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Em outras palavras: O morro dos ventos uivantes

Olá! Nós aqui do blog gostamos muito da primeira resenha da Drik@ e resolvemos convidá-la mais uma vez, dessa vez para postar a resenha de seu livro favorito (não, não é porque ela leu Crepúsculo). Então, espero que gostem e comentem!

O_MORRO_DOS_VENTOS_UIVANTESSinopse: Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. “Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff”, diz a apaixonada Cathy. O único romance escrito por Emily Brontë e uma das histórias de amor mais surpreendentes de todos os tempos, O Morro dos Ventos Uivantes é um clássico da literatura inglesa e tornou-se o livro favorito de milhares de pessoas. (…) (Fonte)

“Entreguei-lhe o meu coração e ele se apoderou dele, destroçou-o e, depois, o devolveu.”




Resultado: Promoção clássicos do terror 3 em 1

 

 

Olá, pessoal! Ótimo começo de semana para vocês!

Para começar bem mesmo a semana, vamos divulgar o resultado da promoção dos Clássicos de terror. :D

E o ganhador é…




Promoção: Clássicos do terror 3 em 1

Olá! Apesar de já ter passado do Halloween, vamos aproveitar esse fim de semana de feriado para fazer essa promoção com histórias de arrepiar!

Como eu disse em posts anteriores, eu resenhei O Médico e o Monstro, Frankenstein e Drácula separadamente, para que todos tenham uma ideia das histórias em si, mas a leitura foi feita por um único volume que contém as três histórias e a Editora Martin Claret nos cedeu um volume para sorteio!

  Booo!




Resenha: Emma (Jane Austen)

Jane Austen certa vez disse que Emma seria “uma heroína que ninguém além de mim mesma irá gostar muito“. Mesmo tendo Miss Austen como uma de minhas heroínas, é completamente impossível concordar com esse seu pensamento. Emma foi a penúltima das obras completas de Jane Austen que li, e imediatamente tornou-se meu favorito (sim, superando até mesmo Orgulho & Preconceito).

Emma Woodhouse mora em Highbury com seu pai, e ao contrário das outras heroínas de Austen, é rica e uma das primeiras em consequência na vizinhança. Sua irmã mais velha – Isabella – casou-se com John Knightley. George Knightley – ou Mr. Knightley, como todos se referem a ele durante a história – mora em Donwell Abbey e é um amigo íntimo dos Woodhouses e tão ou mais rico que eles. Highbury é uma cidade pequena, onde pouca coisa acontece e portanto, as notícias espalham-se rapidamente. E é em um evento importante que nossa história começa: o casamento de Miss Taylor – governanta de Emma – com Mr. Weston. Agora, nossa Emma acha que consegue ler as pessoas e entende de seus assuntos do coração mais do que elas próprias, e por isso julga que a união entre Mr. Weston e a nova Mrs. Weston não teria ocorrido sem sua interferência e considera essa a maior realização dos seus vinte anos de vida. Sabendo que por conta de seu hobby casamenteiro ela não teria mais sua amiga inseparável a seu dispor, Emma decide “adotar” Harriet Smith como sua amiga particular. Harriet é a filha bastarda de “ninguém sabe quem”, e mora na escola de Highbury. Ela é uma garota simples, humilde e não muito esperta, mas que sabe que não vai se casar com ninguém importante devido às suas circunstâncias familiares. No verão anterior, Harriet atraiu a atenção de Robert Martin, fazendeiro e irmão de duas de suas amigas do colégio; mas Emma tem outros planos para sua amiga particular, planos que envolvem Mr. Elton, o vigário de Highbury. O que Emma não consegue enxergar é que o interesse de Mr. Elton foi capturado por seu desejo de ascender socialmente e que seus planos não envolvem Harriet Smith.

One half of the world cannot understand the pleasures of the other.




Lançamentos de junho da Martin Claret

Oi, pessoal! Olha só os lançamentos que a Martin Claret oferece nesse mês de junho!

 

Kama Sutra nº 167

Vatsyayana – Coleção A obra-prima de cada autor

Escrito para a nobreza da Índia por Vatsyayana, estudante celibatário que viveu em Pataliputra, o Kama Sutra faz parte da literatura religiosa hindu. Apesar do caráter erótico e com foco no prazer, seus ensinamentos pregam, em primeiro lugar, a elevação espiritual do homem.

Kama significa amor, prazer e satisfação. O termo é um dos pilares da religião hindu, em conjunto com o Dharma e o Artha (o mérito religioso e a aquisição de riquezas, respectivamente).

A obra foi composta nos séculos I e II da nossa era e proclama a arte indiana do amor. O mundo ocidental conheceu o Kama Sutra por meio da clássica tradução de Sir Richard Francis Burton e Foster Arbuthnot.

Atemporal, Kama Sutra é o maior clássico indiano sobre a arte do amor.

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