Arquivo para a categoria ‘ Ed. Intrínseca ’


Resenha: O lado bom da vida

Assim que a Intrínseca lançou esse livro e vi que teve uma adaptação (argh!) cinematográfica que está até concorrendo ao Oscar, eu resolvi me arriscar e o comprei.

Não me arrependo de forma alguma! A história de Pat é emocionante e já digo que é uma das histórias mais bonitas que já li. Vai ser complicado falar de um livro que eu gostei tanto, ainda mais sem soltar spoilers, mas ultimamente eu tenho tido sucesso nisso, então…

o lado bom da vidaSinopse: Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele ‘lugar ruim’, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um ‘tempo separados’. Tentando recompor o quebra-cabeça de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com o pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a aceitar revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. Fonte

Estou praticando ser gentil em vez de ter razão.




Resenha: Orgulho & Preconceito & Zumbis

“É uma verdade universalmente conhecida que um zumbi, uma vez na posse de um cérebro, necessita de mais cérebros.”

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E é assim entramos no mundo de Orgulho & Preconceito & Zumbis, um dos livros pioneiros do gênero mash up,detestado por grande parte dos fãs de Austen, Durante essa semana, quando comemoramos o aniversário de 200 anos de Orgulho & Preconceito, ele não poderia ser deixado para trás, e coube a mim a não tão honrada façanha de tentar fazer uma resenha de tão engenhosa obra aqui no Por Essas Páginas.
É provável que um leitor mais atento tenha percebido a similaridade desse meu primeiro parágrafo com o primeiro parágrafo da bela resenha feita pela Vânia sobre Orgulho & Preconceito. Foi minha infantil tentativa de criar um mash up entre a minha resenha e a dela. Até que não ficou de todo mau, mas melhor partir para o que interessa.

Continue lendo…




Resenha: A Marca de Atena

Atenção: Essa resenha contém spoilers dos livros anteriores da série “Os Heróis do Olimpo” (“O Herói Perdido” e “O Filho de Netuno”).
O que dizer sobre The Mark of Athena, do Rick Riordan? Eu não sei por onde começar, porque eu estava MUITO ansiosa para ler esse livro. Tanto que no dia do seu lançamento eu ainda estava lendo The Casual Vacancy e simplesmente deixei o livro da J.K.Rowling de lado (desculpa, Jo!) para me aventurar mais uma vez no mundo dos semideuses. Vou fazer uma resenha um pouco diferente porque é difícil comentar sobre o enredo sem soltar spoilers. Afinal, essa é uma série em que todos os livros realmente se juntam formando um só. Então o básico todo mundo já sabe: “temos que unir os sete semideuses para derrotar Gaia”. Em The Mark of Athena, os sete se encontraram. Mas e agora, como evitar que Gaia acorde e destrua o nosso mundo?



Resenha: O Hipnotista

“O massacre de uma família nos arredores de Estocolmo abala a polícia sueca. Os homicídios chamam a atenção do detetive Joona Linna, que exige investigar os assassinatos. O criminoso ainda está foragido, e há somente uma testemunha: o filho de 15 anos, que sobreviveu ao ataque. Quem cometeu os crimes o queria morto: ele recebeu mais de cem facadas e está em estado de choque. Desesperado por informações, Linna só vê uma saída: hipnose. Ele convence o Dr. Erik Maria Bark – especialista em pacientes psicologicamente traumatizados – a hipnotizar o garoto, na esperança de descobrir o assassino através das memórias da vítima. É o tipo de trabalho que Bark jurara nunca mais fazer: eticamente questionável e psicologicamente danoso. Quando ele quebra a promessa e hipnotiza o garoto, uma longa e aterrorizante sequência de acontecimentos tem início.” Fonte

“O Hipnotista”, de Lars Kepler (pseudônimo utilizado pelo casal de escritores suecos Alexandra e Alexander Ahndoril), já estava esperando na minha estante há um bom tempo para ser lido. O gênero policial/suspense está entre os meus favoritos, então as minhas expectativas eram grandes a respeito desse título. Como sempre, caí na armadilha de criar grandes expectativas em alguma coisa.

Quando você pensa que uma coisa é uma coisa… ela é outra completamente diferente.




Resenha: Pandemônio

“Estou ignorando memórias do meu pesadelo,
ignorando pensamentos sobre Alex,
ignorando pensamentos sobre Hana e minha escola antiga,
ignorando,
ignorando,
ignorando,
como Raven me ensinou a fazer.
A vida antiga está morta.
Mas a Lena antiga também.
Eu a enterrei.
Eu a deixei do outro lado da cerca,
atrás de uma parede de fumaça e chamas.

Lauren Oliver apresenta uma continuação eletrizante do seu aclamado New York Times bestseller – Delírio. Esse romance brilhante e cativante trepida com o fogo de desafios incríveis, romances proibidos, e as faíscas de uma revolução prestes a pegar fogo.”

Fonte

ATENÇÃO: Essa resenha contém SPOILERS do primeiro livro da série – Delírio. Você pode ler a resenha de Delírio – que foi lançado mês passado no Brasil – aqui.

I’ve been trying so hard not to think his name, not to even breathe the idea of him

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