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Em outras palavras: Capitães da Areia

Hoje na coluna Em outras palavras temos a resenha da querida Nivia, que já participou da nossa equipe, mas agora bloga lá no GeekVox (visitem!), mas de vez em quando volta para cá. Ela adora falar de clássicos e, falando neles, a resenha de hoje é de Capitães da Areia, de Jorge Amado! Já tivemos aqui no blog a resenha da Lucy para esse livro, mas uma segunda opinião sempre é bem-vinda!

Volto para o Por Essas Páginas com mais uma resenha apaixonada. Dessa vez, sobre um livro brasileiro de Jorge Amado, baiano sensível que nos deixou com um monte de obras vindas do coração… Ganhei esse livro de um dos meus melhores amigos, e foi um presente lindo que quero compartilhar com vocês.

“Publicado em 1937, pouco depois de implantado o Estado Novo, este livro teve a primeira edição apreendida e exemplares queimados em praça pública de Salvador por autoridades da ditadura. Em 1940, marcou época na vida literária brasileira, com nova edição, e a partir daí, sucederam-se as edições nacionais e em idiomas estrangeiros. A obra teve também adaptações para o rádio, teatro e cinema. Documento sobre a vida dos meninos abandonados nas ruas de Salvador, Jorge Amado a descreve em páginas carregadas de beleza, dramaticidade e lirismo.” Fonte

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Em outras palavras: Paperboy

Na coluna Em outras palavras de hoje, mais uma resenha do Felipe, dessa vez para o livro Paperboy, da Editora Novo Conceito. ‘Bora lá saber o que ele achou do livro e, de quebra, também da adaptação cinematográfica?

Paperboy é uma viagem ilustrada por uma América idílica, a qual o autor vai desmanchando e revelando em pedaços. E no final todos estarão em pedaços, até você leitor.

“Hillary Van Wetter foi preso pelo homicídio de um xerife sem escrúpulos e está, agora, aguardando no corredor da morte. Enquanto espera pela sentença final, Van Wetter recebe cartas da atraente Charlotte Bless, que está determinada a libertá-lo para que eles possam se casar. Bless tentará provar a inocência de Wetter conquistando o apoio de dois repórteres investigativos de um jornal de Miami: o ambicioso Yardley Acheman e o ingênuo e obsessivo Ward James.

As provas contra Wetter são inconsistentes e os escritores estão confiantes de que, se conseguirem expor Wetter como vítima de uma justiça caipira e racista, sua história será aclamada no mundo jornalístico. No entanto, histórias mal contadas e fatos falsificados levarão Jack James, o irmão mais novo de Ward, a fazer uma investigação por conta própria. Uma investigação que dará conta de um mundo que se sustenta sobre mentiras e segredos torpes.

Best-seller do The New York Times, Paperboy é um romance gótico sobre a vida aparentemente sossegada das cidades do interior. Um thriller tenso até a última linha, que fala de corrupção e violência, mas que, ao mesmo tempo, promove uma lição de ética.” Fonte

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Em outras palavras: Manual Prático do Ódio

Na coluna Em outras palavras, temos novamente uma resenha do Felipe, dessa vez de um livro nacional da Editora Planeta. Vamos saber o que ele achou da leitura de Manual Prático do Ódio?

Manual Prático do Ódio, apesar do título, é um livro apático, que não desperta emoções e apenas recicla idéias, sem nem ao menos vomitá-las em uma roupagem diferente. Explico.

“Escrito com uma narrativa lancinante e ritmo veloz, Manual Prático do Ódio é uma história abertamente inspirada em vidas reais e também inventada pelo talento de ficcionista de Ferréz.
Régis, um dos protagonistas desta engenhosa trama, tem vontade de ter um sítio para curtir com a família o que há de melhor na vida. Mas ele investe tudo o que ganha em armas, tem sonhos mais complexos, e não imagina uma rotina sem muita grana na poupança e sem pelo menos ser dono de um mercado ou de um posto de gasolina. A união com Lúcio Fé, Celso Capeta, Aninha, Mágico e Neguinho da Mancha na Mão lhe dá grandes esperanças de fazerem um bom dinheiro. Juntos eles se organizam para a “correria” certa, o golpe perfeito, aliando-se numa conspiração sem ponto de retorno ou juízo de valor.
Manual prático do ódio conta a história de um grupo que planeja um assalto, mas também fala de outros medos e mistérios universais, de personagens que cultivam razões odiosamente humanas para matar, amar ou morrer. As diferentes facetas do ódio que, numa engrenagem cruel, afeta também gente como o metalúrgico Paulo, amante de livros e inconformado com o estado de degradação da comunidade onde vive; e ainda como o garoto Dinoitinha, um vendedor de flores, que está a um passo de se iniciar nas artimanhas das  ‘quebradas’.” Fonte

Não pensava mais no futuro no bebê. Não pensava em futuramente ter uma casa. Só conseguia ver em sua frente o sangue do inimigo.




Em outras palavras: 47 Ronins

Na coluna Em outras palavras temos a presença de convidados – ou de você, aí, leitor do blog – para falar de livros, quadrinhos ou mangás. Na edição de hoje, o Felipe, que já fez algumas resenhas por aqui, retorna com a resenha de 47 Roninsque saiu aqui no Brasil pela Editora Novo Século e foi adaptado para o filme homônimo. ‘Bora lá saber o que ele achou do livro e, de quebra, do filme?

Uma história de contrastes, uma crítica social atemporal; em 47 Ronins, somos apresentados a um Japão socialmente decadente. Os samurais e seu código de honra estão sendo trocados pela corte e toda sua ostentação e pompa. A morte do Lorde Asano pelo corrupto Kira, servirá de estopim para uma vingança que será tanto um grito dos ronins, quanto de uma sociedade assolada.

“Em 1701, no Japão medieval, um heroico grupo de guerreiros samurais parte em uma jornada a fim de vingar a morte de seu mestre, ainda que para isso seja necessário desafiar ordens do poderoso xógum. A incrível saga destes 47 homens, rebaixados à condição de ronins (samurais sem mestre), se tornará uma das mais belas e famosas lendas da história japonesa. Em um complexo jogo de lealdade e honra, o código samurai é levado a seu limite, mostrando que existem missões maiores que a própria vida. 47 Ronins – Conheça A Lenda, Busque A Eternidade – John Allyn” Fonte

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Em outras palavras: Memórias das minhas putas tristes

Hoje, aqui na coluna Em outras palavras, temos a resenha da querida Nivia Fernandes! Sem mais delongas, nas palavras da Nivia a resenha de Memórias das minhas putas tristes, de Gabriel García Márquez.

Olá, pessoal! Retornei para fazer resenha de um livro que ganhei na Sexta do Sebo! Não é o máximo isso? A prova de que a promoção realmente cumpre uma de suas missões: disseminar a leitura por aí através de repasse de livros. Este veio em ótimo estado, aliás, e pretendo conservá-lo assim.

É mais uma pérola do autor colombiano Gabriel García Márquez. Seus romances com toques de fantasia nos acontecimentos, realidade nos diálogos e comportamentos dos personagens são encantadores!

“No ano que completei noventa anos, quis presentear-me com uma noite de amor louco com uma adolescente virgem”. E é assim, sem rodeios, que Gabriel García Márquez nos apresenta a história deste velho jornalista que escolhe a luxúria para provar a si mesmo, e ao mundo, que está vivo. Primeira obra de ficção do autor colombiano em dez anos, “Memória de Minhas Putas Tristes” desfia as lembranças de vida desse inesquecível e solitário personagem em mais um vigoroso livro de Gabriel García Márquez. O leitor irá acompanhar as aventuras sexuais deste senhor, narrador dessas memórias, que vai viver cerca de “cem anos de solidão” embotado e embrutecido, escrevendo crônicas e resenhas maçantes para um jornal provinciano, dando aulas de gramática para alunos tão sem horizontes quanto ele, e, acima de tudo, perambulando de bordel em bordel, dormindo com mulheres descartáveis, até chegar, enfim, a esta inesperada e surpreendente história de amor. Escolhido o presente, ele segue para o prostíbulo de uma pitoresca cidade e ao ver a jovem de costas, completamente nua, sua vida muda imediatamente. Quando acorda ao lado da ainda pura ninfeta Delgadina, o personagem ganha a humanidade que lhe faltou enquanto fugia do amor como se tivesse atrás de si um dos generais que se revezaram no poder da mítica Colômbia de Gabriel García Márquez. Agora que a conheceu, ele se vê à beira da morte. Mas não pela idade, e sim por amor. Para uns, “Memória de Minhas Putas Tristes” trata-se de uma reflexão romanceada sobre o amor na terceira idade. Para outros, é um hino de louvor à vida e, por extensão, ao amor, já que um não existe sem o outro no imaginário do Prêmio Nobel de Literatura de 1982. Sempre sublime, Gabriel García Márquez presenteia-nos com esta jóia narrativa repleta de sabedoria, memória e bom humor, que confere ainda mais brilho à sua genialidade literária.” Fonte

Cantei em seu ouvido: A cama de Delgadina de anjos está rodeada.

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