Arquivo para a categoria ‘ Ed. Intrínseca ’


Resenha: Não é errado ser feliz

Ficha técnica:

Nome: Não é errado ser feliz

Autor: Linda Holmes

Páginas: 304

Editora: Intrínseca

Em uma cidadezinha costeira do estado americano do Maine, Evvie Drake raramente sai de sua casa enorme e vazia, mesmo um ano após a morte do marido. Todos na cidade, inclusive Andy, seu melhor amigo, acreditam que ela fica trancada ali porque ainda está em processo de luto — e Evvie certamente não faz nada para mudar essa impressão. Já em Nova York, Dean, ex-arremessador profissional e amigo de infância de Andy, vive o pior pesadelo de um atleta em sua posição: não consegue mais arremessar e, o pior de tudo, não faz ideia do motivo. Enquanto a imprensa trata de cobrir seu fracasso com uma insistência voraz, o convite de Andy para que passe um tempo no Maine parece a oportunidade perfeita para recomeçar.

Quando Dean se muda para o apartamento anexo à casa de Evvie, os dois fazem um acordo: ele não fará perguntas sobre o ex-marido dela, e ela não vai perguntar sobre a carreira dele no beisebol. Mas na vida, como no esporte, tudo pode mudar, até o último segundo. E assim tem início uma inesperada amizade… com potencial de se tornar algo mais. Continue lendo…




Resenha: Leopardo Negro, Lobo Vermelho

Ficha Técnica:

Nome: Leopardo Negro, Lobo Vermelho

Autor: Marlon James

Tradutor: André Czarnobai

Páginas: 784

Editora: Intrínseca

Com um faro infalível para encontrar coisas que preferem ficar perdidas, o Rastreador achará tudo o que quiser. E, mesmo ciente de que o objeto de sua busca já não está mais no mundo dos vivos, o habilidoso caçador aceita a missão de localizar um garoto desaparecido. Afinal, o menino pode ser o herdeiro legítimo do trono de um império.

Seguindo rastros deixados por seu alvo, o Rastreador passa por cidades ancestrais, desbrava rios e florestas, imerge em culturas e costumes, vivencia lendas e mitos, enfrenta todo tipo de perigos: demônios, feiticeiros, bruxas, necromantes. Confrontado pela vastidão do continente, por toda a beleza e o terror em seu caminho, o Rastreador decide ir contra seus princípios de caçador solitário ao perceber que seus inimigos são mercenários atrás do mesmo objetivo.

O grupo ao qual se junta é heterogêneo e composto por personagens fantásticos, entre eles o misterioso metamorfo — metade homem, metade Leopardo —, que irá conduzi-lo em sua jornada. Enquanto lutam para sobreviver e concluir a tarefa, o Rastreador é assombrado por questionamentos: quem é o menino desaparecido? O que o fez desaparecer? Por que há tanto interesse em que não seja encontrado? Mas, sobretudo, quem está mentindo e quem está dizendo a verdade?

Inspirado nas histórias e nos folclores da África, valendo-se de uma imaginação aparentemente ilimitada, Marlon James cria uma aventura multicolorida e surrealista na qual questiona os limites da verdade e do poder e o preço da ambição. Desdobrando personagens e lendas em uma cascata vigorosa, Leopardo Negro, Lobo Vermelho é uma ode à beleza e à pluralidade da mitologia africana. (Fonte)

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Resenha: Árvore dos Desejos

Ficha técnica:

Nome: Árvore dos desejos

Autor: Katherine Applegate

Tradutor: Thaís Paiva

Páginas: 224

Editora: Intrínseca

Árvores não sabem contar piadas, mas contam ótimas histórias. E Red é um carvalho centenário que já viu de tudo em seus muitos anos de vida. Também é a árvore dos desejos do bairro, e todo ano, no dia 1º de maio, as pessoas amarram em seus galhos fitas ou tiras de tecido com os mais diversos pedidos, sonhos e anseios.

Mesmo gostando de uma boa fofoca, não é da natureza das árvores se intrometer na vida dos humanos, então Red apenas ouve tudo com muita atenção, sempre em silêncio. No entanto, quando a família da solitária Samar se muda para o bairro e é recebida com desconfiança e ameaças, Red percebe que há algo estranho acontecendo. Aquela vizinhança já tinha acolhido inúmeras famílias. Qual a diferença dessa vez? O lenço que a mãe de Samar usa na cabeça? Ou alguma outra coisa?

Numa noite fria, após ouvir o inesperado e comovente pedido sussurrado pela menina, Red convoca a melhor amiga, a corva Bongô, e decide que chegou a hora de sua voz ser finalmente ouvida, pois muitas vezes temos que desafiar a tradição e nossos próprios medos para defender quem mais precisa.

Em edição de luxo, com capa dura, fitilho e belíssimas ilustrações, Árvore dos desejos é uma fábula inesquecível que mostra a importância do respeito às diferenças para uma vida em sociedade. Com maestria, Katherine Applegate traça uma história emocionante e atemporal sobre o poder da amizade e da empatia. (Fonte)

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Resenha: Pachinko

Ficha técnica:

Nome: Pachinko

Autor: Min Jin Lee

Tradutor: Marina Vargas

Páginas: 528

Editora: Intrínseca

No início dos anos 1900, a adolescente Sunja, filha adorada de um pescador aleijado, apaixona-se perdidamente por um rico forasteiro na costa perto de sua casa, na Coreia. Esse homem promete o mundo a ela, mas, quando descobre que está grávida ― e que seu amado é casado ―, Sunja se recusa a ser comprada. Em vez disso, aceita o pedido de casamento de um homem gentil e doente, um pastor que está de passagem pelo vilarejo, rumo ao Japão. A decisão de abandonar o lar e rejeitar o poderoso pai de seu filho dá início a uma saga dramática que se desdobrará ao longo de gerações por quase cem anos.

Neste romance movido pelas batalhas enfrentadas por imigrantes, os salões de pachinko ― o jogo de caça-níqueis onipresente em todo o Japão ― são o ponto de convergência das preocupações centrais da história: identidade, pátria e pertencimento. Para a população coreana no Japão, discriminada e excluída — como Sunja e seus descendentes —, os salões são o principal meio de conseguir trabalho e tentar acumular algum dinheiro.

Uma grande história de amor, Pachinko é também um tributo aos sacrifícios, à ambição e à lealdade de milhares de estrangeiros desterrados. Das movimentadas ruas dos mercados aos corredores das mais prestigiadas universidades do Japão, passando pelos salões de aposta do submundo do crime, os personagens complexos e passionais deste livro sobrevivem e tentam prosperar, indiferentes ao grande arco da história.

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Resenha: A Torre de Nero

Ficha técnica:

Nome: A Torre de Nero

Autor: Rick Riordan

Tradutores: Giu Alonso e Regiane Winarski

Páginas: 336

Editora: Intrínseca

No último livro da série As provações de Apolo, lágrimas, aliados improváveis e um confronto decisivo aguardam o deus mais petulante e adorado do Olimpo
Não tem chororô, a jornada de Apolo na Terra acabou! Depois de libertar antigos oráculos, enfrentar criaturas assustadoras, derrotar imperadores malignos e passar por humilhações indescritíveis, o ex-imortal se prepara para sua aventura derradeira entre os mortais. Se quiser retornar ao Olimpo e de quebra salvar seus amigos semideuses, ele terá que derrotar o temido Nero e a arqui-inimiga Píton, que não vê a hora de dominar para sempre o Oráculo de Delfos.

Por isso, Apolo e Meg retornam ao lugar onde tudo começou: Manhattan, em Nova York. Lá, terão que se infiltrar na terrível torre de Nero e impedir que o imperador ponha em prática seu plano megalomaníaco de destruição e faça picadinho deles. Com a ajuda dos amigos semideuses, de seres obcecados por chapéus e até da flecha falante mais dramática que existe, eles se preparam para enfrentar uma macabra profecia e seu destino final.

Conseguirá Apolo sair vivo desse embate e retornar ao Olimpo?

Conseguirá Meg confrontar seu padrasto cruel e manipulador?

E, mais importante: conseguiremos sobreviver sem Apolo?

Unindo mitologia greco-romana, tiradas hilárias e momentos de tirar o fôlego, o último livro da série As provações de Apolo traz todos os elementos que consagraram Rick Riordan como um dos escritores mais importantes da literatura infantojuvenil. Considerado “o contador de histórias dos deuses”, o autor já vendeu quase sete milhões de exemplares no Brasil, e suas obras continuam sendo um sucesso absoluto.

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