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A Cuca Recomenda: Contos do Dragão #4

A Cuca voltou com mais algumas recomendações de contos da Editora Draco, perfeitos para quem quer uma leitura rápida e barata (e tem um gratuito)! Dessa vez temos fantasia histórica, horror e fantasia urbana nas recomendações. #FicaDica

somConto da série Tempos de Sangue de Eduardo Kasse, autor brasileiro que vem despontando pelo trabalho de ficção histórica misturada ao mito dos vampiros.

Dessa vez a história se passa na Grécia Antiga. O que você daria para ser imortal? Diodoros, o ateniense, sempre foi cobiçado por homens e mulheres durante a sua curta vida mortal. E quando alcançou a eternidade passou a ser venerado como um deus. Um deus das trevas.” Fonte

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A Cuca Recomenda: Contos do Dragão #2

Lembram-se da minha promessa de vir aqui e indicar para vocês três contos em e-book baratíssimos ou até mesmo gratuitos aqui na coluna Contos do Dragão ou na Contos da Amazon? Pois é, demorei um pouco, mas estou de volta com a indicação de três contos a menos de 3 reais, e um deles gratuito, todos publicados pela Editora Draco. Vamos conhecer?

“A Torre e o Dragão – Conto fantástico de Melissa de Sá, autora de “O Silêncio do Mundo”. A princesa na torre. O cavaleiro errante. O dragão invencível. Mas será tudo tão simples quanto aparenta ser? A princesa está na torre, o cavaleiro chega a seu destino. A salvação é realmente a única possibilidade de final para essa história?” Fonte

A Melissa de Sá é figurinha carimbada aqui no blog, mas o que posso fazer se adoro tudo o que ela escreve? Isso porque vocês ainda não leram o livro dela (que ainda não saiu, mas eu, privilegiada, já li. Apenas aguardem!).

Eu e ela costumamos dizer que A Torre e o Dragão é o irmão gêmeo de A Dama das Ameixas, outro conto publicado pela Draco, pois escrevemos os dois ao mesmo tempo, e uma revisou o conto da outra. E o tema é o mesmo em ambos: dragões, apesar de abordado de maneira completamente diferente.

A vida seria aquele eterno intervalo de paz.




A Cuca Recomenda: Guerras Eternas

Guerras Eternas é o terceiro volume da Série Tempos de Sangue, do autor Eduardo Kasse. Foi também o terceiro livro que li dele, apesar de já ter lido outros contos também. A série trata de vampiros na era medieval, uma época na qual nem se conhecia ainda o termo e, através de uma visão que mistura paganismo e cristianismo, o autor tece uma história que mistura precisão, fantasia sombria e uma muito bem-vinda crítica social e religiosa. Ah, e claro, cenas extremamente sensuais.

Obs.: essa resenha tem spoilers dos dois primeiros volumes da série: O Andarilho das Sombras (leia a resenha) e Deuses Esquecidos (leia a resenha).

“‘Eu vejo a imortalidade como um dom. Outros a enxergam como uma maldição. Eu busco o prazer, o sangue e a satisfação. Há aqueles que desejam somente a redenção e o fim da culpa e do sofrimento. E entre nós se arrastam guerras eternas.’

Guerras Eternas é o terceiro romance da Série Tempos de Sangue, de Eduardo Kasse, e narra o pânico causado na Catedral de Canterbury e cercanias por demônios bebedores de sangue na Inglaterra dos primeiros anos do século XIII. O arcebispo Stephen Langton se arriscará ao enfrentar um antigo mal que não teme o poder de Deus e se farta com as vidas de padres, monges e noviços, deixando os seus corpos exangues a apodrecer nas beiras das estradas. E continua a jornada de Harold Stonecross, o sedutor e vaidoso imortal de O Andarilho das Sombras. Acompanhe-o enquanto a igreja e poderosos earls tentam combater as sombras que encobrem seus lares e almas, contando com a inesperada ajuda do mais improvável dos seres.” Fonte

Não deseje aquilo que não pode controlar.




A Cuca Recomenda: Cães mortos não uivam para a lua

“A guerra molda as pessoas. E quatro jovens vão para o campo de batalha sem experiências, mas com muitas esperanças e ilusões. Munidos de espadas enferrujadas e da insolência da tenra idade, querem conquistar glórias e algum butim. Conheça a história de Edan, Burt, Ricard e Edulf e de quando eles lutaram ao lado das tropas do Rei Henrique III.” Fonte

Cães mortos não uivam para a lua é mais um conto de fantasia histórica do autor Eduardo Kasse. Publicado pela Editora Draco na coleção Contos do Dragão, ele foi uma das leituras que selecionei na Maratona Brasuca no formato e-book. Assim como outras obras do autor, o texto também fala sobre a guerra, mas dessa vez na visão de quatro jovens, ou melhor dizendo, meninos, algo horrível, mas que naquela época era comum, o fato de crianças lutarem batalhas.

Muitos morreram no meio do caminho. Outros não veriam o Sol nascer novamente.




A Cuca Recomenda: O Andarilho das Sombras

O romance O Andarilho das Sombras faz parte da série Tempos de Sangue – da qual já li e resenhei aqui no blog o livroDeuses Esquecidos e o conto Sobre Guerras e Deuses, todos lançados pela Editora Draco. É também o primeiro volume da série (sim, eu comecei ao contrário, lendo o segundo volume antes do primeiro, mas o mais legal é que isso é totalmente possível e não senti nenhum problema por fazê-lo) e o romance de estreia do autor Eduardo Kasse. O autor tem uma predileção por fantasia histórica, e é exatamente isso que vemos aqui nesse seu primeiro livro: uma história densa, fantástica e com uma espantosa fidelidade histórica. ‘Bora lá saber o que achei dela?

“No romance O Andarilho das Sombras, primeiro volume da série Tempos de Sangue, Eduardo Kasse conta uma história instigante de como escolhas e uma promessa maliciosa criaram um grande mal. Para salvar a vida de quem amava, Harold Stonecross sacrificou sua alma em um jogo de poder entre deuses decadentes e se tornou um demônio em busca de sangue. Nesta fantasia sombria, entre lendas esquecidas, dogmas e mitos, Harold narra passagens de sua longa existência, repletas de conexões com tempos imemoriais, enquanto caminha pelas ruelas escuras e imundas da Europa da Idade das Trevas. Sedutor e fatal, Harold fez do mundo o seu palco. Em sua atuação, a História escrita pelos homens confunde-se com as histórias de terror contadas pelos mais velhos. Nobres, sacerdotes, homens comuns, não importa: sempre haverá um rastro de sangue após as cortinas baixarem.” Fonte

E naquela noite, vi as engrenagens do destino se encaixarem perfeitamente. Vi o tempo girar em perfeita sincronia. Depois disso, nunca mais acreditei em coincidências.

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