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Especial Rick Riordan: Dez motivos para ler seus livros

 

Dando continuidade na Semana Especial Rick Riordan, eu decidi fazer uma lista dos motivos para ler seus livros YA. Espero conseguir convencer os mais relutantes e também motivar aqueles que têm curiosidade, mas ainda não têm certeza se seria uma boa leitura ou não (mas é!).

Eu me inspirei na coluna Top Ten Tuesday, inclusive, teve uma vez que eu fiz justamente uma lista sobre os Dez motivos para ler Percy Jackson!

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Resenha: Malorie

Ficha técnica:

Nome: Malorie

Autor: Josh Malerman

Tradutor: Alexandre Raposo

Páginas: 288

Editora: Intrínseca

Doze anos se passaram desde que Malorie e os filhos atravessaram o rio com vendas no rosto, mas tapar os olhos ainda é uma regra que não podem deixar de seguir. Eles sabem que apenas um vislumbre das criaturas pode levar pessoas comuns a uma violência indescritível.

Ainda não há explicação. Nenhuma solução.

Tudo o que Malorie pode fazer é sobreviver… e transmitir aos filhos sua determinação. Não se descuidem, diz a eles. Fiquem vendados. E NÃO ABRAM OS OLHOS.

Quando eles tomam conhecimento de uma notícia que parecia impossível, Malorie se permite ter esperança pela primeira vez desde o início do surto. Há sobreviventes. Pessoas que ela considerava mortas, mas que talvez estejam vivas.

Junto dessa informação, porém, ela acaba descobrindo coisas aterrorizantes: em lugares não tão distantes, alguns afirmam ter capturado as criaturas e feito experimentos. Invenções monstruosas e ideias extremamente perigosas. Além disso, circulam rumores de que as próprias criaturas se transformaram em algo ainda mais assustador.

Malorie agora precisa fazer uma escolha angustiante: viver de acordo com as regras de sobrevivência que funcionaram tão bem até então, ou se aventurar na escuridão e buscar a esperança mais uma vez. (Fonte)

Esta resenha pode conter SPOILERS de Caixa de Pássaros.

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Semana Especial Rick Riordan

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Olá! Essa semana temos um aniversariante!

Percy Jackson completa anos e a Intrínseca está promovendo uma semana especial Rick Riordan. Afinal de contas, se não fosse por ele, não teríamos nosso meio sangue querido!

Hoje eu vou falar de como conheci o autor e a série.

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Resenha Dupla: As Outras Pessoas

Ficha técnica:

Nome: As Outras Pessoas

Autor: C. J. Tudor

Tradutor: Giu Alonso

Páginas: 304

Editora: Intrínseca

Avaliação da Drika:

Avaliação da Lucy:

Uma menina pálida em um quarto branco. Mãe e filha em fuga, numa corrida desenfreada e sem destino. Uma garçonete de beira de estrada aprisionada na monotonia dos seus dias. E um pai que perde esposa e filha de maneira brutal e sem explicação. As histórias que se entrelaçam em “As outras pessoas” são peças de mais um quebra-cabeça sombrio e cheio de mistérios criado pela escritora C. J. Tudor.

Gabe é o pai desesperado que, consumido por uma esperança doentia, conduz a trama do livro enquanto guia seu carro pelas estradas em busca da filha. Ela, assim como a mãe, foi dada como morta num crime não solucionado. Mas ele tem certeza de que não foi bem assim. Apesar de todas as provas que o contrariam, o homem que fez da angústia sua melhor amiga jura ter visto a filha viva em um carro desconhecido, parado à sua frente num engarrafamento logo antes de voltar para casa na noite em que perdeu sua família. Três anos depois, Gabe não tem rumo. Continua dirigindo obsessivamente pelas rodovias, tentando encontrar um caminho que o leve à solução do mistério.

Mas é longe da estrada, nos cantos mais obscuros e doentios da internet, que ele acaba encontrando as pistas que tanto procura. Quem navega pela deep web sabe dos riscos, mas ele não se importa. Quem não tem nada na vida não tem nada a perder.
Assim como uma encruzilhada depois da curva, as várias histórias dessa trama se sobrepõem quando menos se espera e de forma surpreendente. Porque mesmo uma garçonete desencantada e entediada pode guardar informações que ninguém imagina. As figuras mais isoladas e enigmáticas podem um dia se converter em grandes aliados. Os personagens à margem da sua vida podem ser mais relevantes do que parecem. E os limites que separam o bem e o mal podem ser apenas pontos de vista diferentes.

Enquanto isso, uma nota de piano soa no quarto branco de uma menina pálida…

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Resenha: Território Lovecraft

Ficha técnica:

Nome: Território Lovecraft

Autor: Matt Ruff

Tradução: Thais Paiva

Páginas: 400

Editora: Intrínseca

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Sinopse:

“Nos Estados Unidos segregados da década de 1950, Atticus é um rapaz negro, veterano da Guerra da Coreia, fã de H. P. Lovecraft e outros escritores de pulp fiction. Ao descobrir que o pai desapareceu, ele volta à cidade natal para, com o tio e a amiga, partir em uma missão de resgate. Na viagem até a mansão do herdeiro da propriedade que mantinha um dos ancestrais de Atticus escravizado, o grupo enfrentará sociedades secretas, rituais sanguinolentos e o preconceito de todos os dias.

Ao chegar, Atticus encontra seu pai acorrentado, mantido prisioneiro por uma confraria secreta, que orquestra um ritual cujo personagem principal é o próprio Atticus. A única esperança de salvação do jovem, no entanto, pode ser a semente de sua destruição — e de toda a sua família. E esta é apenas a primeira parada de uma jornada impressionante. Estruturado ao mesmo tempo como uma coletânea de contos e um romance, Território Lovecraft apresenta, além de personagens memoráveis, elementos sobrenaturais, como casas assombradas e portais para outras realidades, objetos enfeitiçados e livros mágicos.

Um retrato caleidoscópico do racismo — o fantasma que até hoje assombra o mundo —, a obra de Matt Ruff une ficção histórica e pulp noir ao horror e à fantasia de Lovecraft para explorar os terrores da época de segregação racial nos Estados Unidos.”

Peguei Território Lovecraft para ler sem saber muito do que se tratava ou que viraria uma série; apenas li a sinopse, gostei e pedi. Quando o livro chegou aqui em casa, ainda lá no outro mundo antes da pandemia, fiquei impressionada com a qualidade gráfica da obra e o aspecto retrô. Comecei a ler o primeiro conto/capítulo (porque o livro é um romance fix-up, ou seja, vários contos interligados entre si, formando uma grande história) e fiquei assustada, não tanto com o horror cósmico que recria Lovecraft, mas sim com as situações cruéis às quais os personagens, negros, do livro são submetidos. O racismo assusta. Como uma pessoa branca, eu penso nisso, mas, privilegiada que sou, não sei o que é sentir esse terror como as pessoas negras sentem todos os dias; e ali, no livro, como em toda história, você se coloca no lugar dos personagens e se apavora frente à brutalidade dos brancos. É uma mistura de medo, estranhamento e vergonha.

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