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Resenha: 1793

Como estão vocês queridos leitores e leitoras? Engrenaram na leitura? No meu post anterior eu falei pra vocês que estava com dificuldades para engrenar. E a grande questão do home office são as coisas da home e do office pra fazer (hehe). Você está lá trabalhando, passa na cozinha para tomar um copo d’água e percebe que tem que dar uma varridinha, mas aí aproveita pra passar um pano também. Vai lá, trabalha mais um pouco e resolve aproveitar o sol e lavar umas roupinhas. E assim o dia segue, e acabo só tendo tempo pra ler à noite, como de costume mesmo! Alguém mais de identifica?

Mas com  esse livro aí foi fácil querer ler sem parar. Aí entre um pouco do trabalho e uma varridinha, sempre cabe um capítulo, né! 😉    

Ficha técnica:

Nome: 1793

Autor: Niklas Natt och Dag

Tradutora: Fernanda Abreu (a partir da edição inglesa)

Páginas: 432

Editora: Intrínseca

Em seu romance de estreia, o sueco Niklas Natt och Dag cria um retrato vívido da sombria Estocolmo do final do século XVIII. Estamos no outono de 1793. Logo pela manhã, ainda de ressaca, o sentinela Mickel Cardell é alertado sobre um corpo que foi encontrado flutuando nas águas fétidas do lago da Ucharia. Os esforços para identificar o cadáver totalmente mutilado são confiados ao incorruptível advogado Cecil Winge, que pede a ajuda de Cardell para resolver o caso. O tempo, no entanto, é curto: a saúde de Winge é frágil, a situação política do país, instável e, pelas esquinas, proliferam paranoia, violência e conspirações.
Winge e Cardell mergulham nas sarjetas de um mundo brutal de ladrões, mercenários e aristocratas corrompidos. De um filho de fazendeiro percorrendo um caminho traiçoeiro ao procurar fortuna na capital a uma jovem órfã enviada para uma casa de correção por um pároco impiedoso, a complexa investigação passará pelas muitas camadas de uma sociedade corrupta. Ricos e pobres, bons e maus, vivos e mortos: o cadáver retirado do lago pode comprometer e fundir todos esses mundos.

Ousado e brilhante, 1793 é um noir histórico eletrizante que, a cada página, torna-se ainda mais perturbador.

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Resenha: O Ladrão de Raios

Ficha técnica:

Nome: O Ladrão de Raios (Percy Jackson e os Olimpianos I)

Autor: Rick Riordan

Páginas: 387

Editora: Intrínseca

Primeiro volume da saga Percy Jackson e os olimpianos, O ladrão de raios esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.

O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos – jovens heróis modernos – terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses. Fonte

Faz um tempo em que eu percebi que, apesar de já termos lido a série Os Heróis do Olimpo e As Provações de Apolo, não havíamos postado a resenha da série que deu origem a tudo isso! Então, aproveitando a Semana Especial Clássicos Intrínseca, resolvi finalmente começar com essa resenha.

Como o processo é meio de releitura, provavelmente vai demorar um pouco até eu colocar todas as resenhas, mas tudo bem! Consegui reler rapidinho esse primeiro livro, então cá estamos com a resenha!

Ah! Tem post também lá no nosso Insta!

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Resenha: A Última Festa

E aí pessoal, como estão todos vocês? Têm conseguido ler bastante?
Eu achei que ia conseguir ler horrores, mas não tem sido bem assim.
Mas, nestes momentos loucos que estamos vivendo, um momento pra respirar é sempre bom, né!
E nós, leitores, sabemos que podemos viajar para outros lugares, e por que não outros mundos e universos, nas páginas de um livro né!
Então #ficaemcasa e #boasleituras!

 

Ficha técnica:

Nome: A Última Festa

Autor: Lucy Foley

Tradutor: Marina Vargas

Páginas: 304

Editora: Intrínseca

Todo ano, nove amigos comemoram o réveillon juntos. Desta vez, apenas oito vão voltar para a casa depois da festa.

Programado para acontecer em um cenário idílico, o réveillon que Miranda, Katie e os outros amigos que conheceram na faculdade passarão juntos este ano promete refeições deliciosas regadas a champanhe, música, jogos e conversas descontraídas.

No entanto, as tensões começam já na viagem de trem — o grupo não tem mais nada em comum além de um passado de convivência, feridas jamais cicatrizadas e segredos potencialmente destrutivos.

E então, em meio à grande festa da última noite do ano, o fio que os mantém unidos enfim arrebenta. No dia seguinte, alguém está morto e uma forte nevasca impede a vinda do resgate. Ninguém pode entrar. Ninguém pode sair. Nem o assassino.

Contada em flashbacks a partir das perspectivas dos vários personagens, a história deste malfadado encontro é um daqueles mistérios de assassinato cheio de tensão e de ritmo perfeito. Com uma trama assustadora e brilhantemente construída, A Última Festa planta no leitor a semente da dúvida: será que velhos amigos são sempre os melhores amigos?

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Resenha: A Tumba do Tirano

Ficha Técnica:

Nome: A Tumba do Tirano

Autor: Rick Riordan

Tradução: Regiane Winarski

Páginas: 368

Editora: Intrínseca

Os tempos estão difíceis para ex-deidades que quase destruíram a humanidade, foram expulsas do Olimpo, perderam os poderes divinos e, de quebra, conquistaram a antipatia de imperadores sanguinários. Apolo, o deus mais glorioso e belo que já existiu, agora é Lester Papadopoulos, um adolescente desajeitado de 16 anos que, para reconquistar seu lugar, precisa libertar cinco oráculos que estão na mais completa escuridão.

Não é de hoje que Apolo tem passado por poucas e boas em sua temporada terrena. Nos três livros já publicados da série As provações de Apolo, vimos o ex-deus enfrentar terríveis inimigos: um psicopata piromaníaco, um crush das antigas com sede de vingança e até um dos imperadores mais temidos da Antiguidade. Como se isso já não fosse o bastante, ele só pôde contar com sua inteligência e sagacidade humanas (bem reduzidas, como é de se esperar), já que seus poderes foram extintos por tempo indeterminado. A sorte é que nessa jornada ele teve a ajuda de amigos valiosos, como Percy Jackson, Leo Valdez e Meg McCaffrey.

Em A tumba do tirano, sua mais nova aventura, Apolo precisa correr até o Acampamento Júpiter, lar dos semideuses romanos, para ajudá-los a se defenderem da fúria do Triunvirato de imperadores, que fará de tudo para destruí-los. É hora de unir forças com Hazel, Reyna, Frank, Tyson, Ella e muitos outros nessa batalha que promete ser a mais difícil e dramática de suas vidas. Infelizmente, a chance de eles saírem vivos reside na tumba de um dos tiranos romanos mais odiados e ardilosos da história, conhecido pela soberba e pela crueldade. Se alguém achou que seria fácil voltar ao Olimpo, achou errado, é claro. Fonte

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Resenha: Um caminho para a liberdade

Nós fomos presenteados pelo livro do Intrínsecos, mas só agora conseguimos colocar a resenha no ar. Segue a capa que virá na livraria!

Um Caminho Para a LiberdadeFicha técnica:

Nome: Um caminho para a liberdade

Autor: Jojo Moyes

Tradutoras: Ana Rodrigues, Catharina Pinheiro, Julia Sobral Campos e Maria Carmelita Dias

Páginas: 368

Editora: Intrínseca

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Sinopse:

Os sonhos de Alice Wright se transformam numa estranha realidade quando ela descobre que se casar e partir rumo aos Estados Unidos não significa exatamente o que imaginava. Não demora para a inglesa perceber que a liberdade que teria ao se afastar da família e ir morar com o marido se torna, na realidade, uma prisão – grande parte por conta de um sogro incapaz de perceber as mulheres como seres pensantes e autônomos. Um caminho para a liberdade tem como cenário o Kentucky rural pós-Depressão, mas o drama vivido por Alice e outras quatro mulheres, inconformadas com o lugar de submissão que lhes é imposto, é um problema dos dias de hoje.

Na história, a reação de Alice vem sob a forma de um projeto de biblioteca itinerante a cavalo, liderado por Margery, mulher abominável e rebelde do ponto de vista daqueles que defendem “a moral e os bons costumes”, mas que logo se mostra uma amiga fiel e inspiradora.

Ao levar entretenimento e informação aos lares mais remotos, Alice e suas companheiras logo entendem que quem mais se beneficia com esse esforço são elas mesmas. O preconceito, o racismo e o obscurantismo persistente se mostram frágeis quando confrontados com o poder do conhecimento. Mas como resistir à pressão daqueles que lutam pela manutenção dos velhos costumes e preferem permanecer nas sombras? É o que esse grupo de mulheres vai descobrir, em uma história por vezes romântica, por vezes engraçada, mas que também é a obra mais política de Jojo Moyes, como ela própria afirma em entrevista à revista intrínsecos. A mais recente obra de Moyes é, a um só tempo, tanto uma ode à literatura quanto uma viagem de autoconhecimento que emancipa aqueles que a escolhem. (Fonte)

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