Arquivo para a categoria ‘ Ed. Intrínseca ’


Resenha: Tartarugas até lá embaixo

Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível A culpa é das estrelas, lança o mais pessoal de todos os seus romances: Tartarugas até lá embaixo.

A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses. (Fonte)

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Resenha: A casa das marés

“Uma história que atravessa décadas e gerações para mostrar que nunca é tarde demais para nos descobrir e correr atrás dos nossos sonhos.

Na década de 1950, Merham não passava de uma cidadezinha litorânea como tantas outras: pacata, tradicional e obcecada pelas aparências. Os homens cuidavam do comércio, as mulheres cuidavam dos filhos e todos tomavam conta da vida dos outros. Até que um boêmio grupo de artistas estrangeiros se muda para a Casa Arcádia, uma bela construção art déco à beira-mar. Ao contrário dos demais habitantes, que logo veem os artistas com maus olhos, temerosos de que possam destruir a boa reputação da cidade, Lottie Swift e Celia Holden não conseguem esconder o interesse pelos novos residentes.

Cinquenta anos mais tarde, quando o passado já parece enterrado e esquecido, a Casa Arcádia é vendida para um empresário que pretende transformá-la em um refúgio de luxo planejado pela arquiteta Daisy Parsons, que chega a Merham para reconstruir não só a casa, mas sua própria vida. Porém, assim como antes, o prenúncio de mudança revolta os moradores, dispostos a tudo para inviabilizar o projeto.

Repleto de encontros emocionantes e segredos revelados, A casa das marés é uma leitura deliciosa e romântica que explora as dinâmicas familiares, antigos amores e traições.”

Quem já leu as minhas resenhas anteriores da Jojo Moyes, sabe que eu amo os livros dessa autora, porém eu só li os livros que foram lançados depois de “Como eu era antes de você”. Várias vezes eu já pensei em pegar um dos livros anteriores, porém eu sempre ficava com medo. As resenhas no Goodreads (onde tinha um maior número do que no Skoob porque os livros foram lançados aqui há pouco tempo) sempre me deixavam com um pé atrás. Mas eu resolvi dar uma chance para ter a minha própria opinião e por isso eu peguei A casa das marés para ler.

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Resenha: Hoje vai ser diferente

Hoje Vai Ser DiferenteEleanor Flood sabe que sua vida está uma bagunça. Mas hoje vai ser diferente. Hoje ela vai tomar banho e vestir roupas decentes. Vai à aula de ioga depois de deixar seu filho Timby na escola. Vai almoçar com uma velha amiga. Não vai suar. Vai transar com o marido Joe. Mas antes que possa colocar seu humilde plano em ação… a vida a surpreende e ela é forçada a abandonar suas humildes ambições e acordar para um novo e inesperado futuro.

Hoje Timby decidiu fingir que está doente para passar algum tempo na companhia da mãe. Também é o dia em que o cirurgião Joe decidiu avisar à sua recepcionista — e não à sua esposa — que está de férias. E quando parece que as coisas não podem mais dar errado, um antigo colega de trabalho de Eleanor desenterra uma relíquia do passado: páginas que contam um dos segredos mais bem guardados de Eleanor.

De autoria da maravilhosa e premiada Maria Semple, Hoje vai ser diferente é uma história hilária e otimista sobre uma mulher que acorda determinada a ser a melhor versão de si mesma. Fonte

Hoje vou dar o melhor de mim, vou ser a pessoa que sou capaz de ser. Hoje vai ser diferente.




Resenha: Piano Vermelho

O livro chegou para a Karen ler primeiro, mas ela estava viajando… o livro estava aqui… adorei Caixa de Pássaros… a sinopse me chamou a atenção… então resolvi ler também. E aí a Lucy deu a ideia de uma resenha dupla. Então, aí está. (Drika)

Pois é, eu (Karen) estava viajando quando o livro chegou, aí a Drika leu primeiro! Assim como ela, também adorei Caixa de Pássaros (resenha aqui) e fiquei completamente fascinada pela escrita de Josh Malerman (e consegui pegar autógrafo dele no livro lá na Bienal do Rio de 2015!). Enfim, eu estava ansiosa, eu estava curiosa e eu… me decepcionei muito lendo Piano Vermelho

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Resenha: Até que a culpa nos separe

Já conhecia Liane Moriarty há algum tempo, quando li o ótimo O Segredo do Meu Marido (resenha aqui), por isso achei maravilhoso quando a Intrínseca enviou para nós dois títulos: a nova edição de Pequenas Grandes Mentiras e o lançamento Até que a culpa nos separe. Pode parecer diferente, mas preferi começar pelo segundo, ainda não li o livro mais famoso da autora (calma, ele será o próximo). Mas é que Até que a culpa nos separe me deixou bastante curiosa e, de fato, é um livro com o toque da autora, dramas de vidas, de casais, de mulheres, porém, é mais que isso, a obra possui também uma pitada de suspense deliciosa – outro toque da autora.

“Amigas de infância, Erika e Clementine não poderiam ser mais diferentes. Erika é obsessivo-compulsiva. Ela e o marido são contadores e não têm filhos. Já a completamente desorganizada Clementine é violoncelista, casada e mãe de duas adoráveis meninas. Certo dia, as duas famílias são inesperadamente convidadas para um churrasco de domingo na casa dos vizinhos de Erika, que são ricos e extravagantes.
Durante o que deveria ser uma tarde comum, com bebidas, comidas e uma animada conversa, um acontecimento assustador vai afetar profundamente a vida de todos, forçando-os a examinar de perto suas escolhas – não daquele dia, mas da vida inteira.
Em Até Que a Culpa Nos Separe, Liane Moriarty mostra como a culpa é capaz de expor as fragilidades que existem mesmo nos relacionamentos estáveis, como as palavras podem ser mais poderosas que as ações e como dificilmente percebemos, antes que seja tarde demais, que nossa vida comum era, na realidade, extraordinária.” Fonte

É uma coisa preciosa.

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