Arquivo para a categoria ‘ Ed. Novo Conceito ’


Resenha: O Dom

Depois que li o primeiro livro da série, Bruxos e Bruxas, confesso que não me animei a ler o segundo. Mas é sempre bom dar uma segunda chance a uma série, nunca se sabe. Bem, no meu caso não foi muito legal…

O_DOMSinopse: Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos… Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor… Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas. Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty… Ou para, finalmente, matá-la. Fonte

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Narrativas no Por Essas Páginas: Quando Tudo Volta

QUANDO_TUDO_VOLTASinopse: Uma morte por overdose. Um fanático estudioso da Bíblia. Um pássaro lendário. Pesadelos com zumbis. Coisas tão diferentes podem habitar a vida de uma única pessoa? Cullen Witter leva uma vida sem graça. Trabalha em uma lanchonete, tenta compreender as garotas e não é lá muito sociável. Seu irmão, Gabriel, de 15 anos, costuma ser o centro das atenções por onde passa. Mas Cullen não tem ciúmes dele. Na verdade, ele é o seu maior admirador. O desaparecimento (ou fuga?) de Gabriel fica em segundo plano diante da nova mania da cidade: o pica-pau Lázaro, que todos pensavam estar extinto e que resolveu, aparentemente, ressuscitar por aquelas bandas. Em meio a uma cidade eufórica por causa de um pássaro que talvez nem exista de verdade, Cullen sofre com a falta do irmão e deseja, mais que tudo, que os seus sonhos se tornem realidade. E bem rápido. Fonte

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Resenha: Desde o primeiro instante

Como vocês devem estar acompanhando pelas minhas últimas resenhas, eu não estou nada contente com a parte romântica de vários livros que eu li. Eu estava precisando acreditar que livros em que os personagens se apaixonam lentamente ainda existem e por isso, fui ler novamente as sinopses dos livros que eu tinha. “Desde o primeiro instante”, apesar do título, me passou a impressão de que ele era exatamente o que eu necessitava. E eu estava totalmente certa!

desde o primeiro instante“Rachel acabou de romper um noivado e está decidindo o que vai fazer da vida. Quando ela se encontra casualmente com Ben, um amigo dos tempos da faculdade, seu coração balança. Na época não rolou, mas agora ele parece tão mais interessante… O problema é que Ben está casado, “fora do mercado”, como se costuma dizer. Ok, hora de partir para outra. Rachel não é nenhuma mocinha ingênua, dessas que se deixam levar pela emoção. O fato de Ben ser lindo, educado, engraçado, nobre e fiel não é suficiente para tirar Rachel do seu eixo. Claro que não. Na verdade, ele é O Companheiro Perfeito. Pena que seja tão fiel! Apaixonar-se pelo melhor amigo é o sentimento mais gostoso do mundo, mas também é assustador.”

Em primeiro lugar: esse livro é lindo! E eu me apaixonei por ele desde o primeiro instante, porque a protagonista é muito interessante. E ela é muito humana: ela comete vários erros durante o livro, mas você não consegue ficar com raiva dela, porque é tudo muito plausível. Então nada de romances utópicos e declarações de amor no segundo capítulo. Essa história poderia acontecer com qualquer pessoa (e eu tenho certeza que muitos vão realmente se identificar com ela).

Bom, mas comecei fazendo essa resenha ao contrário, então vamos para o enredo do livro (é que eu precisava realmente convencer vocês a lerem esse texto até o final!). Rachel estava noiva e arrumando os últimos preparativos para o casamento. Mas, em uma discussão com o noivo sobre qual seria a atração musical da festa, ela percebeu que… Bem, apesar de tanto tempo de relacionamento, talvez o casamento não fosse uma boa ideia. Será que eles não estavam juntos só pela conveniência da relação? Por isso ela resolve cancelar tudo – e depois de muito tempo, volta ao grupo das solteiras.

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Resenha: O Lado Mais Sombrio

Fazia muito, muito tempo que eu queria ler esse livro. Eu o conheci ainda quando havia somente a edição americana, Splintered, e quando descobri que os direitos foram adquiridos pela Novo Conceito fiquei bem feliz e aguardei ansiosamente o lançamento no Brasil – que demorou muito. Quando o livro chegou, corri para lê-lo, cheia de expectativas, mas, infelizmente, o livro não alcançou nem metade delas. Descritivo em excesso e com protagonistas fracos e sem graça, O Lado Mais Sombrio tem uma boa premissa, mas um desenvolvimento tedioso e muita, muita enrolação.

“Alyssa Gardner ouve os pensamentos das plantas e animais. Por enquanto ela consegue esconder as alucinações, mas já conhece o seu destino: terminará num sanatório como sua mãe. A insanidade faz parte da família desde que a sua tataravó, Alice Liddell, falava a Lewis Carroll sobre os seus estranhos sonhos, inspirando-o a escrever o clássico Alice no País das Maravilhas. Mas talvez ela não seja louca. E talvez as histórias de Carroll não sejam tão fantasiosas quanto possam parecer. Para quebrar a maldição da loucura na família, Alyssa precisa entrar na toca do coelho e consertar alguns erros cometidos no País das Maravilhas, um lugar repleto de seres estranhos com intenções não reveladas. Alyssa leva consigo o seu amigo da vida real – o superprotetor Jeb –, mas, assim que a jornada começa, ela se vê dividida entre a sensatez deste e a magia perigosa e encantadora de Morfeu, o seu guia no País das Maravilhas. Ninguém é o que parece no País das Maravilhas. Nem mesmo Alyssa…” Fonte

Você é uma mulher agora, com o fogo do reino inferior correndo em suas veias. Seu coração é selvagem e você já provou o gosto do poder. Um dia, vai querer voar novamente.




Resenha: Fênix, a Ilha

Quando os lançamentos da Novo Conceito chegaram – e foram muitos! – esse livro foi o que mais me interessou. Achei que seria algo meio Lost, sabem? Vários adolescentes problemáticos em uma ilha, isolados, num campo de treinamento. Criei expectativas e, bem, me decepcionei. O livro não era nada do que eu esperava antes da leitura; quer dizer, na verdade, ele foi é muito previsível de um jeito bastante incômodo.

“Sem telefone. Sem sms. Sem e-mail. Sem TV. Sem internet. Sem saída. Bem-vindo a Fênix: A Ilha. Na teoria, ela é um campo de treinamento para adolescentes problemáticos. Porém, os segredos da ilha e sua floresta são tão vastos quanto mortais. Carl Freeman sempre defendeu os excluídos e sempre enfrentou, com boa vontade, os valentões. Mas o que acontece quando você é o excluído e o poder está com aqueles que são perversos?” Fonte

Fênix, a Ilha é o tipo de livro que, assim que você começa a ler, já sabe onde vai dar. Você espera que seja diferente e que o livro o surpreenda, mas ele não o faz. Dá desânimo. Não que ele não tenha partes emocionantes, mas mesmo assim…

Carl não se conteve. Não se preocupou em ferir as mãos. Apenas descarregou os socos com a força total de todo aquele ódio reprimido.

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