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Resenha: O Navio da Morte – Magnus Chase e os Deuses de Asgard III

Nos dois primeiros livros da série, Magnus Chase, o herói boa-pinta que é a cara do astro de rock Kurt Cobain, ex-morador de rua e atual guerreiro imortal de Odin, precisou sair em algumas jornadas árduas e desafiar monstros, gigantes e deuses nórdicos para impedir que os nove mundos fossem destruídos no Ragnarök, o fim do mundo viking. Em O navio dos mortos, Loki está livre da sua prisão e preparando Naglfar, o navio dos mortos, para invadir Asgard e lutar ao lado de um exército de gigantes e zumbis na batalha final contra os deuses.
Desta vez, Magnus, Sam, Alex, Blitzen, Hearthstone e seus amigos do Hotel Valhala vão precisar cruzar os oceanos de Midgard, Jötunheim e Niflheim em uma corrida desesperada para alcançar Naglfar antes de o navio zarpar no solstício de verão, enfrentando no caminho deuses do mar raivosos e hipsters, gigantes irritados e dragões malignos cuspidores de fogo. Para derrotar Loki, o grupo precisa recuperar o hidromel de Kvásir, uma bebida mágica que dá a quem bebe o dom da poesia, e vencer o deus em uma competição de insultos. Mas o maior desafio de Magnus será enfrentar as próprias inseguranças: será que ele vai conseguir derrotar o deus da trapaça em seu próprio jogo? Fonte

Sabe quando você termina de ler um livro e fica em suspenso, sem saber o que pensar? Por isso demorei para fazer essa resenha.

Essa resenha pode conter spoilers dos livros anteriores, mas apenas o que é mencionado na sinopse. Continue lendo…




Resultado: Sorteio “Tartarugas até lá embaixo”

Yay! Vocês realmente gostaram da promoção de Tartarugas até lá embaixo hein? Várias entradas! Mas quem será que foi o sortudo(a) que levou esse livro lindo para casa?

E quem ganhou foi…

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Resenha: Por trás de seus olhos

Um cara maravilhoso, e casado, uma esposa sociopata, e uma amante. Não peraí… Um marido opressor e uma esposa oprimida, e uma amiga que quer ajudá-la. Não peraí… um triângulo amoroso no qual quem está envolvido com as outras duas partes não é o marido, mas a amante/amiga. Cara… que nó!!!

Não confie neste livro. Não confie nestas pessoas. Não confie em você.

Louise é mãe solteira, trabalha como secretária e está presa à rotina da vida moderna: ir para o escritório, cuidar da casa, do filho e tentar descansar no tempo livre. Em uma rara saída à noite, ela conhece um homem no bar e se deixa envolver. Embora ele se vá logo depois de um beijo, Louise fica muito animada por ter encontrado alguém.
Ela só não esperava que seu novo e casadíssimo chefe seria o homem do bar. Apesar de ele fazer questão de logo esclarecer que o beijo foi um equívoco, em pouco tempo os dois passam a ter um caso. Em uma terrível sequência de erros, Louise acaba ficando amiga da esposa do amante. E, se você acha que sabe para onde esta história vai, pense de novo, porque Por trás de seus olhos não se parece com nenhum livro que já tenha passado por suas mãos. À medida que é arrastada para a história do casal, Louise acaba com mais perguntas que respostas e a única coisa certa é que algo naquele casamento está muito, muito errado.
Em Por trás de seus olhos, best-seller do Sunday Times e do The New York Times, Sarah Pinborough não só reinventa o tradicional triângulo amoroso, como o vira do avesso e de ponta-cabeça, numa trama “com tantos jogos mentais que você vai começar a se perguntar se esse triângulo tem mesmo três lados”, como destaca Josh Malerman, autor de Caixa de pássaros. (Fonte)

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Resenha: Frantumaglia

Apesar de nunca ter falado de Elena Ferrante aqui no blog, eu já tinha lido 5 livros dela antes de Frantumaglia. Li toda a Tetralogia Napolitanade A Amiga Genial – uma série maravilhosa, que devorei sem parar para respirar, um atrás do outro, como se fosse um grande livro único. Mas, antes da série, li também A Filha Perdida. Mas não fiz resenha de nenhum deles porque… vocês já sentiram que um autor é tão bom, tão genial, que somos pequenos para falar dele? É como se resenhar um autor desse calibre fosse algum tipo de pecado. Eu me sentia assim com Carlos Ruiz Zafón – e ainda me sinto, toda vez que preciso fazer uma resenha dele. Pois bem, Elena Ferrante é outra autora que me faz sentir assim, que é tão incrível e brilhante que me intimida, não como leitora, como resenhista.

“Cartas, entrevistas e trechos inéditos oferecem visão única de uma das maiores escritoras da atualidade.

Elena Ferrante, voz extraordinária que provocou grande comoção na literatura contemporânea, tornou-se um fenômeno mundial. O sucesso de crítica e de público se reflete em artigos publicados em importantes jornais e revistas, como The New York Times, The New Yorker e The Paris Review. Ao longo das últimas duas décadas, o “mistério Ferrante” habita a imprensa e a mente dos leitores, mas, afinal, quem é essa escritora?
Nas páginas de Frantumaglia, a própria Elena Ferrante explica sua escolha de permanecer afastada da mídia, permitindo que seus livros tenham vidas autônomas. Defende que é preciso se proteger não só da lógica do mercado, mas também da espetacularização do autor em prol da literatura, e assim partilha pensamentos e preocupações à medida que suas obras são adaptadas para o cinema e para a TV.
Diante das alegrias e dificuldades da escrita, conta a origem e a importância da frantumaglia para seu processo criativo, termo do dialeto napolitano que sempre ouvira da mãe e, dentre os muitos sentidos, seria uma instável paisagem mental, destroços infinitos que se revelam como a verdadeira e única interioridade do eu; partilha ainda a angústia de criar uma história e descobrir que não é boa o suficiente, e destaca a importância do universo pessoal para o processo criativo. Nas trocas de correspondência, nos bilhetes e nas entrevistas, a autora contempla a relação com a psicanálise, as cidades onde morou, a maternidade, o feminismo e a infância, aspectos fundamentais à produção de suas obras.
Frantumaglia é um autorretrato vibrante e íntimo de uma escritora que incorpora a paixão pela literatura. Em páginas reveladoras, traça, de maneira inédita, os vívidos caminhos percorridos por Elena Ferrante na construção de sua força narrativa.” Fonte

A escrita precisa do máximo de ambição, do mínimo possível de preconceitos e de uma desobediência deliberada.




Semana especial “Tartarugas até lá embaixo”: Outros livros do autor

Oi gente! E aí, estão acompanhando essa semana especial? Temos posts super legais com a resenha de “Tartarugas até lá embaixo”, suas personagens, falamos um pouquinho sobre TOC e outras questões, e hoje vamos falar sobre os outros livros do Sr. Verde. hehe

Bom, nem preciso dizer que o nome de John Green ficou mesmo conhecido com “A Culpa é das Estrelas” (resenha aqui). Quem nunca leu, já assistiu o filme. E quem nunca leu nem assistiu o filme, nem nunca ouviu falar… sei lá… é meio alienado. :-p Como é uma história que mexe com o sentimento das pessoas todo mundo tem algo pra contar. Tipo: “Nossa, usei um pacote de lenços inteiro no cinema”, ou então, “Nossa, não consegui parar de ler e li tudo em uma noite”, que foi meu caso. “A Culpa é das Estrelas” é na verdade o sexto livro do autor, lançado em janeiro de 2012. Em 2009 ele anunciou que estava escrevendo um livro cujo título seria The Sequel, mas o projeto foi abandonado. E segundo o próprio autor muitas partes de The Sequel foram reescritas e ajustadas para fazerem parte de “A Culpa é das Estrelas”. O livro, assim como o filme fizeram um mega sucesso. O que por um lado é ótimo! Por outro, isso gerou uma tremenda insegurança em John Green que achava que nunca mais conseguiria escrever nada à altura.

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