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Sorteio Casa Nova! – Nove Desconhecidos

No começo de maio, nós trocamos de casa! Estamos com um novo servidor, bem mais em conta, e agora estamos tentando juntar uma graninha para mudarmos o layout! Lembrando que, para nos ajudar a manter o blog ativo, vocês podem fazer suas comprinhas de livros e e-books na Amazon através do nosso link! Dessa maneira, ganhamos uma pequena comissão que ajuda muito nas despesas do blog!

De qualquer maneira, os móveis são os mesmos, mas a casa é nova! Então, pra comemorar, que tal um sorteio? Nós resenhamos Nove Desconhecidos, da Intrínseca, recentemente (resenha dupla aqui) e, em parceria com essa editora linda, vamos sortear um exemplar para vocês, leitores queridos!

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Resenha: Nove Desconhecidos

Ficha Técnica:

Título: Nove Desconhecidos

Autora: Liane Moriarty

Tradutora: Julia Sobral Campos

Páginas: 464

Editora: Intrínseca

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São nove estranhos, dez dias e um sem-número de surpresas. Cada qual por uma razão, eles compram um pacote de estadia no spa Tranquillum House, um balneário remoto ao norte de Sidney, na Austrália, a fim de se desintoxicar da própria vida – curar um luto, perder peso, lidar com a crise no casamento. Em comum, todos querem um pouco de paz, e o programa intitulado ”retiro exclusivo de dez dias para transformação total da mente e corpo” parece ideal. A aposta em meditação, ioga, terapias alternativas e alimentação saudável, sem álcool ou droga, naturalmente, tem tudo para ser uma escolha acertada.Quem nos conta isso é uma das internas, Frances Welty, uma escritora de meia-idade de best-sellers românticos apegada a aforismo literários que só quer esquecer o golpe que sofreu em seu ultimo relacionamento.” Vocês não vão ser mais as pessoas que são agora” é uma das promessas do spa. No inicio, a reação de todos é muito parecida: os nove então desconhecidos respondem de forma exultante aos tratamentos – inclusive a família Marconi, que passa no spa o aniversario de uma data marcante na vida dos três, o pai Napoleon, a mãe, Heather, e a filha, Zoe.
e Carmel Schneider, 39 anos, desiludida e recém-divorciada. E Tony Hogburn, 56 anos, viciado em remédios para emagrecer. E Ben e Jessica Chandler, que chegam para solucionar uma crise no casamento. Todos reagem de forma eufórica aos primeiros estímulos. Mas só depois vão descobrir por que. E tudo o que parecia tão certo, de repente, torna-se a causa de angustias infinitas e laços inesperados: o excesso de regras do espaço, o controle absoluto dos internos, o clima de mistério…Com sarcasmo, ironia e humor mais acido do que limonada sem açúcar, a autora questiona as promessas de transformação que se tornaram um produto dos novos tempos e a sobessa com a qual algumas pessoas parecem se agarrar a elas, provocando ainda reflexões originais sobre luto, o trauma e a recuperação. (Fonte)

Essa é uma resenha em dupla! As opiniões da Drika estão na cor padrão cinza, enquanto as da Karen aparecerão em azul. A Drika leu a edição especial capa dura do livro, cedida pela parceira Intrínseca, na caixa Intrínsecos, enquanto a Karen leu a edição comum presente nas livrarias, também cedida em parceria pela editora.

Não é de hoje que Liane Moriarty é uma das minhas autoras favoritas; desde que li O Segredo do Meu Marido (resenha aqui), o primeiríssimo dela que caiu no meu colo, adorei seu estilo de escrita e a maneira como desenvolve seus personagens de maneira tão íntima. Mas não sou a única aqui no blog que a autora conquistou; passeando pelas resenhas da Liane por aqui vocês encontram resenhas de todos os livros da escritora publicados no Brasil, nas vozes da Ale Gilos, minha e agora também da Drika. Essa é uma escritora fácil de amar, assim como seus personagens, e seu mais novo lançamento é um exemplo claro disso.

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Resenha: O caso da mansão Deboën

Ficha técnica:

Nome: O Caso da mansão Deboën

Autor: Edgar Cantero

Tradutor: Giu Alonso

Páginas: 352

Editora: Intrínseca

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Eles se conheceram na infância, nas férias em Blyton Hills – a cidade debruçada no lago mais enigmático que uma criança poderia imaginar. Anos depois, Andy é uma mulher extremamente solitária e sente que não se encaixa em lugar algum; Kerri busca consolo para seus medos e complexos na bebida; Nate se interna voluntariamente em hospitais psiquiátricos e tem a constante companhia do fantasma de Peter, o amigo que se tornara um astro de Hollywood mas morreu de overdose. Nenhum dos quatro podia imaginar que seu futuro seria fadado ao fracasso por conta de uma aventura adolescente envolvendo a Mansão Deboën.

Mais de uma década antes, em 1977, eles eram apenas quatro jovens inquietos, acompanhados de um simpático cachorro, quando foram até o lago da cidade de Blyton Hills para desvendar um mistério. Em vez de monstros assustadores e espíritos vingativos, o Clube dos Detetives de Blyton, como eles se intitulavam, descobriu que tudo não passava da tramoia de um criminoso fantasiado. Mas o que eles viram e ouviram naquele dia jamais deixa de aterrorizá-los.

Com a vida estagnada e imersa em um caos insuportável, Andy se convence de que é preciso enfrentar o passado que não os permite seguir em frente. O grupo então se reúne para tentar entender o que realmente aconteceu naquele fatídico verão e, desta vez, terão certeza de que a resposta é muito mais macabra e perigosa do que imaginavam.

Uma narrativa que celebra a nostalgia dos anos 1990, a amizade e os fantasmas (reais ou não) que precisamos enfrentar para superar maldições e maus agouros, O Caso da Mansão Deboën une doses do terror consagrado por H.P. Lovecraft ao humor sagaz das clássicas histórias de detetives juvenis, popularizadas por produções como Scooby-Doo.

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Resenha: Boy Erased – Uma verdade anulada

Ficha técnica:

Nome: Boy Erased – Uma verdade anulada

Autor: Garrard Conley

Tradutora: Carolina Selvatici

Páginas: 320

Editora: Intrínseca

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Sinopse:

“Livro que deu origem a filme estrelado por Nicole Kidman, Russel Crowe e Lucas Hedges.

Em seu elogiado livro de estreia, Garrard Conley revisita as memórias do doloroso período em que participou de um programa de conversão que prometia “curá-lo” da sua homossexualidade. Garrard — filho de um pastor da igreja Batista, criado em uma cidadezinha conservadora no sul dos Estados Unidos — foi convencido pelos próprios pais a apagar uma parte de si. Em uma tentativa desesperada de agradá-los e de não ser expulso do convívio da família, ele quase se destruiu por completo, mas encontrou forças para buscar sua identidade e hoje é ativista contra as terapias de conversão.

Tocante e inspiradora, a história de Garrard é um acerto de contas com o passado, um panorama complexo das relações do autor com a família, com a fé e com a comunidade. O livro é o testemunho dos traumas e das consequências de se tentar aniquilar parte essencial de um ser humano.”

Boy Erased chegou ao Brasil em meio a uma polêmica: a Universal Pictures, distribuidora do filme inspirado na obra literária, desistiu de exibir o filme nos cinemas brasileiros. Em meio ao cenário político conservador que vivemos atualmente, a atitude foi considerada como censura nas redes sociais, mas a distribuidora alegou que foi uma decisão comercial, baseada em custos. De fato, o filme não decolou nos EUA, com uma bilheteria fraca e nenhuma indicação ao OSCAR. A obra cinematográfica será lançada em DVD, a partir do dia 17 de abril.

Se foi censura ou capitalismo (ou uma mistura dos dois), talvez nunca chegaremos a saber. Mas e o livro, lançado pela Intrínseca? Bem, é aí que fomos conferir. Gentilmente a editora nos enviou a obra através da nossa parceria de 2019. Será que vale mesmo a pena ou o hype foi maior?

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Resenha: O Desaparecimento de Stephanie Mailer

Ficha Técnica:

Nome: O Desaparecimento de Stephanie Mailer

Autor: Joël Dicker

Tradutor: André Telles

Páginas: 578

Editora: Intrínseca

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Na noite de 30 de Julho de 1994, a pacata vila de Orphea, na costa leste dos Estados Unidos, assiste ao grande espectáculo de abertura do festival de teatro. Mas o prefeito está atrasado para a cerimônia… Ao mesmo tempo, Samuel Paladin percorre as ruas desertas da vila à procura da mulher, que saiu para correr e não voltou. Só para quando encontra o seu corpo em frente à casa do prefeito. Dentro da casa, toda a família do prefeito está morta.
A investigação é entregue a Jesse Rosenberg e Derek Scott, dois jovens policiais do estado de Nova York. Ambiciosos e tenazes, conseguem cercar o assassino e são condecorados por isso. Vinte anos mais tarde, na cerimônia de despedida de Rosenberg da Polícia, a jornalista Stephanie Mailer o confronta com uma revelação inesperada: o assassino não é quem eles pensavam, e a jornalista diz ter informações-chave para encontrar o verdadeiro culpado.
Dias depois, Stephanie desaparece.
Assim começa este thriller colossal, de ritmo vertiginoso, entrelaçando tramas, personagens, surpresas e reviravoltas, sacudindo o leitor e impelindo-o, sem possibilidade de parar, até ao inesperado e inesquecível desenlace.
O que aconteceu a Stephanie Mailer?
E o que aconteceu realmente no Verão de 1994? (Fonte)

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