Arquivo para a categoria ‘ Ed. Intrínseca ’


Resenha dupla: A Síndrome E

Olá pessoal! Aqui quem fala é a Karen e a Lucy e, como nós duas lemos quase ao mesmo tempo esse novo thiller da Intrínseca, A Síndrome E., de Franck Thilliez, resolvemos fazer uma resenha dupla dele. Só de ler a sinopse o livro já desperta a curiosidade e cria expectativas, porém ele não era tudo aquilo que esperávamos. A Síndrome E decepcionou um pouco, apesar de ser um bom livro. ‘Bora lá saber o que a gente achou dele?

Sinopse: “Um estranho caso vem atrapalhar as férias de verão de Lucie Hennebelle, tenente de polícia em Lille. Seu ex-namorado ficou cego depois de assistir a um filme mudo, anônimo, com um roteiro enigmático, concebido por uma mente doentia. Simultaneamente, o comissário Franck Sharko, veterano da Divisão de Homicídios e analista comportamental na Divisão de Repressão à Violência, passa por um tratamento na tentativa de curar a esquizofrenia.

No norte da França, cinco cadáveres não identificados foram encontrados sepultados a dois metros de profundidade mutilados de maneira atroz e em estado de decomposição avançada e Sharko cede ao chamado da aventura. Enquanto Lucie descobre os horrores escondidos no estranho filme, um misterioso informante do Canadá aponta-lhe o elo entre aquele rolo e os cinco cadáveres.

Um único e mesmo caso, graças ao qual Lucie e Sharko, tão diferentes e ao mesmo tempo tão próximos em sua concepção do ofício, irão se encontrar. Das favelas do Cairo aos orfanatos do Canadá nos anos 1950, os dois colegas irão se deparar com um mal desconhecido, batizado como “síndrome E”. Uma realidade assustadora que revela como o ser humano pode ser capaz das maiores atrocidades.” Fonte

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Resenha: A última carta de amor

“A última carta de amor” não foi o primeiro livro da Jojo Moyes que eu li. Eu conheci a autora com “The Girl You Left Behind” (livro ainda não traduzido aqui no Brasil). Eu gostei muito dele e por isso resolvi conhecer os outros trabalhos da autora…

ultima cartaSinopse: Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. Novamente em casa, com o marido, ela tenta sem sucesso recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar por “B”, e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas de seu próprio relacionamento. Com personagens realísticos complexos e uma trama bem-elaborada, A última carta de amor entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda de Ellie e Jennifer. Um livro comovente e irremediavelmente romântico.

A sinopse de “A última carta de amor” resume bem o enredo principal do livro. Duas mulheres, em épocas completamente diferentes, estão vivendo um romance fora do casamento. Ellie está se envolvendo com um homem casado, enquanto Jennifer é casada e está tendo um romance com um outro homem. O destino das duas se cruza quando Ellie encontra uma carta endereçada a Jennifer nos arquivos do jornal onde ela trabalha. Pressionada por sua chefe para escrever uma matéria sobre essas cartas românticas, e também por estar completamente perdida dentro do seu próprio relacionamento, Ellie começa a investigar quem são os dois protagonistas dessa história de amor.

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Resenha: Extraordinário

Adquiri esse livro para Kindle assim que foi lançado e não resisti em ler de uma vez (geralmente eu compro um livro e deixo para ler depois de um tempo, pelo menos terminar a leitura atual, tanto que estou com alguns lançamentos que comprei e nem comecei). É um tipo de livro que você consegue ler em uma noite, não por ser curto, mas porque você simplesmente se envolve completamente com a história. Realmente, extraordinário é uma boa definição – e um bom título – para este livro.

EXTRAORDINARIOSinopse: August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros. Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade – um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor. Fonte

Eu já havia mencionado antes que, dependendo da história, eu me apaixono de cara pelo livro. Ainda mais quando tem o ponto de vista de uma criança. Pronto, não tinha como não me apaixonar por Extraordinário, que é narrado em primeira pessoa e de forma cativante, quase como um diário, que parece que você conversa com os personagens.

Acho que devia haver uma regra que determinasse que todas as pessoas do mundo tinham que ser aplaudidas de pé pelo menos uma vez na vida




Resenha: Garota Exemplar

garota_exemplarNa manhã do quinto aniversário de casamento, Amy desaparece da nova casa, às margens do Rio Mississippi. Tudo indica se tratar de um sequestro, e Nick imediatamente chama a polícia, mas logo as suspeitas recaem sobre ele. Exibindo uma estranha calma e contando uma história bem diferente da relatada por Amy em seu diário, ele parece cada dia mais culpado, embora continue a alegar inocência. À medida que as revelações sobre o caso se desenrolam, porém, fica claro que a verdade não é o forte do casal. Fonte

Uma das primeiras coisas a me chamar a atenção para Garota Exemplar (Gone Girl em inglês) foi a capa. Em um mercado saturado por capas recheadas de informação e modelos com vestidos bonitos, a capa de Garota Exemplar é simplista ao extremo. Pra mim ela nada mais é do que o cabelo de uma mulher que está fora do foco, o que apenas complementa o título original sem revelar absolutamente nada sobre o enredo.

Just one olive, though




Resenha: Requiem (Delírio #3)

requiem

ATENÇÃO: Essa resenha contém spoilers de Delírio e Pandemônio, os dois primeiros livros da série.

Agora que é uma integrante ativa da resistência, Lena se transformou. A rebelião que estava nascendo em Pandemônio cresceu e se transformou em uma revolução em Requiem, e Lena está no centro da luta.

Após resgatar Julian de uma sentença de morte, Lena e seus amigos fugiram para as florestas. Mas elas não são mais um porto seguro – ramificações da rebelião são vistas por todo o país, e o governo não pode negar a existência dos Inválidos. Reguladores se infiltram nas bordas para acabar com os rebeldes, e enquanto Lena se guia pelo terreno cada vez mais perigoso, sua melhor amiga Hana leva uma vida segura e sem amor como noiva do jovem prefeito de Portland. Requiem é narrado por Lena e Hana, que vivem lado a lado em um mundo que as mantém divididas até que, enfim, suas histórias convergem. [Fonte]

Take down the walls.

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