Arquivo para a categoria ‘ Ed. Planeta dos Livros ’


Resenha: Dexter – A mão esquerda de Deus

“Dexter Morgan é um educado lobo vestido em pele de ovelha. Ele é atraente e charmoso, mas algo em seu passado fez com que se transformasse numa pessoa diferente. Dexter é um serial killer. Na verdade, é um assassino incomum que extermina apenas aqueles que merecem. Ao mesmo tempo, trabalha como perito da polícia de Miami… Em Dexter, a Mão Esquerda de Deus, o livro que deu origem à aclamada série de TV, o adorável matador depara-se com um concorrente de estilo semelhante ao seu, encanta-se e incomoda-se com ele, prevê seus passos… A escrita requintada de Jeff Lindsay nos faz mergulhar na mente de um dos personagens mais ambíguos da história da literatura de suspense. Nunca o macabro foi tratado com tanto refinamento e leveza. Dexter Morgan é uma obra-prima.” Fonte.

Esse é um dos livros que eu mais queria ler já há um bom tempo (desde que eu comecei a ver a série de televisão, para ser mais exata; aliás, perdoem-me, mas vou acabar falando um pouco da série aqui nessa resenha, além de falar do livro). Eu queria tanto ler esse livro, que um dia passei na livraria, naquelas vezes que entro lá só para fazer uma horinha, olhei para o título e não resisti: comprei. E olha que eu não sou de fazer isso, quem tem esse costume é nossa querida Lucy. Mas enfim, não aguentei: entrei, comprei, saí e logo comecei a ler. E devorei o livro todinho em poucos dias.

Confronte seu passageiro sombrio…




A Cuca Recomenda: Minhas mulheres e meus homens

“O que Chico Buarque, Ruth Cardoso, Quércia e Angeli têm em comum? E Rubem Fonseca, Sônia Braga, Bob Wolfenson e Arnaldo Jabor? Bem, todos eles estão neste livro de Mario Prata em histórias que envolvem paixao, amizade, medo e aventura. O escritor sacou sua agenda de mais de 600 nomes e criou estas histórias, organizadas em forma de verbetes, que despertam o lado voyeur de cada um de nós, sempre de maneira bem-humorada e inteligente.” Fonte

A Cuca retorna com uma recomendação de arrebentar. Bem, eu sou suspeita para falar de Mario Prata, mas vou tentar ser imparcial (acho que não vou conseguir). Eu sou completamente apaixonada pelo que ele escreve, e também o acho uma pessoa muito bacana (um dia eu conto como eu o conheci). Seja lá como for, se um livro dele cair na minha mão, eu leio o mais rápido que puder. E esse livro eu ganhei em um concurso de perguntas no Twitter e, bem, assim que ele chegou fiquei doidinha para ler. E a experiência não me decepcionou.

Leia uma agenda de telefones, um dicionário de pessoas…




Resenha: Pode beijar a noiva

Sinopse: Apenas um homem poderia propor a ela casamento… Emma Van Court, dama de uma família londrina, jamais esperava ficar viúva e sem vintém na aldeia escocesa de Faires. E quando uma fortuna lhe foi prometida, se ela tornasse a se casar, a bela professora deparou-se com um mosaico de homens solteiros lutando por suas atenções, desde o pastor local até um detestável barão. Um doce beijo selaria aquele amor… James Marbury, conde de Denham, era moderno e sofisticado… E totalmente desacostumado às estradas lamacentas e aos telhados de palha de Faires, para onde viera depois de saber do falecimento de seu primo Stuart. E sem demora ficou exasperado ao descobrir que seu amor louco e intenso pela viúva Emma continuava tão forte quanto antes. Diante de tantos homens solteiros que a cortejavam, James encontrou uma única solução: oferecer-se como marido temporário para Emma… Mesmo que secretamente ele desejasse fazer seus votos durarem para sempre. Fonte

Meu primeiro livro de Patrícia Cabot, pseudônimo de Meg Cabot. Se não me engano, foi o último livro que li em 2011, mas até agora eu adiei sua resenha. Eu vou explicar o motivo logo mais.

Esse é o típico livro que eu denomino guilty pleasure literário, pelo menos para mim. É um romance histórico previsível, porém engraçadinho, de fácil leitura e que se você tiver um pouco de paciência – esse particularmente me fez ter vontade de jogá-lo na parede várias vezes e desistir de ler – consegue lê-lo em pouco tempo (não foi o meu caso, eu travei com ele).

Gente, como eu disse, o livro é previsível. Então, é fácil adivinhar o final – é óbvio, até. Mas para desencargo de consciência, aviso que talvez eu tenha me empolgado um pouco e tenha contado algum SPOILER sem querer. Aviso também que fiz isso para poder criticar um pouquinho, viu?

Beija logo, pô!




Resenha: Apocalipse Z – O princípio do fim

As vezes a gente paga pela língua, né?  Tipo eu, que sempre dizia que zumbi era bicho que não se ajudava. Por mais que o filme/livro se esforçasse, a coisa nunca era deveras convincente. Stephen King até foi razoavelmente bem sucedido com Celular, mas ainda assim…

Até que, do ano passado pra cá, apareceram duas agradáveis surpresas dentro do tema: a série The walking dead (inspirada em uma série de quadrinhos, pelo que fiquei sabendo) e os livros de Manel Loureiro, Apocalipse Z.

Continue lendo…




Resenha – O Tempo Entre Costuras

A primeira vez que ouvi falar sobre o aclamado livro de Maria Dueñas foi em um post da Sabrina no blog Café com Blá Blá Blá, e me interessei o suficiente para procurá-lo online e ler sua sinopse. Chegando na casa de meus pais para as festas de fim de ano após uma noite mal dormida no avião e um atraso de duas horas, os três livros que levei para a viagem já estavam terminados. Eis que minha mãe me aparece então com O Tempo Entre Costuras para que eu pudesse desfrutá-lo.

Venha aqui darling, minha querida!

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