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Resenha + Promoção: As aventuras de Pi

Recebi o livro As aventuras de Pi no final de janeiro e não demorou muito para que eu o lesse (infelizmente demorei para resenhar). Por sorte também consegui assistir à adaptação do cinema (que não me decepcionou), embora tenha assistido antes de ler o livro (quando prefiro o contrário).

AS_AVENTURAS_DE_PISinopse: Um dos romances mais importantes do século, As aventuras de Pi é uma narrativa singular de Yann Martel que se tornou um grande best-seller. O livro narra a trajetória do jovem Pi Patel, um garoto cuja vida é revirada quando seu pai, dono de um zoológico na Índia, decide embarcar em um navio rumo ao Canadá. Durante a viagem, um trágico naufrágio deixa o menino à deriva em um bote, na companhia insólita de um tigre-de-bengala, um orangotango, uma zebra e uma hiena. A luta de Pi pela sobrevivência ao lado de animais perigosos e sobre um imenso oceano é de uma força poucas vezes vista na literatura mundial. Fonte

 

 

A história é contada em dois pontos de vista. Um deles, em itálico, é o “autor” do livro (que inclusive agradece ao Moacyr Scliar pela “centelha de vida” da obra, mais detalhes no final). Meio que a narrativa de Yann Martel se mistura à do autor fictício, que está com um bloqueio quanto à criação de uma nova história. Quando ele viaja para a Índia, encontra um homem que o convence a voltar para Toronto e se encontrar com Pi Patel, que passa a narrar a história em primeira pessoa.

Conheço uma história que vai fazer você acreditar em Deus.

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Resenha: O caçador de pipas

“O caçador de pipas é considerado um dos maiores sucessos da literatura mundial dos últimos tempos. Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.” Fonte

É muito, muito difícil falar de algo que seja muito bom. Ainda mais difícil se você está escrevendo uma resenha sobre um livro muito bom. A gente nunca se sente à altura disso. Parece que você é um pontinho insignificante no meio do oceano. Afinal, quem a gente pensa que é para escrever qualquer coisa sobre algo tão sublime?

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Resenha: The Casual Vacancy

“Quando Barry Fairbrother morre com quarenta e poucos anos, a cidade de Pagford fica em choque. Pagford é à primeira vista, um idílio inglês, com uma praça mercante pavimentada com paralelepípedos e uma abadia antiga, mas o que se esconde por trás dessa fachada bonita é uma cidade em guerra.

Ricos em guerra com pobres, adolescentes em guerra com seus pais, esposas em guerra com seus maridos, professores em guerra com seus alunos… Pagford não é o que parece ser à princípio.

E a cadeira vazia deixada por Barry no conselho paroquial torna-se o catalisador para a maior guerra que a cidade já viu. Quem triunfará em uma eleição carregada de paixão, duplicidade e revelações inesperadas?”

Fonte (tradução livre)

Na semana precedente ao lançamento de The Casual Vacancy – o primeiro livro de J.K. Rowling para adultos – várias entrevistas com a autora mais querida da equipe do PEP foram ao ar. Nelas, J.K. Rowling disse que a ideia para o novo livro surgiu em um avião durante sua turnê de divulgação de Harry Potter e as Relíquias da Morte; que escreveu The Casual Vacancy porque quis escrever e não porque acreditava precisar se provar para ninguém; e que via sua nova obra como uma comédia trágica. Assim como eu fiz com o último livro de Harry Potter, procurei não ler muitos spoilers do novo livro de JKR (e por spoilers eu me refiro também à opiniões de jornalistas que tiveram acesso ao livro antes do lançamento, ou até mesmo as próprias opiniões da Jo sobre seu novo best-seller). Quero dizer, essa é uma grande publicação! Embora não seja um livro sobre nosso melhor amigo com a cicatriz na testa, é um livro da J.K. Rowling e se você fez parte da Era Potter, certamente se encontrou com uma mistura de sentimentos dentro de você que faria Ron Weasley engasgar em seu chá. Antes de adquirir minha cópia e mergulhar em um novo mundo criado pela nossa Rainha, eu estava empolgada, ansiosa, nervosa e sim, não tenho vergonha de admitir: com muito receio. Noventa e nove por cento do meu ser tinha certeza que eu iria adorar o livro; afinal, é um livro da JKR, como não se apaixonar? Mas aquele 1% restante consistia da dúvida, da incerteza, do medo e da pergunta que apesar de parecer ter uma resposta fixa (impossível!), não queria calar: e se eu não gostar de The Casual Vacancy?

You must accept the reality of other people

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Lançamentos da Ediouro

E voltando a falar de lançamentos, temos alguns imperdíveis dos nossos parceiros da Ediouro Publicações! Tem para todos os gostos e também para todos os bolsos, incluindo uma coleção com livros a R$19,90 cada!

Vamos conferir?

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Resenha: A cidade do sol

“Mariam tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rashid, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Laila tem 14 anos. É filha de um professor que sempre lhe diz: “Você pode ser tudo o que quiser.” Ela vai à escola todos os dias, é considerada uma das melhores alunas do colégio e sempre soube que seu destino era muito maior do que casar e ter filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Confrontadas pela história, o que parecia impossível acontece: Mariam e Laila se encontram, absolutamente sós. E a partir desse momento, embora a história continue a decidir os destinos, uma outra história começa a ser contada, aquela que ensina que todos nós fazemos parte do “todo humano”, somos iguais na diferença, com nossos pensamentos, sentimentos e mistérios.” Fonte.

Quando peguei esse livro para ler, ano passado, emprestado por uma amiga, nem sabia do que se tratava, apenas que o autor era o mesmo de “O Caçador de Pipas”, que era famoso, mas eu também não tinha lido. Minha amiga apenas disse que era lindo e tocante, e que eu iria gostar. Mal sabia que além de gostar, lembraria para sempre desse livro.

“De todas as dificuldades que uma pessoa tem de enfrentar, a mais sofrida é, sem dúvida, o simples ato de esperar.”

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