Arquivo para a categoria ‘ Ed. Intrínseca ’


Resenha: O Teorema Katherine

Confesso que resolver ler An Abundance of Katherines (no Brasil, O Teorema Katherine) entre um livro e outro de uma série de ficção científica não foi uma boa ideia. Resolver lê-lo logo após ter terminado outro livro de John Green também não agradou muito, e talvez por isso eu tenha me sentido um pouco decepcionada com Katherines no começo. Mas – como era de se esperar – isso não durou muito tempo, e quando engrenei na leitura, foi difícil parar.

Colin é uma criança prodígio que tem medo de ter atingido seu ápice no Ensino Médio. Ele também tem suas manias: sabem como algumas pessoas só bebem Coca-Cola ou só usam roupas pretas? Pois é, Colin só namora Katherines. Ele nunca planejou isso, simplesmente foi acontecendo. E depois de um tempo, namorar Katherines acabou virando uma obsessão.

Books are the ultimate Dumpees: put them down and they’ll wait for you forever




Resenha: Sussurro (Hush, Hush)

“Nora é uma menina responsável. Aos 17 anos, ela tira boas notas e sempre avisa à mãe aonde vai e o que está fazendo. Nem mesmo garotos a fazem perder o foco nos estudos. Até porque, apesar das tentativas de sua melhor amiga, Vee, de lhe arrumar um pretendente, ela nunca se interessou por ninguém na escola. Pelo menos não até conhecer Patch, seu novo colega na aula de biologia. Ele parece estar em todos os lugares e saber tudo sobre ela. Seu jeito ao mesmo tempo sedutor e perigoso faz com que Nora fique imediatamente intrigada. E encantada. É então que eventos estranhos começam a acontecer. Um homem usando uma máscara de esqui salta diante de seu carro, seu quarto é invadido e aparentemente alguém está tentando matá-la. Nora não sabe em quem confiar. Quando Vee conhece dois novos rapazes e tenta arranjar um encontro, as coisas só pioram. Nora está assustada a maior parte do tempo. Patch é o da máscara de esqui? Ou será Elliot, o novo garoto com quem Vee quer que ela saia? Em sua busca por respostas, Nora está prestes a se descobrir no centro de uma batalha ancestral entre seres imortais e anjos caídos – uma disputa que não se resolverá sem sacrifícios.”

Finding him was like finding someone I didn’t know I was searching for




Resenha: A Menina Que Roubava Livros

A primeira vez que li A Menina Que Roubava Livros (Markus Zusak) foi no final de 2008, em meio à preparativos para me mudar pros EUA. Me encantei tanto com a história narrada pela Morte que diversas vezes ignorei o apelo de meus familiares e amigos para me juntar a eles em suas conversas, preferindo saber a história de Liesel Meminger. Esse é um fato triste, eu sei, mas se você começar a ler sobre a ladra de livros, aposto que também se encantará a ponto de não conseguir descansar enquanto não souber o desfecho.

“Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.” Fonte

Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler




Resenha: Eu Sou o Número Quatro

Nove crianças são mandadas às pressas para a Terra com seus guardiões após a invasão de seu planeta natal, Lorien. A cada criança é dado um número, o que impede que elas sejam mortas fora de ordem caso vivam separadas. Ao chegar na Terra, cada uma das crianças segue para lugares diferentes com seus respectivos guardiões e elas nunca mais se vêem enquanto crescem tentando escapar dos Mogadorians – raça que destruiu Lorien e agora está na Terra.

Três estão mortos. Eu sou o Número Quatro. Eu sou o próximo.




Resenha: A Pirâmide Vermelha

Sabem aquele sentimento que desperta em nós quando olhamos para a capa de um livro ou lemos sua sinopse, aquele instinto que nos diz se devemos ou não ler aquela obra? Pois bem, eu deveria ter dado ouvidos ao meu em se tratando de A Pirâmide Vermelha e ter ficado longe da série dos deuses egípcios escrita por Rick Riordan.

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