Arquivo para a categoria ‘ Ed. Companhia das Letras ’


Resenha: Destino, Ally Condie

Sinopse: Cassia tem absoluta confiança nas escolhas da Sociedade. Ter o destino definido pelo sistema é um preço pequeno a se pagar por uma vida tranquila e saudável, um emprego seguro e a certeza da escolha do companheiro perfeito para se formar uma família. Ela acaba de completar 17 anos e seu grande dia chegou: o Banquete do Par, o jantar oficial no qual será anunciado o nome de seu companheiro. Quando surge numa tela o rosto de seu amigo mais querido, Xander – bonito, inteligente, atencioso, íntimo dela há tantos anos -, tudo parece bom demais para ser verdade.Quando a tela se apaga, volta a se acender por um instante, revelando um outro rosto, e se apaga de novo, o mundo de certezas absolutas que ela conhecia parece se desfazer debaixo de seus pés. Agora, Cassia vê a Sociedade com novos olhos e é tomada por um inédito desejo de escolher. Escolher entre Xander e o sensível Ky, entre a segurança e o risco, entre a perfeição e a paixão. Entre a ordem estabelecida e a promessa de um novo mundo.

Eu acabei lendo o livro Destino, que foi escrito por Ally Condie, de uma forma bastante inusitada. Eu já havia procurado sobre esse livro na internet, porém as opiniões eram as mais diferentes possíveis. Por isso, acabei desistindo dele.

Alguns meses atrás, o tema do Clube do Livro Saraiva do Rio de Janeiro foi “Sociedades Distópicas”. E é claro que Destino foi um dos livros comentados. Eu acabei me interessando MUITO pela história e eu simplesmente precisava dele. Adivinha só? Eu ganhei o livro no sorteio! E o melhor de tudo:  ele não me decepcionou!

A Sociedade escolhe tudo. Inclusive o seu Par perfeito…




Resenha: Na Natureza Selvagem

“O corpo em decomposição de um jovem é encontrado no Alasca. A polícia descobre que se trata de um rapaz de família rica do Leste americano que largou tudo, se internou sozinho na aridez gelada e morreu de inanição.
Quem era o garoto? Por que foi para o Alasca? Por que morreu? Para responder a essas e outras perguntas, Jon Krakauer refaz a trajetória de Chris McCandless, revelando a América dos que vivem à margem, pegando carona ou circulando em carros velhos, vivendo em acampamentos e cidades-fantasmas. Mergulha no mundo da cidadezinha rural, onde homens rudes bebem e conversam sobre o tempo e a colheita. Compara a história do jovem com a de outros aventureiros solitários que tiveram fim trágico.
O resultado é uma narrativa envolvente, por vezes amarga, em que os sonhos da juventude se transformam em pesadelo.

Fonte
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Resenha: O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, Jorge Amado

Olá, eu sou a Lucy! =^.^=
Sou conhecida por gostar de spoilers, mas eu resistirei à tentação de contar qualquer coisa que estrague a leitura aqui. rsrs

Acho interessante informar que os livros que eu provavelmente venha a resenhar não são tão atuais, mas sinceramente, isso não é importante. O importante são as histórias, não? Então vamos a elas.

Acabei de ler a poucas horas “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, de Jorge Amado. Essa fábula foi escrita em 1948, quando o autor morava em Paris com a família, e ele a deu de presente a seu filho, João Jorge. Porém, embora João Jorge conhecesse a fábula, contada pelo pai, ele só encontrou o manuscrito em 1976 e pediu para o artista plástico Carybé ilustrá-la. Ao mostrar a obra datilografada e ilustrada para Jorge Amado, ele decidiu publicá-la nesse mesmo ano.

Primeiramente, eu quero abrir um parêntese e dizer que eu sempre tive curiosidade de ler esse livro por causa de uma parte que foi extraída dele e inserida em um dos livros didáticos do meu primário (atual Ensino Fundamental), provavelmente para uma lição de interpretação de texto, e também porque há algum tempo a estória foi adaptada para o teatro e eu sempre me ressenti por não ter assistido (nem sei se está em cartaz ainda, vou pesquisar rsrs).

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