Arquivo para a categoria ‘ Ed. Intrínseca ’


Resenha: A Marca de Atena

Atenção: Essa resenha contém spoilers dos livros anteriores da série “Os Heróis do Olimpo” (“O Herói Perdido” e “O Filho de Netuno”).
O que dizer sobre The Mark of Athena, do Rick Riordan? Eu não sei por onde começar, porque eu estava MUITO ansiosa para ler esse livro. Tanto que no dia do seu lançamento eu ainda estava lendo The Casual Vacancy e simplesmente deixei o livro da J.K.Rowling de lado (desculpa, Jo!) para me aventurar mais uma vez no mundo dos semideuses. Vou fazer uma resenha um pouco diferente porque é difícil comentar sobre o enredo sem soltar spoilers. Afinal, essa é uma série em que todos os livros realmente se juntam formando um só. Então o básico todo mundo já sabe: “temos que unir os sete semideuses para derrotar Gaia”. Em The Mark of Athena, os sete se encontraram. Mas e agora, como evitar que Gaia acorde e destrua o nosso mundo?



Resenha: O Hipnotista

“O massacre de uma família nos arredores de Estocolmo abala a polícia sueca. Os homicídios chamam a atenção do detetive Joona Linna, que exige investigar os assassinatos. O criminoso ainda está foragido, e há somente uma testemunha: o filho de 15 anos, que sobreviveu ao ataque. Quem cometeu os crimes o queria morto: ele recebeu mais de cem facadas e está em estado de choque. Desesperado por informações, Linna só vê uma saída: hipnose. Ele convence o Dr. Erik Maria Bark – especialista em pacientes psicologicamente traumatizados – a hipnotizar o garoto, na esperança de descobrir o assassino através das memórias da vítima. É o tipo de trabalho que Bark jurara nunca mais fazer: eticamente questionável e psicologicamente danoso. Quando ele quebra a promessa e hipnotiza o garoto, uma longa e aterrorizante sequência de acontecimentos tem início.” Fonte

“O Hipnotista”, de Lars Kepler (pseudônimo utilizado pelo casal de escritores suecos Alexandra e Alexander Ahndoril), já estava esperando na minha estante há um bom tempo para ser lido. O gênero policial/suspense está entre os meus favoritos, então as minhas expectativas eram grandes a respeito desse título. Como sempre, caí na armadilha de criar grandes expectativas em alguma coisa.

Quando você pensa que uma coisa é uma coisa… ela é outra completamente diferente.




Resenha: Pandemônio

“Estou ignorando memórias do meu pesadelo,
ignorando pensamentos sobre Alex,
ignorando pensamentos sobre Hana e minha escola antiga,
ignorando,
ignorando,
ignorando,
como Raven me ensinou a fazer.
A vida antiga está morta.
Mas a Lena antiga também.
Eu a enterrei.
Eu a deixei do outro lado da cerca,
atrás de uma parede de fumaça e chamas.

Lauren Oliver apresenta uma continuação eletrizante do seu aclamado New York Times bestseller – Delírio. Esse romance brilhante e cativante trepida com o fogo de desafios incríveis, romances proibidos, e as faíscas de uma revolução prestes a pegar fogo.”

Fonte

ATENÇÃO: Essa resenha contém SPOILERS do primeiro livro da série – Delírio. Você pode ler a resenha de Delírio – que foi lançado mês passado no Brasil – aqui.

I’ve been trying so hard not to think his name, not to even breathe the idea of him




Resenha: Precisamos Falar Sobre o Kevin

“Para falar de Kevin Khatchadourian, 16 anos – o autor de uma chacina que liquidou sete colegas, uma professora e um servente no ginásio de um bom colégio dos subúrbios de Nova York –, Lionel Shriver não apresenta apenas mais uma história de crime, castigo e pesadelos americanos: arquiteta um romance epistolar em que Eva, a mãe do assassino, escreve cartas ao marido ausente. Nelas, ao procurar porquês, constrói uma reflexão sobre a maldade e discute um tabu: a ambivalência de certas mulheres diante da maternidade e sua influência e responsabilidade na criação de um pequeno monstro. Precisamos falar sobre o Kevin discute casamento e carreira; maternidade e família; sinceridade e alienação. Denuncia o que há de errado com culturas e sociedades contemporâneas que produzem assassinos mirins em série e pitboys. Um thriller psicanalítico no qual não se indaga quem matou, mas o que morreu. Enquanto tenta encontrar respostas para o tradicional “onde foi que eu errei?” a narradora desnuda, assombrada, uma outra interdição atávica: é possível odiarmos nossos filhos?” Fonte

Já fazia um bom tempo que eu andava intrigada com esse livro. Quando ele finalmente caiu nas minhas mãos, no começo do mês, eu pensei “agora tenho que lê-lo”, e foi um sentimento único de urgência, que fazia um bom tempo eu não tinha. Terminei minha leitura anterior e logo depois comecei o Kevin. E de começo já posso dizer que não era o que eu estava esperando – não, o livro é muito , muito melhor do eu estava esperando, na realidade.

Precisamos falar sobre esse livro…




Resenha: A Culpa é das Estrelas

Quando fiz a resenha de Mockingjay – quase um ano após tê-lo lido – eu disse que era muito difícil falar sobre as obras pelas quais nós caímos de amores. Quatro meses depois, aqui estou eu novamente para provar a teoria. Desde que terminei de ler The Fault in Our Stars (A Culpa é das Estrelas, no Brasil) eu tenho essa página aberta, tentando encontrar as palavras certas, escrevendo parágrafo atrás de parágrafo somente para apagá-los logo em seguida. Hoje, folheando meu livro e observando as frases que marquei com post-its enquanto o lia, eu finalmente me convenci de que nunca serei capaz de fazer uma resenha à altura de The Fault in Our Stars: ele é um livro que você tem que ler e viver e sentir, guardar tudo dentro de você e depois explodir, insistindo para que todos os seus amigos leiam, mas sem nunca conseguir explicar exatamente o motivo pelo qual isso é tão importante. Simplesmente é.

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