aí reside a importância de se ler Orwell, porque seus escritos são capazes de alertar as gerações presentes e futuras do perigo que correm e de mobilizá-las pela humanização do mundo.

Falo de praticamente da adenina do DNA de todo conteúdo distópico que existe… A obra “1984”, de George Orwell. Já fiz resenha sobre “Fahrenheit 451”, do falecido há pouco tempo Ray Bradbury, mas confesso que “1984” é mil vezes mais perturbador. E é fascinante. Se você parar e entender que Orwell (pseudônimo Eric Arthur Blair) escreveu esse livro em 1949… Vai ficar mais assustado ainda.

“Quem controla o passado, controla o futuro; quem controla o presente controla o passado.”




Resenha: A Elite

A Seleção foi um dos livros que eu mais gostei em 2012. Por isso, eu fiquei aguardando ansiosamente por A Elite, o segundo livro da série. Infelizmente, eu não gostei tanto assim dele… Eu fico me perguntando se o problema foi comigo, porque várias pessoas que leram amaram! Mas, eu tenho que ser sincera na minha resenha, certo?

Atenção: Essa resenha contém spoilers de “A Seleção”!

A EliteSinopse: “A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.

America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.”

Maxon ou Aspen?




Resenha: As Esganadas

Olha eu aqui de novo, dessa vez para trazer um pouco de literatura nacional para vocês. E por falar em literatura nacional, essa resenha faz parte do Desafio realmente desafiante 2013 do blog Silêncio que eu to lendo. O item do desafio é o 11. Ler um livro nacional.

Estou contente porque estou conseguindo acompanhar o desafio, apesar de algumas resenhas terem atrasado. Mas pelo menos estou conseguindo cumprir uma cota mínima de leitura para o desafio, espero que no fim do ano eu tenha lido pelo menos 50% da minha meta de leitura – levando em consideração que eu, hm… acrescentei alguns livros na meta do skoob.

Mas vamos ao que interessa. rsrs 😛

AS_ESGANADASSinopse: Rio, 1938. Um perigoso assassino está à solta nas ruas. Seu alvo são mulheres jovens, bonitas e… gordas. Sua arma são irresistíveis doces portugueses. Com requintes de crueldade gastronômica, ele mata sem piedade suas vítimas e depois expõe seus cadáveres acintosamente, escarnecendo das autoridades. Fonte

Quando eu adquiri meu kindle, a minha amiga Mi me presenteou com alguns livros que ela achou que eu fosse gostar, incluindo este. Eu torci o nariz, porque não gostei muito de O Xangô de Baker Street – mas não gostei simplesmente porque gosto muito das histórias originais de  Sherlock Holmes e vê-lo um tanto parodiado não me agradou.

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