Arquivo para a categoria ‘ Ed. Intrínseca ’


Resenha: E então Paulette…

Desde seu lançamento ano passado eu fiquei interessada nesse livro. Não sei porque, ele tinha um ar de romance daqueles que você suspira só de imaginar, mas não foi exatamente isso que eu encontrei – e mesmo assim gostei muito.

Este livro faz parte do Desafio realmente desafiante 2014 realizado pela Clícia do blog Silêncio que eu to lendo. Item 7: Capa amarela.

E_ENTAO_PAULETTESinopse: Ferdinand está sozinho. Após ficar viúvo e depois de seu filho mais novo se mudar com a mulher e os dois filhos para a cidade, a fazenda em que vive produz apenas saudade e memórias. Sua vida pacata e solitária, no entanto, está prestes a ser transformada. Após uma grande tempestade, Ferdinand descobre que a casa de sua vizinha está condenada e praticamente inabitável. Incentivado pelos netos, Ludo e Luzinho, convida Marceline – e sua cadela, seu burro e seu gato – para morar com ele. Pouco tempo depois, seu amigo Guy perde a companheira tão amada, Gaby, e dá a impressão de estar, aos poucos, desistindo de viver. A solução parece ser a vida partilhada na fazenda, que, assim, ganha mais um morador, com novos hábitos e habilidades. Então chegam as irmãs Lumière, com suas manias e histórias, e também os jovens Muriel e Kim. A fazenda volta a se encher de possibilidades e expectativas. E, enfim, chega Paulette… Um delicioso e comovente romance sobre como a solidariedade, o amor e a amizade podem transformar histórias, salvar vidas e fazer ressurgir esperanças. Fonte

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Resenha: O oceano no fim do caminho

Quando esse livro foi lançado, eu acabei adquirindo para e-book para tentar ler logo após o lançamento. Aí aconteceram mil coisas e acabou que tive que adiar a leitura, mas inesperadamente eu resolvi lê-lo antes do fim do ano, tentando alcançar minha meta pessoal.

Eu devia era ter largado tudo antes e ter lido esse livro na época.

O_OCEANO_NO_FIM_DO_CAMINHOSinopse: Foi há quarenta anos, agora ele lembra muito bem. Quando os tempos ficaram difíceis e os pais decidiram que o quarto do alto da escada, que antes era dele, passaria a receber hóspedes. Ele só tinha sete anos. Um dos inquilinos foi o minerador de opala. O homem que certa noite roubou o carro da família e, ali dentro, parado num caminho deserto, cometeu suicídio. O homem cujo ato desesperado despertou forças que jamais deveriam ter sido perturbadas. Forças que não são deste mundo. Um horror primordial, sem controle, que foi libertado e passou a tomar os sonhos e a realidade das pessoas, inclusive os do menino.

Ele sabia que os adultos não conseguiriam — e não deveriam — compreender os eventos que se desdobravam tão perto de casa. Sua família, ingenuamente envolvida e usada na batalha, estava em perigo, e somente o menino era capaz de perceber isso. A responsabilidade inescapável de defender seus entes queridos fez com que ele recorresse à única salvação possível: as três mulheres que moravam no fim do caminho. O lugar onde ele viu seu primeiro oceano. Fonte

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Resenha: O Jantar

Aí eu li essa resenha bombástica e incrível no blog S2 Ler (sério, gente, é só a Mari indicar um livro que pimba, eu quero ler! Ela é ótima!) e fiquei roendo as unhas querendo ler O Jantar, do até então desconhecido autor (para mim), o holandês Herman Koch, lançado pela Editora Intrínseca esse ano. Minhas expectativas estavam altíssimas e dessa vez alegro-me em dizer: elas foram superadas. O livro ganhou 5 estrelas com louvor – na verdade ganharia 6, 7… 10! Thriller sensacional. ‘Bora lá entender porque esse livro me conquistou?

“Em uma noite de verão, dois casais se encontram em um restaurante elegante. Entre um gole e outro de vinho e o tilintar de talheres, a conversa mantém um tom gentil e educado, passando por assuntos triviais como o preço dos pratos, os aborrecimentos do trabalho, o próximo destino de férias. Mas as palavras vazias escondem um terrível conflito, e, a cada sorriso forçado e cada novo prato, o clima fica ainda mais tenso.

Um fenômeno best-seller internacional, um suspense sombrio, conto altamente controverso de suas famílias que lutam para tomar a decisão mais difícil de suas vidas no percorrer de uma refeição. (…) Assim como a civilidade e amizade desintegra-se cada casal mostra o quão longe eles estão dispostos a ir para proteger aqueles que ama. Uma escrita tensa e incrivelmente emocionante, contada por um narrador inesquecível, O Jantar promete ser o tema de inúmeros jantares. Espetando tudo, desde os valores dos pais, menus pretensiosos a convicções políticas, este romance revela o lado obscuro da gentil sociedade e pergunta o que cada um de nós faria em face de uma inimaginável tragédia.” Fonte

Era como se o prato vazio o desafiasse a tirar uma satisfação sobre ele, ir à cozinha aberta e exigir uma explicação. Você não ousaria!, dizia o prato, e ria da sua cara.




Resenha: A casa de Hades

Atenção: Essa resenha contém SPOILERS dos livros anteriores da série “Os heróis do Olimpo”!

a casa de hades“Hazel está diante de uma encruzilhada. As forças de Gaia estão decididas a impedi-los de avançar e alcançar seu objetivo: chegar à Casa de Hades, nas terras antigas, para resgatar Percy e Annabeth e fechar definitivamente as Portas da Morte, impedindo os monstros de retornarem ao mundo mortal. Ela e o que restou da tripulação do Argo II sabem o que precisa ser feito, mas todos os caminhos parecem levar ao fracasso de sua missão. Entretanto, eles precisam se decidir e agir rápido. O tempo está passando. A sanguinária Mãe Terra escolheu o dia primeiro de agosto para o seu despertar.
No Tártaro, Annabeth e Percy passam por grandes dificuldades. Famintos, com sede e feridos, mal conseguem andar pelo território sombrio e venenoso repleto de inimigos que espreitam na escuridão. Não há como descobrir onde ficam as Portas da Morte. E mesmo que soubessem sua localização, uma legião formada pelos monstros mais poderosos e fiéis a Gaia estará lá para guardá-las. Nesse momento, Annabeth e Percy não estão em condições de enfrentá-los em um combate.”

Dizem que é difícil fazer a resenha de um livro que nós não gostamos. Eu tenho que discordar. É muito mais difícil escrever uma resenha sobre um livro que é simplesmente um dos seus favoritos e que você tem vontade de abraçá-lo e sair dançando com ele. Porque nada que eu escrever aqui vai conseguir passar a montanha russa de emoções que foi ler A casa de Hades.

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Resenha dupla: No escuro

Olá! Hoje a resenha dupla será com um thriller bastante angustiante, de dar calafrios. Para quem é fã do gênero suspense vai gostar. As opiniões da Karen serão em verde e as da Lucy serão em azul.

NO_ESCURO

Sinopse: Catherine aproveitou a vida de solteira por tempo suficiente para reconhecer um excelente partido quando o encontra: lindo, carismático, espontâneo… Lee parece bom demais para ser verdade. Suas amigas concordam plenamente e, uma por uma, todas se deixam conquistar por ele. Com o tempo, porém, o homem louro de olhos azuis, que parece o sonho de qualquer mulher, revela-se extremamente controlador e faz com que Catherine se sinta isolada. Amedrontada pelo jeito cada vez mais estranho de Lee, Catherine tenta terminar o relacionamento, mas, ao pedir ajuda aos amigos, descobre que ninguém acredita nela. Sentindo-se no escuro, ela planeja meticulosamente como escapar dele. Quatro anos mais tarde, Lee está na prisão e Catherine, agora Cathy, tenta reconstruir a vida em outra cidade. Apesar de seu corpo estar curado, ela tornou-se uma pessoa bastante diferente. Obsessivo-compulsiva, vive com medo e insegura. Seu novo vizinho, Stuart Richardson, a incentiva a enfrentar seus temores. Com sua ajuda, Cathy começar a acreditar que ainda exista a chance de uma vida normal. Até que um telefonema inesperado muda tudo. Ousado e poderoso, convincente ao extremo em seu retrato da obsessão, No escuro é um thriller arrebatador. Fonte

Mais um livro que adquiri em e-book no começo do ano e só agora consegui lê-lo (isso acontece muito). Eu achei interessante a narrativa do livro, primeiro porque não mostra tudo o que aconteceu de uma vez só. A angústia do leitor aumenta quando você descobre que aconteceu alguma coisa, mas você não sabe da intensidade do que aconteceu e isso só será mostrado aos poucos – isso até me irrita um pouco, mas de forma positiva para a leitura, porque ela flui mais depressa devido à minha curiosidade (estranha, eu? Só um pouco).

Também adquiri o livro há algum tempo, mas demorei para ler, apesar de estar bem curiosa. Como a Lucy, achei bem interessante o método narrativo. As informações são cedidas ao leitor em conta-gotas, de maneira muito sutil, mas diferente da Lucy, isso não me irrita; é uma técnica ótima para um thriller. O que mais dá medo, seja numa leitura ou num filme de horror é exatamente o desconhecido. Por isso esse método é tão efetivo, pois vai construindo lentamente a angústia, de um jeito quase perverso – com os personagens e com o leitor.

Em se tratando de um dia para morrer, o mais longo do ano era tão bom quanto qualquer outro.

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