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Resenha: O Último Passageiro

Sabem quando alguém te pergunta sobre um livro e você nem sabe por onde começar a falar? Pois é, esse é o caso de O Último Passageiro, de Manel Loureiro. Quando a Planeta lançou o livro eu logo quis ler: já estou há um tempão ensaiando para ler Apocalipse Z – O Princípio do Fim, também do mesmo autor, que é um livro recomendadíssimo por várias pessoas que confio. Pois bem, um livro do mesmo autor, de terror também, tiro certeiro, certo? Só que não. Eu quero dizer um monte de motivos pelos quais eu detestei esse livro, mas são tantos, que nem sei por onde começar.

“Agosto de 1939. Um enorme transatlântico chamado Valkirie aparece vazio e à deriva no Oceano Atlântico. Um velho navio cargueiro o encontra e decide rebocá-lo até o porto, mas não sem antes descobrir que nele há um bebê de poucos meses… e algo mais que ninguém é capaz de identificar. Por volta de setenta anos depois, um estranho homem de negócios decide restaurar o misterioso transatlântico e repetir, passo a passo, a última viagem do Valkirie. A bordo, presa em uma realidade angustiante, a jornalista Kate Kilroy busca uma boa história para contar. Mas acabará descobrindo que somente sua inteligência e sua capacidade de amar podem evitar que o transatlântico pague novamente um preço sinistro durante o percurso. Inquietante. Enigmático. Viciante. Bem-vindo ao Valkirie. Você não poderá desembarcar…mesmo se quiser.” Fonte

Porque esse navio está amaldiçoado. Devora a alma das pessoas e depois a cospe transformada em algo escuro.




Em outras palavras: Manual Prático do Ódio

Na coluna Em outras palavras, temos novamente uma resenha do Felipe, dessa vez de um livro nacional da Editora Planeta. Vamos saber o que ele achou da leitura de Manual Prático do Ódio?

Manual Prático do Ódio, apesar do título, é um livro apático, que não desperta emoções e apenas recicla idéias, sem nem ao menos vomitá-las em uma roupagem diferente. Explico.

“Escrito com uma narrativa lancinante e ritmo veloz, Manual Prático do Ódio é uma história abertamente inspirada em vidas reais e também inventada pelo talento de ficcionista de Ferréz.
Régis, um dos protagonistas desta engenhosa trama, tem vontade de ter um sítio para curtir com a família o que há de melhor na vida. Mas ele investe tudo o que ganha em armas, tem sonhos mais complexos, e não imagina uma rotina sem muita grana na poupança e sem pelo menos ser dono de um mercado ou de um posto de gasolina. A união com Lúcio Fé, Celso Capeta, Aninha, Mágico e Neguinho da Mancha na Mão lhe dá grandes esperanças de fazerem um bom dinheiro. Juntos eles se organizam para a “correria” certa, o golpe perfeito, aliando-se numa conspiração sem ponto de retorno ou juízo de valor.
Manual prático do ódio conta a história de um grupo que planeja um assalto, mas também fala de outros medos e mistérios universais, de personagens que cultivam razões odiosamente humanas para matar, amar ou morrer. As diferentes facetas do ódio que, numa engrenagem cruel, afeta também gente como o metalúrgico Paulo, amante de livros e inconformado com o estado de degradação da comunidade onde vive; e ainda como o garoto Dinoitinha, um vendedor de flores, que está a um passo de se iniciar nas artimanhas das  ‘quebradas’.” Fonte

Não pensava mais no futuro no bebê. Não pensava em futuramente ter uma casa. Só conseguia ver em sua frente o sangue do inimigo.




Narrativas no Por Essas Páginas: Hyperbole and a half

Quando paramos para pensar, notamos o quão mágica a internet pode ser. Aproxima amigos perdidos durante os anos, dissemina informação, torna muito mais fácil resolver uma discussão de bar e tantas coisas mais… O que acontece também, em contrapartida, é que muita coisa se perde. Em meio a tantos meme’s, piadinhas e hashtags, fica difícil saber da onde surgiu a primeira centelha que acendeu o fogo todo.

Não, não é sobre roubo de propriedade intelectual ou plágio que vim falar hoje com vocês. Vim apenas dar nome aos bois – ou a 1 boi específico – que muita gente conhece, mas poucas sabem da onde veio.

OQ

Calma, calma! Eu vim falar exatamente sobre esse desenho ai de cima, que tantos conhecem – neste e em outros tantos formatos -, mas poucos sabem da onde ele surgiu e onde é possível achar mais, tal como os originais.

Quer entender melhor? Só dar o play aí embaixo.




Resenha: O Momento

O momento“Thomas Nesbitt é um escritor recém-divorciado que está em crise de meia-idade. Vivendo de maneira bastante reservada no Maine — em contato apenas com a filha e tentando se recuperar pelo fim de um longo casamento – sua solidão é interrompida em uma manhã de inverno quando recebe uma caixa. O nome Dussmann, que está marcado no embrulho, o desestabiliza completamente, pois pertence à mulher com quem ele teve um caso de amor intenso, em Berlim, 25 anos antes. Durante um período em que a cidade era dividida em duas e as lealdades pessoais e políticas eram frequentemente intimidadas pelas sombras profundas da Guerra Fria. Recusando-se, inicialmente, a enfrentar o que ele pode encontrar na caixa, Thomas é forçado a lidar com um passado que manteve secreto durante toda a vida. No processo, ele acaba revivendo os meses que passou em Berlim, lugar onde pela primeira e única vez descobriu a força extraordinária do verdadeiro amor. Petra Dussmann, a mulher para quem ele entregou seu coração, não era apenas uma refugiada e sim alguém que vivia com uma tristeza profunda permanente que acabou reescrevendo o destino dos dois.”

Quando eu li a sinopse de “O Momento” a minha reação foi “Uau”! Eu amo romances, e esse parecia que seria um daqueles livros inesquecíveis, porque ele também tem todo um background histórico. Sim, eu nunca me esquecerei dele… Mas infelizmente, por causa de uma impressão negativa.

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Resenha dupla: O Pessegueiro

O Pessegueiro foi o nosso primeiro livro que recebemos de parceria com a Editora Planeta e também foi nossa primeira leitura da autora Sarah Addison Allen. Esse é um romance leve e agradável, porém não muito empolgante, que foca bastante nos relacionamentos dos personagens ao mesmo tempo que mistura uma trama de mistério com um toque sobrenatural. Vamos lá saber o que a Karen e a Lucy acharam do livro?

“Willa Jackson vem de uma antiga família que ficou arruinada gerações antes. A mansão Blue Ridge Madam, construída pelo bisavô de Willa durante a época área de Walls of Water, e outrora a mais grandiosa casa da cidade, foi durante anos um monumento solitário à infelicidade e ao escândalo. Mas Willa soube há pouco que uma antiga colega de escola – a elegante Paxton Osgood – da abastada família Osgood, restaurou a Blue Ridge Madam e a devolveu à sua antiga glória, tencionando transformá-la numa elegante pousada. Talvez, por fim, o passado possa ser deixado para trás enquanto algo novo e maravilhoso se ergue das suas cinzas. Mas o que se ergue, afinal, é um esqueleto, encontrado sob o solitário pessegueiro da propriedade, que com certeza irá fazer surgir coisas terríveis. Pois os ossos, pertencentes ao carismático vendedor ambulante Tucker Devlin, que exerceu os seus encantos sombrios em Walls of Water setenta e cinco anos antes, não são tudo o que está escondido longe da vista e do coração. Surgem igualmente segredos há muito guardados, aparentemente anunciados por uma súbita onda de estranhos acontecimentos em toda a cidade.” Fonte

Quando você é adolescente, seus amigos são sua vida. Quando você cresce, as amizades ficam cada vez mais distantes, até parecer um luxo, uma frivolidade, como um banho de espuma.

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